|
Provamos Conclusivamente Que a Maçonaria Adora a Lúcifer -
|
quarta-feira, 1 de julho de 2009
A PROVA QUE A MAÇONARIA E SATÂNICA
A PROVA QUE A MAÇONARIA E SATÂNICA
Provamos Conclusivamente Que a Maçonaria Adora a Lúcifer -
Pr. David Bay - Tradução: Jeremias R D P dos Santos
|
terça-feira, 30 de junho de 2009
Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
maçonaria e bruxaria
MAÇONARIA

A maçonaria consiste na maior e na mais poderosa e influente sociedade secreta que conhecemos, com milhões de membros através do mundo. Anos atrás poucas pessoas sabiam muito a respeito dela, embora não ignorassem a sua existência. Era, em geral, considerada como uma sociedade filantrópica benigna, da qual participavam todas as classes sociais, contando-se pessoas de vulto entre os seus membros.
No entanto seus segredos, incluindo sua estrutura e organização, seus votos secretos e atividades estão sendo corajosamente revelados mediante a publicação de livros e a publicidade feita na internet por pessoas que dela saíram, a fim de prevenir os incautos sobre a sua verdadeira natureza.
As conseqüências têm sido, de uma parte, o desencorajamento de possíveis candidatos, mas, de outro, uma intensificação do recrutamento feito pela maçonaria de novos membros, mediante propaganda visando restabelecer a sua imagem. A fim de dar algum esclarecimento sobre a sua verdadeira natureza, à luz da Palavra de Deus, daremos a seguir um breve esboço da sua origem e das suas práticas atuais.
O seu nome vem de “maçom” que significa “pedreiro”. Somos informados que até o ano 1.600 AD, as lojas maçônicas eqüivaliam aos sindicatos de hoje, cujos membros eram pedreiros profissionais. Durante o século 17 as lojas passaram a admitir pessoas não envolvidas nessa profissão, que chamavam de “franco-maçons” (não-profissionais), e a assumir um sentido religioso.
No século 17 também houve o crescimento de uma seita mística religiosa, o rosacrucianismo, que nega a divindade e poder do Senhor Jesus Cristo e que considera a Bíblia como sendo um acúmulo de alegorias e mistérios escondidos. Esta seita passou a influenciar as lojas maçônicas, encontrando-se o primeiro elo na cidade de Perth, na Escócia, em 1630. Em 1646 um dos mais bem conhecidos rosacrucianistas de todos os tempos, Elias Ashmole, juntou-se com a loja maçônica de Warrington, na Inglaterra.
Um folheto evangélico foi distribuído em Londres em 1698 advertindo contra os males da maçonaria, declarando que era “uma seita satânica de homens”, “anticristo”, “praticante do mal” e “corrupta”. Os seus autores se julgavam na obrigação de prevenir “todos os homens de bem na cidade de Londres” contra “os males e perversidades praticadas à vista de Deus por estes que se chamam “franco-maçons”. O folheto ainda admoestava: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
Em 24 de junho de 1717 dois homens - James Anderson e John Desaguliers - formaram na Inglaterra a instituição maçônica que conhecemos hoje, que é a maçonaria religiosa especulativa, ou esotérica, composta toda de “franco-maçons”.
A maçonaria é uma organização composta de pessoas em vários estágios de diferentes graus, porque o seu ensino e filosofia são revelados mediante um processo de “iluminação” gradual. Os primeiros três graus pertencem à “Loja Azul” e, em seguida, o candidato pode seguir pelo rito escocês (até grau 33) ou o rito de York (com número variável de graus). Coletivamente, estes são conhecidos como os graus mais altos.
Vou em seguida inserir umas passagens do testemunho de William Schnoebelen, que foi sumo-sacerdote num ramo de bruxaria chamado Wiccan por dezesseis anos, entrou na maçonaria e chegou ao grau de Mestre do Véu do Arco Real, e Patrono Associado da Ordem da Estrela Oriental, maçom do grau 32 e “Shriner”. Agora é um cristão nascido de novo e autor de 5 livros, incluindo “Maçonaria: Além da Luz”. “Para compreender as dificuldades espirituais para um cristão nascido de novo ser um maçom, é necessário se aperceber que existem elementos do ocultismo em grande escala dentro da maçonaria. A maçonaria não é só “outra religião”, como os muçulmanos e budistas, mas a natureza e o caráter da sua teologia estão fundamentados na feitiçaria e no paganismo.
“É verdade que textos bíblicos são citados em seus rituais, e mesmo a Bíblia é colocada no altar, mas o significado é completamente desvirtuado. Isso é comum, e vou citar um exemplo: Nos idos de 1970, quando primeiro me tornei em feiticeiro, um dos livros de feitiço muito populares naquela época era o chamado O Queimar de Velas, de Raymond Buckland. Nesse livro havia “receitas” para tudo, desde curas, até “encantos” para amor e proteção, instruções sobre como queimar e mover certas velas coloridas, com ritos completos de bruxaria, e o texto era totalmente pagão. Nas páginas seguintes, achavam-se os mesmos ritos, as mesmas velas, as mesmas instruções, mas os dizeres eram tirados do livro dos Salmos ou eram outros versículos bíblicos. Assim se procurava dar alguma “autoridade bíblica” às encantações. Mas, sabemos que mesmo citando versículos da Bíblia a esmo, o que se fazia era bruxaria.”
“Assim também, mesmo que os maçons usem frases e caracteres bíblicos em abundância nos ritos maçônicos, a presença desses elementos não pode “santificar” o que é na realidade um rito pagão, cheio de elementos de bruxaria. Os bruxos admitem que todos os deuses são um deus e todas as deusas são uma deusa, mas há só um iniciador (Dion Fortune) , e, no final de contas, para eles este é Lucifer, o iluminador, o deus-sol”.
“Os ritos da moderna religião de bruxaria Wiccan são praticamente idênticos aos da maçonaria, em todos os sentidos, e há notáveis semelhanças filosóficas. Albert Pike e Manly P. Hall (grau 33), notórios ocultistas, escrevem que as bases da filosofia da maçonaria são a cabala e o gnosticismo. A cabala é um sistema de origem judaica, cujo misticismo e magia são elementos fundamentais da feitiçaria moderna. O gnosticismo é uma heresia antiga, anticristã, baseada na teoria que a salvação é adquirida por um conhecimento secreto que eles têm. Tanto os feiticeiros como os maçons procuram a salvação mediante uma “iluminação”, e pelas obras, não pela graça. A reencarnação, ensinada na bruxaria, está implícita na maçonaria.”
“Como a bruxaria, a maçonaria nega o caráter e a missão do Senhor Jesus Cristo. Ambos negam a Sua ressurreição.”
“A semelhança é tal, que muitos feiticeiros notáveis também têm figurado como membros da alta roda maçom. Entre eles figuram Arthur Edward Waite (escritor do ocultismo e historiador maçônico), Dr. Wynn Westcott (membro da Societas Rosicruciana em Anglia e membro fundador da Ordem da Aurora Dourada, a mais influente sociedade de magia do fim do século 19), S. L. MacGregor Mathers (Co-fundador da Aurora Dourada), Aleister Crowley (satanista-mestre deste século e fundador da religião anticristã de Telema que se dizia ser “a grande besta 666”), Dr. Gerard Encaussé - (Papus) (escritor, professor de Tarô e líder da sociedade de ocultismo Martiniste). O “olho que vê tudo” dos maçons também é um símbolo do ocultismo”.
Ser um maçom, seja de qual for o grau, é carregar pela sua vida um fardo cheio de lixo espiritual, é estar sob jugo desigual com todos esses descrentes e feiticeiros (2 Coríntios 6:14-18), e isto já é suficiente para emudecer o Espírito Santo em qualquer cristão, por mais firme que esteja na fé.
É também uma espécie de “pirâmide financeira”: os que estão nos níveis mais altos exploram os que estão mais em baixo. Entra muito dinheiro, parte paga pelas necessidades, outra para obras de beneficência, mas muito desaparece sem que os membros da loja saibam onde vai. Alguns bem mais em cima estão se beneficiando.
