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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sobre a GLADA

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/


O que é

Ouroboros 
A Grande Loja Arquitetos de Aquário (GLADA) é uma Ordem Maçônica regular, legítima, independente, soberana, moderna e reconhecida internacionalmente, que admite, em igualdade de condições, homens e mulheres dispostos a construir a sociedade do Terceiro Milênio dentro dos ideais da Maçonaria Universal.
É uma entidade iniciática, filosófica, cultural, filantrópica e sem fins lucrativos.

Todas as Lojas da GLADA adotam obrigatoriamente dois Ritos:

Moderno ou Francês e Escocês Antigo e Aceito

A GLADA faz parte, desde 1993, da União Maçônica Internacional CATENA, entidade que congrega Potências Maçônicas Mistas em 4 continentes.
A Grã-Mestra Adjunta Vera Facciollo foi eleita Vice-Presidente nas duas últimas gestões da CATENA.
A GLADA, desde 2005 é membro ativo e reconhecido do CLIPSAS – Centro de Ligação e Informação das Potências Signatárias do Apelo de Strasburgo, a maior organização de Maçonaria Liberal do Mundo, fundada em 1961.
A GLADA trabalha tanto nos Graus Simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre) como nos Graus Filosóficos (4 ao 33º do Rito Escocês e 4 ao 10º do Rito Moderno).
Possui seu próprio Supremo Conselho independente, que foi reconhecido e recebeu Carta Patente da Grande Loja da Itália, cujo Supremo Conselho do Grau 33 é um dos mais antigos do mundo, fundado em Milão a 4 de abril de 1805, e do qual já foi Soberano Grande Comendador o herói de duas pátrias Giuseppe Garibaldi
andreia caetano 
piumhi/Mg

sábado, 13 de junho de 2009

maçonaria feminina

Maçonaria para Mulheres

Primeira experiência em Ribeirão deve ser aberta até o final do ano; casais estão em treinamento na capital.

Até o final deste ano Ribeirão Preto deve ter a sua primeira loja maçônica mista. Ainda sem local definido para a construção, a loja deve receber inicialmente cerca de 30 pessoas.

Há cerca de quatro anos um estudo vem sendo feito na cidade e cinco casais já participam de cursos de iniciação em São Paulo. "São estes casais que ficarão responsáveis pelos trabalhos de iniciação de outros integrantes", afirma uma das responsáveis em Ribeirão, Márcia Christine Bueno Domiciano, de 32 anos.

De acordo com ela, o ideal é que as mulheres participem da maçonaria acompanhadas pelos maridos para que a família seja fortalecida. No entanto, nada impede que mulheres solteiras também façam partes dos encontros.

Márcia acredita que na cidade existem hoje cerca de 30 lojas maçônicas masculinas. "A loja mista é necessária justamente pelo comportamento da cidade. A presença da mulher é vista como uma evolução. Não existe diferença nas ideologias e nem na filosofia", diz ela.

Segundo o mestre Ivan Gonzaga, um levantamento de possíveis locais para a instalação da loja já está sendo feito na cidade.

O prédio precisa ser adaptado e deve começar a funcionar logo no final deste ano.

Para ser um maçom é preciso ter sensibilidade para interpretar a filosofia, ter situação financeira definida (que seus nomes não estejam com restrições), não ter sofrido condenações ou processos criminais e possuir um bom convívio em família e em sociedade.

"É importante acreditar também em um ser supremo que é Deus. A maçonaria é uma sociedade filosófica, filantrópica, iniciática, educativa e progressiva. Nossa maior missão é a busca pelo aperfeiçoamento moral e intelectual", explica o mestre.

De acordo com Gonzaga, através do amor, a maçonaria procura a melhora de seus integrantes para depois devolvê-los para a sociedade.

A maçonaria mista surgiu no Brasil em 1919, no Rio de Janeiro. Hoje, já são mais de 500 lojas em todo o país.

"Infelizmente o preconceito ainda existe. Muitas pessoas, principalmente os mais radicais, criticam as lojas mistas", afirma Gonzaga.

A estrutura maçônica
Cada loja maçônica funciona como uma determinada oficina. Todas são células autônomas, iguais em direitos e honras e independentes entre si. Existem dois tipos das conhecidas oficinas: as lojas e os triângulos.

A loja é composta por no mínimo sete maçons perfeitos e não tem um limite máximo de membros. Já o triângulo tem três maçons perfeitos, pelo menos, e seis integrantes, no máximo.

Quando o sétimo membro chega ao triângulo, este passa a ser loja. Uma loja maçônica completa tem dez funcionários.

