quinta-feira, 30 de abril de 2009

DICIONARIO SECRETO-C


DICIONARIO SECRETO LETRA-C

Dicionário Secreto da Maçonaria

Letra C

Cabala – (Ver kabala). Teosofia dos hebreus, que tem recebido as mais variadas explorações, quanto a sua finalidade e poderes sobrenaturais, que são atribuídos aos cabalísticos do passado. O termo hebreu Kabbalah significa tradição; daí conclui-se, que a “cabala” é a tradição antiga dos hebreus, passada de pai para filho.

Cadeia - Escravidão, superstição, intolerância, ilustração, união.


Cadeia de Flores - Alegria. Assim são chamadas as grinaldas, que ornam os Templos em suas Sessões festivas.

Cadeia de União - Aliança. Forma-se de modo especial para a comunicação da “palavra semestral”, ou no final dos banquetes ritualísticos, para o “ósculo da paz”.

Caduceu - Ciência e progresso.

Caim - Males, paixões.

Calendário – Os Maçons possuem calendário próprio, a “Maçonaria Simbólica” acrescenta 4.000 ao calendário atual, assim 1999 registra-se 5.999.

Calendário Maçônico – Diversos calendários já foram adotados pela Ordem, conforme os Ritos, hoje prevalece o calendário hebraico; designando como ano da “Verdadeira Luz” (V\L\). Sendo o nosso calendário usual designado como ano da “Era Vulgar” (E\V\).

Cálice da Amargura – O cálice é usado pela “igreja católica” de várias formas, principalmente para a consagração do vinho; para os Maçons, o cálice da amargura lembra os maus momentos e dificuldades que temos que passar. É também lembrado na Iniciação do Grau de Aprendiz, numa das provas por que passa.

Câmara – Nome que recebem os locais onde se reúnem os Maçons, conforme o Grau de cada Rito em que estão reunidos, também assim são chamadas às reuniões diversas, para transmissão de instruções específicas.

Câmara Ardente – É o lugar que realiza uma das partes da cerimônia de Iniciação do Grau de Aprendiz. Quem não se lembra da frase: “este clarão pálido e lúgubre...”.

CâmarA Inst rução – É a Sessão destinada tão somente ao ensinamento e estudo do simbolismo, liturgia e história geral da Ordem.

Câmara de Perfeição – (Ver Loja de Perfeição).

mara de Reflexão – Lugar geralmente subterrâneo, onde os Candidatos permanecem para meditarem a cerca das coisas materiais do mundo. Simboliza o centro da terra de onde viemos e para onde teremos que voltar.

Câmara do Meio – Sessão onde os Mestres recebem o seu salário, e se reúnem para deliberarem.

Câmara Simbólica – Nome dado às reuniões das Lojas Simbólicas em geral.

Candelabro – Utensílio usado em todas as cerimônias Maçônicas, variam de forma e de número de luzes conforme o Grau que se está trabalhando. Modernamente não se usam mais as velas, mas sim, lâmpadas elétricas.

Candidato – Nome dado ao profano que está sendo proposto ao ingresso na Ordem. É necessário fazer-se a devida diferenciação entre: Candidato, Postulante, Recipiendário, Aspirante e Neófito.
Cão - Por ser o melhor amigo do homem, é considerado o símbolo da fidelidade; aparece no Ritual do Grau “9” do R\E\A\A\.


Capitação – É uma taxa anual que cada Obreiro, obrigatoriamente, recolhe ao “Grande Oriente” a que pertence. Em algumas Potências, essa taxa é devida para o âmbito Estadual e o Federal.


Caracteres Maçônicos – Abecedário de que se serviam os antigos Maçons, para comunicarem-se entre si. Hoje está em desuso.

Carbonizar - Diz-se quando se coloca uma esfera negra na urna, que se usa para votação da admissão de um Candidato.

Carta Constitutiva – Documento que uma Potência concede a uma Loja, que se instala como reconhecimento de sua legalidade.

Casula – Vestimenta constituída por um pano, devidamente decorado, com bordados de figuras e dizeres simbólicos, com que se reveste o Maçom, quando de sua recepção no Grau de CAV\R\C\ do R\E\A\A\.

Cavaleiro – Na Maçonaria, assim são chamados todos os Maçons, que foram Iniciados nos Graus que têm origem na “antiga cavalaria”, que existem em muitos Ritos.

Cavaleiro de Malta – Ordem militar conhecida por “Hospitaleiros de São João de Jerusalém”, foi extinta em 1798.

Cavaleiro Rosa Cruz – Título do 18º Grau do Rito E\A\A\.

Caveira – Em Maçonaria é objeto imprescindível nas “Câmaras de Reflexão”, para lembrar ao Candidato da brevidade da vida; que deve estar voltada para o bem.

Caverna – (Ver Câmara.).

Cego – Simbolicamente aquele que não viu a “Verdadeira Luz”. Como regra não se deve admitir os cegos nos mistérios da Maçonaria, porém os Maçons que tiverem a infelicidade de se tornar cegos, devem permanecer na Ordem.

Ceia – Cerimônia ritualística, realizada pelos “Cavaleiro Rosa Cruz”; onde são servidos pão e vinho, alimentos emblemáticos da imortalidade.

Certificado – Documento através do qual uma Loja atesta a qualidade dos seus membros: Aprendiz, Companheiro ou Mestre.

Cetro - Poder.

Chamas - Purificação.(Ver Provas).

Chanceler – Um dos oficiais de uma Loja, que controla a freqüência dos seus membros, ao trabalho da mesma, as visitas em outras Oficinas e expede certificado de presença aos visitantes.


Chantre – Assim é designado, no Rito Brasileiro, o Irmão responsável pela “coluna da harmonia”.

Chave - Inteligência, tesouro. Símbolo Maçônico da prudência e discrição. Silêncio.

Chaves Místicas – Palavra sagrada ou de “passe”, que servem simbolicamente para abrir o Templo.

Cheshvan – É o 2º mês do calendário judaico.

Chover – É quando está presente um profano no meio Maçônico.

Christos – (Em Grego), também é como os gnósticos chamam a “Jesus Cristo”.

Ciências Ocultas – Eram os conhecimentos ensinados pelos antigos, mistérios das Iniciações egípcias.

Cinco Pontos da Perfeição – São os “cincos pontos” que só são transmitidos a Mestre Maçom, de viva voz, nas instruções próprias do Grau.

Cinzas - O nada.

Círculo - Criação, universo. Para os Maçons é considerado o “símbolo do universo, e do cosmo”. Na escrita Maçônica a Ordem é representada por um círculo, tendo em seu centro a tríplice pontuação (tri-pontuação) .

Cisma – Separação de facções Maçônicas, motivadas por discórdias intestinas, que infelizmente ocorrem entre os Maçons.

Clandestino – São todos os Corpos Maçônicos, não reconhecidos pelas Potências Regulares.

Clepsidra - Relógio de água.

Coberto – (Ver Estar a Coberto).

Cobridor – É o oficial de uma Loja encarregado de “trolhar os visitantes”, deve ser de preferência um Irmão conhecedor de todos os Regulamentos e Ritual.

Cobridor do Grau – É o conjunto de meios para o reconhecimento, que se concede aos Irmãos, a cada Grau de qualquer Rito. Ao visitante de uma Loja ser-lhe-á solicitado essa identificação.

Cobrir o Templo – Retirar-se dos trabalhos de uma Loja, quando esta estiver trabalhando.

Co-Irmã – Qualquer Loja com a qual deve ser mantida correspondência ou visitas regulares. Não são Lojas Co-Irmãs as Lojas consideradas espúrias, ou pertencentes a Potências, não reconhecidas oficialmente.