Também é uma espécie de “esponja espiritual” - absorve milhões de horas para se decorar o material de graduação, e na freqüência às reuniões e atividades extracurriculares (almoços, banquetes, funerais, piqueniques). São horas gastas em atividades inúteis e mesmo perniciosas.
Esta é apenas uma pequena amostra da influência satânica sobre esta sociedade secreta, pois há muito mais ainda que não pôde ser relatado por falta de espaço. Penso que é mais do que suficiente para demonstrar que o cristão verdadeiro não pode, de forma alguma, participar dela, e repito aqui as palavras sábias do panfleto de 1.696: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
R David Jones
sábado, 27 de junho de 2009
o anticristo
"Há um poder tão organizado, tão sutil, tão completo e tão infiltrador, que eles fariam bem em não falar mais alto que sua própria respiração quando falarem em condenação a ela". [Presidente Woodrow Wilson, "The New Freedom", citado em The New World Order, de A. Ralph Epperson, pg 32-33, ; também citado pelo Dr. Dennis Cuddy, em Secret Records Revealed, pg 24-25]
"Uma mão invisível está guiando o populacho." [Lafayete, The New World Order, de A. Ralph Epperson, pg 32-33, ]
Essa "mão invisível" sobre a qual Lafayette falou é a dos Illuminati, e a parte frontal dos Illuminati é a Maçonaria. Líderes iluministas-chave sempre falam de forma elogiosa sobre a fraternidade maçônica. Veja, por exemplo, Alice Bailey, diretora da Casa da Teosofia. Bailey escreveu como um conduite para seu espírito-guia demoníaco, Mestre Dwhal Khul, em The Externalisation of the Hierarchy:, um livro monumental dedicado ao estabelecimento da Nova Ordem Mundial e seu Cristo [o Anticristo].
"O Movimento Maçônico... atenderá às necessidades daqueles que podem, e devem, exercer o poder. Ele tem a custódia da lei; é o lar dos mistérios e o assento da iniciação. Ele tem em seu simbolismo o ritual da deidade e o caminho da salvação é preservado em sua obra. Os métodos da deidade são demonstrados em seus Templos e sob o Olho Que Tudo Vê a obra pode prosseguir avante. A organização é muito mais ocultista que pode ser percebido e destina-se a ser a escola de treinamento dos vindouros ocultistas avançados... na Maçonaria você tem os três caminhos que levam à iniciação. Por enquanto eles não são usados, e uma das coisas que resultarão - quando a nova religião universal tiver o controle e a natureza do esoterismo for compreendida - será a utilização do organismo esotérico unificado, o organismo maçônico e o organismo Igreja como centros de iniciação. Esses três grupos convergirão à medida que seus santuários forem aproximados. Não há dissociação entre a Igreja Única Universal, a Loja interna sagrada de todos os verdadeiros maçons e os círculos mais internos das sociedades esotéricas." [pgs 511, 513]
"Os três canais principais por meio dos quais a preparação para a Nova Era ocorrerá pode ser considerados a Igreja, a Fraternidade Maçônica e o Campo Educacional.... A Fraternidade Maçônica tem a custódia da lei; é o lar dos Mistérios e o trono de iniciação. Contém em seu simbolismo o ritual da Deidade, e o caminho da salvação é preservado de forma simbólica em suas obras. Os métodos da Deidade são demonstrados em seus Templos, e sob o Olho Que Tudo Vê, a obra pode avançar. É uma organização muito mais ocultista do que normalmente é percebido é destina-se a ser a escola de treinamento para os futuros ocultistas avançados. Em suas cerimônias estão ocultas o poder das forças conectadas com o crescimento e a vida dos reinos da natureza e o desdobramento dos aspectos divinos no homem. Na compreensão de seus simbolismos virá o poder de cooperar com o plano divino. Ela atende à necessidade daqueles que trabalham no primeiro Raio da Vontade, ou do Poder." [pg 511, ênfase minha]
No grupo esotérico, que é composto dos verdadeiros esotéricos espirituais encontrados em todos os grupos ocultistas exotéricos.... na Maçonaria você tem os três caminhos que levam à iniciação. Agora eles não são usados e uma das coisas que resultará - quando a nova religião universal dominar... será a utilização dos organismos esotéricos, a Maçonaria e a Igreja como centros de iniciação. Esses três grupos convergem como o interior sagrado da Loja de todos os verdadeiros maçons, e os círculos mais internos das sociedades esotéricas. Três tipos de homens têm suas necessidades atendidas, três raios principais são expressos, e os três caminhos para o Mestre são trilhados, levando todos os três ao mesmo portal e até o mesmo hierofante [Sumo Sacerdote, o Anticristo]" [pg 513]
Novamente, Bailey proclama para todos que quiserem ouvir que a Maçonaria é a escola de treinamento ocultista para aqueles que serão os apoiadores principais do futuro "Mestre", "Hierofante", Anticristo. Ela afirma que a Maçonaria se fundirá no fim dos tempos com a Igreja Universal, também conhecida hoje como Movimento Ecumênico. Nas notícias do dia a dia, podemos ver a formação da Igreja Universal, promovida pelo Movimento Ecumênico.
"Não há dúvida, portanto, que a obra a ser feita para familiarizar o público geral com a natureza dos Mistérios... Esses Mistérios serão restaurados à expressão exterior por meio da Igreja da Fraternidade Maçônica" [pg 514].
"Quando o Grande vier com seus discípulos e iniciados, teremos a restauração dos Mistérios e sua apresentação exotérica, como conseqüência da primeira iniciação. Como pode ser? Porque o Cristo... é o Hierofante [Sumo Sacerdote, Anticristo] da primeira e da segunda iniciação, e ele administrará a primeira iniciação nos santuários internos daqueles corpos. [Maçonaria e Igreja]" [pg 514-515]
“Dentro da ONU está o germe e a semente de um grande grupo internacional de meditação e reflexão – um grupo de pensadores bem informados, em cujas mãos está o destino da Humanidade. Eles estão sob o controle de muitos discípulos do ‘quarto raio’ [...] e seu foco é o plano de intuição Búdica – o plano que comanda toda atividade hierárquica”
Alice B. Bailey [1] -Discipleship in the New Age
[1] Alice B. Bailey, Discipleship in the New Age, Lucis Press, 1955. Links para A Bailey:http://beaskund.helloyou.ws/netnews/bk/toc.html Alice baihttp://www.lucistrust.org/http://www.conspiracyarchive.com/NewAge/Alice_Bailey.htm
Resenha do Livro "Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry"
Informações Bibliográficas : "Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry", de Albert Pike, publicado Kessinger Publishing Co., 1992, ISBN 1564592758.
Propósito Declarado do Autor : Pike propõe-se a registrar fielmente as crenças antigas [arcanas] dos Mistérios, sobre os quais a Maçonaria foi fundada. Ele registra os ensinos dos Primeiro Grau até o Trinta e Dois. Este livro é considerado a obra clássica da Maçonaria moderna de todos os tempos.
