quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Resenha de Livro Recomendado Pela The Cutting Edge

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Informaçőes Bibliográficas: "A Conspiraçăo Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas", de Michael Howard, publicado pela Editora Campus, Série Somma, 1994, ISBN 85-7001-873-8
Propósito Declarado do Autor: Howard é um ocultista praticante de Magia Branca. Ele descreve a influęncia do ocultismo de Magia Negra no mundo de hoje e está aterrorizado por ela. Ele vę uma conspiraçăo maligna das forças das trevas para tomar o controle das naçőes do mundo e obliterar as liberdades individuais. Descobrimos que as exposiçőes mais instrutivas e reveladores a respeito do plano de Magia Negra da Nova Ordem Mundial săo as feitas pelos ocultistas praticantes de Magia Branca.
Pontos Fundamentais: A Maçonaria é uma das organizaçőes mais importantes na liderança dessa conspiraçăo de Magia Negra. O autor mostra que a despeito da campanha pública em contrário, a Maçonaria é profundamente pagă e de Magia Negra. 2) O autor vincula a Maçonaria com a Cabala judaica, que é totalmente luciferiana; detalha a veneraçăo dos maçons pelo obelisco [o Monumento a Washington], uma revelaçăo importante, pois o obelisco teve sua origem no Egito antigo e é, obviamente, luciferiano; 3) Descreve de forma brilhante o satanismo dos cavaleiros templários franceses e suas óbvias ligaçőes com a Maçonaria. 4) Mostra a conexăo entre os satânicos Mestres dos Illuminati e a Maçonaria, incluindo o período pivô durante o qual ela assumiu o controle global do Plano da Nova Ordem Mundial; 5) Detalha o plano Illuminati/maçom de colocar um de seus homens como papa católico romano; 6) Demonstra o papel dos maçons na Guerra de Independęncia Americana, incluindo o projeto do Grande Selo, e o plano das sociedades secretas européias de criar uma Nova Atlântida na América, para levar o resto do mundo ŕ Nova Ordem Mundial; 7) Mostra claramente a liderança influente das sociedades secretas alemăs, lideradas hoje pela dinastia do Habsburgos; 8) Mostra como o mestre de Magia Negra Aleister Crowley envolveu-se com os Illuminati, com a Ordem dos Templários do Oriente, com a Maçonaria e com o nazismo; 9) O autor reconhece o nível em que o catolicismo romano incorporou muitas crenças e práticas pagăs em sua forma de "cristianismo", especialmente dos coptas, dos antigos egípcios, os "mistérios cristăos" e dos celtas. Detalha a batalha entre a Maçonaria e o Vaticano, apesar deste ter incorporado muitas crenças e símbolos pagăos na sua forma de adoraçăo; 10) O autor detalha o fato que o papa Joăo Paulo II esteja unindo todas as religiőes do mundo, sob o estandarte da Igreja Católica Romana, com sua secreta cooperaçăo com a Maçonaria, embora negue que exista essa cooperaçăo.
Importância do Livro; Contribuiçăo Oferecida: O autor descreve o plano de Magia Negra para estabelecer a Nova Ordem Mundial a partir de uma perspectiva singular de um ocultista praticante de Magia Branca! Um ocultista pode identificar outro ocultista com uma perspectiva melhor do que qualquer outra pessoa. Na verdade, as melhores revelaçőes sobre a verdade acerca de todo o plano da Nova Ordem Mundial é dos ocultistas praticantes de Magia Branca que estăo assustados com o progresso desse plano nazista e de Magia Negra.
As Informaçőes Apresentadas Săo Novas? Sim. A partir da perspectiva singular de um ocultista, Howard vincula a Maçonaria, os Illuminiati e a Igreja Católica Romana nessa conspiraçăo global.
Confirmaçăo de Outras Fontes: Outros autores de Nova Era falam a respeito de aspectos individuais desse plano, mas nenhum com esse tipo de "vinculaçăo" entre tantos grupos díspares.
Recomendaçăo: Recomendamos muito este livro para qualquer pessoa que esteja interessada em ver o vínculo entre tantos grupos ocultistas ao longo da história e na era moderna, no Plano para derrubar e destruir os governos atuais, substituindo-os pela satânica Nova Ordem Mundial. Lembre-se, porém, que esse autor NĂO É CRISTĂO; é um ocultista praticante de Magia Branca e o livro contém muitas blasfęmias contra o Senhor Jesus Cristo.

Nota:Este livro está esgotado há vários anos; talvez vocę possa encontrá-lo em sebos. O site da editora Campus é http://www.campus.com.br.
Se desejar adquirir o original em inglęs, o título é: "The Occult Conspiracy: Secret Societies - Their Influence and Power in World History", Michael Howard, ISBN 0892812516.

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domingo, 20 de setembro de 2009

o juramento

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No Juramento, propriamente dito, o candidato se compromete a nunca revelar os mistérios da Maçonaria que lhe serão confiados, senão em Loja regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir, ou empregar outros meios, pelos quais possa divulgá-los. E o juramento, por comprometer de forma definitiva aquele que o presta, empresta à Maçonaria seu caráter secreto e sigiloso, sob pena de se cometer perjúrio.
Somente após o candidato prestar o juramento de segredo é são comunicados os segredos do Grau de Apr.: M.:, ou seja os sinais, os toques e as palavras que permitem aos Maçons o reconhecimento entre si.
Não obstante os juramentos iniciáticos, Jules Boucher, autor de importantes obras sobre as ciências secretas, defende a opinião de que os segredos maçônicos devem ser compartilhados com os profanos, pois dessa forma, segundo o citado autor, a Maçonaria passará a ser encarada em sua verdadeira essência. Parece que tal posicionamento na verdade desvirtua a verdadeira essência maçônica, até porque, correríamos o sério risco de reconhecer um profano como Ir.:, já que nossos mistérios e segredos iniciáticos estariam ao alcance de qualquer um, tenha ele boas ou más intenções, em relação ao seu uso. As conseqüências daí resultantes são imprevisíveis.
Acreditamos que o fato de a Maçonaria ter dois aspectos distintos o Exotérico e o Esotérico faz com que as discussões sobre o Sigilo Maçônico não obtenham uma unanimidade, ou pelo menos, uma orientação única.
O aspecto exotérico (jurídico) lhe assegura a qualidade de sociedade civil e trata dos meios de organização da Instituição, seus regulamentos e princípios, que são públicos e de conhecimento geral. Essa característica faz com que certos setores considerem ser nossa Instituição apenas discreta.
Mas a característica mais importante da Maçonaria é o seu aspecto esotérico, que lhe confere seu perfil de associação moral e espiritual, o que vem a ser a verdadeira razão de ser da Instituição Maçônica. Aí estão incluídos seus Ritos, Liturgia, bem como o ensino simbólico e filosófico, que devem, por força do Juramento Iniciático, serem cobertos das indiscrições profanas.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

CURIOSIDADES DA MAÇONARIA

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/A Maçonaria Exige o Cumprimento de Obrigações?

É evidente que, ao se iniciar na Maçonaria, o cidadão deverá assumir compromissos gerados como conseqüência de sua responsável participação na Instituição. Poder-se-ia exemplificar dizendo que o maçom assume o compromisso de estudar, com mente aberta, as instruções maçônicas, bem como, o de considerar confidenciais os ensinamentos recebidos e contribuir pecuniariamente para a manutenção de sua Loja. Em suma, haverá compromissos como existem em qualquer associação humana.

Depreendem-se daquilo que já foi exposto, que a Maçonaria é uma fraternidade, e como tal, existem taxas de registro e contribuição mensal destinadas a cobrir despesas da Loja e do próprio adepto, decorrentes de seu ingresso na Ordem Maçônica.

Sendo a Maçonaria uma entidade sem fins lucrativos a contribuição é mantida a nível mais baixo possível.

Assim, a filiação à fraternidade Maçônica não implica em qualquer tipo de sacrifício material entre os seus membros.

É fato incontroverso que uma das finalidades da Ordem é a de implantar sistematicamente na sociedade humana uma efetiva fraternidade entre os homens, isenta de qualquer discriminação.

Portanto, a Maçonaria propala no sentido de que cada um dos seus membros se esforce para considerar seus irmãos da Ordem como irmãos em Deus, e atue junto a eles com amor, tolerância, compaixão, solidariedade, isenta de sentimentos de superioridade social, sem que isso inclua necessariamente objeções financeiras, a qualquer pretexto.