Colméia - Trabalho.

Colares – São colares de pano, que se usa ao pescoço, contendo desenhos inerentes ao Rito e Grau, em que está trabalhando um Corpo Maçônico; servindo para prender, em sua ponta, a “jóia” do Cargo de quem o exerce. (Ver Fitões)
.
Colunas - Virtudes, teologias, interior dos Capítulos, parte da Loja. São as duas “Colunas” no interior do Templo, próximas a sua entrada. Sendo que, no R.E.A.A., na “Coluna do Norte” está a letra “J”, e na “Coluna do Sul” está a letra “B”, que designam onde ficam os: Aprendizes, Companheiros e Mestres. No Rito Moderno estas letras são invertidas.


Colunas da Infâmia – Uso antigo de algumas Lojas, que colocaram nessa simbólica coluna, os Irmãos que se tornaram indignos da Ordem. Essa prática não prosperou e, modernamente basta à eliminação dos que se tornaram maus Maçons.

Colunas de Harmonia – Irmão, ou coro que se responsabiliza pela parte musical, de qualquer solenidade Maçônica.

Colunas Gravadas – Qualquer tipo de prancha ou comunicado escrito, que circule, ou seja, depositado na bolsa de propostas e informações.

Colunas Zodiacais – São as “doze colunas” que circundam os Templos Maçônicos. São seis masculinas do lado direito, e seis femininas do lodo esquerdo.

Comissão – É um grupo de Irmãos, geralmente de três, podendo ser de maior número, que são nomeados por quem de direito, para executarem um trabalho, ou representarem o Corpo

Maçônico a que pertence em qualquer solenidade tanto profana como Maçônica.

Comitiva – É o grupo de Irmãos que acompanha autoridade Maçônica, em missões oficiais ou em simples visita de cortesia.

Companheiro – Assim são chamados os Irmãos que estão no Grau “2”, da Maçonaria Simbólica.


Compasso – É o emblema da justiça. Pela abertura do ângulo formado pelas suas pernas, é que
simbolicamente os Maçons regulam seus sentimentos e seus atos.


Condecoração – Insígnia que acompanha um título concedido como: honorário, benfeitor, e etc. Pode ser um distintivo ou laço para ser usado na lapela.


Conselho de Kadosch – É a “Câmara Filosófica”, que administra os Graus “19 a 30” do R\E\A\A\, com poderes de conferir esses Graus e as instruções correspondentes.


Conselho de Mestres Instalados – Assim á chamado um grupo de no mínimo três Mestre Instalados, designados para proceder à Instalação de um Venerável, recém eleito; transmitindo-lhe todos os segredos inerentes a essa função.


Consistório – Alta Câmara do R\E\A\A\ em que se reúnem os Irmãos investidos nos Graus “31 e 32”.


Constituição - É o regulamento maior de qualquer Potência Maçônica, através do qual, são determinados os direitos e obrigações dos Corpos e membros, que são subordinados.


Convocação – É o chamado oficial que se faz aos componentes de qualquer Corpo Maçônico, para reunirem-se em trabalhos especiais.


Coração – Hiram, o arquiteto do Templo de Salomão.


Corda com 81 nós – Fraternidade e amizade.

Cordão de União – Fraternidade e união.

Cordeiro - Símbolo da paz, no passado foi usado para os sacrifícios em honra aos “deuses pagãos”. Aparece de várias formas, no Ritual do Grau “18” do R\E\A\A\.

Coroa - Poder, glória, triunfo.

Corpo Maçônico – Diz-se de diversos seguimentos da Maçonaria: “Loja Simbólica, Loja de Perfeição, Sublime Capítulo, Assembléia Legislativa” e etc...


Corvo - Ave considerada de mau agouro para uns, disseminadora de doenças por alimentar-se de carniça para outros. E ainda considerada exterminadora de germes. Aparece como símbolo de argúcia em um dos Altos Graus do R\E\A\A\.


Cotização – É a importância anual, que cada Corpo ou Loja, recolhe à Potência a que pertence. Há Potências que recolhem essa importância mensalmente.

Cruz - Imortalidade, fé, santidade.


DICIONARIO SECRETO-B


SECRETO

Dicionário o da Maçonaria

Letra B


“É a segunda letra do alfabeto. Seguida da tri-pontuação (B\), é a abreviação do nome da coluna BOOZ, situada à entrada de um Templo. Também aparece no avental de um Mestre Maçom, como a inicial da” palavra sagrada “deste Grau M\B\(Mac-Benath)”.

Bafomet – Palavra designativa de “satanás ou demônio”, que é citada no Ritual do Grau “30”.

Balança – Símbolo da retidão, é a libra dos “doze signos dos zodíacos”.

Balandrau – É uma capa longa de cor preta, para esconder a roupa comum, que pode ser eventualmente usada nas Sessões ordinárias de uma Oficina, entretanto nas Sessões Magnas, o traje é obrigatoriamente o prescrito nos Rituais: camisa branca, gravata, sapatos e terno preto.

Balaustrada do Templo – É o conjunto de balaústres, ou grades, que separa o Oriente do Ocidente de um Templo.

Balaústre – Em Maçonaria serve para designar a ata, ou o relato do que se passou em uma “Sessão Maçônica”.

Bandeira – Pedaço de pano de várias formas ou tamanhos, com desenhos alusivos a um Corpo Maçônico, Simbólico ou Filosófico, ou ainda Potência Regular. Em linguagem de Banquete: guardanapo.

Banquete – Festividade que os Maçons realizam, para comemorar uma data ou acontecimento
importante. Há Rituais especiais para os vários Banquetes Maçônicos.

Barrica – Em Banquete Maçônico: garrafas.

Bastões – Vara de madeira ou metal, com jóias próprias, colocadas nas extremidades superiores dos mesmos, fazendo alusão aos cajados dos antigos peregrinos, são usados pelo Mestre de Cerimônia e pelos diáconos.

Baterias – Aplausos que são dados durante as Sessões para manifestar alegria. São dadas por pancadas, que variam de números, ou combinações de números, conforme o Grau em que se está trabalhando.

Beijo – (Vide Ósculo).

Beijo de paz - Amizade, reconciliação.

Beleza – É uma das “três colunas simbólicas” que adornam uma Loja, as outras são: Força e Sabedoria.

Bem – É o princípio moral que está em constante luta com o mal. A Ordem deseja o bem em todas as suas formas. O bem dos Irmãos, o bem da pátria e o bem da humanidade.

Beneficência – É uma das práticas que deve ser cultivada pelos Maçons, de qualquer forma, que se apresente à necessidade dos nossos semelhantes.

Bíblia – Livro contendo o “antigo e o novo testamento” dos católicos, e outras crenças consideradas cristãs. Nos países católicos é usada como “Livro da Lei Sagrada”, do qual se lê um pequeno trecho na abertura das Sessões.

Boi - Fortaleza, trabalho.

Booz – Também conhecida como “Boaz”, foi o nome de um dos filhos de “Salomão”; e nome de uma das Colunas de bronze, mandado fundir por ordem de “Salomão”. Nos Templos atuais é a “palavra sagrada” do Grau de Aprendiz, é representa pela letra “B”, numa das Colunas situadas no interior dos Templos.

Branco - Uma das cores mais importantes usadas pela Maçonaria, simboliza a inocência, a candura e é a cor dos Aventais de Aprendizes e Companheiros.

Brevê – Diploma do Ir\ que atinge o Grau “18” do R\E\A\A\, “Cavaleiro Rosa Cruz”.

