sábado, 18 de abril de 2009

A Maçonaria Exige o Cumprimento de Obrigações?


A Maçonaria Exige o Cumprimento de Obrigações?


É evidente que, ao se iniciar na Maçonaria, o cidadão deverá assumir compromissos gerados como conseqüência de sua responsável participação na Instituição. Poder-se-ia exemplificar dizendo que o maçom assume o compromisso de estudar, com mente aberta, as instruções maçônicas, bem como, o de considerar confidenciais os ensinamentos recebidos e contribuir pecuniariamente para a manutenção de sua Loja.
Em suma, haverá compromissos como existem Em qualquer associação humana.

Depreendem-se daquilo que já foi exposto, que a Maçonaria é uma fraternidade, e como tal, existem taxas de registro e contribuição mensal destinadas a cobrir despesas da Loja e do próprio adepto, decorrentes de seu ingresso na Ordem Maçônica.

Sendo a Maçonaria uma entidade sem fins lucrativos a contribuição é mantida a nível mais baixo possível.Assim, a filiação à fraternidade Maçônica não implica em qualquer tipo de sacrifício material entre os seus membros.

É fato incontroverso que uma das finalidades da Ordem é a de implantar sistematicamente na sociedade humana uma efetiva fraternidade entre os homens, isenta de qualquer discriminação.

Portanto, a Maçonaria propala no sentido de que cada um dos seus membros se esforce para considerar seus irmãos da Ordem como irmãos em Deus, e atue junto a eles com amor, tolerância, compaixão, solidariedade, isenta de sentimentos de superioridade social, sem que isso inclua necessariamente objeções financeiras, a qualquer pretexto.

Existe Ligação entre a Maçonaria e Outras Sociedades de cunho filosófico, religioso ou esotérico?

Não!

A Maçonaria, sendo uma sociedade autônoma e independente, identifica-se pela sua Constituição e pelo seu Regulamento Geral, que seguem as tradições das antigas constituições.

É reconhecida através de seus símbolos e emblemas, e principalmente por tratados de reconhecimento mútuo com as demais Potências Maçônicas espalhadas pelo mundo.

Contudo, a Maçonaria observa em relação às demais sociedades fraternais, místicas, filosóficas e religiosas, um relacionamento fraternal de mútuo respeito.

Existe um grau de Escolaridade para ser Admitido na Maçonaria?

Absolutamente, não é exigido um grau especifico de escolaridade para ser admitido em uma Loja Maçônica.

Costuma-se dizer até que a Loja fica mais completa e equilibrada, quando existe uma diversidade de profissões entre seus membros.

Todavia, as instruções são transmitidas, também através da palavra escrita (manuais), por conseguinte, é importante que o indivíduo não tenha dificuldades para leitura de textos, acessíveis a uma razoável escolaridade.

Maneira de Viver dos Maçons

A Maçonaria é, em resumo, a caridade para com todos.

Seus membros procuram viver segundo a regra de ouro:

"fazei aos outros aquilo que desejais que vos façam".

Ser maçom é amar o seu país, servir à Deus com reverência, tratar os familiares com brandura e afeto, ter humildade, ajudar os fracos e desvalidos da sorte.

Ser maçom é praticar as virtudes cardeais.

Tudo isto, e mais, constitui a Maçonaria como forma de viver, como farol a guiar-nos em todas as nossas ações.

Para realizar seus objetivos, a Maçonaria admite como membro, todo o homem que tenha um elevado senso de responsabilidade, e cuja palavra empenhada seja Lei para ele.

Exige sacrifícios, não mais do que qualquer outra atividade que requer de um homem respeito por seus compromissos assumidos.

As reuniões da Maçonaria são realizadas em locais denominadas Lojas, pelo menos uma vez por semana, no período noturno, cuja duração não deve ultrapassar duas horas.

A família, do Maçom, terá todos os motivos para incentivá-lo a participar sempre das reuniões maçônicas, certa de que sua assiduidade proporcionará uma nova dimensão de viver, que poderá realizá-lo como cidadão, como pai, como esposo, como filho e como Irmão.

Ao tornar-se maçom, o cidadão poderá estar certo de que terá feito uma opção única em sua vida, porque, nas Lojas Maçônicas, estará participando de uma organização que obedece aos princípios de amor a DEUS, à Humanidade, à Pátria e à Família, pregando e propagando a Tolerância, o Respeito e o Amor Fraternal.



sexta-feira, 17 de abril de 2009

OS TRES PONTOS


Os 3 pontos:A costume de colocar três pontos após a assinatura de um maçom, não é tão antiga como poderia pretender-se. Ela aparece pela primeira vez em 12 de Agosto de 1774 em uma circular do Grande Oriente da França comunicando um novo valor da anuidade e a mudança de local. Confirmando o anterior vemos que na Constituição de Anderson, documento básico da Maçonaria chamada Moderna, publicada em Londres em 1723, não é usada em parte alguma a escritura tripontuada. Esta forma de escritura, que teria como objetivo principal ocultar a compreensão de textos do entendimento de profanos, não tem sido exclusividade dos maçons; na Corte Pontifícia de Roma existia um tribunal denominado “Tribunal da A C\u8220" que era escrito justamente com as letras A e C seguidas de três pontos. Para uns era interpretado como Augusta Consulta, para outros Auditoris Curea e, inclusive, Auditor Camarae. Esta situação é, até certo ponto, comum em sistemas religiosos ou filosóficos, em que um símbolo ou ensinamento é adotado indistintamente por uns ou por outros. Acontece com a escada de Jacô; a cruz, adotada pela Igreja Católica alguns séculos depois da morte de Jesus; o Ternário, comum, praticamente, a todas as religiões, o avental, usado por todas as importantes religiões e mistérios antigos nas cerimônias de iniciação, etc.Se bem é certo que o maçom deve orgulhar-se de usar os três pontos na sua assinatura, ela não constitui uma obrigatoriedade, considerando que haverá certos casos em que por razões políticas, profissionais, familiares, etc, o maçom poderá ter a necessidade de não manifestar abertamente sua condição de tal. Inclusive, em nosso Ritual de Aprendiz da GLESP as iniciais não sempre são seguidas dos três pontos, tal é o caso das iniciais contidas nas páginas 13, 14, 23, 77, 78, 79, etc. edição 1989. Também, a pessoa que usa os três pontos na sua assinatura não é necessariamente um maçom. Ë como a pessoa que usa um adesivo maçônico no seu carro; já tivemos um caso em nossa Loja em que um irmão ao se encontrar com um carro luzindo um adesivo maçônico ele deu o conhecido toque de três buzinadas, provocando a ira do suposto condutor maçom que imaginou estar sendo criticado na sua condução pelo nosso irmão.O significado simbólico dos três pontos está, evidentemente, relacionado com o Ternário e como todos nos sabemos, o significado é variado e abrange todos os símbolos relacionados com o número três. O primeiro ponto é o origem criador de todo o que existe, o Uno, a Monada, o Princípio Fundamental, a Unidade, é Deus. Os dois pontos inferiores são a Dualidade, são gerados pelo primeiro ponto e, se se juntaram, voltam a ser a Unidade, da qual tiveram nascimento. O ponto superior corresponde ao Oriente em Loja, que é o mundo Absoluto da Realidade, é o Delta Sagrado, e os dois pontos inferiores correspondem ao Ocidente, ou seja o Mundo relativo, o domínio da Aparência, são as duas colunas, como mais um emblema da dualidade. Como podemos ver, a interpretação dos três pontos, são muitas e nelas não poderemos ficar restritos, para não pecar de dogmáticos.