Pontos Fundamentais : Pike ensina que a Maçonaria é uma religião [pg 213, Décimo Terceiro Grau]; 2) Confirma que a Maçonaria é a religião de um mundo unificado, que abraça todas as religiões dos mistérios antigos [pg 524 e 541, Vigésimo Sexto Grau; pg 624, Vigésimo Oitavo Grau]; 3) A Maçonaria mente para seus membros até que estejam prontos para "aceitar a verdade" [pg 224, Décimo Quarto Grau; pg 840, Trigésimo Segundo Grau; pg 103-5, Terceiro Grau; pg 329, Vigésimo Grau; pg 817, Trigésimo Grau]; 4) A Maçonaria adora a natureza, especialmente o sol [pg 718, Vigésimo Oitavo Grau; pg 718 e 776, Vigésimo Oitavo Grau; pg 643-4, 672]; 5) O ensino da Maçonaria sobre Jesus Cristo cumpre a definição bíblica do Anticristo em 1 João 4:1-2, na página 563, 567, Vigésimo Sexto Grau; ensina que Jesus Cristo não é único, pg 539, 576, Vigésimo Sexto Grau];
Pontos Fundamentais (continuação) ...6) Deus é deus das forças [pg 102, Terceiro Grau], cumprindo assim a profecia em Daniel 11:38]; Deus não é um ser absoluto, pg 223, Décimo Quarto Grau; Deus habita em toda a matéria, como ensina o hinduísmo, pg 710, Vigésimo Oitavo Grau]; 7) A vida eterna é obtida pelas obras, pg 219, Décimo Quarto Grau, pg 399, Vigésimo Quarto Grau; pg 538, Vigésimo Sexto Grau]; 8) A deusa Ísis outorga "novo nascimento" às pessoas a quem os segredos de sua religião podem ser confiados, pg 338, Vigésimo Quarto Grau].
Importância do Livro; Contribuição Oferecida : [Citando a editora Kessinger Publishing] "A Maçonaria e os rituais maçônicos de acordo com Albert Pike. Se você quer ler apenas um livro sobre Maçonaria, o livro é este! Albert Pike foi a primeira pessoa a escrever uma análise detalhada explicando o significado dos vários graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria. Ele escreve em um estilo esotérico e filosófico; não é uma leitura fácil. Todos os graus no Rito Escocês são explicados..."
As Informações Apresentadas São Novas? Não.
Se as Informações Não São Novas, Acrescenta Novidades? Sim, Albert Pike ainda é considerado hoje como a maior autoridade da Maçonaria. Quando os maçons escrevem para nós, freqüentemente citam Albert Pike. Ele é considerado o maior maçom de todos os tempos.
Recomendação : Recomendamos esta importantíssima "luz" da Maçonaria a todos os nossos leitores, para que possam ver por si mesmos o que a Maçonaria ensina. Compare esses ensinos com a Bíblia, para que ninguém mais possa dizer novamente a você que a Maçonaria seja "cristã"; é simplesmente uma cristã falsificada.
Os Maçons Declaram Que a Maçonaria é uma Religião!
Vamos parar aqui por um instante, para analisarmos a atual mentira maçônica de que sua organização não é uma religião. Vejamos algumas citações:
"Toda loja maçônica é um templo de religião, e seus ensinamentos são instrução em religião." [Morals and Dogma, Albert Pike, pg 231-L]
"Ela [a Maçonaria] é a religião universal, eterna e imutável, como Deus a plantou no coração da humanidade universal." [Ibidem, pg 219-M]
"Mas as organizações maçônicas nas quais estas lendas foram cultivadas, como as lojas maçônicas de hoje, eram corpos religiosos." [The Holy Bible: The Great Light In Masonry, King James Version, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, pg 26]
"... a Maçonaria pode perfeitamente reivindicar ser chamada de instituição religiosa." [A New and Revised Edition: An Encyclopaedia of Freemasonry and Its Kindred Sciences, de Albert Mackey, MD, Grau 33, volume II, pg 618]
NOVA ERA
E o que vemos, é que atualmente, cada um já tem sua própria verdade religiosa. Deus já é uma "opção ou crença pessoal". Mais uma vitória da Nova Era.
O Movimento foi alicerçado por Alice Bailey, a qual foi reconhecida como a sumo-sacerdotiza, e escreveu vários livros, dentre eles "O Reaparecimento do Cristo".
A revelação do Movimento e sua divulgação aconteceu em 1975, 100 anos após sua fundação. A ordem era trazer à luz do público o "PLANO" para Nova Ordem Mundial. A revelação do Movimento deveria acontecer juntamente com a anunciação de um "Cristo da Nova Era", usando todos os meios de comunicação. Os alicerces do movimento, porém, se devem à médium espírita Alice Bailey, que cunhou o nome Nova Era, e que dizia receber mensagens, por via mediúnica, de um mestre tibetano, chamado Djawal Khul. Tais mensagens, impressas pelas Publicações Lúcifer com o titulo "O aparecimento de cristo", constituíram o plano do movimento. Deviam, porém, ficar secretas até 1975, ano previsto para a difusão da Nova Ordem Mundial, encabeçada por um chefe dito "o cristo da Nova Era".
Lucis Trust, cujo nome original era Lucifer Trust. Foi fundada na Inglaterra em 1922, pelo casal Alice e Foster Bailey. A organização controla a única capela existente na sede da ONU, em Nova Iorque. Além do satanismo aberto, a Lucis Trust fomenta o malthusianismo, a Nova Era e o ecologismo.
Entre os patrocinadores oficiais da organização, encontram-se destacadas figuras do establishment anglo-americano, como Henry Clausen, ex-Supremo Grande Comendador do Conselho Supremo, grau 33 da maçonaria escocesa; John Rockefeller, Robert McNamara, Thomas Watson, ex-embaixador dos Estados Unidos na Tailândia, e o rabino Marc Tannenbaum, diretor do Comitê Judaico Americano.
“Respondendo Jesus, disse-lhes: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e seduzirão muitos.” (Mt. 24, 4-5)
A nova era quer negar que Jesus é Deus, ou seja, a 2º pessoa da Santíssima Trindade, e colocar Jesus como um avatar! Essa coisa de AVATAR NÃO EXISTE!
1º pessoa da Santíssima Trindade = Deus
2º pessoa da Santíssima Trindade = Jesus
3º pessoa da Santíssima Trindade = Espírito Santo
A NOVA ERA VISA NEGAR ISSO! E abrir o caminho para a manifestação do Anticristo, como o "AVATAR SUPREMO" !
Maçonaria é demoníaca

Maçonaria é demoníaca
Descrição da Organização da Maçonaria
Ouçamos o autor maçom Manly P. Hall descrever essa organização bidimensional que é a Maçonaria. A Maçonaria é formada de duas organizações distintamente diferentes, uma visível, e a outra invisível. Hall descreve essa organização de dois níveis: [Hall foi honrado pelo The Scottish Rite Journal, que o chamou de "O Ilustre Manly P. Hall', em setembro de 1990, e também de 'O Maior Filósofo da Maçonaria', dizendo, "O mundo é um lugar muito melhor por causa de Manly P. Hall, e somos melhores pessoas for termos conhecido a ele e a sua obra"]. Isto foi o que Manly P. Hall escreveu:
"A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade - uma organização exterior que esconde uma irmandade interior dos eleitos.... é necessário estabelecer a existência dessas duas ordens separadas, porém independentes, a visível e a outra invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens 'livres e aceitos' que reunem-se para dedicarem seu tempo às atividades éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é uma fraternidade secreta e augustíssima [de majestosa dignidade e grandiosidade], cujos membros dedicam-se ao serviço dos arcanos [segredos, mistérios]." [Lectures on Ancient Philosophy, Manly P. Hall, pg 433]
Muitos homens bem intencionados são membros dessa sociedade visível sem saberem absolutamente nada da sociedade invisível. Na verdade, Albert Pike, um dos mais importantes autores maçons, teve algumas coisas a dizer sobre os irmãos da sociedade visível: "A Maçonaria, como todas as religiões, todos os mistérios, o Hermetismo, e a Alquimia, esconde seus segredos de todos, exceto dos adeptos e sábios, ou eleitos, e usa falsas explicações e falsas interpretações sobre seus símbolos para enganar aqueles que merecem somente ser enganados; para esconder a verdade, que chama de Luz, e afastá-los dela." [Morals and Dogma , pg 104-5, Terceiro Grau].
Pike também revela que "Não ensinamos a verdade de nenhuma das lendas que citamos... reproduzimos as especulações dos filósofos, dos cabalistas, dos mistagogos [sacerdotes que tinham a função de iniciar os neófitos nos Mistérios de Elêusis, na antiga Grécia] e dos gnósticos."