O venerável ou presidente preside os trabalhos e faz a orientação. O primeiro vigilante dirige os trabalhos dos companheiros e vela pela disciplina local. O orador é o encarregado de fazer a síntese dos trabalhos e deles extrair as conclusões. (Gazeta de Ribeirão)

Homens são contra
De um modo geral, quando se fala em maçonaria a primeira idéia que vem á mente é de um ordem masculina. De modo semelhante às confrarias, às ordens religioso-militares e a outras instituições, ao longo de vários séculos esse conceito tem incitado a imaginação de amantes do ocultismo e ainda hoje, para muitos, tem a exclusividade masculina.

Por telefone, a reportagem da Gazeta conversou com um representante maçom de Ribeirão Preto que não quis ser identificado. Questionado sobre a instalação da loja mista na cidade ele ficou irritado.

"Isso não pode acontecer. Nossa ordem não admite mulheres", disse o maçom. Segundo ele, a maçonaria, desde os seus primórdios sempre foi voltada para os homens e nunca admitiu o acesso de mulheres. (Gazeta de Ribeirão)

Rui Barbosa foi Maçom
Pessoas ilustres da história mundial fizeram parte da ordem maçônica. Na Europa, os nomes mais conhecidos foram os dos filósofos Voltaire, Goethe e Lessing.

Entre os músicos, a maçonaria também era praticada por Mozart e Beethoven e ainda militares como Frederico e o Grande Napoleão.

No Brasil, o nome mais conhecido é o de Dom Pedro I que lutou pela Independência do país e os maçons garantem que ele sempre foi apoiado pela ordem.

Outros nomes conhecidos são os de José Bonifácio, Duque de Caxias, Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Campos Sales, Nilo Peçanha, Prudente de Morais, Wenceslau Braz e Rui Barbosa entre outros.

Na América, todos os libertadores foram maçons. Washington nos Estados Unidos, Miranda, o padre da Liberdade sul-maericana e ainda Bolivar e Benito Juarez.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

mulher na maçonaria













Em inícios de 1994, o falecimento da Doutora Marie-Andrée LAGROUA WEILL-HALLÉ passou relativamente inadvertida. Porém, o papel determinante que teve esta mulher na criação do Planejamento Familiar na França deveria ter sido, pelo menos para alguns, e numa época tão afeta às comemorações, uma boa ocasião para evocar as grandes linhas de seu ativismo ininterrompido. Se não foi assim, é porque em 1967, depois de dez anos de ativismo militante, esta médica de hospital percebeu que tinha servido a uma causa que não era a dela. Podia não tê-lo mostrado, o que lhe teria valido honras públicas, prestígio e cargos relevantes (sem dúvida teria podido ocupar o Ministério da Saúde no lugar e a função de sua quase homônima Simone Veil, e seus livros de êxito lhe teriam aberto as portas da Académie Française (Academia Francesa), antes que à feminista Marguerite Yourcenar); podia inclusive ter-se afastado sem dizer uma palavra, o que lhe teria valido um cargo honorífico e gratificante como a presidência da Cruz-Vermelha, que, em algum momento, teve que ocupar Georgina Dufoix, ou inclusive, a presidência da França ou a embaixada francesa na UNESCO como Gisèle Halimi. Mas não foi assim; quando esta médica tomou consciência, um pouco tarde, que seus ideais tinham sido distorcidos pela ideologia da I.P.P.F., pelos fundamentos racistas, eugenistas e libertários, reagiu e decidiu denunciar as manipulações, como aconteceu com Benard Nathanson, o promotor do aborto nos Estados Unidos, no dia em que percebeu que ter tomado partido pela causa da "mulher", o transformava no assassino da criança, seu segundo paciente.