Buril – Em Maçonaria assim são chamados simbolicamente o lápis e as canetas, com que se burilam os escritos Maçônicos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Maçonaria, o Braço Direito do diabo


Maçonaria, o Braço Direito do diabo



Este estudo tem a função de alertar as pessoas sobre o perigo do envolvimento com a Maçonaria,



suas gravíssimas implicações espirituais


e também tem a função de mostrar os malefícios


que esta organização satânica tem trazido ao Brasil e ao mundo.


maçonaria,


maçom,


maçons,


grande loja do oriente,


ouroboros,


a letra G na maçonaria,


rosacruzes,


sociedade secreta,


egito,


ocultismo,


satanismo,


albert pike,


eliphas levi,


ambição, dinheiro, poder, satanás, diabo.


O Brasil, embora rico de grandes reservas de minérios, de ouro e de pedras preciosas,


com uma costa marítima gigantesca e dotado,


por Deus, com terras férteis e generosas,


se encontra afundado em uma terrível miséria.


Quando olhamos para a grave situação em que se encontra a nossa nação,


podemos nos fazer a seguinte pergunta:


Por que isto está acontecendo?


Em outros artigos já demonstramos como a prática da feitiçaria,


a invocação de demônios e a idolatria católica romana têm sido uma desgraça para esta nação.


Deus tem entregue o povo do país dos carnavais ao sabor de seus próprios conselhos e desejos,


pois colhem os frutos amargos da rejeição ao grande Deus e ainda assim se mostram rebeldes


em suas práticas, não deixando de servir a demônios.


Comem restos quando poderiam se banquetear com boas e fartas refeições,



e vestem trapos quando poderiam estar vestidos com o melhor algodão.



O trecho bíblico abaixo foi dirigido ao povo de Tiro,



quando pecaram e se rebelaram diante dos olhos de Deus,



agindo de forma arrogante e audaciosa diante de Deus, tal como hoje se vê no Brasil:



“Roubarão as tuas riquezas, saquearão as tuas mercadorias,


derribarão os teus muros e arrasarão as tuas casas preciosas as tuas pedras,


as tuas madeiras e o teu pó lançarão no meio das águas.” Ezequiel 26:12




Deus está entregando o Brasil nas mãos de saqueadores e de homens cujo coração não somente


se encontra longe dele,


mas cujos intentos nunca levam em consideração nem o amor ao próximo e nem a misericórdia.



Porém, estamos falando de uma nação inteira, de um país com quase 200 milhões de pessoas,


como se tem dado isto na prática?



As Origens da Maçonaria e de seu Pai, Lúcifer



Essa organização luciferiana, chamada de Maçonaria,



diferentemente do que muitos supõem, não é um organismo isolado e singular no mundo.



Antes, trata-se de um poderoso segmento do Império de Satanás.


E Satanás possui um reino, como nos ensina o Senhor Jesus Cristo:


“E, sabendo ele o que se lhes passava pelo espírito, disse-lhes:



Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e casa sobre casa cairá.



Se também Satanás estiver dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino?”


Lucas 11:17,18



Este império do mal começou a ser organizado desde o princípio, quando a



Serpente enganou Eva e tomou de Adão o domínio do mundo, passando a ser ele próprio,


Satanás, o deus deste século e o príncipe deste mundo:“Mas, se o nosso evangelho ainda está


encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o


entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de


Cristo, o qual é a imagem de Deus.” 2 Coríntios 4:3,4“Chegou o momento de ser julgado este


mundo, e agora o seu príncipe será expulso.” João 12:31Com a vinda em carne do Filho de Deus,


o Senhor Jesus Cristo estabeleceu o seu Reino aqui na terra, em cujos domínios e extensões


Satanás não pode entrar. Todo o Reino de Deus será trasladado para as regiões celestiais onde


está o Trono de Deus, e isto sucederá no último dia, o dia do juízo e do retorno do Filho de Deus.


Pisamos sobre esta terra como peregrinos, caminhando para uma pátria celestial e eterna, a qual


nada tem a ver com esse mundo perdido e amaldiçoado. E veja que o Senhor Jesus Cristo não


rogou pelo mundo quando orava ao Pai, como registrado em João 17:9:“É por eles que eu rogo


não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus”E o que sucederá a este


mundo? Será destruído por Deus no Grande Dia. Porém, até que chegue este momento, cada vez


mais próximo, o mundo continua a ser palco de uma terrível guerra onde, de um lado está Deus


salvando-nos por meio do Evangelho de seu Filho, do outro lado está Satanás levando à cabo os


seus intentos. E que intentos são esses?Pois bem, precisamente a fim de que possamos entender


como opera e como funciona a Maçonaria é que se faz necessário entender quais são os planos e


os intentos de Lúcifer.Sabedor de que não lhe resta mais nada, senão a condenação ao fogo


eterno, Satanás é movido por um terrível e implacável ódio contra Deus. Esse ódio também


deriva do fato da enorme frustração de Lúcifer em não ter obtido sucesso em seu audacioso plano


de estabelecer um império celestial, independente de Deus, como tanto desejava, e de não poder


ser adorado pelos anjos, como tanto cobiçou:“Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu acima


das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas


extremidades do Norte subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.”


Isaías 14:13,14Mas sua doença é incurável, por isso sua perdição é eterna. Vejamos como a



Serpente teve a audácia de tentar o próprio Senhor Jesus Cristo a fim de procurar receber



adoração:


“Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos,


porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser.


Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua. Mas Jesus lhe respondeu:



Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto.” Lucas 4:6-8



Esta idéia fixa de Satanás, e que lhe custou muito caro,



é também expressa através de homens e de mulheres que estão sob seu domínio.



Vejamos estas comprometedoras palavras ditas por um famoso clérigo católico maçom chamado Eliphas Levi.


Reparem na sutil audácia dessas palavras e como seu autor parecia, de fato, admirar Lúcifer:




segunda-feira, 27 de abril de 2009

poço de iniciaçao

Poço Iniciático

Foto do poço com a cruz templária visível no fundo.

Foto da abertura do poço.

Uma galeria subterrânea com uma escadaria em espiral, sustentada por colunas esculpidas, por onde se desce até ao fundo do poço. A escadaria é constituída por nove patamares separados por lanços de 15 degraus cada um, invocando referências à Divina Comédia de Dante e que podem representar os 9 círculos do inferno, do paraíso, ou do purgatório. Segundo os conceituados ocultistas Albert Pike, René Guénon e Manly Palmer Hall é na obra 'A Divina Comédia' que se encontra pela primeira vez exposta a Ordem Rosacruz. No fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou cardeais, 4 menores ou colaterais) sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e, simultaneamente, indicativo da Ordem Rosa-cruz.
O poço diz-se iniciático porque se acredita que era usado em rituais de iniciação à maçonaria e a explicação do simbolismo dos mesmos nove patamares diz-se que poderá ser encontrada na obra Conceito Rosacruz do Cosmos.
A simbologia do local está relacionada com a crença que a terra é o útero materno de onde provém a vida, mas também a sepultura para onde voltará. Muitos ritos de iniciação aludem a aspectos do nascimento e morte ligados à terra, ou renascimento.
O poço está ligado por várias galerias ou túneis a outros pontos da quinta, a Entrada dos Guardiães, o Lago da Cascata e o Poço Imperfeito. Estes túneis, outrora habitados por morcegos afastados pelos muitos turistas que visitam o local, estão cobertos com pedra importada da orla marítima da região de Peniche, pedra que dá a sugestão de um mundo submerso.

domingo, 26 de abril de 2009

DICIONARIO DA MAÇONARIA-A


Abater Colunas – Diz-se quando uma Loja deixou de trabalhar.



Abelha - Símbolo do trabalho; é a produtora do melhor alimento que é o mel.