Existe Ligação entre a Maçonaria e Outras Sociedades de cunho filosófico, religioso ou esotérico?

Não! A Maçonaria, sendo uma sociedade autônoma e independente, identifica-se pela sua Constituição e pelo seu Regulamento Geral, que seguem as tradições das antigas constituições.

É reconhecida através de seus símbolos e emblemas, e principalmente por tratados de reconhecimento mútuo com as demais Potências Maçônicas espalhadas pelo mundo.

Contudo, a Maçonaria observa em relação às demais sociedades fraternais, místicas, filosóficas e religiosas, um relacionamento fraternal de mútuo respeito.




Existe um grau de Escolaridade para ser Admitido na Maçonaria?

Absolutamente, não é exigido um grau especifico de escolaridade para ser admitido em uma Loja Maçônica. Costuma-se dizer até que a Loja fica mais completa e equilibrada, quando existe uma diversidade de profissões entre seus membros.

Todavia, as instruções são transmitidas, também através da palavra escrita (manuais), por conseguinte, é importante que o indivíduo não tenha dificuldades para leitura de textos, acessíveis a uma razoável escolaridade.




Maneira de Viver dos Maçons

A Maçonaria é, em resumo, a caridade para com todos. Seus membros procuram viver segundo a regra de ouro: "fazei aos outros aquilo que desejais que vos façam". Ser maçom é amar o seu país, servir à Deus com reverência, tratar os familiares com brandura e afeto, ter humildade, ajudar os fracos e desvalidos da sorte. Ser maçom é praticar as virtudes cardeais.

Tudo isto, e mais, constitui a Maçonaria como forma de viver, como farol a guiar-nos em todas as nossas ações.

Para realizar seus objetivos, a Maçonaria admite como membro, todo o homem que tenha um elevado senso de responsabilidade, e cuja palavra empenhada seja Lei para ele. Exige sacrifícios, não mais do que qualquer outra atividade que requer de um homem respeito por seus compromissos assumidos. As reuniões da Maçonaria são realizadas em locais denominadas Lojas, pelo menos uma vez por semana, no período noturno, cuja duração não deve ultrapassar duas horas. A família, do Maçom, terá todos os motivos para incentivá-lo a participar sempre das reuniões maçônicas, certa de que sua assiduidade proporcionará uma nova dimensão de viver, que poderá realizá-lo como cidadão, como pai, como esposo, como filho e como Irmão.

Ao tornar-se maçom, o cidadão poderá estar certo de que terá feito uma opção única em sua vida, porque, nas Lojas Maçônicas, estará participando de uma organização que obedece aos princípios de amor a DEUS, à Humanidade, à Pátria e à Família, pregando e propagando a Tolerância, o Respeito e o Amor Fraternal.




Os Princípios Maçônicos podem ser Discutidos?

O maçom é livre para investigar a verdade, portanto, pode discordar ou discutir os princípios maçônicos, notadamente, porque as instruções maçônicas não têm natureza dogmática.

Contudo, enquanto o novo adepto mantiver a condição de aprendiz ou aluno iniciante, a atitude mais adequada é a de estudar as regras e filosofia que farão parte do seu "currículo", com imparcialidade e sem preconceitos, sujeitando essas idéias à sua reflexão.

Após tal período, poderá aceitar ou rejeitar os postulados maçônicos, fazendo justiça a si mesmo e à própria Ordem.

Por tal princípio, o Maçom é livre para deixar a Ordem sempre e quando o desejar, em que pese que ao abandonar a Maçonaria, estará renunciando a uma grande oportunidade de evolução pessoal e de um convívio fraternal.

Pode-se afirmar, nesta oportunidade, que a sabedoria maçônica não é específica e estritamente de natureza científica. Pode-se afirmar que ela abrange o conhecimento científico, mas o transcende, ou seja, vai além dele, através do uso de uma função cognitiva direta e superior, que se sedimentou através dos séculos, muito tempo antes que fosse objeto de investigação científica.

Destarte, os motivos pêlos quais os postulados maçônicos não são divulgados destacadamente nos meios de comunicação social são facilmente compreensíveis, porque a corrente principal da sociedade está centralizada nos aspectos exteriores e passageiros da vida; objetivos materiais, políticos, econômicos, etc., enquanto que a Maçonaria tem por escopo o desenvolvimento moral, psíquico e introspectivo do homem.




sexta-feira, 4 de setembro de 2009

uma fábula


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Existe uma antiga história, uma Lenda Maçônica, que deve ser observada atentamente para o entendimento a União





O G:.A:.D:.U:. estava sentado, meditando, sob a sombra de um pé de jabuticaba. Lentamente o Senhor do Universo erguia sua mão e colhia uma e outra fruta, saboreando o fruto de sua criação. Ao sentir o gosto adocicado de cada uma daquelas frutas fechava os olhos e permitia um sorriso caridoso, feliz, ao mesmo tempo em que mantinha um ar complacente.



Foi então que, das nuvens, surge um de seus Arcanjos vindo em sua direção.



Diz a lenda que a voz de um Anjo é como o canto de mil baleias. É como o pranto de todas as crianças do mundo. É como o sussurro da brisa.

O Arcanjo tinha asas brancas como a neve: imaculadas.




Levemente, desce ao lado do G:.A:.D:.U:. e ajoelhando a seus pés disse...



- Senhor, visitei a vossa criação como pediste. Fui a todos os cantos, estive no Sul, no Norte, no Oriente e no Ocidente. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma das suas crianças humanas. Notei que em seus corações havia uma Iniciação, eram iniciados Maçons e que, deste a cada um destes, apenas uma asa. Senhor... Eles não podem voar apenas com uma asa!
O G:.A:.D:.U:. na brandura de sua benevolência, respondeu pacientemente a seu Anjo:

- Sim. Eu sei disso. Sei que fiz os Maçons com apenas uma asa.

Intrigado com a resposta, o Anjo queria entender, e voltou a perguntar:

- Senhor, mas porque deu aos Maçons apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar... Para poderem ser livres?

Então responde o G:.A:.D:.U:. :

- Eles podem voar sim, meu Anjo. Dei aos Maçons apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor. Para poderem evoluir levemente... Para voar, meu Arauto, você precisa de suas duas asas: Embora livre, você estará sempre sozinho, ou será somente acompanhado pelos demais. Como os pássaros que, ao mesmo tempo estão juntos, e em seguida debandam.... - Mas os Maçons com sua Única asa, necessitarão sempre de darem-se às mãos e entrelaçarem seus braços, assim terão suas duas asas. Na verdade, cada um deles sempre terá um par de asas. Em cada canto do mundo sempre encontrarão um outro Irmão com uma outra asa, e assim, sempre estará se completando, sempre sendo um par. Dei aos Maçons a verdadeira Liberdade a cada um dei-lhe também, em Igualdade, uma única asa, para que desta forma, possam sempre viver em Fraternidade.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

o pentagrama

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Mistérios do Número 5 - O Pentagrama
Ensinos de Salomão - Qualidades do Homem Perfeito
O Verdadeiro Homem



"Aquele que sabe calcular com os números da natureza
encontra a relação eterna das coisas..."

Eckarthausen

mistério número 5
Quando bem compreendidos, os números tem outro significado
No início desta série de palestras, quando tratamos do simbolismo dos números, mostramos alguns aspectos da representação gráfica do número cinco, do pentagrama, ou estrela de cinco pontas. Vamos agora pôr em evidência mais algumas características dessa representação gráfica do número cinco.

O pentagrama, a estrela de cinco pontas, expressa graficamente importantes princípios inerentes ao número cinco. Esta representação gráfica é muito antiga, documentos bem anteriores à civilização hebraica mostram a estrela de cinco pontas como representação do cinco, pode ser constado que já na antiga China o número cinco (wu) era um número sagrado representado graficamente por uma flor de cinco pétalas.
Na China o simbolismo do cinco já se fazia presente nos primeiros registro do I- Ching, no Livro dos Ritos e no Livro das cerimônias. Foi na antiga China que este número foi associado aos 5 elementos da acupuntura, madeira, fogo, terra, metal e água, que por sua vez eram associados às cores.

Nas obras mencionadas, os chineses falavam de cinco pontos cardeais ( incluíam um quinto ponto, o meio ), de cinco cores primarias cada uma com cinco tons básicos. Para eles eram cinco os bens da felicidade: a riqueza, a longevidade, a paz , a virtude e a saúde; Cinco também as qualidades morais da humanidade, e cinco as coisas puras: a lua, a água, o pinheiro, o bambu e a ameixa. Citavam cinco graus de nobreza, cinco tipos básicos de cereais. e cinco punições nas das leis da antiga china.