O Despertar da Consciência


Despertar da Consciência



O progresso da Humanidade tem seu início na aplicação das leis de justiça, de amor e de caridade. Princípios sempre defendidos por nossa Sublime Instituição que, justamente por isso, é considerada progressista. Aonde não há Justiça e amor vigora a barbárie e a violência. A Justiça nada mais é do que o respeito ao direito de cada um. É a base para a convivência em sociedade, por conseqüência, mola mestra do desenvolvimento. O amor, por sua vez, substituiu o personalismo. É o triunfo sobre o ego, já que o amor, por definição, é incondicional e não exige retorno.
O amor, juntamente com a Justiça, é outra conquista importante do homem no interminável processo de evolução. O amor é elemento fundamental — um verdadeiro alicerce — na formação de uma personalidade sadia; gera e incentiva um comportamento equilibrado. Uma criança amada é mais confiante em si mesma, tem mais auto-estima, por isso desenvolve seu potencial de forma mais uniforme e rápida, transmitindo aos seus semelhantes o amor recebido.
Amar é ser consciencioso e fazer aos outros apenas o que deseja para si. Amar é compreender as fraquezas e defeitos do outro, é relevar seus erros e saber perdoar. Quem cresce sem amor fatalmente será um adulto seco e desprovido de compaixão, com um senso de justiça deturpado e deficiente.
A caridade é o terceiro ponto desse alicerce, estendido para outras fronteiras além do círculo familiar e fraternal do Homem e do Maçom. Para se viver a caridade precisa-se desenvolver virtudes.
E o que é virtude? Nosso rituais definem muito precisa e apropriadamente o que vem a ser virtude: "é uma disposição da alma que nos induz à prática do bem".
Construir Templos à virtude é cultivar a permanente disposição para querer o bem, é ter a coragem de assumir valores e enfrentar os obstáculos que dificultarão a subida, rumo ao conhecimento.
Logo, para vivenciar a justiça, o amor e a caridade é necessário antes de tudo ser virtuoso
Platão, no século V a.C., já mostrava a virtude como esforço de purificação das paixões. Dizia que o compromisso do homem virtuoso está vinculado à razão que determina o exercício prático, o domínio do corpo.
Para Aristóteles, a virtude é a eqüidistância entre dois vícios: um por excesso, outro por falta. Ele nos alerta sobre a necessidade de sermos prudentes e buscarmos o justo meio, sem o excesso e sem a falta.
Só conseguiremos o justo meio a partir da reflexão sobre as duas partes, utilizando a razão, a justiça e o amor pra não haver enganos, a partir do auto-conhecimento, que nos proporcionará a consciência da nossa realidade atual, e assim, saindo das sombras da ignorância, poderemos atingir elevados patamares, desenvolvendo valores conquistados.
Esses valores e virtudes, indispensáveis no Maçom, são conquistados através da vontade, imbuída de razão. Se temos direitos, temos também deveres, e não somente para com os nossos IIr.:, para com nossos familiares, para com a sociedade, mas principalmente para com nós mesmos, para com o nosso trabalho interior, para o desbaste de nossa Pedra Bruta. A síntese desses deveres está em cumprir com nossa obrigação, para conosco e para com nossos Irmãos. Não podemos somente ser Luz no caminho alheio, temos que, antes de nada, ser Luz no nosso próprio caminho.
Muitas vezes esquecemos de olhar para nós mesmos, em se tratando de mudanças e transformações. Exigimos que os outros mudem, sem no entanto, fazer nada para sair de onde estamos. Não deve haver lugar em nossos Templos para a hipocrisia, para a luta pelo poder, para a vaidade.
E a virtude onde fica? E a Fraternidade, o objetivo de servir, de ser caridoso? Será que esse nunca foi o objetivo? Teria sido apenas uma Luz que se apagou? Onde estão nossos valores, sempre ensinados mas nem sempre empregados?
Na verdadeira Maçonaria não deve haver espaço para brigas por cargos, para a disputa política. A verdadeira Maçonaria é aquela em que vivenciamos o Amor, a Fraternidade, a Verdade, o Dever e o Direito. A verdadeira Maçonaria é aquela que nos proporciona o prazer indescritível de abraçar um Irmão; é aquela que faz com que a convivência fraternal seja um prazer e não uma obrigação semanal.
Precisamos reavaliar nossas atitudes, nossos comportamentos e valores. Estamos realizando o trabalho que chamamos maçônico com respeito e humildade ou com arrogância e orgulho? Estamos realmente cumprindo o que juramos, de forma livre, quando conhecemos a V.: L.:? Estamos realmente cavando masmorras ao vício e levantando Templos à virtude?
Nossa Ordem precisa sair do imobilismo que se encontra. Precisamos, com união e respeito, debater mais nossos problemas em Loja; precisamos aprender a criticar e, principalmente, aprender a ouvir críticas; precisamos, acima de tudo, ser mais tolerantes com os outros e menos tolerantes com nós mesmos; precisamos desbastar nossa Pedra, não a do nosso Irmão.

A Corda de 81 nós :


A Corda de 81 Nós é um símbolo pouco conhecido que existe no Templo maçônico, estando localizado na parte superior de suas paredes, acima das colunas zodiacais.
O material da corda, pese a que é permitido ser esculpida na parede, deve ser confeccionada em material natural podendo ser fibras de sisal, cânhamo, juta, linho ou outro similar.
A costume de substituir materiais naturais por produtos artificiais, deveria ser abolida de nossos Templos porque com isso estamos paulatinamente perdendo o esoterismo que eles transmitem; como exemplos mencionamos o avental que deveria ser de pele de cordeiro e que hoje se permite o uso de material plástico, o acendido das velas com isqueiro e não com fósforos, a substituição das mesmas velas de cera por lâmpadas elétricas, etc.
Os denominados nós, na verdade são laços chamados “laços de amor” e que lembram o amor que deve existir entre os irmãos da Loja.
Cada laço tem uma forma que lembra o ato de geração renovadora já que consiste em um anel (feminino) que é penetrado pela corda (masculino) mostrando como o amor atua na continuidade da vida.
A disposição do laço será a de um oito deitado lembrando o infinito.
Os laços devem estar distribuídos em uma perfeita simetria ao longo da Corda. O primeiro laço ficará sobre o dossel ou o trono do V M e os outros 80 distribuídos em 40 de cada lado até os extremos da Corda situados junto a porta de entrada do Templo, no Oc.
A Corda termina em duas borlas que recebem o nome de Justiça ou Equidade e Prudência ou Moderação.
Esta abertura da Corda, em torno da Porta indica que a Maçonaria sempre estará aberta para receber novos candidatos que se interessem pelo estudo da Verdade, como também para todos os conhecimentos e novas idéias que elevem a espiritualidade do Homem.
O laço que fica sobre o trono do Va Divindade, criador do Universo e de todo o que existe.
Os 40 laços ou nós de cada lado da Corda lembram os 40 dias que durou o dilúvio (Gênesis, cap 7 vers 4: “Farei chover sobre a terra 40 dias e 40 noites”), os 40 dias que Moisés passou no deserto com o Senhor (Êxodo cap 34 vers 28 “E esteve ali com o Senhor 40 dias e 40 noites”), os 40 dias do jejum de Jesus (Matheus cap 4 vers 2 “E, tendo jejuado 40 dias e 40 noites, depois teve fome”) e os 40 dias que Jesus esteve na Terra após a ressurreição (Atos dos Apóstolos cap 1 vers 3 “Sendo visto pêlos Apóstolos por espaço de 40 dias”), 40 anos os israelitas peregrinaram pelo deserto até chegar a Canaã, a Terra prometida; a Quaresma dura 40 dias e antigamente certos doentes mais graves ficavam em quarentena como se tal fosse o período necessário para purificar o doente.
Em numerologia, 40 é o número da penitência e da expectativa.A Verdade está representada pelo número 81; o número 81 também nos está representando a Verdade só que em uma forma oculta, simbolizando que a Verdade não é fácil descobrir, ela exige muito estudo e mesmo assim provavelmente nunca a conheceremos.
O número 1 simboliza a Unidade, o Grande Criador Incriado, Deus, o G e o 8 simboliza o Infinito.
Deus e o Infinito, quando nada mais existe.
Um mais Oito somam Nove, o número perfeito, o número espiritual; 81 é o quadrado de Nove que por sua vez é o quadrado de Três.
Nosso Irmão Oswaldo Ortega é citado em um trabalho sobre a Corda de 81 Laços, do Irmão Ivan Barbosa de Oliveira (Grande Loja de Brasilia), publicado na internet, quando menciona que os 81 laços, estando na parte superior das paredes portanto perto do céu, tem ligação com os 81 anjos que visitam periodicamente a Terra; a cada 20 minutos um anjo desce e dá sua mensagem aos Homens; são 72 visitas no dia e que somados aos 9 planetas, que também nos influenciam, chegamos novamente ao número 81. Conforme nosso Irmão Ortega estes anjos estão representados nos 81 laços.