"Quando o maçom aprende que o segredo para o guerreiro é a correta aplicação do dínamo do poder da vida, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias ardentes de Lúcifer estão em suas mãos e antes que ele possa avançar para a frente e para cima, precisa provar sua capacidade de aplicar corretamente a energia." [The Lost Key to Freemasonry, Manly P. Hall, publicado pela Macoy Publishing and Masonic Supply Company, Richmond, Virgínia, 1976, ênfase adicionada]
Maçonaria: Duas Organizações, Uma Visível, Outra Invisível - CLIQUE AQUI
Como já se deu a entender, a característica-chave da maçonaria é o segredo. Já se disse que inclusive muitos maçons dos graus azuis e vermelhos morrem sem saber o que é verdadeiramente a maçonaria. Copin Albancelli, do grau 22, que se retirou da maçonaria depois de ter sido convidado a fazer parte do Círculo Interior que se esconde por trás dos altos graus, em que ele jamais havia pensado que existisse, ao descobrir as autênticas finalidades da organização, declarou em seu livro Le pouvoir occuIte, que a maçonaria está dividida em três grupos:
* Os graus azuis, que não são iniciados em nenhum segredo importante.
* Os graus vermelhos, que, apesar de acreditarem que conhecem os segredos, nem mesmo são conhecedores da verdadeira finalidade perseguida pela ordem.
* O "Círculo Internacional Interior", a saber, os verdadeiros mestres que se escondem por trás dos altos graus, mas que na verdade dirigem a ordem.
O livro pró-maçônico La Masoneria en Madrid diz que inclusive alguns "grandes mestres" vivem imersos em suas éticas filosóficas sem saber quem são verdadeiramente os chefes. Estes os empregam como anteparo para serem eles, na realidade, os autênticos possuidores do poder.(RUITER, Robin de. El Poder detrás de los Testigos de Jehová. Chihuahua, 1994, 39.) .
O maçom do grau 33, Albert Pike, afirma o seguinte em seu livro MoraIs and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonery (Richmond 1871): "Aos graus azuis da franco-maçonaria só se ensina parte dos símbolos e são desnorteados intencionalmente com interpretações falsas. Não se espera que os entendam, mas se espera que acreditem que estão entendendo. O verdadeiro significado se reserva somente para os soberanos da maçonaria. Deixam que os membros dos graus azuis pensem que eles abrangem toda a franco-maçonaria. A maçonaria é uma verdadeira esfinge, que se mantém oculta até a cabeça na areia que se amontoou durante séculos".
Aos maçons horroriza falar de Gabriel Jogand Pages, melhor conhecido como Leo Taxil. Esse, em seu livro Los misterios de Ia francomasonería, acusou os maçons de adoradores do diabo. Em outra obra intitulada Les Freres Trois Points (Paris 1885) diz que. as práticas dos maçons estão baseadas em um culto diabólico em que se louva Lúcifer. Em 1891 publicou o livro Soeurs maçonnes, no qual informa detalhadamente sobre a missa satânica que se celebrava entre os maçons de altos graus dos "Cavaleiros de Padilha" do "papa diabólico" Albert Pike, o primeiro grande líder dos iluminados nos Estados Unidos.
Apesar de se haver provado que Taxil era um farsante expulso de uma loja de Marseille, é preciso interrogar se por isso as acusações a respeito do íntimo parentesco entre a maçonaria e o luciferianismo ficam refutadas. A resposta tem de ser negativa, porque evidentemente os graus mais elevados da maçonaria pertencem à elite de Satanás. A Rivista della Massoneria Italiana, do ano 1887, página 27, declara descaradamente que a maçonaria considera Satanás como seu chefe supremo.
Em 1937, o maçom francês Albert Lantoine, grau 33 e membro do Conselho Supremo escocês, publicou uma longa Carta ao Soberano Pontífice, na qual reconhece: "Os franco-maçons são servidores de Satanás, e vós, guardiães da Verdade, sois servidores de Deus". Em uma carta a seu amigo Leon de Poncins, perito em sociedades secretas, reafirmou o acima mencionado: "Nós somos servidores de Lúcifer".
Em 1935, Fara, estudioso da maçonaria, em A maçonaria e sua obra, diz o seguinte: "A cerimônia para o grau 29 (Baphomet) celebra-se sob um signo panteísta: uma cabeça de bode com uma tocha entre os cornos, com asas de arcanjo, braços e mãos de homem, corpo de mulher com uma rosa e uma cruz no peito".
Também o arcebispo francês Leon Meurin, em seu livro A franco-maçonaria - Sinagoga de Satanás, afirma que acontece entre os maçons e os iluminados a adoração do diabo.
O austríaco, antimaçom e político, Dr. Friederich Wichtl, em seu livro Welifreimauererei - Weltrevolution - Weltrepublik (München 1919), escreve: "os maçons consideram Satanás como seu chefe supremo e seu deus" .
Não obstante, as palavras do maçom Albert Pike, em As instruções aos 23 Concílios Supremos do Mundo, de 14 de julho de 1889, são mais esclarecedoras: A doutrina do satanismo é uma heresia; e a verdadeira e pura religião filosófica é a fé em Lúcifer, tal qual em Adonai; porém Lúcifer, "Deus da Luz e Deus do Bem", está lutando a favor da humanidade contra Adonai, Deus da Escuridão e do Mal.(Cf. QUEENSBOROUGH, Lady. Occu/t Theocracy. California, Christian Book club of América, 1931, 220f. )
O certo é que, como escrevem os autores do livro Os fabricantes de deuses, "A maçonaria tomou a filosofia antiteísta das religiões mistéricas que distorcem o que a Bíblia ensina, transformando Lúcifer em Deus e Deus em Satanás". (Ed Decker & Dave Hunt. Los fabricantes de dioses. Minneapolis, 1987, 112. )
Não resta dúvida que os maçons ordinários não só esfregarão os olhos depois de ler todas estas citações, mas também dirão: "Isto é mentira, não pode ser verdade". Para todos eles é importante recordar as palavras do maçom Albert Pike e de Copin Albancelli quanto a manter deliberadamente na ignorância os graus azuis.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
O SANTO GRAAL
Santo Graal ( ou Sangraal ) é uma expressăo medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia. Ele está presente nas lendas arturianas, sendo o objetivo da busca dos cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para devolver a paz ao reino de Artur. No entanto, em outra interpretaçăo, ele designa a descendęncia de Jesus ( o sangraal ou sangue real ), segundo a lenda, ligada ŕ dinastia Merovíngia. Finalmente, também há uma interpretaçăo em que ele é a representaçăo do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus e sua herdeira na conduçăo da nova religiăo.
O símbolo do cálice sagrado, enquanto motivo de poder e fonte de milagres, é tăo antigo quanto a História. O SANTO GRAAL teve múltiplos precursores e apareceu sob variadas formas antes de ter sido identificado com o cálice do ritual usado na missa católica. Muitas vezes o GRAAL foi descrito năo como um cálice, mas como uma pedra. Neste sentido o símbolo é profundamente alquímico, ou seja – a conciliaçăo dos opostos mediante a harmonia entre o céu e a terra. A etimologia da palavra Graal é controvertida. Costuma-se considerá-la como oriunda do latim "gradais" - cálice. Outros dizem que "Graal" vem de outra palavra latina - 'graduale' que significa 'gradual" um livro de oraçőes e cânticos místicos.
Os celtas se referiam ao Graal como um caldeirăo e a lenda em torno de um cálice sagrado pode ter relaçăo com a importância que os celtas davam ao caldeirăo, onde os druidas preparavam suas poçőes mágicas.
Esse conceito popular lembrava-lhes abundância e renascimento. Muitos personagens míticos dos celtas estavam envolvidos com esse símbolo: Nasciens, foi transportado por măos invisíveis para uma ilha onde lhe apareceu um caldeirăo mágico; Dagda fortalecia os guerreiros com o alimento do caldeirăo. Outro caldeirăo célebre foi o pertencente ŕ deusa Caridween, que preparou uma poçăo para infundir sabedoria em seu filho.