Abertura – As Sessões das Oficinas de qualquer Grau ou Rito, são abertas por seus Rituais


próprios.
Ablução – Parte da iniciação pela qual passa o Candidato, chamada de “prova da água”, para simbolicamente ser considerado purificado.



Abóbada – Parte dos edifícios em forma de cúpula, principalmente os da antiguidade, como o próprio “Templo de Salomão”.



Abóbada-Celeste – É o firmamento celeste com seus astros e estrelas; nos Templos, está representada pela decoração do teto.



Abóbada de Aço – São várias, determinadas pelo protocolo Maçônico, que fazem os Irmãos, para que por debaixo das espadas passem as autoridades, quando em visitas às Lojas.



Abóbada Estrelada ou do Templo – Céu, imensidade.



Abraço Fraterno – Amizade.



Abreviatura – É a escrita Maçônica, que dificulta sua leitura aos profanos, como A\R\L\S\,ou Aug\e Resp\Loj\Simb\, ou Gr\Or\, Grande Oriente, Ir\do ; membro da .



Acácia - Árvore sagrada da “Antigüidade”, cujo atributo simbólico só é de conhecimento dos Mestres Maçons. Sua madeira de longa durabilidade foi usada para fins navais; seus ramos e suas flores são usados em muitos símbolos do R\ E\ A\ A\; imutabilidade, inocência, incorruptibilidade, tristeza, recompensa da prudência.



Acampamento – Lugar onde trabalha um “Consistório de Príncipes do Real Segredo”.



Aclamação – É o consentimento geral para dispensar formalidades Ritualísticas. Significa também Exaltação (Veja Vivat e Huzza)


.
Adar – É o 6º mês do calendário judaico.



Adjunto – Dignidade, oficial ou autoridade substituta de funcionário em qualquer Corpo Maçônico.


Adoção – Amor fraternal.



Adoção de Irmão – É o ato filantrópico de uma Loja, em chamar sobre si a responsabilidade de cuidar, em todos os sentidos, de um Ir\ idoso ao qual lhe faltem recursos para a sua manutenção.



Adoção de Lowtons – É o ato de uma Loja em adotar um filho de um Irmão, quando se compromete, se necessário for, dar-lhe educação e sustento até que possa viver das suas próprias expensas.



Adonhiran – Personagem bíblico, a quem o “Rei Salomão”, confiou a responsabilidade da administração dos Obreiros do Templo divididos em: Aprendizes, Companheiros e Mestres; nas variadas atividades profissionais.



Adormecer – Para as Lojas, tem a mesma significação de “abater colunas”. Para os Irmãos, é o ato de deixar de comparecer aos trabalhos de sua Loja.



Adro – Sala que se situa junto à entrada de um Templo Maçônico.



Ágape – (Em linguagem de Banquete). É toda e qualquer refeição servida, na qual, ao seu final se dá mutuamente o “ósculo da paz e da fraternidade”.





Água - Purificação, o primeiro dos elementos da natureza, aparece no Ritual do Grau “1”.



Água Lustral - Maçonicamente é o emblema da purificação, para os Aprendizes é uma forma de purificação, quando mergulha as suas mãos na “água lustral” durante a sua Iniciação.



Água Tofana – Produto mortalmente tóxico, que na antiguidade era destinado ao perjuro.



Modernamente, é tomada como símbolo do desprezo, que os Maçons votam aos maus Maçons.



Águia - Rainha das aves, pela sua inteligência e força aparece de várias formas em nossos Rituais


. Muito usado em heráldica, principalmente à “águia bicéfala”, que vigia o passado e o futuro, poder, liberdade, sabedoria.



Águia Bicéfala – Em Maçonaria é muito usada como símbolo, sendo a “jóia” de um “Supremo Conselho”, pois exprime a perene vigilância, para o passado e para o futuro.



Alavanca – É um símbolo de força, firmeza, coragem inquebrável.



Alfabeto – A Maçonaria sempre usou alfabetos próprios para escritas Maçônicas, existindo vários: como o inglês, o alemão, o hieróglifo do Grau “33”.



Alimentos - Reino animal.




Alinhar – (Em mesa de Banquete). Significa colocar em linha os canhões e barricas.



Alquimia – Foi à chamada arte de manipular o reino mineral, maçonicamente admitida no Grau de Aprendiz: terra, ar, água e fogo.



Alta Maçonaria – Diz-se na Maçonaria, quem pratica os Altos Graus, para alguns, são os Graus acima do “3”, mas muitos só consideram como tal os Graus acima do Grau “30”.



Alta Observância – É o lado da Maçonaria que se dedicou e ainda se dedica, ao estudo da alquimia, cabala e magia.




Altar – Mesa de forma especial, onde trabalham o Venerável e os Vigilantes. Existem outros como: “Altar dos Juramentos, Altar dos Pães Propiciais” e etc...



Altar dos Holocaustos – É usado no Grau “23” do R\E\A\A\, para conter várias alfaias desse Grau.



Altar dos Juramentos – É uma pequena mesa quadrada ou triangular, que fica ao centro do Ocidente de um Templo, para conter atributos necessários aos compromissos Maçônicos.



Altar dos Perfumes – Faz parte de vários Graus Superiores, que contém o necessário para a purificação do Templo ou dos Irmãos.



Altar dos Sacrifícios – É colocado ao Norte do Templo, sobre o qual se põem as taças da amargura.



Altos Graus – São os Graus acima do Grau “3”; em todos os Ritos conhecidos, nos quais se transmite o lado Filosófico da Ordem.



Altruísmo – Virtude que cada Maçom possui, é o oposto de egoísmo.



Amarelo - Sabedoria, magnificência. Esta cor é muito usada em vários Graus do R\E\A\A\, é uma das sete cores primitivas, que fez parte importante da Maçonaria oculta, quando estudou a importância das cores.



A.M.F.D.V. – Abreviaturas de palavras conhecidas, só dos Mestres. (Ver Sinal de Socorro).
Amor – Sentimento profundo enraizado na alma do homem, que se expressa das mais variadas formas. Toda a filosofia da Ordem é calcada na “Lei do Amor Fraternal”.
Ampulheta - Brevidade da vida humana.



Anel - Ano, tempo, amizade perene, aliança, união. É muito usado pelos Maçons, e pode conter as mais variadas formas e símbolos. Em um dos Altos Graus do Rito Escocês, é usado como forma de “aliança” entre os Irmãos.



Alma do Mundo – (Anima Mundi em latim) – A essência divina que anima todas as coisas desde o átomo ao universo.



Anjos – Os anjos são mencionados em todas as religiões, e na Maçonaria são citados, muitos deles pelos exemplos que representam.



Aplausos – Nas Sessões Maçônicas, expressam alegrias e satisfação, e são apresentados por certo número de pancadas, conforme o Grau em que se trabalha. (Ver Baterias).



Aprendiz – Maçom que está no “primeiro Grau” de qualquer dos Ritos Maçônicos conhecidos.



Aprendizagem – É o estado do Aprendiz no primeiro “Grau do Simbolismo Maçônico”.



Aprovação – Gestos que os Maçons usam para aprovarem algum pedido, existindo várias delas como a simbólica, a nominal e a secreta.



Ar – Um dos quatro elementos conhecidos no passado, maçonicamente o ar serve para designar uma das “provas” do Ritual de Aprendiz do R\E\A\A\. (Ver Prova do Ar).



Arca da Aliança – Foi uma caixa de forma especial construída por Moisés, para nela guardar as “tábuas da lei”. Adorno obrigatório nos trabalhos dos Graus Inefáveis do R\E\A\A\ (“4 a 14”).



Armas – Em Loja de Banquete: copos.



Arminho - Magnificência e esplendor da Maçonaria, pureza dos filiados.