V – O ASPECTO SIMBÓLICO E FILOSÓFICO E A "LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO"


V – O ASPECTO SIMBÓLICO E FILOSÓFICO E A "LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO"




A Lei do Silêncio nada mais é do que um perpétuo exercício do pensamento.


Calar não consiste somente em nada dizer, mas também em deixar de fazer qualquer reflexão dentro de si, quando se escuta alguém falar.


Não se deve confundir silêncio com mutismo.


Segundo Aslan o primeiro é um prelúdio de abertura para a revelação, o segundo é o encerramento da mesma.


O silêncio envolve os grandes acontecimentos, o mutismo os esconde.


Um assinala o progresso, o outro a regressão.


Dizem as regras monásticas que o silêncio é uma grande cerimônia, pois Deus chega à alma que nela faz reinar o silêncio,


mas torna mudo que se distrai em tagarelices.


Os mistérios na Maçonaria devem ser velados em silêncio, pois em relação ao mundo profano


nossos segredos existem com o objetivo de não poluí-los pelos que não se encontram preparados


para entendê-los, e nada mais perigoso do que a verdade mal compreendida.Somente o homem


capaz de guardar o silêncio será disciplinado em todos os outros aspectos de seu ser, e assim


poderá se entregar à meditação.


Enfim, o silêncio é a virtude maçônica que desenvolve a discrição, corrige os defeitos, permite


usar a prudência e a tolerância em relação aos defeitos e faltas dos semelhantes.


Para encerrar, os Maçons se reúnem em Templos, e "O Templo representa a fortaleza da paz e do silêncio". (Isaías, cap. 30 v. 15).

IV- O RITUAL


IV – O ENFOQUE RITUALÍSTICO



Na abertura dos Trabalhos ouvimos o 2º Diácono responder ao V:. M:. que deve zelar para que


os Irmãos se mantenham em suas colunas com respeito, disciplina e ordem.Na abertura do L:.


L:., ouvimos que "No princípio era o Verbo", onde
reinava o silêncio.




No transcorrer dos Trabalhos, os VVig:. anunciarão o silêncio das colunas, o que significa que


democraticamente foi concedido o direito à palavra.Por fim, encerramos a Sessão jurando pelo


silêncio sobre tudo o que foi visto e falado em Loja.


III – O SILÊNCIO NA INICIAÇÃO

III – O SILÊNCIO NA INICIAÇÃO

Lei do Silêncio é a origem de todas as verdadeiras Iniciações.

Segundo Wirth o ensino deve ser pelo silêncio, nada de palavras que podem faltar com a

verdade.



É na Câmara de Reflexão que o silêncio assume sua maior importância, pois o candidato talvez

não tenha há muito tempo uma oportunidade igual de ficar a sós, em atitude contemplativa, em

meditação, para que possa ocorrer a maturação silenciosa de sua alma.



Ao longo do cerimonial, durante os interrogatórios, poderemos encontrar por diversas vezes

pausas silenciosas para que o candidato possa refletir sobre aquilo que acabou de ouvir.

Voltaremos a deparar com o silêncio ao realizarmos a 3ª viagem, feita com absoluto silêncio.

E será ainda o mote principal do juramento que realizamos na Iniciação.

II – ASPECTOS CONSTITUCIONAIS


Os primeiros catecismos maçônicos do século XVIII diziam que os 3 pontos particulares que distinguiam o Maçom eram a Fraternidade, a Fidelidade e Ser Calado que representavam o amor, a ajuda e a verdade entre os Maçons
As "Old Charges" ou Antigas Obrigações, pregavam o silêncio, a circunspeção e a compostura durante os trabalhos.
A constituição de Anderson pregava a prudência e o silêncio, notadamente em relação aos profanos.
Nos Landmarks de Mackey, o de nº. 23 se refere ao sigilo que o Maçom deve conservar sobre todos os conhecimentos que lhe são transmitidos e dos Trabalhos em Loja, sendo que as cartas constitutivas de todas as Obediências contêm referências com o mesmo sentido.

I – ASPECTOS HISTÓRICOS DO SILÊNCIO


Desde as primeiras civilizações, notadamente as que tinham sociedades iniciáticas, o silêncio é um importante elemento cultural, imposto
Em quase todas, é representado por uma criança com o dedo sobre os lábios.
Constitui-se uma exceção, o antigo Egito, onde existia um "Deus" do silêncio, chamado Harpócrates, com a mesma posição já descrita drasticamente para salvaguardar seus segredos
Entre os magos e sacerdotes egípcios, os iniciados assumiam um estado de silêncio total, a fim de se manterem os segredos e incitá-los à meditação, regra que seria adotada por todas as sociedades iniciáticas posteriormente
Buda, em 500 a. C., também valorizava o silêncio como condição para a contemplação.Os Essênios tinham como principais símbolos um triângulo contendo uma orelha e outro contendo um olho, significando que a tudo viam e ouviam, mas não podiam falar, por não terem boca.
Dentre os mistérios gregos, encontramos o de Orfeu, que com a magia de seu canto e de sua música executada numa lira, silenciava a natureza e a tudo magnetizava.Eurípides, no verso 470 de sua obra " Os Bacantes" diz que verdadeiros são os mistérios submetidos à lei do segredo. A palavra mistério deriva de "myein" que significa "boca fechada".
Pitágoras criou a escola Itálica e seus discípulos se distinguiam em 3 graus, sendo o 1º o "acústico", assim chamado porque era destinado aos aprendizes que só deviam ouvir e abster-se de manifestação.
Para os Talhadores de Pedras, o segredo e o silêncio sobre sua arte era uma questão de sobrevivência, constituindo-se inclusive num salvo-conduto.Os monges da Ordem de Císter tinham como uma de suas principais regras o silêncio para a reflexão.
A G:. L:. U:. da Inglaterra adotou, após sua unificação, a legenda "AUDI, VIDE, TACE", ou seja, "Ouça, Veja, Cale".Como pudemos perceber, temos inúmeros exemplos da importância do silêncio ao longo da história.

o significado do silencio do maçon


A palavra silêncio é derivada do latim “silentiu” e significa interrupção de ruído ou estado de quem se cala.

Na Maçonaria, o silêncio tem um rico significado e é sobre este aspecto que nós o estudaremos.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

veja esse artigo do grau 33 da maçonaria


.D. José Maria Caro é explicito no seu livro Misterio!


, p. 178:"Nas lendas maçonicas de certos graus, se costuma dizer que a Maçonaria descende por Caim, filho de Eva, de Iblis, o anjo de luz maçonico, isto é, o Lucifer dos cristãos, e, portanto, segundo eles, vem do mesmo Satanaz que, para eles, é o deus bom, o eterno inimigo de YHWH, Deus da Biblia...


"Essa monstruosidade está comprovada por dois documentos da propria Maçonaria, absolutamente autenticos.


O primeiro é a PRANCHA dirigida pelo Grão-Mestre de Charleston, General Albert Pike, às lojas paladicas ou de retaguarda da Europa:



"A vós, soberanos grandes inspetores gerais, graus 33, dizemos para que o repitais aos irmãos dos graus 32, 31 e 30 sòmente: a religião maçonica deve ser, para nós todos, os iniciados dos altos graus, mantida na pureza da doutrina luciferiana.


"O segundo é um trecho do discurso do irmão 33, Inacio Sinigagliesi, na Primeira Federação Maçonica de Palermo:


"Satã, que os padres venceram pela astucia, pela calunia e pela velhacada, é o criador da obra de igualdade, inteligencia, civilização e progresso!"
Fonte: MARGIOTTA, Domenico. Le Palladisme. Grenoble, Ed. H. Falque, 1895, com a benção do santo padre Leão XIII.

Maçonaria - sociedade satânica ????


Leiamos COPIN-ALBANCELLI. Le pouvoir occulto em Paris



Ed. Renaissance Française, 1908. pp. 291-292:"


Certas sociedades maçonicas são satanicas... seus iniciados professam o culto de Lucifer.