Os recipientes, como a taça, o caldeirăo e os vasos, săo símbolos do útero, a matriz da vida e a espada o órgăo masculino fecundador. É no vazio que acontece o ciclo permanente de nascimento, morte e renascimento. Os cálices săo oferendas ao espírito desconhecido que preside determinado tempo e local, uma oraçăo que se eleva a Deus, pedindo que seu Espírito desça ŕ terra. Este é o significado sagrado da missa católica: dois movimentos de direçőes opostas – o cálice voltado para o céu e o espírito projetando-se sobre ele – formam o ciclo de dar e receber, o eixo entre o superior e o inferior.
Antes do século VII, a tradiçăo e a Bíblia propiciaram o desenvolvimento de uma lenda intrigante sobre o cálice sagrado. Diz essa lenda que, antes da criaçăo do homem, houve uma grande batalha no céu. O Arcanjo Miguel e seus anjos guerrearam contra Lúcifer. O adversário e seus anjos combateram ferozmente, diz a Bíblia; "todavia năo venceram, nem acharam mais seu lugar no céu. E a antiga serpente, o Grande Dragăo chamado demônio ou satanás foi expulso de lá sendo atirado para a terra com seus anjos". Diz a lenda que Lúcifer trazia um pedra colada na testa, uma esmeralda que funcionava como um terceiro olho. Quando Lúcifer foi atirado pelo Arcanjo Miguel ŕ terra, a esmeralda partiu-se e sua visăo ficou prejudicada. Um pedaço permaneceu em sua testa dando-lhe uma visăo distorcida de sua situaçăo como anjo caído; o outro fragmento foi guardado pelos anjos. Mais tarde, o Graal foi esculpido neste segundo pedaço.
Parece que durante sua presença na terra, o GRAAL necessitou de um abrigo e, dado ao seu caráter espiritual, essa habitaçăo deveria ser um templo especialmente projetado para esse fim e oculto da visăo dos profanos.
Mesmo se encararmos o GRAAL como um tema pertencente aos planos inexplorados da alma, restam-nos alguns enigmas históricos relacionados com a figura de Jesus Cristo, José de Arimatéia, o Rei Arthur e, mais tarde, com os estranhos acontecimentos que marcaram a vida e agonia dos Cátaros na regiăo do Languedoc, no sul da França.
Esses episódios, custaram a vida de milhares de pessoas e permanecem até hoje como indicadores da provável existęncia física de um Rei e Sacerdote do Santo Graal. Seria esse o Rei, eterno e onipresente Sacerdote da Távola Redonda, uma versăo medieval inglesa relacionada ŕ mesa da Última Ceia, sob a proteçăo de Arthur ? Ou seria essa Mesa Redonda uma forma de os místicos simbolizarem os círculos do infinito celeste e a egrégora da Grande Fraternidade Branca?
Conta uma antiga lenda cristă, que José de Arimatéia teria recolhido no cálice, usado na Última Ceia, o sangue que jorrou de Cristo quando ele recebeu o golpe de misericórdia, dado pelo soldado romano Longinus, usando uma lança, depois da crucificaçăo.
Em outra versăo, teria sido a própria Maria Madalena, segundo a Bíblia a única mulher além de Maria (a măe de Jesus) presente na crucificaçăo de Jesus, que teria ficado com a guarda do cálice e o teria levado para a França, onde passou o resto de sua vida.
A lenda tornou-se popular na Europa nos séculos XII e XIII por meio dos romances de Chrétien de Troyes, particularmente através do livro "Le Conte du Graal" publicado por volta de 1190, e que conta a busca de Sir Percival pelo cálice.
Mais tarde, o poeta francęs Robert de Boron publicou Roman de L'Estoire du Graal, escrito entre 1200 e 1210, e que tornou-se a versăo mais popular da história, e já tem todos os elementos da lenda como a conhecemos hoje.
Finalmente, o poeta Wolfram von Eschenbach criou a mais inventiva e surpreendente versăo para a história do Graal, em sua obra "Parsifal", escrita entre os anos de 1210 e 1220. Ele supőe o Graal anterior a Cristo. O Graal teria sido, năo um cálice, mas uma pedra enviada a Terra há muito tempo atrás por espíritos celestiais. O Graal teria sido guardado por uma misteriosa irmandade de cavaleiros, chamados templáisen.
Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeiçăo. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de Artur na Inglaterra, e da busca que os cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtę-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos cristăos e pagăos relacionados com a cultura celta.
Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomăo, também conhecida como Ordem do Templo, ou simplesmente "Templários". Instituiçăo militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa. Alguns associam os templários a irmandade que Wolfram cita em "Parsifal".
Segundo uma das versőes da lenda, os templários teriam levado o cálice para a aldeia francesa de Rennes-Le-Château. Em outra versăo, o cálice teria sido levado de Constantinopla para Troyes, na França, onde ele desapareceu durante a Revoluçăo francesa.
Os cátaros, acreditavam que este mundo é o verdadeiro inferno; que a encarnaçăo do Espírito do Cristo foi o verdadeiro sacrifício simbolizado na cruz do calvário. A Igreja Romana via o catarismo como um movimento reformista. No início do século XIII uma armada de cavaleiros do norte desceu pelo Languedoc para exterminar a heresia cátara e requisitar para si os ricos espólios da regiăo.
Conta-se que durante o assalto das tropas ŕs fortalezas albigenses, apareceu no alto da muralha uma figura coberta por uma armadura branca. Os soldados recuaram, temendo ser um guardiăo do Santo Graal. Mas, prevendo a derrota, os cátaros, ocultaram o Santo Graal num dos numerosos subterrâneos onde estaria até hoje.
Nesse contexto histórico poderiam ser explicados os mistérios do Messias e as verdades que a Igreja proibiu sobre a "dinastia do cálice", a matança dos cátaros, as cruzadas e a história do abade Berenger Sauničre em Rennes-le-Château, no Languedoc.
Segundo algumas lendas, a descendęncia de Jesus era de sangue real, ele próprio herdeiro do trono de Jerusalém por ser descendente do Rei Davi, e migrou para a Europa, particularmente para a França e fundou a dinastia merovíngia, cuja posiçăo, mais tarde, foi usurpada pelos carolíngios e pela Igreja Católica. Neste caso, o sangraal ou sangue real seria a própria descendęncia de Jesus, os merovíngios.
Os merovíngios se diziam descendentes de reis de Tróia, e isto justifica tantas localidades na França que possuem um nome que lembra Tróia, inclusive a cidade natal de Chrétien de Troyes, autor das primeiras histórias sobre o Graal.
Histórias revelam a existęncia de uma sociedade secreta, chamada Priorado de Siăo, que se dedica a defender a descendęncia Merovíngia e seu direito ao trono na Europa. Segundo algumas fontes, o Priorado do Siăo justifica este direito pela descendęncia direta de Jesus e do Rei Davi.
Além destas lendas, existem também outras histórias paralelas, como a que conta que o Santo Graal, na verdade, é o corpo de Maria Madalena.
Ela seria a esposa de Cristo e deveria ser a herdeira da nova religiăo.
A história também diz que junto ao cadáver desta, estariam preciosos pergaminhos e documentos escritos pelos apóstolos de Jesus e pelo próprio Cristo. Tais pergaminhos segundo a lenda, săo extremamente contraditórios com a Bíblia e portanto um verdadeiro tesouro sobre o legado de Cristo na Terra.
Em 1948, na localidade de Nag Hammadi, foram encontrados pergaminhos que continham evangelhos apócrifos, e cujo conjunto de textos foi chamado de biblioteca de Nag Hammadi.
As cópias destes evangelhos supunham-se perdidas, pois haviam sido proibidas e queimadas pela Igreja após o concílio de Nicéia.
Entre estes documentos antigos encontra-se o "Evangelho de Maria Madalena", que apresenta inconsistęncias com os quatro evangelhos aceitos pela Igreja. Um dos pontos é que entre os seus discípulos, Maria Madalena é a preferida, e é ela que transmite os ensinamentos de Jesus aos outros.