Maternidade Felíz
Desde seu primeiro ano no curso de medicina, na década de trinta, Marie-Andrée Lagroua percebeu a gravidade do problema dos nascimentos e não apenas do aborto, como quis mostrar um importante jornal vespertino no artigo necrológico. Era a época da grande crise econômica, o acesso à moradia era difícil, o desemprego crescia e era escassa a preocupação pelas famílias, prova disso, é que o primeiro Código da Família surge só em 1939. Era o desamparo para os casais jovens que enfrentavam a chegada do filho e ao mesmo tempo o egoísmo da sociedade. A jovem estudante era muito sensível às angústias e injustiças que gerava o problema dos nascimentos e decidiu iniciar uma ação visando a encontrar soluções ao problema. A idéia da Doutora Lagroua era a de "satisfazer os desejos do casal com relação ao nascimento, ao casal em si mesmo e à família; ou seja, a fecundidade, a esterilidade, a concepção, o controle da procriação, a aceitação de uma gravidez já iniciada"(27).
Deu a este projeto o nome de Maternidade Feliz, uma vontade de respeitar a vocação da mulher e um desejo de liberá-la das vicissitudes físicas e sociais que a afetam. A mesma preocupação que encontraremos depois, nos Papas contemporâneos que propõem o conceito e a prática de uma "paternidade responsável".
Em março de 1955, a comunicação da Dra. Lagroua Weill-Hallé para o Instituto da França acerca da Maternidade voluntária teve grande repercussão e constituiu o início de uma campanha que concluiu no ano seguinte com a fundação de Maternité Heureuse (Maternidade Feliz).
A apropriação filosófica
A partir desse momento iniciam-se as tentativas de apropriação que concluirão, quatro anos mais tarde, em 1960 com sua afiliação à Federação Internacional do Planejamento Familiar,. mais conhecida por sua sigla inglesa I.P.P.F. Esta apropriação de Mme. Weill-Hallé será essencialmente obra "de mulheres da Franco-maçonaria que entraram em contato com Mme.-A. Weill-Hallé, já que a adesão da Franco-maçonaria às lutas pela maternidade voluntária data de muito tempo atrás, (...) Os deveres da mulher e a liberdade da concepção constituem o tema de trabalho escolhido pela Grande Loja feminina para sua reflexão durante 1956"Os membros desta sociedade anunciam o que depois será sua filosofia profunda, separar a sexualidade da procriação. "afirmam o desejo de liberdade das mulheres e dos homens para poder tomar a decisão de ter ou não filhos e desfrutar da vida sexual indispensável, base da união de um casal









quarta-feira, 27 de maio de 2009

A MULHER NA MAÇONARIA


A Fraternidade Feminina não é uma "maçonaria feminina", mas sim uma organização para-maçônica, com personalidade, estatuto e ideário próprios



Normalmente, as Fraternidades são formadas por esposas de maçons, chamadas por nós de "cunhadas", sobrinhas e parentes de maçons. Senhoras e moças do convívio de maçons também podem se integrar.


A organização das Fraternidades Femininas tem sua representatividade em todos os níveis, a exemplo das Lojas Maçônicas, assim, existe uma organização Nacional, Estadual, Regional e Local ( de cada Loja


A Diretoria Nacional, as Diretorias Estaduais e os Grão-Mestres Estaduais estão desenvolvendo todo o apoio necessário para o fortalecimento das Fraternidades Femininas. Entendem que uma Loja Maçônica será sempre mais alegre, pacífica e trabalhadora, com a presença e participação das mulheres.


Elas são os instrumentos de integração e fortalecimento da Família, instituição considerada a mais importante pela Maçonaria.

As atividades femininas numa Loja Maçônica conscientizam os maçons do papel da mulher na educação, saúde, união e presença cristã nos lares.


A Fraternidade Feminina dentro da Loja Maçônica é organizada, sempre apoiada e em consonância com o Venerável e os membros do Quadro, passando a dar suporte e motivação ao trabalho das causas sociais, como APJ, Maçonaria Contra as Drogas, assistência social e beneficência.

ObjetivosI - Desenvolver trabalhos de natureza cultural, promovendo debates, encontros, seminários, conferências e outros eventos que valorizem a participação da mulher na comunidade social;

II - Desenvolver outras atividades de caráter social, cultural, bem como cívicas e filantrópicas;

III - Coadjuvar e apoiar atividades sociais, culturais e filantrópicas de entidades congêneres, particularmente da Ação Para-maçônica Juvenil;

IV - Promover por todos os meios a seu alcance, o bem estar da família das associadas, incentivando sua integração na comunidade;

V - Apresentar ao Grande Oriente do Brasil, por meio das Lojas federadas, propostas de efetiva participação da Fraternidade Feminina nas atividades comunitárias em comum com os obreiros;

VI - Estimular a prática da fraternidade entre as famílias associadas, dando ênfase às famílias dos maçons falecidos e inválidos, por meio de encontros, certames e visitas.


Princípios Gerais

I - A defesa dos deveres básicos de amor à família, fidelidade e devotamento à Pátria, cumprimento da lei e dedicação à comunidade;

II - O trabalho nobre e dignificante, como direito inalienável;

III - A livre manifestação do pensamento e a prática da tolerância, princípios basilares das relações humanas, respeitadas as ideologias e a dignidade de cada uma;IV - A promoção do reconhecimento e das prerrogativas relativas aos direitos universais da mulher.




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