Os japoneses citam 5 deuses da felicidade e os representam por cinco budas.

O pentagrama é um símbolo muito mais antigo do que se pode pensar. No Ocidente alguns pretendem afirmar que esse símbolo nasceu com Salomão, porém ele já era usado no Antigo Egito onde há registros em tumbas e sarcófagos.

O cinco era também um número sagrado gnósticos-maniqueístas.

Para os pitagóricos também era um símbolo sagrado que mostrava a harmonia entre o corpo e a alma, por isso era o símbolo da saúde. Era o sinal de reconhecimento entre os pictóricos. Os pitagóricos atribuíam virtudes especiais ao pentagrama porque é uma figura que pode ser construída uma linha única linha fechada entrelaçada. ser por isso um símbolo de perfeição.

Símbolo associado ao grau de Mestre Eleito da Maçonaria, do rito Escocês.

Talvez seja a figura mais freqüente nos instrumentos de magia e usado em amuletos instrumentos de exorcismo como se evidencia no episódio de encantamento contido no primeiro livro do "Fausto" de Goethe.

Com um vértice voltado para cima simboliza a magia branca, enquanto o a inverso, a "magia negra". A técnica usada na magia branca consiste em partir da ponta esquerda, seguir para a direita, de lá para a esquerda abaixo, e assim por diante, até a linha vinda da direita para baixo e retornar a ponto de partida. Na magia negra é o inverso. Na magia negra, no centro apresenta um bode a figura de um bode e na branca um G ou um Sol, ou uma figura humana. Na magia branca a figura humana está contra a cabeça para cima e na negra o inverso..


O pentagrama positivo ( Fig. 1) representa o ser humano bem plantado sobre seus pés e que trabalha, com suas mãos, seguindo a orientação de uma cabeça bem colocada: A inteligência é nele dominante, a claridade e a lucidez orientam os seus aptos.

O pentagrama invertido Fig. 2 é o símbolo de ser que anda de cabaça para baixo, isto é, nele a inteligência está submetida aos desejos.

Os chineses falam das qualidades do homem perfeito: Bondade, Justiça, Amor, Sabedoria, Verdade.

Salomão em seus ensinamentos também trouxe esse ensinamento seguindo-se ao ensino da pedra polida. Disse que os seis preceitos diziam respeito às reações do homem para com ele mesmo, que a partir do polimento da pedra cúbica o material estava preparado para o soerguimento do templo interior. Ensinou que é o AMOR É A GRANDE PERFEIÇÃO DIVINA.

Mostrando o pentagrama criou cinco condições que deve reger o ser humano em sua relação com os seres vivos:

Sabedoria: A pessoa deve buscar a sabedoria pela busca do conhecimento de tudo quando há. Deve saber pesar, medir e contar[1] tanto os valores físicos quanto os morais. Ter sabedoria é ter o domínio do conhecimento. Mas não é somente saber, é preciso saber como usar, ter domínio positivo sobre o saber. Saber sem uma utilização positiva é ruim

Tudo tem polaridade e assim sendo o conhecimento tem dupla polaridade e uma delas é a sabedoria. Salomão é a Sabedoria...

Salomão se celebrizou pela uma imensa sabedoria, tido como o mais sábios de todos os reis.

Verdade: Não pode haver justiça sem a verdade. Quantas injustiças ocorrem pelo desconhecimento da verdade!

Na administração da justiça Salomão procurava primeiro a verdade. Naquela citação bíblica em que duas mulheres disputavam a posse de uma criança da qual cada uma alegava ser a mãe verdadeira. Salomão usou a sabedoria para antes de administrar a justiça usou de um ardil para saber qual das duas mulheres era a verdadeira mãe.

Justiça: Ser sábio é ser justo. O conhecer não requer justiça, é possível o conhecimento com injustiça, mas não pode existir sabedoria sem justiça. Salomão é a Justiça......

AA Bíblia e outros livros sagrados falam da JUSTIÇA DE SALOMÃO.

Bondade: Não pode existir tratamento verdadeiro, justo e sábio sem bondade. É a bondade quem impulsiona a pessoa a procurar a verdade para efetivar uma justiça sábia.

Amor, é a coroa do ser, é a manifestação da sua essência cósmica O amor é Salomão...

Vale salientar que a ordem pode ser inversa. A bondade pode ser a causa da justiça, esta a causa da verdade e a verdade a causa da sabedoria. (Fig. 1 e 2).


Cada uma das QUALIDADES DO HOMEM PERFEITO é composta por cinco outras, por um segundo escalão de cinco, por exemplo: Desta forma existem cinco formas de amor; Paixão, amor carnal, amor conjugal, amor materno ( maternal/ filial ) e Amor Divino.

Do mesmo modo existem cinco níveis de bondade, cinco de justiça, cinco de verdade e cinco de sabedoria.[2]

Na iconografia cristã associam o cinco às 5 chagas de Jesus.


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Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.
email: thot@hotlink.com.br




Notas:

[1] - Na criação três elementos estão inerentes: Medida ( volume ); Peso (massa ) e número. Todas as coisas criadas têm massa, dimensão e por isso pode ser contado.

[2] - Vale como exercício descobrir os cinco níveis de cada coisa inerente não apenas às demais qualidades do homem perfeito como também a todos os níveis de relações entre a pessoa e o mundo. A vida se torna menos imprevisível desde que se conheça quais os desdobramentos possíveis de qualquer situação.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