Adoram a este como verdadeiro deus e se enchem de odio implacavel contra o Deus cristão, que declaram impostor"

terça-feira, 14 de abril de 2009

O RITO DO BRASIL

Preceitos do Rito


O Rito Brasileiro é teista,

afirmando a crença em um DeusCriador - Supremo Arquiteto do Universo.Acata os Landmarques e os demais princípios tradicionaisda Maçonaria, atendendo a todos os requisitosda Ortodoxia Maçônica.A base do Rito é a Maçonaria Simbólica de São João, sob ajurisdição do Grande Oriente do Brasil. Sobre ela, eleva-sea hierarquia de 30 Altos Graus, sob a jurisdição doSupremo Conclave do Rito.Dedica-se o Rito Brasileiro ao aperfeiçoamento dosMaçons, conciliando a Tradição com a Evolução.Especializa-se no cultivo da Filosofia, Liturgia, Simbologia,História e Legislação Maçônica, estudando os grandesproblemas nacionais e universais e suas implicações econsequência no futuro da Pátria e da Humanidade.Combate a supertição, conciliando a Razão com a Fé.O incentivo e a prática do Civismo constituem-seem um dos altos objetivos do Rito Brasileiro.

Histórico do Rito Brasileiro

Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima afirmação de Brasilidade e um autêntico ato de amor ao Brasil. Dos diversos ritos praticados pela Maçonaria Regular, em todos os recantos da Terra, o Rito Brasileiro é um deles. O Rito Brasileiro ha muito tempo é Regular, Legal e Legítimo. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria, podendo ser praticado em qualquer país. Teria sido o embrião do Rito Brasileiro o apelo feito por um irmão Lusitano, um Cavaleiro Rosa Cruz, no ano de 1864, dirigido aos Orientes Lusitano e Brasil, no sentido de que fosse criado um Rito novo e independente, mantendo os três graus simbólicos, de acordo com a tradição maçônica, comum a todos os ritos e, os demais, altos graus, fossem diferenciados com características nacionais. Este apelo vinha com a seguinte afirmação: “Convimos em que semelhante reforma é contraria ao cosmopolismo e a tolerância Maçônica mas também é verdade que, enquanto os Maçons forem patriotas, e os povos fisicamente desiguais, a conservação de um Rito Universal, parece-nos impossível: Talvez que um tão gigantesco projeto só poderá ser possível no vigésimo século”. Esta idéia está publicada às páginas 6, vol. I da obra clássica em Maçonaria, intitulada Biblioteca Maçônica ou Instrução Completa do Franco-Maçom, publicada em Paris, por Ailleaud Guillard. Em 1878, em Recife surgiu a Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro com aval de 838 obreiros, presidido pelo comerciante José Firmo Xavier, para as Casas do Circulo do Grande Oriente de Pernambuco; Esta Constituição era Maçonicamente totalmente irregular, pois a mesma além de se assentar sob os auspícios de sua Majestade Imperial Dom Pedro II, Imperador do Brasil, da Família Imperial e sua Santidade Sumo Pontífice o Papa, nela estava incluído vários preceitos negativos, como por exemplo: A admissão somente de Brasileiros natos, e em seu artigo 4° afirmava que uma das finalidades do Rito era defender a Religião Católica e sustentar a Monarquia Brasileira. Evidentemente o Rito não prosperou, pois era Irregular. Esta Constituição se encontra na Biblioteca Nacional e também publicada nos livros A Maçonaria e o Rito Brasileiro, de Hercules Pinto,Editora Maçônica, 1981 e Rito Brasileiro de Maçons Antigos Livres e Aceitos de Mário Name, Ed. A Trolha, 1992. Em 21 de dezembro de 1914, na reunião do Conselho Geral da Orem, presidido pelo Soberano Grão Mestre Lauro Sodré, o irmão Eugênio Pinto, orador interino, fez a proposta para a criação do Rito Brasileiro, quando foi aprovada a criação do Rito Brasileiro. Em 23 de dezembro de 1914, surgiu o decreto n° 500, que deu o conhecimento aos Maçons e Oficinas da Federação, da aprovação, do reconhecimento e da adoção do Rito Brasileiro. Kurt Prober, pesquisador maçônico, tece severas críticas à forma de criação do Rito, alegando: que o quorum da reunião era insuficiente, realizada ao apagar das luzes e que o Rito teria sido invenção dos militares. Em 1916, Lauro Sodré, afastou-se do 3° mandato de Soberano Grão Mestre do GOB, assumindo em seu lugar Veríssimo José da Costa que encaminhou o decreto n° 500 para a aprovação da Soberana Assembléia Geral. Assim através de um novo decreto, desta vez, o de n° 536, de 17 de outubro de 1916, reconheceu, consagrou e autorizou o Rito, criado e incorporado ao GOB. Em junho de 1917, o Conselho Geral da Ordem aprovou a constituição do Rito com seus regulamentos, estatutos e rituais. Mesmo assim o Rito não prosperava pela falta de uma oficina chefe e de rituais publicados. Em agosto de 1921, através do decreto n° 680, o Soberano Grão Mestre do GOB expulsou o Grão Mestre e outros 45 Veneráveis de Lojas do Estado de São Paulo, cassando as cartas constitutivas daquelas Oficinas, que passaram a adotar o Rito Brasileiro, publicaram rituais para os três primeiros graus, cópias fiéis do Rito Escocês. Em 1940, Álvaro Palmeira propõe a formação de uma comissão para analisar, estudar e atualizar o projeto do Rito Brasileiro, que naquela época achava-se adormecido. Em 1941, foi instalado o Supremo Conclave do Rito Brasileiro através do ato n° 1636. Este Supremo Conclave viria adormecer, pois havia pequenas diferenças entre o Grão Mestre Rodrigues Neves com o presidente do Supremo Conclave Otaviano Bastos. Em 1968, considerado o ano da implantação do Rito Brasileiro, Álvaro Pimenta Soberano Grão Mestre assinou o decreto n° 2080, reativando o Supremo Conclave, determinando que 15 irmãos revissem a Constituição do Rito, adequando-a às exigências internacionais de regularidade, fazendo um Rito Universal, separando o simbolismo dos altos graus, conciliando a tradição com a evolução. Publicou-se os rituais necessários. Atualmente o Rito Brasileiro é uma realidade vitoriosa. Possui organização e doutrina bem estruturadas, que muito se diferencia da organização e doutrina incipientemente propostas ao longo de sua história. Solidamente constituído é praticado por mais de 150 Oficinas Simbólicas distribuídas por quase todas as unidades da Federação. É o segundo Rito mais praticado no Brasil. O Supremo Conclave do Rito Brasileiro tem sede no Oriente do Rio de Janeiro, à Rua do Lavradio, n° 100. Estrutura doutrinária do Rito Brasileiro Em cinco segmentos se estrutura o Rito: Lojas Simbólicas 1° ao 3° grau 1° Grau – consagrado à fraternidade dos irmãos, união dos irmãos. 2° Grau – consagrado à exaltação do trabalho e ao estimulo da solidariedade. 3° Grau – consagrando o princípio que a vida nasce da morte. Capítulos 4° ao 18° grau Dedicados ao estudo da Filosofia Moral, 14 virtudes culminando com o grau Rosa Cruz, moral e espiritual, degrau capitular máximo. Grandes Conselhos 19° ao 30° grau Dedicados aos estudos dos problemas nacionais e da humanidade. 19° ao 22° - aspectos ligados à economia. 23° ao 26° - aspectos ligados à organização da sociedade. 27° ao 30° - aspectos ligados à arte, ciência, religião e à filosofia. Altos Colégios 31° e 32° grau Dedicados ao bem público e ao civismo, a abordagem de assuntos políticos, tratados elevadamente, sem injunções partidárias. Sumo Grau 33 Máximo na hierarquia de caráter administrativo, com tendência em grau superior. Algumas Características básicas do Rito Brasileiro Cada Rito possui modo próprio de realizar suas cerimônias, respeitados os limites bem conhecidos, sob pena de heresia maçônica. O importante é que todos os Ritos tem o mesmo objetivo, qual seja, o de ordenar a prática dos estudos maçônicos. Enumeramos algumas características do Rito: Uso de Bastões É por tradição, o uso de bastões pelo Mestre de Cerimônias e Diáconos. O Retorno da Palavra Sagrada Peculiaridade do Rito, tem como objetivo simbólico de confirmar a boa condução dos trabalhos e sua conclusão. A palavra vai e volta, imantando e desimantando. Sinais Além dos sinais habituais, temos os sinais de obediência e do rito. O Giro da Sacola Em três sub-giros: no oriente, na coluna do norte e na coluna do sul. Todos iniciando pelas luzes da região. Cerimônia das Luzes Realizada pelo Venerável Mestre com o auxilio do 1° e 2° Vigilante. Os três são as três luzes que iluminam a Loja. As 3 luzes místicas representam e evocam a onisciência (sabedoria – VM), a onipotência (força – 1° Vig.) e a onipresença divina (beleza – 2° Vig.). Inversão das Colunas Maçônicas É uma questão complexa, mas caracteristicamente o Rito inverte a coluna dentro do templo. Coluna "J" a direita. Colunas Norte e Sul Baseados no Hemisfério Sul, com pouca luz, os aprendizes sentam-se na coluna do sul e os companheiros na do Norte. Aclamação e Bateria Glória, Gloria, Gloria.