Arquiteto – É o Irmão encarregado de montar a Loja, para o perfeito funcionamento das Sessões, decorando-a e ornamentando-a convenientemente.



Arquitetura – Em Maçonaria relaciona-se, sobretudo com todas as suas práticas; todos os “Símbolos Maçônicos” são baseados na arquitetura, na arte de construir, principalmente na construção do “Templo de Salomão”.



Arquivo – Lugares onde se conservam documentos, livros e etc, de um Corpo Maçônico.



Arte Real – Designação antiga dada a Maçonaria, mas ainda em uso atualmente. Assim é considerado o trabalho dos Maçons, que simbolicamente constroem monumentos à virtude.



Ashmole (Elias) – Sábio, alquimista e antiquário, considerado o verdadeiro pai da moderna


Maçonaria. Desvinculando-a da Maçonaria operativa, foi quem criou os primeiros Rituais de



Aprendiz, Companheiro e Mestre da Maçonaria especulativa, ou seja, a moderna.



Asno - Ignorância.




Aspirante – Todo Candidato a Maçom, quando acaba de passar pelas “provas” da Iniciação.



Assiduidade – É a freqüência constante dos Maçons aos trabalhos de sua Loja, aos quais obrigatoriamente devem comparecer.



Astrologia – Antigamente era uma ciência oculta. Hoje é muito estudada pelos Maçons sendo que, muitos astros e planetas são representados nas decorações dos Templos Maçônicos.



Ataduras – Muito usado nas Cerimônias Maçônicas, em que os Iniciados (em vários Graus), se apresentam amarrados com cordas, simbolizando a escravidão em que se acham, dos quais devem se libertar.



Ateísmo – Doutrina considerada como contrária à Maçonaria. Hoje os “ateus” encontram abrigo na Ordem através do Rito Moderno, especialmente criado para os agnósticos, pois entre eles existem sábios, filósofos e homens probos de boa vontade.



Atributo – São os emblemas, alfaias, jóias e tudo o que se relaciona com os Graus e Cargos Maçônicos.




Átrio – Espaço situado entre a sala dos “passos perdidos” e o Templo Maçônico.




Aumento de Salário – Passagem de um Irmão a um Grau Superior ao que está investido.



Ausência – É o período em que o Maçom se afasta dos trabalhos de sua Loja, o que não é permitido fazer-se sem a devida autorização.




Av – É o 11º mês do calendário judaico.



Avenidas – Corredores ou salas por onde se passa para chegar ao Templo propriamente dito.



Avental – É um dos símbolos mais importantes da Ordem, por simbolizar o trabalho.


A nenhum Maçom é permitido estar nas Sessões Maçônicas sem esse adorno. Os aventais variam: de cor, tamanho e atributos; conforme o Rito ou Função que se exerce.




Azeite - Sabedoria, paz, conforto, prudência.




Azul - Piedade, temperança, doçura, lealdade, sabedoria. Recompensa, amizade, fidelidade, perfeição infinita de Deus.

O que é e como surgiu a maçonaria?


O que é e como surgiu a maçonaria?

A Ordem dos Maçons Livres e Aceitos é uma sociedade secreta, mas aberta a homens de todas as religiões – só não são aceitos ateus e mulheres. "Para fazer parte dela o indivíduo deve crer em Deus e ter uma conduta ética e honesta. Não pode contar o que ocorre nas reuniões e nem se identificar como maçom para as outras pessoas", afirma o teólogo Inocêncio de Jesus Viegas, assessor do Grande Oriente Brasileiro, uma das maiores associações maçônicas do país. O nome vem do francês maçon, que quer dizer pedreiro. A organização surgiu na Idade Média, época de grandes construções em pedra – como castelos e catedrais –, a partir de uma espécie de embrião dos sindicatos: as chamadas corporações de ofício. Nelas se reuniam os trabalhadores medievais – como alfaiates, sapateiros e ferreiros, que guardavam suas técnicas a sete chaves. "Os pedreiros, em especial, viajavam muito a trabalho. Por isso tinham uma certa liberdade, ao contrário dos servos, que deviam satisfação ao senhor feudal caso quisessem deixar suas terras", afirma Eduardo Basto de Albuquerque, professor de história das religiões da Unesp. Daí vem o nome original "maçonaria livre", ou freemasonry em inglês. Após o final da Idade Média, a maçonaria passou a admitir outros membros, além de pedreiros. Transformou-se, assim, em uma fraternidade dedicada à liberdade de pensamento e expressão, religiosa ou política, e contra qualquer tipo de absolutismo. "Tanto que a organização teve forte influência nos bastidores da Revolução Francesa e da independência dos Estados Unidos. Aqui no Brasil participou decisivamente da abolição da escravatura, da Independência e da proclamação da República", diz Eduardo.
O compasso, que desenha círculos perfeitos, representa a busca da perfeição pelo homem

A letra G, no centro de tudo, vem de God, "Deus" em inglês. Para os maçons, é Ele o Grande Arquiteto do Universo

O esquadro, que forma ângulos retos, lembra que o homem deve levar uma vida igualmente reta: ética e honesta
Uma variante da mesma simbologia aparece no verso da nota de 1 dólar. Nela, o esquadro e o compasso se resumem no triângulo que encabeça a pirâmide e representa a Santíssima Trindade. O olho em seu interior tem o mesmo significado da letra G: é Deus Onisciente, que tudo sabe e tudo vê. A explicação: três dos primeiros presidentes dos Estados Unidos e principais articuladores da independência do país – George Washington, Thomas Jefferson e Benjamin Franklin – eram maçons

Voltaire
(1694-1778) - Filósofo francês

J. W. Goethe
(1749-1832) - Escritor alemão

Ludwig van Beethoven
(1770-1827) - Compositor alemão

Wolfgang Amadeus Mozart
(1756-1791) - Compositor austríaco. Sua ópera A Flauta Mágica é toda baseada na simbologia dos ritos maçônicos

Napoleão Bonaparte
(1769-1821) - General e imperador francês

José de San Martín
(1778-1859) - General argentino que lutou pela independência do Chile, do Peru e de seu próprio país

Simón Bolívar
(1783-1830) - General venezuelano que lutou pela independência do Peru, da Colômbia, da Bolívia, do Equador e de seu próprio país

José Bonifácio
(1778-1859) - Cientista e político brasileiro, conhecido como Patriarca da Independência

Dom Pedro I
(1798-1834) - Primeiro imperador do Brasil, decretou a independência do país

Duque de Caxias
(1803-1880) - Comandante do exército

Deodoro da Fonseca
(1827-1892) - Marechal do exército brasileiro, proclamador da república e primeiro presidente do país

Rui Barbosa
(1849-1923) - Jurista, jornalista e político brasileiro

sábado, 25 de abril de 2009

Qual a relação entre o cristianismo e a maçonaria?


Para ser aceito na maçonaria,


o profano tem de observar alguns deveres preestabelecidos:


1. “Reconhecer como irmãos todos os maçons regulares e prestar-lhes, e também às suas viúvas, ascendentes ou descendentes necessitados, todo auxílio que puder;


2. Freqüentar assiduamente os trabalhos das oficinas; aceitar e desempenhar, com probidade e zelo, todas as funções e encargos maçônicos que lhe forem confiados, além de esforçar-se pelo bem da Ordem em geral, da pátria e da humanidade;


3. Satisfazer com pontualidade as contribuições pecuniárias que, ordinária ou extraordinariamente, lhe forem legalmente atribuídas;


4. Nada imprimir nem publicar sobre assunto maçônico, ou que envolva o nome da instituição, sem expressa autorização do Grão Mestre, salvo quando em defesa da Ordem ou de qualquer maçom injustamente atacado;


5. Ajudar e proteger seus irmãos em quaisquer circunstâncias e, com risco da própria vida, defendê-los contra as injustiças dos homens;


6. Manter sempre, tanto na vida maçônica como no mundo profano, conduta digna e honesta, praticando o bem e a tolerância, respeitando escrupulosamente os ditames da honra, da probidade e da solidariedade humana, subordinando-se com-preenssivamente às disposições legais e aos poderes maçônicos constituídos;


7. Amar os seus irmãos, mantendo bem alta a flama da solidariedade que deve unir os maçons em toda a superfície da terra”.