maçonaria e história do brasil

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MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
"A História da nossa independência está intimamente ligada com a Fundação do Grande Oriente do Brasil, Obediência Mater da Maçonaria Brasileira." *Fuad Haddad
Apesar do farto material documental existente, pouco se publica sobre o papel importante, decisivo e histórico que a Maçonaria, como Instituição, teve nos fatos que precipitaram a Proclamação da Independência. Deixar de divulgá-los, é ocultar a verdade e conseqüentemente ocorrer no erro da omissão, que nem a História e nem o tempo perdoam, principalmente para com aqueles nossos irmãos, brava gente brasileira, que acreditavam, ou ainda mais, tinha como ideário de vida a Independência da Pátria tão amada. O objetivo principal, sem dúvida nenhuma, da criação do Grande Oriente foi engajar a Maçonaria na luta pela independência política do Brasil... Desde sua descoberta em 1500, o Brasil foi uma colônia Portuguesa, sendo explorada desde então pela sua metrópole, não tinha, portanto, liberdade econômica, liberdade administrativa, e muito menos liberdade política. Como a exploração metropolitana era excessiva e os colonos não tinham o direito de protestar, cresceu e descontentamento dos brasileiros. Iniciam-se então as rebeliões conhecidas pelo nome de Movimentos Nativistas, quando ainda não se cogitava na separação entre Portugal e Brasil. Estampava-se em nosso País o ideal da liberdade. A primeira delas foi a Revolta de Beckman em 1684, no Maranhão. No início do século XVIII, com o desenvolvimento econômico e intelectual da colônia, alguns grupos pensaram na independência política do Brasil, de forma que os brasileiros pudessem decidir sobre seu próprio destino. Ocorreram, então, a Inconfidência Mineira (1789) que marcou a história pela têmpera de seus seguidores; depois a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817), todas elas duramente reprimidas pelas autoridades portuguesas. Em todos estes movimentos a Maçonaria se fez presente através das Lojas Maçônicas e Sociedades Secretas já existentes, de caráter maçônico tais como: Cavaleiros das Luz na Bahia e Areópago de Itambé na divisa da Paraíba e Pernambuco, bem como pelas ações individuais ou de grupos de maçons. Nos dias atuais, os grandes vultos e os fatos marcantes da nossa história estão, na maioria das pessoas, adormecidos. O sentimento cívico esta distante e muitas vezes apagado em nossas mentes. Fatos e acontecimentos importantes marcaram o início da emancipação política da nossa nação. Retomemos os tempos idos e a alguns referenciais da nossa rica história.
- Início do século XIX ano de 1808 D. João e toda família real, refugia-se no Brasil em decorrência da invasão e dominação de Portugal por tropas francesas, encetadas pelo jugo napoleônico. Este fato trouxe um notável progresso para a colônia, pois esta passou a ter uma organização administrativa idêntica à de um Estado independente. D. João assina o decreto da Abertura dos Portos, que extinguia o monopólio português sobre o comércio brasileiro. O Brasil começa a adquirir condições para ter uma vida política independente de Portugal, porém sob o aspecto econômico, passa a ser cada vez mais controlado pelo capitalismo inglês.
- Ano de 1810 Ocorre a expulsão dos franceses pôr tropas inglesas, que passam a governar Portugal com o consentimento de D. João.
- Ano de 1815 D. João, adotando medidas progressistas, Põe fim na situação colonial do Brasil, criando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, irritando sobremaneira os portugueses.
- Ano de 1820 Cansados da dominação e da decadência econômica do país, os portugueses iniciam uma revolução na cidade do Porto culminando com a expulsão dos ingleses. Estabelecem um governo temporário, adotam um constituição provisória e impõem sérias exigências a . João (agora já com o título de rei e o nome de D. João VI), ou seja:
- Aceitação da constituinte elaborada pelas cortes,
- nomeação para o ministério e cargos públicos,
- sua volta imediata para Portugal. Com receio de perder o trono e sem outra alternativa, face as exigências da Corte (Parlamento português), D.João VI regressa a Lisboa (Portugal) em 26 de abril de 1821, deixando como Príncipe Herdeiro, nomeado Regente do Brasil pelo Decreto de 22 de abril de 1821, o primogênito com então 21 anos de idade ? PEDRO DE ALCANTARA FRANCISCO ANTÔNIO JOÃO CARLOS XAVIER DE PAULA MIGUEL RAFAEL JOAQUIM JOSÉ GONZAGA PASCOAL CIPRIANO SERAFIM DE BRAGANÇA E BURBON.
O Príncipe Dom Pedro, jovem e voluntarioso, aqui permanece, não sozinho pois logo viu-se envolvido por todos os lados de homens de bem, Maçons, que constituíam a elite pensante e econômica da época. Apesar de ver ser aceitas suas reivindicações, os revolucionários portugueses não estavam satisfeitos. As cortes de Portugal estavam preocupadas comas perdas das riquezas naturais do Brasil e previam sua emancipação, como ocorria em outros países sul-americanos. Dois decretos em 1821 de números 124 e 125 emanados das Cortes Gerais portuguesas, são editados na tentativa de submeter e inibir os movimentos no Brasil. Um reduzia o Brasil da posição de Reino Unido à antiga condição de colônia, com a dissolução da união brasílico-lusa, o que seria um retrocesso, o outro, considerando a permanência de D. Pedro desnecessária em nossa terra, decretava a sua volta imediata.
Os brasileiros reagiram contra os decretos através de um forte discurso do Maçom Cipriano José Barata, denunciando a trama contra o Brasil. O Maçom, José Joaquim da Rocha, funda em sua própria casa o Clube da Resistência, depois transformado no Clube da Independência. Verdadeiras reuniões maçônicas ocorrem na casa de Rocha ou na cela de Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio, Frei Sampaio, no convento de Santo Antônio, evitando a vigilância da polícia. Várias providências foram tomadas, dentre elas: consultar D. Pedro; convidar o Irmão, Maçom, José Clemente Pereira, Presidente do Senado a aderir ao movimento e enviar emissários aos maçons de São Paulo e Minas Gerais.
Surge o jornal, "Revérbero Constitucional Fluminense", redigido por Gonçalves Ledo e pelo Cônego Januário, que circulou de 11 de setembro de 1821 a 08 de Outubro de 1822, e que teve a mais extraordinária influência no movimento libertador, pois contribuiu para a formação de uma consciência brasileira, despertando a alma da nacionalidade. Posteriormente a 29 de julho de 1822 passa a ser editado o jornal ? "Regulador Brasílico-Luso", depois denominado, "Regulador Brasileiro", redigido pelo Frei Sampaio, que marcou também sua presença e atuação no movimento emancipador brasileiro.
Na representação dos paulistas, de 24 de dezembro de 1821, redigida pelo Maçom José Bonifácio de Andrada e Silva, pode-se ler o seguinte registro: "É impossível que os habitantes do Brasil, que forem honrados e se prezarem de ser homens, possam consentir em tais absurdos e despotismo... V.Alteza Real deve ficar no Brasil, quaisquer que sejam os projetos das Cortes Constituintes, não só para o nosso bem geral, mas até para a independência e prosperidade futura do mesmo. Se V. Alteza Real estiver (o que não é crível) deslumbrado pelo indecoroso decreto de 29 de setembro, além de perder para o mundo a dignidade de homem e de príncipe, tornando-se escravo de um pequeno grupo de desorganizadores, terá que responder, perante o céu, pelo rio de sangue que, decerto, vai correr pelo Brasil com a sua ausência...".
- 09 de janeiro de 1822 Na sala do trono e interpretando o pensamento geral, cristalizando nos manifestos dos fluminenses e dos paulistas e no trabalho de aliciamento dos mineiros, o Maçom José Clemente Pereira, presidente do Senado da Câmara, antes de ler a representação, pronunciou inflamado e contundente discurso pedindo para que o Príncipe Regente Permanecesse no Brasil. Após ouvir atentamente, o Príncipe responde: "estou pronto, diga ao povo que fico". A alusão às hostes maçônicas era explícita e D. Pedro conheceu-lhe a força e a influência, entendendo o recado e permanecendo no Brasil.. Este episódio, conhecido como o Dia do Fico, marcou a primeira adesão pública de D. Pedro a uma causa brasileira.
- Em 13 de maio de 1822 os Maçons fluminenses, sob a liderança de Joaquim Gonçalves Ledo, e por proposta do brigadeiro Domingos Alves Munis Barreto, resolviam outorgar ao Príncipe Regente o título de Defensor Perpétuo do Brasil, oferecido pela Maçonaria e pelo Senado.
- Ainda em maio de 1822 aconselhado pelo então seu primeiro ministro das pastas do Reino e de Estrangeiros, o Maçom, José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro assina o Decreto do Cumpra-se, segundo o que só vigorariam no Brasil as Leis das Cortes portuguesas que recebessem o cumpra-se do príncipe regente.
- Em 02 de junho de 1822 em audiência com D. Pedro, o Irmão José Clemente Pereira leu o discurso redigido pelos Maçons Joaquim Gonçalves Ledo e Januário Barbosa, que explanavam da necessidade de uma Constituinte. D. Pedro comunica a D. João VI que o Brasil deveria ter suas Cortes. Desta forma, convoca a Assembléia Constituinte para elaborar uma Constituição mais adequada ao Brasil. Era outro passo importante em direção à independência.
*- Em 17 de junho de 1822 a Loja Maçônica, "Comércio e Artes na Idade do Ouro" em sessão memorável, resolve criar mais duas Lojas pelo desdobramento de seu quadro de Obreiros, através de sorteio, surgindo assim as Lojas "Esperança de Niterói" e "União e Tranqüilidade", se constituindo nas três Lojas Metropolitanas e possibilitando a criação do "Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano", que depois viria a ser denominado de "Grande Oriente do Brasil". José Bonifácio de Andrada e Silva (O Patriarca da Independência) é eleito primeiro Grão-Mestre, tendo Joaquim Gonçalves Ledo como 1º Vigilante e o Padre Januário da Cunha Barbosa como Grande Orador. O Objetivo principal da criação do GOB foi de engajar a Maçonaria como Instituição, na luta pela independência política do Brasil, conforme consta de forma explícita das primeiras atas das primeiras reuniões, onde só se admitia para iniciação e filiação em suas Lojas, pessoas que se comprometessem com o ideal da independência do Brasil.
- No dia 02 de agosto por proposta de José Bonifácio, é iniciado o Príncipe Regente, D. Pedro, adotando o nome histórico de Guatimozim ultimo imperador Asteca morto em 1522), e passa a fazer parte do Quadro de Obreiros da Loja Comércio e Artes.
- No dia 05 de agosto por proposta de Joaquim Gonçalves Ledo, que ocupava a presidência dos trabalhos, foi aprovada a exaltação ao grau de Mestre Maçom que possibilitou, posteriormente, em 04 de outubro de 1822, numa jogada política de Ledo, o Imperador ser eleito e empossado no cargo de Grão-Mestre, do GOB. Porém, foi no mês de agosto de 1822 que o Príncipe, agora Maçom, tomou a medida mais dura em relação a Portugal, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil sem o seu consentimento. Em 14 de agosto parte em viagem, com o propósito de apaziguar os descontentes em São Paulo, acompanhado de seu confidente Padre Belchior Pinheiro de Oliveira e de uma pequena comitiva. Faz a viagem pausadamente, percorrendo em 10 dias, 96 léguas entre Rio e São Paulo. Em Lorena, a 19 de agosto, expede o decreto dissolvendo o governo provisório de São Paulo. No dia 25 de agosto chega a São Paulo sob salva de artilharia, repiques de sino, girândolas e foguetes, se hospedando no Colégio dos Jesuítas. De São Paulo se dirige para Santos em 5 de setembro de 1822, de onde regressou na madrugada de 7 de setembro. Encontrava-se na colina do Ipiranga, às margens de um riacho, quando foi surpreendido pelo Major Antônio Gomes Cordeiro e pelo ajudante Paulo Bregaro, correios da corte, que lhes traziam noticias enviadas com urgência pelo seu primeiro ministro José Bonifácio. D. Pedro, após tomar conhecimento dos conteúdos das cartas e das noticias trazidas pelos emissários, pronunciou as seguintes palavras: "As Côrtes me perseguem, chamam-me com desprezo de rapazinho e de brasileiro. Verão agora quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações; nada mais quero do governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal". A independência do Brasil foi realizada à sombra da acácia, cuja as raízes prepararam o terreno para isto. A Maçonaria teve a maior parte das responsabilidades nos acontecimentos literários. Não há como negar o papel preponderante desta instituição maçônica na emancipação política do Brasil. Desde 1815 com a fundação da Loja Maçônica Comércio e Arte, que daria origem as Lojas União e Tranqüilidade e Esperança de Niterói e a posterior constituição do Grande Oriente do Brasil em 17 de Junho de 1822, o ideário de independência se fazia presente entre seus membros e contagiava os brasileiros. À frente do movimento, enérgica e vivaz, achavam-se a Maçonaria e os Maçons. Entre seus principais Obreiros, pedreiros livres, de primeira hora podemos destacar: Joaquim Gonçalves Ledo, José Bonifácio da Andrada e Silva, José Clemente Pereira, Cônego Januário da Cunha Barbosa, José Joaquim da Rocha, Padre Belchior Pinheiro de Oliveira, Felisberto Caldeira Brant, o Bispo Silva Coutinho, Jacinto Furtado de Mendonça, Martim Francisco, Monsenhor Muniz Tavares, Evaristo da Veiga dentre muitos outros. Faz-se necessário também alçar a figura do personagem que se destacou durante todo o movimento articulado e trabalhado pela Maçonaria, o Príncipe Regente, Dom Pedro. Iniciado Maçom na forma regular prescrita na liturgia e nos rituais maçônicos, e nesta condição de pedreiro livre no grau de Mestre Maçom, aos 24 anos de idade, proclama no 07 de setembro a nossa INDEPENDÊNCIA. Posteriormente, no dia 04 de Outubro de 1822, D. Pedro comparece ao Grande Oriente do Brasil e toma posse no cargo de Grão-Mestre, senda na oportunidade aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. No mesmo dia, Joaquim Gonçalves Ledo, redigiu uma nota patriótica ao povo Brasileiro, a primeira divulgação, depois da independência, que dizia: "Cidadãos! A Liberdade identificou-se com o terreno; a natureza nos grita Independência; a razão nos insinua; a justiça o determina; a glória o pede; resistir-lhe é crime, hesitar é dos covardes, somos homens, somos Brasileiros. Independência ou Morte! Eis o grito de honra, eis o brado nacional..."
BIBLIOGRAFIA História do Grande Oriente do Brasil José Castellani A Maçonaria e as Forças Secretas da Revolução Morivalde Calvet Fagundes A Maçonaria na independência do Brasil Teixeira Pinto
Os Maçons na Independência do Brasil José Castellani A Maçonaria e a independência Brasileira Tito L. Ferreira e Manoel Rodrigues Ferreira A Independência e o Império do Brasil Melo Morais *Fuad Haddad é adjunto para o Rito Escocês Antigo e Aceito da Grande Secretaria Geral de Orientação Ritualística.
Fonte: Loja de Perfeição Estrêla de Brasília