CHEGADA DO RITO SCHRÖEDER AO BRASIL


CHEGADA DO RITO SCHRÖEDER AO BRASIL



O Rito Schröeder chegou ao Brasil em dezembro de 1855, com a fundação da Loja “Deutsche Freundschaft” (Amizade Alemã), por imigrantes alemães e suiços em Joinvile-SC.Entretanto, este fato correu após a fundação do povoado denominado Dona Francisca, hoje muinicípio de Schroeder, cujo nome foi uma homenagem ao seu colonizador Senador Cristiano Mathias Schroeder, em 1851, sendo onde se concentraam as colônia germânicas e suíças, inicialmente. Esta Loja (Amizade Alemã), em maio de 1859 uniu-se à Loja”Zum Südlichen Kreuze”(Ao Cruzeiro do Sul), que havia sido fundada em maio de 1856, tomando a nova Loja o título distintivo de “ Deutsche Freundschaft Zum Sülinchen Kreuze” Amizade Alemã ao Cruzeiro do Sul).Naquela oportunidade, chegaram a compor o Rito Schröeder, cerca de 49 lojas, até o início da 1ª Guerra Mundial, somente no Rio Grande do Sul.Infelizmente, o advento bélico fez com que o governo brasileiro, em 1917, proibisse as reuniões e o uso da língua alemã em todo o território nacional.Esta proibição fez abater colunas todas as lojas Schröeder existentes.
Assim permaneceu até 24 de junho de 1958, quando ocorreu a fundação da Loja Concórdia & Humanitas nº 56, sob a jurisdição da GLMERGS, onde, então, voltou-se a desfrutar a beleza e o humanismo do genuíno Ritual Schröeder, primeiramente em alemão e posteriormente em português.

Hoje no Brasil, somos aproximadamente 39 lojas praticantes do Rito e em constante crescimento.
Entretanto foi no Estado do Rio Grande do Sul, que as lojas do Rito Schröeder se desenvolveram com maior ênfase, quando lá se estabeleceram as colonizações alamãs e italianas, surgindo (cada uma em sua época) fundações de associações, clubes e lojas maçônicas.
Com o advendo da 2ª Guerra Mundial, todas as lojas que utilizavam rito alemão foram obrigadas a trocar o seu rito (Schröeder) pelo rito Escocês.
Com isso várias Lojas abateram colunas.
Havia muita pressão sobre os alemães e italiados, mormente sobre os alemães, já que eram os causadores diretos da 2ª Guerra Muindial.
Quando, finalmente, foi permitida a reabertura das Lojas, no pós guerra, foi procurada uma maneira de se fundar uma loja no idioma alemão, a fim de preservar e manter as tradições e cultura germânica.
Fundou-se, então, uma loja que trabalhava no Rito Escocês, porém, onde todo o ritual era lido e falado em alemão.
Somente tempos depois é que foi escolhido o Rito de Schröeder, sendo que, por falta de informações, possuia a denominação Schröeder, porém trabalhava no Escocês.
Assim surgiu de forma bastante peculiar, o Rito Schröeder no Rio Grande do Sul.
Com a chegada do valoroso Ir\ Kurt Max Hauster, da Alemanha, trazendo consigo o ritual alemão da Loja Absalom, foi que os Irmãos daquela Loja tomaram conhecimento oficial, não só da formatação da loja, como, também, do rito, propriamente dito.
Todo o material então foi repassado à vários obreiros que se incumbiram de organizar as traduções, colocando-as em ordem para posterior elaboração dos rituiais.
Feito isso, foi passado à Loja Concórdia &Humanitas, no dia 24/06/1958 (data oficial) e, assim, deram início aos trabalhos que têm curso até a presente data.

Algumas Características do Rito Schröder:

- O Rito Trabalha exclusivamente nos Três Graus Simbólicos ou Azuis;
- Somente os cargos de Ven\ Mestre, Vigilantes e Tesoureiro são eletivos;
- O Orador é nomeado pelo V\ M\ somente para as sessões em que for considerado necessário e não atua como "Guarda da Lei", que é o próprio V\M\;
- Os demais cargos em Loja: Secretário; 1º e 2º Diáconos; M\ Harmonia;
2º Diáconos Adjuntos (Guardas do Templo interno e externo) e Preparador, são nomeados pelo V\ M\;
- O 1º Diácono é também o M\ de Cerimônias; - São T\ as batidas para todos os Graus, variando apenas na cadência; - Durante as Sessões ritualísticas a Palavra é concedida pelo V\ M\ através do 2º Vig\;
- Todos os Irmãos usam chapéu ou cartola ("cilindro alto") e luvas brancas nas Sessões;
- Os aventais: o de Aprendiz é branco e mantém a abeta levantada;
o de Companheiro é branco e tem a abeta baixada, circundada por uma borda azul;
o de Mestre é branco com uma borda azul que também circula a abeta baixada, sem rosetas ou Taus.
- O avental de Mestre é o mesmo para o V\M\ e os Ex-Veneráveis;
- O Rito original não adota a Cerimônia de Instalação de Veneráveis Mestres.
É o Reg. Geral da Potência que determina este procedimento adotado pelas Lojas Brasileiras;
- O V\M\, em visita a outras Lojas, usa na lapela esquerda, presa a uma fita azul, uma comenda com um pequeno Esquadro;
- Os Ex-Veneráveis, chamados Past Masters, usam na lapela esquerda, presa a uma fita azul, uma comenda com a representação gráfica do 47º Problema de Euclides pendurada a um pequeno Esquadro;
- Utiliza-se Sessões "a campo" (fora do Templo) para assuntos administrativos e também para apresentação de Trabalhos ou Instrução;
- Todos os Irmãos tem direito a Voz e voto (inclusive Aprendizes e Companheiros).
É o Reg. Geral da Potência que determina, por exemplo, que para a Administração votem apenas os Mestres Maçons;
- Todas as Sessões são encerradas com a formação da Cadeia de União em um cerimonial próprio;
- Se necessário passar a "Palavra Semestral", o V\M\ formará uma segunda Cadeia de União após encerrada a Sessão;
- Adota-se a "Noite dos Convidados", que é uma Sessão Branca Especial "a campo" (fora do Templo e sem ritualística) para apresentar candidatos à Loja.
Algumas Características do Templo do Rito Schröder:
- As Colunas J (à esquerda) e B (à direita de quem entra) ambas no lado externo (átrio) do Templo (alguns Templos não apresentam as Colunas B e J);
- Piso em um único nível (sem degraus) para Oriente e Ocidente (algumas Lojas – inclusive a ABSALOM - adotam dois degraus para o Oriente e um terceiro degrau para o Altar do V.M.);
- A decoração do Templo pode ser simples, com teto e paredes na cor azul variando apenas na tonalidade (pode-se também utilizar formas artísticas e arquitetônicas para embelezar o Templo);
- O Tapete da Loja, com os símbolos tradicionais da Ordem, é aberto ritualisticamente no centro do piso no Ocidente, substituindo os Painéis dos Três Graus;
- Três Colunas (que podem ser das ordens Jônica, Dórica e Coríntia) encimadas por "Três Grandes Velas" circundam o Tapete (algumas Lojas adotam três grandes castiçais);
- A iluminação do Templo na Abertura e no Encerramento da sessão segue um cerimonial próprio (do Oriente para o Ocidente);
- Um Triângulo ou um Compasso e um Esquadro com a letra G no centro na parede oriental, sobre a cabeça do V\M\;
- Altar (mesa retangular e cadeira sobre uma plataforma) para o V\M\; - Mesas simples e retangulares para os Oficiais (1\ e 2\ Vigilantes, Secretário e Tesoureiro);
- O Livro da Lei sobre o Altar (que é a própria a mesa do V\M\) permanece fechado;
- Na abertura da Loja, Compasso e Esquadro são armados pelo V\M\ de acordo com o Grau dos Trabalhos e colocados sobre o Livro da Lei;
- Ao lado e abaixo do Altar fica uma cadeira, a direita do V\M\, para o G\M\ ou seu Deputado;
- Ao lado e abaixo do Altar fica uma cadeira, a esquerda do V\M\ , para o V\M\ Adjunto (Ex-V\M\ mais moderno);
- Os Past Masters (Ex-Veneráveis Mestres, pois o Rito não usa a expressão M\I\) sentam-se no fundo do Oriente, de frente para o Ocidente.
- Os Aprendizes sentam-se na primeira fila da Coluna do Norte; - Os Companheiros sentam-se na primeira fila da Coluna do Sul;
- Os Mestres sentam-se em qualquer das duas Colunas; - Uma Sala de Preparação e uma Câmara Escura substituem a "Câmara de Reflexão".
Algumas diferenças com o Rito Escocês Antigo e Aceito, pois o Rito Schröder NÃO utiliza: - Cargos de: Chanceler; Mestre de Cerimônias (é o 1º Diác\); Hospitaleiro;
1º e 2º Expertos;
Porta-Estandarte;
Porta-Espada;
Mestre de Banquetes e Arquiteto;
- Punhos para o V\M\ e Vigilantes;
- Pavimento Mosaico (com o mesmo simbolismo, tijoletas coloridas aparecem na borda do Tapete da Loja);
- Colunas Zodiacais;
- Abóbada Celeste (o céu está representado no centro do Tapete);
- Gradil entre Oriente e Ocidente;
- Altar de Juramentos (é a própria mesa do V\M\);
- Olho que Tudo Vê (substituído por um Triângulo com a letra G no centro, ou pelo Compasso e Esquadro também com a letra G em seu centro);
- Estrela Flamígera;
- Corda de 81 Nós;
- Espadas;
- Espada Flamejante;
- Prova dos Elementos (substituída pelas 3 Viagens);
- Painéis dos Graus (representados pelo Tapete);
- Mar de Bronze;
- Bolsa de Propostas e Informações (são entregues diretamente ao V\M\, antes do início da sessão);
- Giro hierárquico para o Tronco de Solidariedade;
- Turíbulo ou incensório, pois não há queima de incenso nas sessões.
Algumas diferenças com o Rito de York (Emulation Rite), pois o Rito Schröder NÃO utiliza:
- Cargos de: Diretor de Cerimônias;
Capelão;
Organista;
Esmoler;
Mordomo; Administrador da Caridade;
- Pavimento Mosaico (substituído pelo Tapete da Loja);
- A letra "G" suspensa no centro da Loja;
- Os Pedestais do V.M. e dos Vigilantes;
- A Pedra Bruta (representada no Tapete);
- A Pedra Esquadrada (Idem); -
Altar de Juramentos (é a própria mesa do V.M.);
- Espada para o Guarda Externo;
- Painéis dos Graus (representados pelo Tapete);
- O andar "esquadrando" o Templo.

CONCLUSÃO:

O Rito Schröder apresentou expressivo crescimento a partir de 1995, quando havia cerca de 14 Lojas no Brasil. Atribuímos este crescimento a divulgação, nos Seminários de 95 e 98 (RS) e 99 (CE) e, a Fundação do Colégio de Estudos do Rito Schröder de Florianópolis (SC) em 1997. Este, mantém contato com todas as Lojas Schröder do Brasil, buscando sintonia com os ideais de Schröder e com os Rituais da Loja ABSALOM Nº 1. Visa uniformidade ritualística e de pensamento, em um trabalho de cooperação entre Lojas das diversas Obediências. Estas iniciativas estimulam muitos Irmãos, alguns mesmo sem deixar suas "Lojas Escocesas" outros, transferindo-se para Lojas Schröder para fundar novas Oficinas. Por utilizar um Templo simples, com poucos paramentos e cargos, torna-se muito mais fácil "trabalhar" em uma Oficina Schröder. Tudo isso contribui para aumentar o número de Oficinas que adotam o Rito.Atento a este movimento, o G. O. B. criou em 1999 o cargo de Grande Secretário Geral de Orientação Ritualística-Adjunto para o Rito Schröder, não por acaso, ocupado por um dos integrantes do Colégio de Estudos.

LIVRO DA LEI


LIVRO DA LEI

Fica sobre o Altar do Venerável Mestre a Biblia com as pontas voltadas para o Ocidente. Sobre ela permanece o compasso aberto em engulo reto, com as pontas viradas para o Ocidente e encobertos pelas hastes do esquadro

O TAPETE



O TAPETE


Uma peça que fica situada no centro do Templo cujos lados representam os quatro pontos cardeais.

Na orla, há tres portas representando os três primeiros oficiais da Loja (O Venerável Mestre e os Vigilantes).

Há também diversas ferramentas de pedreiros que simbolizam o trabalho , o desenho da pedra bruta, na qual trabalham os Aprendizes.


Em torno do Tapete ficam três colunas portando grandes velas. A Coluna da Sabedoria fica na posição Nordeste, a da Força na posição Noroeste e a da Beleza no meio da orla sul do Tapete.

O RITUAL ABERTURA



RITUALISTICA


No Rito Schröeder, o cortejo de abertura dos trabalhos é conduzido pelo Irmão Primeiro Diácono. Ao Segundo Diácono cabe cumprir o primeiro dever de um maçom em Loja. Faz a batida do grau na porta do Templo e é respondido pelo Cobridor Externo.Após cumprir essa formalidade o Venerável Mestre determina aos Diáconos desenrolar e estender o Tapete no centro do Templo.Após o desenrolamento do Tapete, o Venerável Mestre passa uma pequena vela ao Primeiro Diácono que acende as menores. Em seguida o Venerável Mestre vai até à Coluna Noroeste e acende a vela da Sabedoria. Depois os Vigilantes acendem, respectivamente, as outras duas, Força e Beleza.Após essa cerimônia o Venerável Mestre eleva uma prece ao Grande Arquiteto do Universo e declara aberta a Loja.