2Entre os deveres aqui enumerados, temos de acrescentar o que consta no art.1, parágrafo 1, letra g desta mesma Constituição onde se encontra o “requisito essencial” para os profanos, candidatos à iniciação, sem o qual não serão aceitos:


“não professar ideologias contrárias aos princípios maçônicos e democráticos”. Se ele infringir essas normas, o art. 32, nº 13, confere ao Grão Mestre Geral, ou ao seu substituto legal, a atribuição de “suspender, com motivos fundamentados, para que sejam eliminados pelos Poderes competentes os maçons que professarem ideologias ou doutrinas contrárias aos princípios da Ordem e da Democracia”.


Assim, como o cristão maçom pode compartilhar suas ideologias cristãs aos companheiros de loja? No Dicionário Filosófico de Maçonaria, de Rizzardo da Camino, 33º grau, membro fundador da Academia Maçônica de Letras, encontramos a seguinte definição para cristianismo:“A religião cristã, em si, não é adotada pela maçonaria, mas, sim, os princípios cristãos. A maçonaria é adotada em todos os países e proclama a existência de Deus sob o nome de Grande Arquiteto do Universo; não importa a religião que o maçom siga, o que importa é a crença no Absoluto, no Poder Divino, em Deus, seja qual for o nome que se lhe der, como Jeová ou Alá”.3Como podemos ver nessa de-claração, a maçonaria não adota o cristianismo e, conseqüentemente, não aceita a existência de Jesus Cristo como o único Deus. Negar a crença no Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) é impedimento absoluto para a iniciação na maçonaria4, entretanto, é indiferente a crença em Jesus Cristo ou em Buda. Ainda que em seus rituais os maçons falem em Deus ou do Ser Supremo, ignoram a Santíssima Trindade, não mencionando uma vez sequer o santo nome de Jesus. Na verdade, os maçons jamais se dirigem a Deus mediante a Cristo. Diante disso, o verdadeiro cristão não pode aprovar semelhante abstração do cristianismo e muito menos conviver com esse tipo de coisa.As características distintas dos deuses das diferentes religiões são outra evidência de que eles não são a mesma pessoa. Por exemplo: Brahma, o deus hindu, engloba em si o bem e o mal; Alá, o deus do islamismo, dificilmente perdoa; mas Yahweh, o Deus dos cristãos, é um Deus zeloso (Êx 34.14). Algumas religiões são politeístas, ou seja, têm vários deuses (como a dos egípcios e a dos gregos). Outras são monoteístas (como o judaísmo e o cristianismo). Os hindus acreditam na reencarnação, sendo que no hinduísmo pode-se regredir e reencarnar em um animal. Os cristãos crêem na ressurreição: à volta do espírito no mesmo corpo. Determinadas religiões acreditam na extinção da vida, enquanto outras pregam a imortalidade da alma ao lado de Deus. Há aquelas que dizem que os homens tornam-se deuses após várias reencarnações.


Outras afirmam que só existiu e sempre existirá um único Deus. Diante disso, será que o ser humano pode adorar a deuses tão diferentes (e isso simultaneamente) como se fossem um só?O sistema maçônico, especialmente o Rito Escocês Antigo e Aceito, pode ser chamado de “deísta”, ou seja, considera a existência de um deus impessoal, destituído de atributos morais e intelectuais, confundindo-se com a natureza5. Os deístas limitam a participação de Deus à criação, como se Ele tivesse deixado o mundo para ser governado pelas leis naturais.6 Esse sistema difere do “teísmo” cristão, no qual Deus é um Deus pessoal e interfere permanentemente no destino da humanidade. Para entendermos melhor o deísmo maçônico, vejamos a declaração de Rizzardo da Camino:


“Cada religião expressa Deus, com nome diferente, como os israelitas que o denominam de ‘Jeová’; isso não importa, o que vale é sabermos que esse Grande Arquiteto do Universo é Deus”.7Os cristãos, no entanto, não concordam com essas palavras. Não é a mesma coisa adorar o Deus verdadeiro e um bezerro de ouro, como os israelistas fizeram no deserto (Êx 32.1-10; Ne 9.6-31). O Deus da Bíblia é pessoal e único. Ele se preocupa com as pessoas e não abandonou a humanidade. Parece lógico seguir a todos os deuses, porque assim, no final, aquele que for o deus verdadeiro vai se manifestar em prol de seus seguidores. Mas o Deus das Escrituras não aceita ser comparado e muito menos igualado a outros deuses, simplesmente porque não existem outros deuses (Sl 115. 2-9).


O nosso Senhor não aceita concorrência e estabelece que sejamos fiéis ao seu nome: “Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e além de mim não há Deus” (Is 44.6).


“... guarda-te para que não esqueças o Senhor, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão. O Senhor teu Deus temerás, a Ele servirás, e pelo seu nome jurarás.


Não seguirás outros deuses, nenhum dos deuses dos povos que houver à roda de ti” (Dt 6.12-14).O indiferentismo perante Cristo é impossível:


“Quem não é comigo é contra mim” (Mt 12.30), disse Jesus. Mas o verdadeiro maçom, em virtude dos “princípios estabelecidos” pela maçonaria, não pode estar com Cristo seguindo todos os seus ensinamentos e obedecer a todos os mandamentos maçons. Não é possível ser maçom verdadeiro e regular e, ao mesmo tempo, cristão autêntico e convicto.A maçonaria é uma religião?O primeiro e principal dever de cada loja maçônica, de acordo com a determinação do art.17, letra a, da Constituição do Grande Oriente do Brasil, é este: “observar cuidadosamente tudo quanto diz respeito ao espírito e à forma da instituição, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição, as leis e as decisões dos Altos Corpos da Ordem”.Antes de qualquer coisa, vamos analisar o que é religião. No Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, temos a seguinte definição: “culto prestado a uma divindade...”. Essa definição encaixa-se perfeitamente bem com as palavras de Rizzardo da Camino, 33º grau maçônico, autor de mais de quarenta livros: “O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo”8. Com isso fica provado que o que acontece dentro da loja maçônica nada mais é do que um culto de adoração a uma divindade, ao Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.). Existe um sistema de adoração dentro das lojas, conforme as palavras do maçom Carl H. Claudy: “As lojas da maçonaria são construídas para Deus. Simbolicamente, ‘construir para Deus’ significa edificar algo em honra, adoração e reverência a Ele. Mal o neófito entra no Portão Ocidental recebe a impressão de que a maçonaria adora a Deus”.9 Vejamos ainda o que diz o importante autor maçônico Henry Wilson Coil, em sua Enciclopédia Maçônica: “A ma-çonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos?... É exatamente isso que a Loja faz”.10 Como a maçonaria exige a crença no Grande Arquiteto do Universo e na imortalidade da alma para que o candidato se torne maçom, isto se torna uma grande evidência de que essa entidade é religiosa e possui um credo ou uma doutrina. Na cerimônia de admissão e a cada passagem de grau são feitos juramentos que nada mais são do que promessas ou profissões de fé no Grande Arquiteto do Universo e na fraternidade maçônica.Diante de tudo o que vimos, como fica então? Podemos chamar a loja de templo, mas não de igreja? De fraternidade, mas não de religião? As invocações lá realizadas não são adorações? As liturgias não são cultos? A iniciação não é um tipo de batismo?Será que as pessoas que insistem em negar a religiosidade da maçonaria não estão com as mentes fechadas? Ou será que escondem que a maçonaria é uma religião para que possam infiltrar-se nas igrejas? Uma coisa é certa: o cristão maçom pode negar que freqüenta duas religiões ao mesmo tempo, mas a sua declaração não muda os fatos.Os praticantes da maçonariaSabemos que a maçonaria aceita qualquer pessoa, independente de seu credo religioso. A loja recebe muçulmanos, espíritas, budistas, entre outros, como membros. E também satanistas, magos e bruxos, inclusive nos mais altos graus. Nomes como Aleister Crowley, Albert Pike, Lynn F. Perkins (fundador da Nova Era), Jorge Adoum (Mago Jefa), Charles W. Leadbeater e o mágico Manly P. Hall11 constam de sua lista de participantes.William Schnoebelen conta que era bruxo quando foi admitido na maçonaria. Para ele, o G.A.D.U. era o próprio Lúcifer (o diabo). Com o tempo, ele descobriu outros satanistas que também faziam parte do grupo12. Parece difícil conciliar cristãos e satanistas sob o mesmo teto, mas isso realmente acontece na maçonaria. Albert Pike, um dos grandes líderes maçons, escreveu que Lúcifer é deus e “portador da luz” e que a maçonaria deve seguir a doutrina luciferiana:“A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina luciferiana. Se Lúcifer não fosse deus, será que Adonai, cujas ações provam sua crueldade, perfídia e ódio pelos homens, barbarismo e repulsa pela ciência, e seus sacerdotes o caluniariam? Sim, Lúcifer é deus, e infelizmente Adonai também é deus. Pois a lei eterna é que não há branco sem o preto, pois o absoluto só pode existir como dois deuses: as trevas são necessárias como moldura para a luz, assim como o pedestal é necessário para o que é imponente... Desta forma, a doutrina do satanismo é uma heresia; a religião filosófica pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonai; mas Lúcifer, deus da luz e deus do bem, está batalhando pela humanidade contra Adonai, o deus das trevas e do mal”.13No hebraico, o termo Adonai significa literalmente “Senhor” ou “Mestre”. É sinônimo de Yahweh (transcrito como “Senhor” na Bíblia de Almeida) e Elohim (traduzido “Deus”, ou seja, o nosso Deus). Albert Pike diz, absurdamente, que o nosso Deus é o deus das trevas, que odeia os homens! Que contraste com a revelação bíblica, que afirma: “Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí” (Jr 31.3). E ainda: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).A maçonaria não aceita, e nem poderia aceitar, o cristianismo, porque é impossível conciliar cristianismo e satanismo. O Deus que para nós é o Deus do bem, para o líder maçom é o deus do mal. Será que o cristão pode submeter-se a isso: adorar o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.), que na maçonaria pode ser o próprio diabo?O valor da BíbliaNa Enciclopédia Maçônica de Coil, lemos o seguinte: “A opinião maçônica prevalecente é a de que a Bíblia é apenas um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação Divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até hoje, nenhuma autoridade tem mantido que um maçom deve acreditar na Bíblia ou em qualquer parte dela”14. Para a maçonaria, a Bíblia é “uma das três grandes luzes emblemáticas”, sendo colocada no mesmo patamar dos seus símbolos (esquadro e compasso). Mesmo que Coil não negasse o conteúdo divino da Palavra de Deus, esta atitude comparativa já seria suficiente para demonstrar que a Bíblia não é mais importante do que os símbolos maçônicos. Além disso, segundo a doutrina maçônica, ela pode ser substituída por qualquer outro livro de religião fluente no país. Nos países islâmicos, por exemplo, usa-se o Alcorão, em Israel, a Torá etc. Alguns maçons dizem que a Bíblia é um “livro sagrado” para a loja, mas se ela pode ser substituída por outros livros, então não é sagrada, já que um objeto sagrado é insubstituível.Oliver Day Street, outro erudito da loja, chega a dizer o seguinte: “Nenhuma loja entre nós deve ser aberta sem sua presença (da Bíblia). Mesmo assim, ela não é mais do que um símbolo... Não há nada de sagrado ou santo no mero livro. É só papel comum... Qualquer outro livro com o mesmo significado serviria...”.15 Outro maçom, J.W. Acker, afasta qualquer semelhança entre a maçonaria e o cristianismo bíblico ao declarar: “Os judeus, os chineses, os turcos, cada um rejeita ou o Antigo ou o Novo Testamento, ou ambos, e ainda assim não vemos nenhuma boa razão por que não se devam tornar maçons. Na verdade, a Maçonaria da Loja Azul nada tem a ver com a Bíblia. Não se fundamenta na Bíblia. Se assim fosse, não seria Maçonaria”.16Se para os maçons a Bíblia é apenas um enfeite ou uma parte da mobília da loja17, a opinião dos cristãos é diferente, pois, de acordo com o apóstolo Pedro, “... nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.20,21).A Bíblia é a revelação de Deus aos homens!Uma questão de escolhaSer religioso não significa apenas freqüentar um local para prestar culto. É muito mais que isso. Ser religioso é seguir fielmente a doutrina que professa. Se a pessoa crê em Cristo, deve ser de Cristo. Se acredita no Alcorão, deve ser islâmica. Não importa se o caminho que escolheu é certo ou errado. Deve ser firme, convicta. Lembremo-nos do que Cristo disse em Mateus 12.30: “Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.Muitos maçons se dizem religiosos porque são líderes em suas Igrejas e ajudam os pobres. Publicamente louvam a Deus, mas no ambiente maçônico ajoelham-se diante do pentagrama e adoram os símbolos dos deuses do Egito e do pecado. É uma pena que, apesar da controvérsia sobre o assunto, muitos cristãos ainda insistam em ser maçons, demonstrando que não são capazes de abdicar de seus interesses pessoais ou de uma série de interesses em prol da obra do Senhor Jesus. Ao invés de buscarem a união na Igreja, insistem em ser causa de divisão (Ef 4.3). Muitos demonstram e chegam a declarar abertamente que, se for preciso escolherem entre a loja e a Igreja, preferem permanecer na loja. É mesmo o fim dos tempos. Quantos estão apostatando da fé. Suas mentes estão cauterizadas (1Tm 4.1,2; Hb 3.12-19; 2Tm 4.3,4).


A verdade é que os maçons têm a maçonaria como uma religião, isto é, defendem-na como uma religião, freqüentam-na como uma religião. Muitos chegam a dizer que encontraram nessa entidade “paz” e “comunhão” que não encontraram na Igreja!18 Mas será que o mundo pode oferecer paz semelhante à que Cristo dá? O que Jesus diz em João 14.27?


A Palavra de Deus afirma que aquele que não concorda com as sãs palavras de Cristo é causador de questões e contendas (1Tm 6.3-5). Se a maçonaria se torna, cada vez mais, motivo de confusão e controvérsia entre os irmãos cristãos, por que insistir nessa dissensão? “Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz” (1Co 14.33).


Dissensões e facções são obras da carne (Gl 5.19-21). O cristão que abraça a maçonaria escandaliza outros irmãos e coloca dúvidas nos recém-convertidos, que se confundem com opiniões divergentes dentro da Igreja.


O cristão maçom não leva apenas problemas para a Igreja, mas também para a sua casa. Ao chegar da loja, não pode contar nada do que aconteceu lá. É uma situação difícil para o lar cristão:


o marido escondendo coisas da mulher.


A esposa é aquela para quem ele jurou fidelidade e lealdade.