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MAÇONARIA: UMA ESTRELA QUE BRILHA EM SILÊNCIO

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Sem sombra de dúvida, nenhuma organização é tão fascinante e ímpar quanto a gloriosa maçonaria. Com a missão de tornar homens bons, melhores, ela conseguiu a proeza de permanecer intacta às intempéries da vida, mantendo-se firme como os preceitos que a impulsionam.penta1

Com a trilogia: Igualdade, Fraternidade e Liberdade, digna de atenção, pois, conceitos modernos e indispensáveis para um convívio melhor, na sociedade, há séculos são conhecidos, praticados e divulgados por seus integrantes.penta7

Hoje se fala muito em ecumenismo, como forma de resposta aos conflitos religiosos, contudo, a maçonaria foi a primeira entidade em que a fé individual foi utilizada como instrumento de integração, e não como combustível para sangrentas guerras, provando que todos somos filhos do mesmo Criador, ou seja: irmãos, e podemos viver realmente como tal, independente da religião a que pertençamos.
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Atualmente, percebemos que o racismo é uma patologia temível, que coloca em risco a humanidade, notamos então o valor, do exemplo da fraternidade maçônica, pois esta abomina todas as formas racismo.penta7

A filantropia, um de seus estandartes, tem uma característica própria que deixa esse gesto mais nobre: o silêncio, em que, na grande maioria das vezes, nem o próprio beneficiado tem conhecimento de seu benfeitor, esse condimento, não só deixa caracterizada a verdadeira caridade, como nos ensina que não devemos fazer as coisas boas, se podemos fazê-las perfeitas.
Num universo tão eclético, seus congregados, aprendem a honrar três grandiosos pontos, que são sagrados em todos os lugares: Deus, Pátria e Família, independente da cultura, esses tópicos são uma unanimidade do que mais valioso um povo pode possuir. Percebemos que quando tais ícones são desonrados, as conseqüências são enormes.

Porém, investida de tais predicados, foi sempre alvo constante de perseguições, injúrias, e preconceitos, pois jamais se alienou perante as mudanças globais, mostrando-se como obstáculo para caprichos de déspotas, prova disso é que até os nossos dias, estórias “fantásticas” pulverizadas nas mentes férteis das massas, associando à Maçonaria elementos malignos: “os maçons praticam magia negra” etc, são presentes e geram relatos tão absurdos, quanto à maldade de quem os criaram.penta3

Certamente, o que foi fundamental para que ela não se tornasse apenas uma mera coadjuvante na história da humanidade foi a dedicação e a disciplina de seus integrantes, pois apesar das lutas não se inclinou para os problemas, ao contrário, a cada obstáculo se fortaleceu.penta4

Privilegiando os excluídos, defendendo a ética, respeitando as autoridades, incentivando a paz, lutando conta vícios e cultivando a moral, ela segue firme sua jornada que é a disseminação desses valores, que são tão grandiosos e estão além do nosso plano material, pois a certeza da imortalidade da alma e a crença da existência de um Ser Supremo, são os geradores de tanta energia positiva, e com toda certeza, são companheiras dos maçons em qualquer trajeto, seja no cotidiano, ou na esperança de uma vida posterior.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Águia Bicéfala

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Águia Bicéfala

A Maçonaria tem duas divisões para a formação do Pedreiro Livre: a MAÇONARIA SIMBÓLICA ou dos TRÊS GRAUS, com sua história demarcada em 24 de junho de 1717(1); e MAÇONARIA FILOSÓFICA ou dos ALTOS GRAUS, institucionalizada em 31 de maio de 1801(2).

As duas Maçonarias, nas suas particularidades, encerram discussões que vão desde “fantasias” criadas até as verdades documentais. Mormente, deteremo-nos apenas no símbolo presente nos Altos Graus Escoceses: a Águia Bicéfala, que desde 1759 figurou no emblema adotado pelo Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, na França. O referido símbolo é patente registrada para os Graus Escoceses, nos Supremos Conselhos de todo o mundo. Os componentes gráficos, segundo a Constituição de 1786, no Apêndice dos Institutos e Grandes Constituições do Supremo Conselho do Grau 33, se apresentam esparsos, assim:

ARTIGO I – O Estandarte da Ordem é da cor de prata (branco), franjado de ouro em roda, carregado no centro com uma ÁGUIA DE DUAS CABEÇAS COM ASAS ABERTAS PRETAS, bicos e pés de ouro, sustendo nas garras uma ESPADA ANTIGA, guarnecida de ouro, posta em frente da direita à esquerda, da qual pende UMA DIVISA com as palavras – DEUS MEUMQUE JUS – escrita também com letras de ouro. A Águia é coroada de glória de ouro, a gravata de púrpura, franjada de ouro e estrelada do mesmo metal.