Em outro documento da biblioteca de Nag Hammadi, o "Evangelho de Filipe", faz-se referęncia ao fato que Jesus a ama mais que aos outros discípulos e a beija com frequęncia.
Tudo isto fortalece a hipótese do casamento entre ambos, e que seja Maria Madalena e sua descendęncia os verdadeiros herdeiros da religiăo fundada por Jesus.
Um grande argumento em favor desta uniăo, é a de que era impensável que um judeu, naquela época, chegasse aos 30 anos sem estar casado.
Do ponto de vista místico, a busca do Graal representa a busca por uma vida superior, por progresso espiritual. Nas lendas arturianas, só é possivel ŕs pessoas de coraçăo puro e isentas de pecado ver e tocar o cálice.
Para o iniciado, o caminho do GRAAL está indissoluvelmente unido ŕ idéia de um sacrifício e de uma viagem cheia de perigos para alcançar a iluminaçăo, o renascimento ou a "vida eterna" segundo os cristăos. O início e o final da Busca do SANTO GRAAL săo, por isso mesmo, momentos cruciais, pois é uma busca que năo termina. O GRAAL tem que ser constantemente buscado no coraçăo, na mente e no espírito; sua revelaçăo final representa aquele ideal de subida aos planos superiores de existęncia, objetivo máximo de todos os místicos. Ao entrar em comunhăo consigo mesmo, o místico descobre năo uma melancolia - a cor negra, "nigredo" para os alquimistas - mas um parceiro interno, uma relaçăo que se assemelha ŕ alegria de um amor secreto. Este estágio da vida iniciática é representado pela primavera oculta, onde as sementes brotam da terra nua, trazendo as promessas de futuras colheitas.
Non Nobis Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo, da Gloriam!
( Năo por nós Senhor, năo por nós, mas para a glória de Teu nome! )
.
O SANTO GRAAL
Santo Graal ( ou Sangraal ) é uma expressăo medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia. Ele está presente nas lendas arturianas, sendo o objetivo da busca dos cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para devolver a paz ao reino de Artur. No entanto, em outra interpretaçăo, ele designa a descendęncia de Jesus ( o sangraal ou sangue real ), segundo a lenda, ligada ŕ dinastia Merovíngia. Finalmente, também há uma interpretaçăo em que ele é a representaçăo do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus e sua herdeira na conduçăo da nova religiăo.
O símbolo do cálice sagrado, enquanto motivo de poder e fonte de milagres, é tăo antigo quanto a História. O SANTO GRAAL teve múltiplos precursores e apareceu sob variadas formas antes de ter sido identificado com o cálice do ritual usado na missa católica. Muitas vezes o GRAAL foi descrito năo como um cálice, mas como uma pedra. Neste sentido o símbolo é profundamente alquímico, ou seja – a conciliaçăo dos opostos mediante a harmonia entre o céu e a terra. A etimologia da palavra Graal é controvertida. Costuma-se considerá-la como oriunda do latim "gradais" - cálice. Outros dizem que "Graal" vem de outra palavra latina - 'graduale' que significa 'gradual" um livro de oraçőes e cânticos místicos.
Os celtas se referiam ao Graal como um caldeirăo e a lenda em torno de um cálice sagrado pode ter relaçăo com a importância que os celtas davam ao caldeirăo, onde os druidas preparavam suas poçőes mágicas.
Esse conceito popular lembrava-lhes abundância e renascimento. Muitos personagens míticos dos celtas estavam envolvidos com esse símbolo: Nasciens, foi transportado por măos invisíveis para uma ilha onde lhe apareceu um caldeirăo mágico; Dagda fortalecia os guerreiros com o alimento do caldeirăo. Outro caldeirăo célebre foi o pertencente ŕ deusa Caridween, que preparou uma poçăo para infundir sabedoria em seu filho.
Os recipientes, como a taça, o caldeirăo e os vasos, săo símbolos do útero, a matriz da vida e a espada o órgăo masculino fecundador. É no vazio que acontece o ciclo permanente de nascimento, morte e renascimento. Os cálices săo oferendas ao espírito desconhecido que preside determinado tempo e local, uma oraçăo que se eleva a Deus, pedindo que seu Espírito desça ŕ terra. Este é o significado sagrado da missa católica: dois movimentos de direçőes opostas – o cálice voltado para o céu e o espírito projetando-se sobre ele – formam o ciclo de dar e receber, o eixo entre o superior e o inferior.
Antes do século VII, a tradiçăo e a Bíblia propiciaram o desenvolvimento de uma lenda intrigante sobre o cálice sagrado. Diz essa lenda que, antes da criaçăo do homem, houve uma grande batalha no céu. O Arcanjo Miguel e seus anjos guerrearam contra Lúcifer. O adversário e seus anjos combateram ferozmente, diz a Bíblia; "todavia năo venceram, nem acharam mais seu lugar no céu. E a antiga serpente, o Grande Dragăo chamado demônio ou satanás foi expulso de lá sendo atirado para a terra com seus anjos". Diz a lenda que Lúcifer trazia um pedra colada na testa, uma esmeralda que funcionava como um terceiro olho. Quando Lúcifer foi atirado pelo Arcanjo Miguel ŕ terra, a esmeralda partiu-se e sua visăo ficou prejudicada. Um pedaço permaneceu em sua testa dando-lhe uma visăo distorcida de sua situaçăo como anjo caído; o outro fragmento foi guardado pelos anjos. Mais tarde, o Graal foi esculpido neste segundo pedaço.
Parece que durante sua presença na terra, o GRAAL necessitou de um abrigo e, dado ao seu caráter espiritual, essa habitaçăo deveria ser um templo especialmente projetado para esse fim e oculto da visăo dos profanos.
Mesmo se encararmos o GRAAL como um tema pertencente aos planos inexplorados da alma, restam-nos alguns enigmas históricos relacionados com a figura de Jesus Cristo, José de Arimatéia, o Rei Arthur e, mais tarde, com os estranhos acontecimentos que marcaram a vida e agonia dos Cátaros na regiăo do Languedoc, no sul da França.
Esses episódios, custaram a vida de milhares de pessoas e permanecem até hoje como indicadores da provável existęncia física de um Rei e Sacerdote do Santo Graal. Seria esse o Rei, eterno e onipresente Sacerdote da Távola Redonda, uma versăo medieval inglesa relacionada ŕ mesa da Última Ceia, sob a proteçăo de Arthur ? Ou seria essa Mesa Redonda uma forma de os místicos simbolizarem os círculos do infinito celeste e a egrégora da Grande Fraternidade Branca?
Conta uma antiga lenda cristă, que José de Arimatéia teria recolhido no cálice, usado na Última Ceia, o sangue que jorrou de Cristo quando ele recebeu o golpe de misericórdia, dado pelo soldado romano Longinus, usando uma lança, depois da crucificaçăo.
Em outra versăo, teria sido a própria Maria Madalena, segundo a Bíblia a única mulher além de Maria (a măe de Jesus) presente na crucificaçăo de Jesus, que teria ficado com a guarda do cálice e o teria levado para a França, onde passou o resto de sua vida.
A lenda tornou-se popular na Europa nos séculos XII e XIII por meio dos romances de Chrétien de Troyes, particularmente através do livro "Le Conte du Graal" publicado por volta de 1190, e que conta a busca de Sir Percival pelo cálice.
Mais tarde, o poeta francęs Robert de Boron publicou Roman de L'Estoire du Graal, escrito entre 1200 e 1210, e que tornou-se a versăo mais popular da história, e já tem todos os elementos da lenda como a conhecemos hoje.
Finalmente, o poeta Wolfram von Eschenbach criou a mais inventiva e surpreendente versăo para a história do Graal, em sua obra "Parsifal", escrita entre os anos de 1210 e 1220. Ele supőe o Graal anterior a Cristo. O Graal teria sido, năo um cálice, mas uma pedra enviada a Terra há muito tempo atrás por espíritos celestiais. O Graal teria sido guardado por uma misteriosa irmandade de cavaleiros, chamados templáisen.
Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeiçăo. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de Artur na Inglaterra, e da busca que os cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtę-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos cristăos e pagăos relacionados com a cultura celta.
Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomăo, também conhecida como Ordem do Templo, ou simplesmente "Templários". Instituiçăo militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa. Alguns associam os templários a irmandade que Wolfram cita em "Parsifal".
Segundo uma das versőes da lenda, os templários teriam levado o cálice para a aldeia francesa de Rennes-Le-Château. Em outra versăo, o cálice teria sido levado de Constantinopla para Troyes, na França, onde ele desapareceu durante a Revoluçăo francesa.
Os cátaros, acreditavam que este mundo é o verdadeiro inferno; que a encarnaçăo do Espírito do Cristo foi o verdadeiro sacrifício simbolizado na cruz do calvário. A Igreja Romana via o catarismo como um movimento reformista. No início do século XIII uma armada de cavaleiros do norte desceu pelo Languedoc para exterminar a heresia cátara e requisitar para si os ricos espólios da regiăo.
Conta-se que durante o assalto das tropas ŕs fortalezas albigenses, apareceu no alto da muralha uma figura coberta por uma armadura branca. Os soldados recuaram, temendo ser um guardiăo do Santo Graal. Mas, prevendo a derrota, os cátaros, ocultaram o Santo Graal num dos numerosos subterrâneos onde estaria até hoje.
Nesse contexto histórico poderiam ser explicados os mistérios do Messias e as verdades que a Igreja proibiu sobre a "dinastia do cálice", a matança dos cátaros, as cruzadas e a história do abade Berenger Sauničre em Rennes-le-Château, no Languedoc.
Segundo algumas lendas, a descendęncia de Jesus era de sangue real, ele próprio herdeiro do trono de Jerusalém por ser descendente do Rei Davi, e migrou para a Europa, particularmente para a França e fundou a dinastia merovíngia, cuja posiçăo, mais tarde, foi usurpada pelos carolíngios e pela Igreja Católica. Neste caso, o sangraal ou sangue real seria a própria descendęncia de Jesus, os merovíngios.
Os merovíngios se diziam descendentes de reis de Tróia, e isto justifica tantas localidades na França que possuem um nome que lembra Tróia, inclusive a cidade natal de Chrétien de Troyes, autor das primeiras histórias sobre o Graal.
Histórias revelam a existęncia de uma sociedade secreta, chamada Priorado de Siăo, que se dedica a defender a descendęncia Merovíngia e seu direito ao trono na Europa. Segundo algumas fontes, o Priorado do Siăo justifica este direito pela descendęncia direta de Jesus e do Rei Davi.
Além destas lendas, existem também outras histórias paralelas, como a que conta que o Santo Graal, na verdade, é o corpo de Maria Madalena.
Ela seria a esposa de Cristo e deveria ser a herdeira da nova religiăo.
A história também diz que junto ao cadáver desta, estariam preciosos pergaminhos e documentos escritos pelos apóstolos de Jesus e pelo próprio Cristo. Tais pergaminhos segundo a lenda, săo extremamente contraditórios com a Bíblia e portanto um verdadeiro tesouro sobre o legado de Cristo na Terra.
Em 1948, na localidade de Nag Hammadi, foram encontrados pergaminhos que continham evangelhos apócrifos, e cujo conjunto de textos foi chamado de biblioteca de Nag Hammadi.
As cópias destes evangelhos supunham-se perdidas, pois haviam sido proibidas e queimadas pela Igreja após o concílio de Nicéia.
Entre estes documentos antigos encontra-se o "Evangelho de Maria Madalena", que apresenta inconsistęncias com os quatro evangelhos aceitos pela Igreja. Um dos pontos é que entre os seus discípulos, Maria Madalena é a preferida, e é ela que transmite os ensinamentos de Jesus aos outros.
Em outro documento da biblioteca de Nag Hammadi, o "Evangelho de Filipe", faz-se referęncia ao fato que Jesus a ama mais que aos outros discípulos e a beija com frequęncia.
Tudo isto fortalece a hipótese do casamento entre ambos, e que seja Maria Madalena e sua descendęncia os verdadeiros herdeiros da religiăo fundada por Jesus.
Um grande argumento em favor desta uniăo, é a de que era impensável que um judeu, naquela época, chegasse aos 30 anos sem estar casado.
Do ponto de vista místico, a busca do Graal representa a busca por uma vida superior, por progresso espiritual. Nas lendas arturianas, só é possivel ŕs pessoas de coraçăo puro e isentas de pecado ver e tocar o cálice.
Para o iniciado, o caminho do GRAAL está indissoluvelmente unido ŕ idéia de um sacrifício e de uma viagem cheia de perigos para alcançar a iluminaçăo, o renascimento ou a "vida eterna" segundo os cristăos. O início e o final da Busca do SANTO GRAAL săo, por isso mesmo, momentos cruciais, pois é uma busca que năo termina. O GRAAL tem que ser constantemente buscado no coraçăo, na mente e no espírito; sua revelaçăo final representa aquele ideal de subida aos planos superiores de existęncia, objetivo máximo de todos os místicos. Ao entrar em comunhăo consigo mesmo, o místico descobre năo uma melancolia - a cor negra, "nigredo" para os alquimistas - mas um parceiro interno, uma relaçăo que se assemelha ŕ alegria de um amor secreto. Este estágio da vida iniciática é representado pela primavera oculta, onde as sementes brotam da terra nua, trazendo as promessas de futuras colheitas.
Non Nobis Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo, da Gloriam!
( Năo por nós Senhor, năo por nós, mas para a glória de Teu nome! )
.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
o bode
Dentro da organização maçonica, muitos desconhecem o nosso apelido de bode. A origem desta denominação data do ano de 1808. Porém, para saber do seu significado temos necessidade de voltarmos no tempo. Por volta do III ano d.C. vários Apóstolos saíram para o mundo a fim de divulgar o cristianismo. Alguns foram para o lado judaico da Palestina. E lá, curiosamente, notaram que era comum ver um judeu falando ao ouvido de um bode, animal muito comum naquela região. Procurando saber o porquê daquele monologo foi difícil obter resposta. Ninguém dava informação, com isso aumentava ainda mais a curiosidade dos representantes cristãos, em relação aquele fato. Até que Paulo, o Apóstolo, conversando com um Rabino de uma aldeia, foi informado que aquele ritual era usado para expiação dos erros. Fazia parte da cultura daquele povo, contar alguém da sua confiança, quando cometia, mesmo escondido, as suas faltas, ficaria mais aliviado junto a sua consciência, pois estaria dividindo o sentimento ou problema. Mas por que bode?
Quis saber Paulo. É por-que o bode é seu confidente. Como o bode nado fala, o confesso fica ainda mais seguro de que seus segredos serão mantidos, respondeu-lhe o Rabino. A Igreja, trinta e seis anos mais tarde, introduziu, no seu ritual, o confessionário, juntamente com o voto de silêncio por parte do padre confessor - nesse ponto a história não conta se foi o Apóstolo que levou a idéia aos seus superiores da Igreja, o certo é que ela faz bem à humanidade, aliado ao voto de silêncio, 0 povo passou a contar as suas faltas.
Voltemos em 1808, na França de Bonaparte, que após o golpe dos 18 Brumários, se apresentava como novo líder político daquele país. A Igreja, sempre oportunista, uniuse a ele e começou a perseguir todas as instituições que não governo ou a Igreja. Assim a Maçonaria que era um fator pensante, teve seus direitos suspensos e seus Templos fechados; proibida de se reunir. Porém, irmãos de fibra na clandestinidade, se reuniram, tentando modificar a situação do país. Neste período, vários Maçons foram presos pela Igreja e submetidos a terríveis inquisições. Porém, ela nunca encontrou um covarde ou delator entre os Maçons. Chegando a ponto de um dos inquisidores dizer a seguinte frase a seu superior: - "Senhor este pessoal (Maçons) parece BODE, por mais que eu flagele não consigo arrancar-lhes nenhuma palavra". Assim, a partir desta frase, todos os Maçons tinham, para os inquisidores, esta denominação: "BODE" - aquele que não fala, sabe guardar segredo.