O SURGIMENTO DO RITO

O SURGIMENTO

O Ir\ Schröder gozava de grande prestígio, como Maçom e como profano (foi considerado, na época, “o maior ator que a Alemanha já teve”) e era reconhecido como um profundo conhecedor da História e dos Antigos Rituais da Maçonaria. Estudou, principalmente, os livros “As Três Batidas Diferentes na Porta da Mais Antiga Maçonaria – The Three Distinct Knocks at the Door of the Most Ancient Free-Masonry”, de autor desconhecido, sem dúvida o mais antigo manual maçônico impresso; e “Maçonaria Dissecada – Masonry Dissected”, de Samuel Prichard, que continha as práticas maçônicas utilizadas em Londres, em 1730. Examinou, também, os rituais dos diversos sistemas de graus complementares que proliferavam na Europa daqueles tempos. Suas pesquisas o levaram a abolir os chamados “altos graus”, bem como todo o ocultismo que dominava a Maçonaria Alemã, restaurando o Antigo Ritual Inglês, adaptando-o para a cultura e para o idioma germânicos seus contemporâneos. é devido a essa origem comum nos antigos rituais ingleses que o Rito de Schröder é semelhante ao Rito de York (Emulation Rite) sem, contudo, ser uma cópia do mesmo.O Ir\ Schröder entendia a Maçonaria como uma união de virtudes e, não, uma sociedade esotérica. Por isso, enfatizou, no seu Ritual, o ensinamento de valores morais e a difusão do puro espírito humanístico, dentro do verdadeiro amor fraternal. Preservou a importância dos símbolos e resgatando o princípio que afirma ser “a verdadeira Maçonaria a dos Três Graus de São João”.Iniciou, em Hamburgo, a elaboração de um novo Ritual para a Grande Loja Provincial, subordinada à Premier Grande Loja da Inglaterra.Baseou todo o seu trabalho no texto Three distinct knocks (Três batidas diferentes) que considerava “o mais velho e genuíno Ritual Inglês”. Sentia profundamente que princípios éticos e morais eram a essência da Maçonaria e os formulava com grande cuidado, com a colaboração dos mais educados maçons de seu tempo. Isso dá ao seu Ritual um caráter particular, expressando tendências espirituais da Alemanha por volta do século XVIII.Entre os principais colaboradores de Schröder estavam Friedrich Ludwig Wilhelm Meyer (1759/1840) e Johann Gottfried Herder (1744/1803), com quem trocou diversas correspondências.Em 29 de junho de 1801, submeteu seu texto aos Mestres de Hamburgo, que o adotaram por unanimidade. Depois de mais uma revisão, foi impressa uma edição limitada para todas as Lojas de Hamburgo. Dessa edição existe somente uma cópia pertencente a uma Loja na cidade de Celle.Em 1814, após exercer o Grão-Mestrado Adjunto na Grande Loja Provincial da Baixa-Saxônia, à qual sua Loja estava subordinada, foi eleito Grão-Mestre na Grande Loja de Hamburgo. Faleceu em 3 de setembro de 1816, em Relligem, próximo de Hamburgo, ocupando o primeiro Grande Malhete.Friedrich Ulrich Ludwig Schröder conferiu ao seu Ritual uma posição de destaque entre os Ritos Maçônicos, pela concordância com o Rito da Grande Loja Mãe da Inglaterra, pela eliminação de todos os aditamentos inseridos no final do século XVIII, pelo espírito de humanismo presente em seu cerimonial e pelo brilho da linguagem clássica do alemão.

Rito de Schröeder

Rito de Schröeder

Friedrich Ulrich Ludwig Schröder

Nasceu em 2 de novembro de 1744, em Schwerin, Alemanha. adotado por um casal de atores do teatro mambembe. Demonstrando grande inteligência, Schröeder conseguiu absorver com muita facilidade os ensinamentos através da mãe e do padrasto. Teve também uma formação teatral, pois atuava juntamente com seus pais no teatro

Ator-produtor, proprietário de teatro em Hamburgo, adaptou diversas peças de teatro dos originais franceses e ingleses e foi o introdutor de Shakespeare no teatro alemão.Aos 30 anos de idade, foi iniciado Iniciado em 1774 no Rito da Estrita Observância, na Loja “Emanuel Zur Mainblumen”, de Hamburgo, onde, em 1787 foi eleito Venerável Mestre. Em 1790, descontente com o declínio da Maçonaria Alemã, que incorporara todas as adulterações aos ensinamentos puros do Antigo Ritual Inglês, principalmente com o declínio do Rito da Estrita Observância – a partir de 1764 – o Ir\ Friedrich Ulrich Ludwig Schröder recebeu inspiração para propor um novo Ritual à Maçonaria Alemã, expurgando-a de todas as excentricidades acrescidas.




Procedimentos para fundação e instalação de Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente no Brasil

Procedimentos para fundação e instalação de Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente no Brasil
Documentos a serem providenciados
:

1. Formulário de Patrocínio (Certificate of action of Masonic Lodge)O Capítulo deve ter um corpo maçônico patrocinador, que pode ser uma Loja Simbólica. Para tanto a Loja deve aprovar o Patrocínio, que é, na prática, apenas moral, visto que, por ser uma Ordem de adultos, se mantém as suas próprias custas. A Loja deve preferencialmente ter Templo próprio de forma a abrigar o Capítulo.A aprovação do patrocínio deve ocorrer em sessão regular da Loja, pois a data da aprovação deve ser informada neste Formulário.Caso exista mais de uma Loja patrocinadora, deve ser preenchido um Formulário para cada Loja. Cabe ao Secretário da(s) Loja(s) preencher este documento e assiná-lo.

2. Formulário de Regularidade Maçônica (Certificate of masonic good stading)Este formulário destina-se a atestar a regularidade maçônica dos Mestres Maçons candidatos à iniciação. Ele deve ser preenchido pelo responsável pela organização e deve ser assinado pelo Secretário da Loja de origem do candidato, já que o Capítulo pode ser formado por candidatos oriundas de qualquer Loja, mesmo que ela não seja a patrocinadora. A assinatura do Secretário será o atestado de regularidade maçônica do candidato.

3. Formulário de Conexão Maçônica (Certificate of Masonic Connections)Este formulário destina-se a atestar o grau de parentesco (esposa, filha, etc) com um Mestre Maçom regular, das senhoras candidatas à iniciação. Parentes de Mestres Maçons falecidos, estes deveriam estar regulares à época do falecimento.

4. Certificado de Digno Diretor e Diretora (Certificate of Worthy Patron and Matron)Após as eleições, a secretária deverá preencher este formulário, o qual poderá ser entregue pessoalmente ao Delegado que vier presidir a eleição desta primeira administração.

5. Pedido de Licença (Application for dispensation - Instition of a new Chapter)Este formulário informa o nome proposto para o Capítulo, endereço das reuniões, os nomes e endereços da Secretária, Digna Diretora, Digno Diretor, Digna Diretora Assistente e Digno Diretor Assistente. Poderá ser entregue pessoalmente ao Delegado.

6. Pedido de Carta Constitutiva (Petition for a Chapter)Este formulário informa o nome do Capítulo, local das reuniões, o nome de todas as senhoras e seus respectivos graus de parentesco com Mestre Maçom, o nome de todos os Mestres Maçons e suas Lojas de origem. Poderá ser entregue pessoalmente ao Delegado.Comentários:O grupo inicial de candidatos deve ser de no mínimo 20 (vinte) pessoas. Sendo um mínimo de 15 (quinze) mulheres e um mínimo de 1 (um) Mestre Maçom, isto é, caso sejam 15 mulheres deverá haver 5 Mestres Maçons. Desta forma o Capítulo funcionará sob licença (under dispensation - UD), receberá uma Carta Constitutiva Provisória com validade definida (geralmente um ano). Entretanto o Capítulo deverá ter 40 (quarenta) membros ativos ao cabo do segundo ano de existência, para receber a Carta Constitutiva definitiva.Só podem ser candidatos, Mestres Maçons ou parentes de Mestres Maçons.As despesas para a fundação de um Capítulo podem atingir valores ao redor de US$ 500,00, incluindo aqui toda a documentação enviada pelo Grande Capítulo Geral dos EUA, tais como livros de secretaria, tesouraria, rituais, Bíblias, estandarte, constituição, Normas e Regulamentos e outros. Este deve ser enviado através de Vale Postal, Cartão de Crédito, Banco do Brasil.Em razão disto o grupo pode, e deve, se reunir informalmente fixando desde já o dia de sua reunião, suas metas sociais, mensalidade provisória, criando o hábito de encontro e o recolhimento de fundos para essa despesa, enquanto aguarda a deliberação do Grande Capítulo Geral.Será então fixado um dia para o retorno do Delegado ou a vinda do Muito Grande Digno Diretor para realizar a Instituição do Capítulo, Iniciação dos candidatos elencados e Instalação dos Oficiais Eleitos.Pronto! Dai para a frente o Capítulo passa a ter vida, podendo selecionar e iniciar os futuros membros.Parabéns você conseguiu. Agora é mãos à obra.