ARTIGOII – (...)
4º) (...)

O Escudo da Ordem, esmaltado de azul, tem a Águia semelhante àquela do estandarte, acompanhado à direita de uma BALANÇA DE OURO e à esquerda de um ESQUADRO E COMPASSO entrelaçados da mesma maneira. O escudo (...), carregado com a DIVISA – ORDO AB CHAO – em letras de ouro, circulado de duas serpentes, matizadas de ouro, mordendo a cauda. Nove pequenos triângulos formados em torno da divisa, carregados cada um com as seguintes letras: S.A.P.I.E.N.T.I.A.

ARTIGO III – O Grande Selo da Ordem(...), coroada com a coroa da Prússia, realçada da glória radiante do mesmo metal, carregada no centro com o algarismo 33 ou somente com um dos dois. Nas margens inferiores, por baixo das asas e pés da Águia, estão postas em meia lua 33 estrelas de ouro.

Quase todos os símbolos sublinhados acima estão presentes na maioria dos Supremos Conselhos do R.•. E.•. A.•. A.•., nos mais diversos países, compondo o conjunto denominado emblema. Na construção do timbre do Supremo Conselho de Charleston, em 1801, assim ficou:

A representação do símbolo deve obedecer aos padrões heráldicos, no padrão parassemográfico: Heráldica das Corporações, originária do reconhecimento pelos poderes espirituais e temporais, de certas agremiações, instituições civis, religiosas e militares (ordens de cavalaria, universidades, capítulos e corporações profissionais).

A Águia Bicéfala não é símbolo privativo da Alta Maçonaria. Países, Reis, Ordens Militares, Universidades e a Igreja Ortodoxa a exibiram em suas Armas, Bandeiras, Estandartes, Escudos e frontispícios.

Como símbolo, altivo que é, denota uma vigilância constante para com a Ordem, e talvez na época, aliado às divisas latinas Deus Meumque Jus e Ordo Ab Chao, visto o confronto dos Modernos e Antigos na Inglaterra; na França, com a revolução de 1789 e talvez a questão das duas jurisdições, Norte e Sul dos EUA, mais tarde, propusesse um ordenamento para a própria Maçonaria. O símbolo carece ainda de uma pesquisa efetiva, documental, com o fim de precisar historicamente sua origem. Alguns historiadores afirmam que o símbolo existia há mais de 2.000 anos antes da construção do Templo de Salomão. Esta investigação constante representa uma busca que deve permitir ao Maçom, realmente, conhecer a Ordem em todos os sentidos. Amamos aquilo que conhecemos.n


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

o segredo

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A resposta é um sonoro, NÃO. O GRANDE SEGREDO DA MAÇONARIA E NÃO TER
SEGREDO.
Sendo uma Sociedade Filosófica e Iniciática, ELA não pode deixar que aquele que ainda não foi iniciado em seus Augustos Mistérios possa alardear ou enganar a outrem se fazendo de Maçom.

Para poder intervir no Destino das Nações, Lutando contra; o Racismo, a Pobreza, a Escravidão em Todas as suas Formas, as Desigualdades Sociais Sejam Quais Forem. Há a necessidade de se resguardar Aqueles que Levantam estas Bandeiras tão Nobres, é por isto que os Maçons se conhecem através de PALAVRAS E TOQUES.

O Maçom para ser iniciado tem que CRER num ser superior, esse ser supremo é DEUS (G
\A\D\U\
).

Tem ainda que:
a) Ser apresentado por um Mestre Maçom.
b) Ter uma família devidamente constituída.
c) Ter mente e corpo que não prejudique a sua iniciação e reconhecimento dentro da Ordem.
d) Ter meios próprios de se sustentar e sua família.
e) Se submeter a pesquisa de toda a sua vida privada, (moral, intelectual, material e espiritual).
f) Ser sabatinado por no mínimo 3 Mestres Maçom, juntamente com a sua esposa se for casado.
g) Ser bem aceito no local de trabalho e por seus vizinhos.
h) Estar participando ativamente de alguma entidade caritativa.
i) Não possuir antecedentes criminais.
j) Ter um bom crédito nos meios comerciais.
k) Ser respeitoso.
l) Ser fiel. Etc.


Para ingressar na maçonaria, um dos princípios fundamentais da Ordem, é que o preposto não se convide, ou seja, tem que ser convidado, afinal, o iniciado deve ser um homem justo e perfeito em toda a sua existência na face do globo terrestre.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

maçonaria

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A Maçonaria teve origem em associações profission ais de pedreiros livres, na Idade Média, em Inglaterra, denominados "free-masons". Eram os arquitectos constructores de igrejas e suntuosos palácios e prédios... defensores da sua própria classe.

Cerca dos séculos XVI e XVII, os antiquários e nobres foram aceites na "associação". Enveredaram pelo ocultismo cujo visionamento seria o de atingir a "corporação mundial da luz", o "EU"

e a edificação do "templo da humanidade".

Destacada pelas actividades caritativas e sociais como também pela participação activa nos movimentos libertários dos últimos séculos, relevando-se a independência dos EUA.

"Liberdade, Igualdade e Fraternidade" foi o lema resultado da Revolução Francesa. No Brasil a "Inconfidência Mineira" adoptou o triângulo maçônico.

Voltaire, Mozart, Goethe, Mark Twain e George Washington foram vultos notáveis da maçonaria.

A época da Revolução Francesa foi onde os maçons se tornaram mais fortes. O massacre de milhares de pessoas e a anulação do conceito de religião, em que a França aboliu a "existência de Deus" ilustra bem o poder desta "elite"... uma prostituta era vista como a deusa da "Razão"... palavras para quê?!... caos e trevas morais.

O símbolo maçônico representa o ocultismo, as coisas profundas de satanás... a numerologia está ligada à geometria (o triângulo e o pentágono). O triângulo simboliza a luz, o vértice para cima

símbolo maçônico representa o ocultismo, as coisas profundas de satanás... a numerologia está ligada à geometria (o triângulo e o pentágono). O triângulo simboliza a luz, o vértice para cima representa o fogo e a virilidade (homem), o vértice para baixo, simboliza a água (a mulher)... O triângulo equilátero simboliza a divindade maçônica: a "força", a "beleza" e a "sabedoria", bem como os 3 reinos: mineral, vegetal e animal.

O "Templo de Deus" é o corpo humano onde se encontra a Trindade Divina: o poder (Pai), o saber (Filho) e a vida (Espírito Santo).

Contrariamente o Mundo Inferior é comparado aos orgãos sexuais, sendo que a ignorância e o desconhecimento acontecem, dando origem a vícios e defeitos inimigos do Homem e que o ameaçam no que respeita a conquistas e esforços espirituais.

  • Ingnorância = faz acreditar que o homem sabe tudo
  • medo = elimina a fé
  • ambição = exige a realidade egoísta do ser humano

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

OS TRÊS TOQUES


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OS TRÊS TOQUES


















Batei e Vos abrirá


Batendo às portas do Temp.’. do saber elas vos serão abertas; pois, todas as portas se abrem ao chamado imperativo da vontade e do desejo de aprender, que são as chaves mestras que abrirão todas as portas cerradas ao vosso passo.


Batendo aos corações de vossos Ir.’., com o toque sincero de vossa bondade eles vos abrirão o peito para compartilharem das vossas dores e alegrias, vossos problemas aflitivos e vossas esperanças.


Batendo com o chamado mágico do saber, na porta da vida, esta vos será aberta. Jamais vos esquecendo dos juramentos prestados nas câmaras em que estivestes, nossos corações vos darão a prova de fraternidade universal, peculiar em nós, verdadeiros maçons.


Pedi e Vos dará


Pedi a resposta ao enigma que vos atormenta e o significado do símbolo que vos confunde, pois, a afã de compreendê-los conduzir-vos-á adiante, um passo mais em cada dia.


Pedi – ao mestre a chave do segredo que guarda secretamente, pois, se o discípulo está pronto para recebê-los, o M.’. também o está para orientá-lo e fazê-lo participar dos seus conhecimentos à medida que se façam dignos deles.