Marcadores
- SIMBOLOS DA MAÇONARIA (17)
- maçonaria (12)
- MAÇONARIA DO DIABO (5)
- A MULHER NA MAÇONARIA (4)
- Como ser maçom? (4)
- pentagramas (4)
- segredos da maçonaria (4)
- MAÇONARIA SEGREDOS (3)
- maçonaria e magia (3)
- - andreia caetano piumhi mg (2)
- A Constituição de Anderson (2)
- A Maçonaria na Sociedade. Que secretismo? (2)
- COMO FORMAR UM CAPÍTULO (2)
- DEFINIÇAO DE MAÇONARIA (2)
- EU SOU A MAÇONARIA (2)
- LOJAS DO BRASIL -FOTOS (2)
- MAÇONARIA FEMININA (2)
- MAÇONS (2)
- Maçonaria - Relações Sexuais Com Demônios (2)
- O SANTO GRAAL (2)
- OQUE E A MAÇONARIA??? (2)
- a maçonaria (2)
- maçonaria e bruxaria (2)
- o pentagrama (2)
- videos maçonaria (2)
- 0 (1)
- A Corda de 81 nós : (1)
- A ESTRELA PENTAGONAL (1)
- A LETRA G (1)
- A MAÇONARIA REALIZA CULTO SATÂNICO COM A EUCARISTIA? (1)
- A Maçonaria Exige o Cumprimento de Obrigações? (1)
- A Maçonaria e a Revolução Farroupilha. (1)
- A NOVA ERA (1)
- A Origem do Franco-Maçonaria (1)
- A relação entre o espiritismo e a maçonaria (1)
- A Águia de Lagash (1)
- Adah Filha de Jephthah (1)
- Antigas Obrigações da Maçonaria (1)
- As Origens da Instituição (1)
- BRASÕES (1)
- CHEGADA DO RITO SCHRÖEDER AO BRASIL (1)
- CINZEL SIMBOLOS DA MAÇONARIA (1)
- COMO COMEÇOU A MAÇONARIA (1)
- DEFINIÇAÕ (1)
- DIA DAS BRUXAS (1)
- DICIONARIO SECRETO X (1)
- DICIONARIO SECRETO-B (1)
- DICIONARIO SECRETO-C (1)
- DICIONARIO SECRETO-E (1)
- DICIONARIO SECRETO-F (1)
- DICIONARIO SECRETO-G (1)
- DICIONARIO SECRETO-M (1)
- DICIONARIO SECRETO-N (1)
- DICIONARIO SECRETO-Q (1)
- DICIONARIO SECRETO-R (1)
- DICIONARIO T (1)
- DICIONARIO-J (1)
- ESCLARECIMENTOS (1)
- ESPOSA DO CANDIDATO (1)
- EXCLARECIMENTO DE UM MAÇON (1)
- Elementos da Ciência Maçonica (1)
- Estrela do Oriente (1)
- Ex-Feiticeiro Iluminista Revela a Forte Ligação da Maçonaria com a Feitiçaria (1)
- Fotos: Maçonaria Internacional - Itália. (1)
- Graus Capitulares (1)
- Graus Filosóficos (1)
- Graus Superiores (1)
- H (1)
- Hino Maçônico Brasileiro (1)
- História da Apae de Piumhi (1)
- Histórico do Rito Brasileiro (1)
- Hitler e a Maçonaria (1)
- I (1)
- III – O SILÊNCIO NA INICIAÇÃO (1)
- ILUMINAT (1)
- Igualdade e Fraternidade. (1)
- Jorge Lasmar (1)
- Juramento (1)
- K.L (1)
- LIVRO DA LEI (1)
- Lendas e Tradições (1)
- Liberdade (1)
- MAIS UM SIMBOLO DA MAÇONARIA (1)
- MAÇONARIA - Perguntas Frequentes (1)
- MAÇONARIA E ASTROLOGIA (1)
- MAÇONARIA EM MINAS GERAIS (1)
- MEUS VOTOS PARA 2010 (1)
- MOTIVOS PARA NAO SER MAÇON (1)
- Maçonaria - Pacto da Morte (1)
- Maçonaria - sociedade satânica ??? (1)
- Maçonaria apoia casamento entre homossexuais (1)
- Maçonaria é demoníaca (1)
- Maçons Imperfeitos (Uma Fábula). (1)
- Mistérios elucidados sobre os maçons (1)
- Monumentos Maçônicos (1)
- NA HISTÓRIA (1)
- O Despertar da Consciência (1)
- O Impacto da Maçonaria na Igreja (1)
- O MAÇOM TEM QUE SER LIVRE E DE BONS COSTUMES. (1)
- O PAPEL DA ANTI-MAÇONARIA (1)
- O PRIMEIRO TEMPLO MAÇÔNICO (1)
- O Que Eles não gostariam que você soubesse… (1)
- O Que é Maçonaria? (1)
- O Que é a Ordem DeMolay (1)
- O RITO ESCOCÊS (1)
- O Sigilo Maçônico (1)
- O símbolo perdido (1)
- OS GRAUS DA MAÇONARIA (1)
- OS TRES TOQUES (1)
- Os 33 Mandamentos da Maçonaria (1)
- Os segredos da maçonaria (1)
- P (1)
- PAINEIS (1)
- Porque a Maçonaria não inicia mulheres? (1)
- QUEM PODE ASSISTIR ÀS REUNIÕES DE UM CAPÍTULO (1)
- Qual a relação entre o cristianismo e a maçonaria? (1)
- REUNIOES DE MAÇONS (1)
- RITO MISRAIM (1)
- Rito de Schröeder (1)
- Rosa-cruz (1)
- S (1)
- SIMBOLOGIA (1)
- SOCIEDADE E DISCRIMINADA (1)
- Selos Maçônicos do Brasil e do mundo (1)
- Ser Maçon Hoje: Razão e Coração (1)
- U (1)
- V (1)
- V – O ASPECTO SIMBÓLICO E FILOSÓFICO E A "LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO" (1)
- Y (1)
- Z (1)
- a constituição deanderson (1)
- a família do maçom (1)
- a lenda do bode (1)
- a mulher na maçonaria brasileira (1)
- acacia SIMBOLOS DA MAÇONARIA (1)
- alquimia (1)
- andreia caetano-piumhi (1)
- arte na maçonaria (1)
- as estrela de cinco pontas (1)
- compromissos maçônicos (1)
- contos da maçonaria (1)
- copa do mundo 2010 (1)
- dia da mulher (1)
- filantropia (1)
- filme sobre maçonaria (1)
- história (1)
- http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/misticas/0080.jpg (1)
- iniciação (1)
- landmarks maçônicos (1)
- livros (1)
- lojas no mundo-PORTUGAL (1)
- maconaria (1)
- maçonaria de judas???? (1)
- maçonaria e cinema (1)
- maçonaria e dinheiro (1)
- maçonaria e espiritismo (1)
- maçonaria e o demônio (1)
- maçonaria na sociedade (1)
- maçonaria segreta (1)
- maçonaria- andreia caetano piumhi mg (1)
- maçons famosos (1)
- maçpnaria cristã??? (1)
- o Diabo e a Besta (1)
- o anticristo por tras da maçonaria (1)
- o bode (1)
- o envevecimento (1)
- o segredo (1)
- o surgimento e maçons famosos (1)
- os ideais da maçonaria (1)
- os mandamentos da maçonaria (1)
- perguntas e respostas (1)
- piumhi (1)
- poço de iniciaçao (1)
- rituais da maçonaria (1)
- sata (1)
- sexo na maçonaria (1)
- sociedades secretas (1)
- símbolos (1)
- Águia Bicéfala (1)