PARA ADAH

“Obediência”

Nossa estrela vida não é sempre fácil,
Nós realmente precisamos de uma rara coragem agora,
Como aquela da jovem, heróica Adah,Mantendo o juramento terrível de seu pai
Nós obedecemos, como ela nos ensinou,
Às vezes choramos sobre os males da vida
Mas resolutos nós viramos nossas faces
Para longe das isoladas colinas de Adah
Este mundo tem filhas obedientes,
Realizando uma difícil ordem;
Nós devemos buscá-los – cansados, preocupados
Elevá-los com a mão de “Estrela” verdadeira
Sua silenciosa confiança e obediência verdadeira
São exemplos que não podem ser arruinados
Traga uma vela de rara coragemPara o primeiro ponto de nossa Estrela.
Ruth

A FILHA DO JUDEU

A FILHA DO JUDEU

Pai, pai, o alegre menestrel cantouSalve,
alegre eu cheguei com pandeiro e com dança;
Salve, pai, salve!
Tua arma em Deus estava forte
Olá Deus de Israel, apoio seguro de Israel.
Hosana! Hosana!Assim o menestrel cantouPai, pai!
A filha surpresa chorou
Que dor é esta?
O que significa este sinal de estupefação?
Pó em tua cabeça!
Teus cabelos grisalhos esvoaçam
Esse olhar de horror em cada face dos soldados.
Lamentando, lamentandoAssim a filha chorouPai, pai!
A donzela devota disse –Se assim eu estou condenada, se assim teu voto se perde
Oh! Não volte atrás! Há esperança entre os mortos
Nenhuma para os perjuriados –
deixe que sua vontade seja feita.
Hosana! Hosana!
Assim a donzela disse.
Pai, pai!
A condenada humildemente falou-Sejam fortes tuas mãos, seja resoluto o teu coraçãoPara a reunião jovial no céu eu olhareiE com a benção sobre tua cabeça partes.
Adeus! Adeus!Assim a condenada falou.
PARA ADAH

Adah Filha de Jephthah

Encontramos na Bíblia, Juízes, Capítulo II, vers: 30 e 40, a narrativa do voto de Jeftá fez ao Senhor e no qual ele prometeu oferecer em holocausto a DEUS, se fosse vencedor nas batalhas contra os filhos de Amom,” aquilo que saindo da porta de minha casa viesse ao meu encontro, quando eu voltasse vencedor.” Depois de muitas vitórias voltou a Jeftá a Mizpã sua casa, e quem sai a seu encontro é sua própria filha. Desesperado pela fatalidade lamenta o voto feito, porém sua filha, para que a honra de seu pai fosse mantida, insiste ao sacrifício, pedindo apenas uma delonga de dois meses para preparar-se para a morte. Nas montanhas ela rezou muito, entrou em comunhão com Deus e voltou conformada com seu destino. Passado esse tempo ela retorna e seu pai a sacrifica em cumprimento do seu voto.

COMO FORMAR UM CAPÍTULO

COMO FORMAR UM CAPÍTULO?


Para a formação de um Capítulo é necessário um grupo inicial não inferior a 18 membros, sendo no mínimo 16 do feminino ou masculino (Mestre Maçom). Os documentos devem ser preenchidos e enviados ao Grande Capítulo Geral. Uma vez aprovado, um Delegado virá para presidir as eleições dos Oficiais e para realizar a Iniciação das candidatas e dos Maçons selecionados e suas instalações. Daí para frente o Capítulo passa a ter vida própria, podendo selecionar e iniciar os futuros membros.
Cunhadas, Sobrinhas e Irmãos, venham fazer parte do Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente

COMO FORMAR UM CAPÍTULO

COMO FORMAR UM CAPÍTULO?



Para a formação de um Capítulo é necessário um grupo inicial não inferior a 18 membros, sendo no mínimo 16 do feminino ou masculino (Mestre Maçom). Os documentos devem ser preenchidos e enviados ao Grande Capítulo Geral. Uma vez aprovado, um Delegado virá para presidir as eleições dos Oficiais e para realizar a Iniciação das candidatas e dos Maçons selecionados e suas instalações. Daí para frente o Capítulo passa a ter vida própria, podendo selecionar e iniciar os futuros membros.
Cunhadas, Sobrinhas e Irmãos, venham fazer parte do Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente

QUEM PODE ASSISTIR ÀS REUNIÕES DE UM CAPÍTULO

QUEM PODE ASSISTIR ÀS REUNIÕES DE UM CAPÍTULO?


Só podem assistir às reuniões os membros iniciados no Capítulo e que estejam regulares nas suas Lojas Maçônicas.
A perda do direito maçônico de qualquer Maçom, fará com este perca seus direitos no Capítulo, mesmo que esteja regular neste.
A perda dos direitos do Maçom, não implicará na privação do direito do membro feminino, cujo parentesco exista.

como iniciar na estrela do oriente

COMO INICIAR


A solicitação para iniciação deverá ser assinada pela candidata (o) e por mais dois membros do Capítulo, que a (o) recomendam, que terá, obrigatoriamente, que apresentar a regularidade.
No caso de candidata, deverá ser apresentada a mesma documentação, incluindo a regularidade do Mestre Maçom cujo parentesco lhe permita a iniciação.

os requisitos....

Os principais requisitos para ser uma Estrela do Oriente são:

-crer em um ser supremo;
-ter boa conduta moral;
-e ter consciência de bom relacionamento de amizade,
fidelidade e irmandade para que a Ordem possa fluir com harmonia.

quem pode ser iniciado na estrela do oriente?

QUEM PODE SER INICIADO?


Podem iniciar no Capítulo da Estrela do Oriente,
esposas,
filhas,
noras,
mães,
irmãs,
netas,
bisnetas
e viúvas de Mestre Maçom que esteja regular com sua Loja Maçônica
e Maçom que esteja regular em uma Loja.
A idade mínima para poder ser iniciada é de 18 anos.

os propósitos da estrela do oriente

A Estrela do Oriente tem como propósito: através dos seus trabalhos ritualísticos

educar;
edificar caráter;
ressaltar valores morais e espirituais;
fazer caridade e servir ao próximo;
edar suporte a "Ordem Internacional das Filhas de Jó;
.Não é uma religião e nem uma sociedade feminista.

As reuniões do Capítulo são mensais e, obrigatoriamente, acontecerão em um Templo Maçônico ou Salas Capitulares, pois a Ordem necessita ser apoiada por uma Loja Maçônica. No entanto o apoio será restrito ao que diz respeito às instalações. Por se tratar de uma Ordem de adultos o Capítulo se manterá por conta própria. A sociedade cresceu muito e hoje existe em vários países, tais como: Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Alemanha, México, Panamá, Filipinas, Japão, Alasca, Porto Rico, Havaí, Austrália, Canadá e outros, com aproximadamente 1.200.000 membros.

Estrela do Oriente


Estrela do Oriente
É uma organização para-maçônica criada em 1850, pelo ilustre Maçom ROBERT MORRIS (advogado e Grão-Mestre do Estado de Kentucky – EUA), que vem se espalhando por todos os países, como França, Inglaterra, Espanha, Canadá, Itália, Alemanha, Japão, Austrália e outros com mais ou menos 1.200.000 membros. Chegou ao Brasil, no Rio de Janeiro, em agosto de 1997 quando foram instalados quatro Capítulos. Hoje existem mais de vinte Capítulos em São Paulo, um no Espírito Santo e um no Rio Grande do Sul, na cidade de Bagé.
Tem como propósitos através de seus trabalhos ritualísticos, ressaltar valores morais, espirituais, edificar caráter, educar, fazer caridade e servir ao próximo.Existe entre seus membros um profundo elo fraternal, muito amor o que aproxima uns dos outros fazendo-os cada vez mais queridos entre si, sendo um privilégio poder servir seu próximo sempre que for preciso e possível.Um dos grandes propósitos das Estrelas do Oriente é dar suporte a Ordem Rainbow Girls (Garotas Arco-Íris), preparando-as para uma vida de liderança dentro dos valores das Estrelas do Oriente.
Nestes quase 150 anos de existência, a Ordem tem se destacado por suas inúmeras obras de assistencia, colocando-se como um alicerce social junto às Lojas Maçônicas.


A Estrela do Oriente tem como propósito

Graus Superiores

Graus Superiores

31. Inspetor Inquisidor

32. Mestre do Segredo Real

l33. Grande Soberano - Inspetor Geral

Graus Filosóficos

Graus Filosóficos

19. Grande Pontífice

20. Grande Ad-Vitam

21. Patriarca Noachita ou Prussiano

22. Cavaleiro do Machado Real (Príncipe do Líbano)

23. Chefe do Tabernáculo

24. Príncipe do Tabernáculo

25. Cavaleiro da Serpente de Bronze

26. Príncipe da Misericórdia

27. Comandante do Templo

28. Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto

29. Cavaleiro de Santo André30. Cavaleiro Cadosh

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