Pedi – sempre a tarefa mais penosa, o trabalho mais árduo, o labor mais perigoo, e desenvolvereis uma vontade mais poderosa e uma fortaleza ainda maior, conforme ouvistes dos IIr.’. Ven.’. e Ord.’. durante a Inic.’..


Bucae e Encontrareis


Buscando em vossos corações, encontrareis a palavra que afague uma esperança, o gênio doce que alivie vossas penas, e o amor sincero que arranque radicalmente os espinhos cravados em vossos corações.


Buscando em vossa mente encontrareis a solução do problema, a inteligência analítica que desentranha um teorema; a finalidade que dignifica, transformando o animal humano em um ser pensante que raciocina e analisa, que dirige e ama.


Buscando em vossa consciência, encontrareis a norma de vossa conduta, o farol rutilante que ilumina a estrada da vossa vida, a bússola que guia firmemente a vossa direção pelo mar tortuoso de vossas paixões. Em vosso espírito encontrareis o sentido oculto das causas, a verdade escondida do símbolo, e a harmonia rítmica da vida.


Assim, caríssimos Irmãos: Batei e Vos abrirá – Pedi e Vos dará – Buscando Encontrareis.


Fontes de Consultas:


- Bíblia Sagrada;


- Trabalho do Ir.’. Jayme Janeiro Rodrigues.


Valdemar Sansão

Monumentos Maçônicos

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Monumentos Maçônicos


O Aprendiz
Auguste Rodin

Maçons e Rosacruzes

Maçons e Rosacruzes estreiam seus laços de amizade fraterna.

Medalhão ofertado pelo Grande Oriente do Brasil - GOB à Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis - AMORC, quando da comemoração do 75º aniversário de fundação da Loja Simbólica Cayrú, em 19 de setembro de 1976, no Templo Nobre do Palácio Maçônico do Lavradio no Rio de Janeiro - RJ. - Brasil

La Saggezza o la Verità
La Saggezza o la Verità
Henri Frédéric Varenne
(1860 -1933)

BRASÕES

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Brasão do Rito Adonhiramita











O brasão do Rito Adonhiramita é composto de um resplendor dourado representativo do sol no zênite; no centro deste resplendor, a figura de um cordeiro repousado sobre um livro fechado e selado com sete selos.

O Rito Adonhiramita foi criado em 1781 pelo irmão Luiz Guillaume de Saint-Victor, na França, originalmente com 12 graus, e depois em 1785 através do irmão José Maria Ragon criou-se o 13 grau.

No Brasil em 2 de junho de 1973, o Grande Capítulo dos Cavaleiros Noaquitas, instituído pelo decreto nº 21 de 24 de abril de 1873, do Grande Oriente do Brasil - GOB, decidiu pela transformação do Rito para 33 graus, e criou-se o Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita.

Enquanto que no Sublime Grande Capítulo Adonhiramita do Brasil da Confederação Maçônica do Brasil - COMAB, ainda permanece com os 13 graus.

Brasão do Rito Brasileiro









O Brasão do Rito Brasileiro é constituído de uma estrela de nove pontas, resultante de três triângulos dispostos em conjugação simétrica, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul. Tal estrela está contida numa orla circular em cuja a parte superior aparece a legenda Urbi et Orbi (para a Cidade e para o Mundo) e, na parte inferior, separada no equador pelo sol e pelo crescente, a locução latina Homo Homini Frater (O Homem é um Irmão para o Homem), princípio formulado em oposição ao famoso adágio hobbesiano Homo Homini Lupus ( Homem é um lobo para o Homem). Encimando o brasão, um timbre constituído por dois ramos de oliveira sustentando um capute formando uma cercadura onde se lê: Rito Brasileiro.


Brasão do Rito Escocês Antigo e Aceito








Brasão do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito
da Maçonaria Para a República Federativa do Brasil









Brasão do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito








O Brasão do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito é composto pelo mapa do Brasil, no fundo, pela Águia Bicéfala Coroada* de asas abertas, em vôo, tendo nas garras uma Espada, e debaixo desta um listel, com o moto: DEUS MEUMQUE JUS (Deus e o meu Direito), mas abaixo o dístico: ORDO AB CHAO (A Ordem deve vir depois do Caos). No peito da águia tem um delta com o numeral 33, referente ao último grau da escala maçônica deste rito.

O Supremo Conselho do Brasil, foi fundado em 12 de Novembro de 1832, por Francisco Gê Acaiaba de Montezuma - Visconde de Jequitinhonha.

Atualmente no Brasil, tem dois Supremos Conselho do Brasil que comandam os graus filosóficos do Rito Escocês Antigo e Aceito, ou seja: o Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito com tratado de amizade com as lojas escocesas do Grande Oriente do Brasil - GOB, com sede no Campo de São Cristóvão, 114 no Rio de Janeiro/RJ, e o Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria Para a República Federativa do Brasil com tratado de amizade com as lojas escocesas das Grandes Lojas Maçônica, com sede na Rua Barão nº 1317 Rio de Janeiro/RJ.

* Segundo o Irmão Kurt Prober em seu livro "História do Supremo Conselho do Grau 33 do Brasil", a origem da Águia Bicéfala como emblema dos Supremos Conselhos surgiu pela primeira vez na França em 1759 e foi usada pelo "Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente". E sua origem (águia bicéfala) foi na cidade de Lagash, na poderosa e influente Samária. No correr dos tempos passou dos "samaritanos" para o povo de Akhad, dali para os Hititas e mais tarde se tornou o emblema de alguns povos da Ásia Menor, especialmente dos Sultões de Selkujian. Durante as Cruzadas foi trazida como símbolo para os Imperadores do Oriente e do Ocidente, cujos sucessores, foram nos últimos tempos, os Habsburgos e os Romanoffs, e em cujas moedas aparece então sistematicamente, sendo copiado pela maioria das "Cidades Livres da Europa", principalmente as alemãs.



Brasão do Rito Moderno ou Francês









O Rito Moderno ou Francês foi criado em Paris no ano de 1761, constituído aos 24 de dezembro de 1772 e, finalmente, proclamado aos 09 de marco de l773, pelo Grande Oriente de França, sendo Grão Mestre Luís Felipe d'Orléans, Duque de Chartres, instalado solenemente aos 22 de outubro de 1773.


Na sua fundação, compunha-se apenas dos três primeiros graus e adotava as primeiras Constituições de Anderson de l723. Na época havia grande paixão pelos altos graus, surgindo a cada momento novos graus e novos ritos, numa flagrante indisciplina. Em virtude da pressão de irmãos, o Grande Oriente de França se viu compelido a procurar uma fórmula para harmonizar as diferentes doutrinas que vicejavam desordenadamente num emaranhado proliferar de altos graus, por influência da Cavalaria, da nobreza e de misticismos, que serviam a vaidade dos que procuravam a Maçonaria, desfigurando a Ordem. Assim, o Grande Oriente de França nomeou uma comissão de maçons de elevada cultura para estudar todos os sistemas existentes e elaborar um rito composto do menor número possível de graus e que contivesse os ensinamentos maçônicos.


Após três anos de estudos, a comissão desistiu da empresa, mas recomendou manter apenas os três graus iniciais. O Grande Oriente acatou as conclusões da comissão e enviou circulares a todas as lojas da obediência, aos 03 de Agosto de l777, afirmando que só seriam reconhecidos os três primeiros graus simbólicos, o que causou uma grande reação de alguns irmãos, porque o Rito de Perfeição ou de Heredon contava com 25 graus. Em razão disso, em 1782, criou uma nova comissão, com o nome de Câmara dos Ritos, cujas conclusões foram acolhidas, e, em conseqüência, em l786, nascia o Rito Francês ou Moderno de 7 grau.