É a sua companheira até que a morte os separe que não pode saber o que ele está fazendo fora de casa.


Além da esposa, os filhos e outros familiares passam a viver em um ambiente de mistério e segredos. E isso não agrada o nosso Deus, que quer que sejamos sinceros e falemos sempre a verdade.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

lendas e tradiçoes


– SIMBOLISMO DOS MISTÉRIOS"
No final do séc. XVII e pricípio do séc. XIX, muitos europeus, incluido Maçons, encaminharam-se para o Médio-Oriente, onde encontraram relíquias das culturas ancestrais que haviam praticado os Antigos Mistérios. Os Maçons de espírito filosófico reconheceram nelas semelhanças entre a sua Ordem e estas tradições ancestrais. Os simbolos semelhantes, alguns dos quais, como a escada do Templo de Mithras, são partilhadas pela Maçonaria, encorajando a linha de pensamento que defende a ligação intrínseca com estes rituais ancestrais."
"Ainda que haja uma clara evidência de uma ligação genérica entre o Ofício e os Antigos Mistérios, não há provas de como este material poderá ter sido transmitido ou de como poderá ter permanecido escondido e imune à Idade Média e à acção da Inquisição." - W. Kirk MacNulty, Freemasonry - A Journey through Ritual and Symbol"A Maçonaria oculta os seus segredos de todos, à excepção dos seus seguidores e sábios, ou os Eleitos, e utiliza falsas explicações e falsas interpretações dos seus simbolos para induzir em erro aqueles que merecem ser induzidos em erro; para ocultar a Verdade, chamada de Luz, destes e para a manter afastada dos mesmos."- General Albert Pike, Morals and Dogma Deve-se agora uma breve nota sobre Albert Pike. Pike (1809-91) era um Brigadeiro General da Confederação durante a Guerra Civil Americana que, quase sozinho, foi responsável pela criação da forma moderna do Rito Escocês Antigo e Aceite. Abastado, literado e detentor de uma extensa biblioteca, foi o Líder Supremo da Ordem de 1859 até à data da sua morte, tendo escrito diversos livros de História, Filosofia e viagens, sendo os mais famosos Moral e Dogma. Excluindo os quase meio milhão de praticantes do R:.E:.A:.A:., a grande parte dos maçons nunca leu a obra de Pike. Pike é frequentemente criticado pelos seus Irmãos Maçons que o acusam de, com a sua visão mística e controversa, ter amplamente alimentado os inimigos da Maçonaria.
"...O Rito é organizado como uma pirâmide, o majestoso túmulo de Hiram, no topo do qual uma 'misteriosa escada' de sete degraus é colocada, semelhante ao caminho de Eraclitus, que sobe e desce, sendo uma e a mesma. A imagem da pirâmide remete-nos de imediato para os sepulcros egípcios e à viagem de desprendimento do corpo, subindo, que constitui o objectivo da Iniciação. Simultaneamente, sintetiza de uma forma maravilhosa a sedimentação de tradições que o Rito provocou..."
II – O ARQUITECTO DO UNIVERSO"
De acordo com o Professor Cornford [do Royal College of Art], todas as pinturas dos velhos mestres que investigou eram conformes com 'formas perfeitamente geométricas e/ou subdivisões aritméticas do rectângulo'. Existiam dois tipos de sistemas básicos – um 'era baseado na crença da Criação descrita em Timaeus, de Plato, e foi publicado por Alberti no seu “Ten Books on Achitecture” (Florença, 1485). Este sistema procede pela utilização do cálculo e da construção com instrumentos e teve grande adesão na Alta Renascença e no período imediatamente seguinte, já que tanto desassociava a arte e a arquitectura das velhas e manuais formas maçónicas de trabalho da Idade Média, como as associava à escola humanística. Para além disso, o sistema numérico utilizado era uma espécie de invocação do Divino enquanto a construção ou pintura se tornaram um ensaio microcósmico do acto primário de criação."
"O outro tipo de sistema era o maçónico-geométrico. De acordo com o Professor Cornford, este era 'incomparavelmente o mais antigo dos dois, parecendo de facto ser já conhecido pelos antigos egípcios e à nossa própria cultura megalítica. Sobreviveu, frequentemente rodeado de uma atmosfera de segredo do Ofício (ou até de culto), ao tempo de Alberti, e, subsequentemente, desapareceu sem deixar rasto…”- Henry Lincoln, The Holy Place “Quem seguisse o Caminho do Artífice teria de fazer uma coisa mais. Deveria lembrar sempre que estava a construir o templo de Deus. Construía um edifício em consciência onde ele mesmo era uma pedra individual e única. Com o tempo, cada ser humano polirá a sua pedra e a colocará no Templo, e então o Templo estará completo; Deus comtemplará Deus no Espelho da Existência e existirá então, como no Início, um único Deus.” - W. Kirk MacNulty, The Way of the Craftsman “Os Antigos Mistérios não deixaram de exitis quando o Cristianismo se tornou a religião mais poderosa no mundo. O grande Pan não deixou de existir, e a Maçonaria é a prova da sua sobrevivência. Os Mistérios pré-cristãos assumiram, simplesmente, o simbolismo da nova fé, perpetuando por meio dos seus simbolos e alegorias as mesmas verdades que possuídas pelos sábios desde o prícipio do mundo. Não há, portanto, uma verdadeira explicação para o facto de simbolos cristãos encerrarem em si o que é escondido pela filosofia pagã. Sem as misteriosas chaves transportadas pelos líderes dos cultos egípcio, brâname e persa, os portais da Sabedoria não poderiam ser abertos.” - Manly P. Hall, Masonic, Hermetic, Quabbalistic & Rosicrucian Symbolical Philosophy

quinta-feira, 23 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A relação entre o espiritismo e a maçonaria

A relação entre o espiritismo e a maçonaria

Segundo o livro "Maçonaria e Espiritismo: Encontros e Desencontros" da editora Madras, ainda não foi encontrado o registro de Kardec nas lojas francesas, mas é certa a influência que o maçon Franz Mesmer teve sobre Kardec.


Allan Kardec foi um discípulo dele.

Além disso, Kardec usa termos maçons em suas obras como "arquiteto" para se referenciar a deus, pedra angular, prumo, etc.


Mesmer é o criador do termo "magnetismo animal", parte fundamental da teoria kardecista.


Ele era formado em medicina pela universidade de Vienna.


No ano de 1774 ele diz ter produzido uma onda magnética artificial em uma paciente.


Ele fez a mulher engolir um preparado de ferro e passou ímãs no corpo dela.


A mulher disse sentir ondas percorrendo seu corpo e melhorou da doença.


Mesmer acreditou que não foram os ímãs, mas o seu próprio magnetismo animal que curou a mulher.


Após ter falhado na cura de uma cega em Vienna, ele mudou-se para Paris.


Abriu uma clínica e "curava" os paciente fazendo os "passes magnéticos", tão comuns nos centros kardecistas brasileiros.


Como ficou famoso, passou a utilizar uma banheira cheia de água magnetizada com bastões de ferro que saíam dela para "curar" vários pacientes de uma só vez.


Veja a banheira na ilustração abaixo.


No ano de 1784 o rei Luiz XVI nomeou uma comissão de cientistas para estudar o fluido do
magnetismo animal que Mesmer usava.
A comissão incluia o grande químico Lavoisier;
o físico Guillotin inventor da guilhotina e até o cientista maçon Benjamin Franklin,
aquele da pipa e o raio.
A comissão logo descobriu que o fluido não existia,
e que os benefícios dos tratamento eram devidos à imaginação.
Novamente desmascarado, Mesmer saiu de Paris e voltou para Vienna.
O que ele fez depois disso é desconhecido


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