Brasão do Grande Oriente do Brasil


Timbre do Grande Oriente do Brasil - GOB














DECRETO Nº 0085, de 20 de novembro de 1997 da E\ V\



FIXA E ADOTA, DE FORMA DEFINITIVA,
O SELO DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL,



FRANCISCO MURILO PINTO, Grão-Mestre Geral do grande Oriente do Brasil, no exercício de suas atribuições legais e,


CONSIDERANDO que:


1- O selo do Grande Oriente do Brasil, segundo consta surgiu em maio de 1835, no período heróico da Maçonaria Brasileira, de forma feliz e praticamente espontânea, em um documento assinado pelo Grão-Mestre em exercício, Francisco de Paula Holanda Cavalcanti de Albuquerque (depois, visconde de Albuquerque);


2- Por falta de um ato oficial, disciplinado o seu uso e a sua forma de apresentação, surgiram algumas modificações, ao longo dos últimos 160 anos;


3- Há a necessidade de se fixar, de forma definitiva, a versão original, que é a que mais exprime a realidade do Grande Oriente do Brasil;


DECRETA:


Artigo 1º - Fica adotado, de forma definitiva, o selo do Grande Oriente do Brasil, constante do modelo apresentado em seis anexos que acompanham o presente decreto, com a seguinte heráldica:


O símbolo arquetípico do Grande Oriente do Brasil – três rochedos, batidos por ondas violentas, tendo acima do maior deles, uma Estrela Flamejante – é contido numa orla circular, onde, na parte superior está inscrita a divisa NOVAE SED ANTIQVAE e, na parte inferior, separada, no equador, por um crescente à esquerda e uma constelação de sete estrelas, à direita, a legenda GR\OR\DO BRASIL, com um conjunto de esquadro e compasso, colocados na posição do Grau de Aprendiz, entre as palavras DO e BRASIL.


Os três rochedos simbolizam os três graus simbólicos: Aprendiz, o menor, Companheiro, o intermediário e Mestre, o maior. As fortes ondas do mar, batendo, principalmente, no rochedo maior, representam os vícios, os maus costumes (ignorância, ambição e inveja), os inimigos, que se levantam contra os ditames da doutrina maçônica, que, vigorosa e ereta, como os rochedos, não se deixa abater. A Estrela Flamejante que brilha sobre o rochedo maior, como o Sol, representa a Luz maçônica, é símbolo da Maçonaria eterna, que ilumina mentes e corações.


A divisa NOVAE SED ANTIQVAE, nova, porém antiga, ou seja, sempre atual, mas ligada às tradições – é redigida no latim clássico (Antiqvae, em vez de Antiquae), já que no alfabeto latino original, respeitado pelo latim eclesiástico, não figuravam as letras “U” e “J”.


A lua em quarto crescente, simboliza o espírito evolutivo da Maçonaria (em oposição ao quarto minguante, que representa a involução). As estrelas representam o cosmo, simbolizando o caráter universal da Maçonaria. E o conjunto de Esquadro e Compasso, entrelaçados em posição do 1º grau, é um símbolo universal da Maçonaria.


A legenda GR\OR\DO BRASIL, afastando-se embora do modelo original, apresenta-se mais correta por não ensejar mistura de formas de abreviatura. Ou seria G\O\DO BRASIL ou será GR\OR\DO BRASIL. Prevalecendo esta última inclusive por que consagrada pelo uso.


Artigo 2º - Em documentos oficiais, o Selo deve ter 41 mm de diâmetro; em medalhas e impressos comuns, 33 mm e, em cartões de visita, 18 mm.


Parágrafo único – É livre o tamanho do Selo destinado a capas de publicações ou documentos de publicidade.


Artigo 3º - Doravante, qualquer forma de apresentação do Selo do Grande Oriente do Brasil, que divirja do modelo e da descrição heráldica do presente Decreto, não terá o respaldo legal do Grande Oriente do Brasil.


Artigo 4º - O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.


Dando e traçado no Gabinete do Grão-Mestre Geral, no PODER CENTRAL em Brasília, distrito Federal, aos vinte dias do mês de novembro do ano de mil novecentos e noventa e sete da E\V\, 176°da Fundação do Grande Oriente do Brasil.


O Grão-Mestre Geral


FRANCISCO MURILO PINT


Grande Oriente do Estado de Goiás



Grande Oriente do Estado de Goiás - GOEG


Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás



Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás








A Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás foi fundada em 09 de junho de 1951, no templo da Loja Maçônica Adonhiram.


Atualmente está funcionando no condomínio maçônico situado na Rua J-52 nº 550 Setor Jaó, em Goiânia - Goiás - Brasil.


Para conhecer mais sobre a história da A Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás visite o nosso site no seguinte endereço: http://www.masonic.com.br/links/glgo.htm


A página oficial da Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás está no seguinte endereço: http://www.gleg.com.br/



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

maçonaria

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MENSAGEM ÀS NOVAS GERAÇÕES DE MAÇONS

José Castellani

A Maçonaria brasileira, há escassas 3 ou 4 décadas, era bem diferente da de hoje, em todos os sentidos. Havia, na época, um desinteresse total pelas práticas maçônicas, pela História da Maçonaria brasileira e até pelas atividades de assistência social do Grande Oriente do Brasil. A desintelectualização da Maçonaria, iniciada nos anos do Estado Novo, ia de vento em popa, com a iniciação de homens absolutamente despreparados para entender a ciência maçônica. A mídia maçônica era praticamente inexistente ; os livros contavam-se nos dedos de uma das mãos e, com raras exceções, não primavam pela qualidade, principalmente no tocante à História da Maçonaria no Brasil.

Houve, nesse ponto, uma extraordinária evolução. Hoje há um interesse maior pela cultura maçônica ; a publicação de livros cresce em progressão geométrica, embora haja muito entulho literário, do qual se salvam algumas boas obras ; o número de jornais e revistas tem aumentado, embora muitos não possam, também, passar por um crivo de qualidade. De qualquer maneira, porém, já há uma consciência maçônica palpável --- semelhante ao conceito de cidadania --- acompanhada do desejo de conhecer uma instituição que, em nosso meio, confunde-se com a História do Brasil independente.

Essa consciência, inclusive dos dirigentes, permitiu que o Grande Oriente do Brasil se agigantasse culturalmente e voltasse a ocupar o lugar de destaque de que desfrutava no século passado. Permitiu que um Grão-Mestre solicitasse a um historiador o registro de uma História documental do Grande Oriente do Brasil, abrindo-lhe todos os arquivos históricos da Obediência. Esta obra, escrita por solicitação do então Grão-Mestre Geral Jair Assis Ribeiro, foi lançada em 1993, como História oficial do Grande Oriente do Brasil.

Apesar disso, contudo, o entulho literário de 30 anos atrás continua a influenciar maçons. Apesar dessa História oficial do GOB provar, com documentos, que o calendário usado pelo Grande Oriente do Brasil, em seu início, era o equinocial,

iniciando o ano no dia 21 de março, os pesquisadores ainda são obrigados a ver, com desencanto, em muitas publicações maçônicas, a heresia histórica de que o Grande Oriente "proclamou" a independência a 20 de agosto e que o príncipe regente foi iniciado a 13 de julho. Pelo calendário da época, o 6o. mês maçônico tinha início a 21 de agosto e, portanto, o seu 20o. dia era 9 de setembro ; da mesma maneira, o 5o. mês tinha início a 21 de julho e, portanto, o seu 13o. dia era 2 de agosto. E isso já foi provado, com documentos. Mas é ainda Arcy Tenório de Albuquerque, escritor das décadas de 40 e 50, sem lastro histórico e sem embasamento documental, a influenciar articulistas.

A Maçonaria de hoje, já participa mais do cenário político-social da nação, como mostram os muitos encontros e seminários, que estudam e debatem os temas atuais, apresentando conclusões que o Grão-Mestrado Geral tem levado às autoridades, como o pensamento do Grande Oriente do Brasil. Com isso e com o incremento cultural --- necessário a qualquer atividade social --- a Maçonaria brasileira superou o conceito de anacrônica com que era "brindada" há uns 40 anos. Ela é cada vez mais viva e participante, cada vez mais ativa e entrosada na sociedade brasileira. Os que vivem o dia-a-dia do Executivo do Grande Oriente do Brasil, têm podido aquilatar essa evolução, que já nos dá, na Capital Federal, a condição de instituição a ser ouvida em todos os momentos da vida nacional.

Uma mensagem às novas gerações de maçons teria que ser, nesta publicação cultural, especificamente dirigida aos maçons do Grande Oriente do Brasil, no sentido de dar-lhes conhecimento da importância da primeira Obediência maçônica nacional na História do Brasil independente ; de lhes mostrar que o patrimônio físico, moral e intelectual que recebem é uma dádiva e um bem que deve ser preservado e aumentado ; de incutir, em suas mentes, a noção do dever maçônico perante a sociedade brasileira ; de gravar, em seus corações, que o Grande Oriente do Brasil merece todo o seu respeito e o seu incessante trabalho, em memória de todos os grandes nomes da nação que por ele já passaram e que --- sem embargo de uns poucos que o enxovalharam --- honraram e dignificaram a instituição.

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