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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Como ser maçom?
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Oração do Maçom
Oração do Maçom
Humilhemo-nos diante de ti Grande Arquiteto do Universo!
Ajudai-nos em nosso dia a dia derramando sobre nossas cabeças as suas bênçãos divinas!
Fazei que nossos pensamentos sejam todos voltados para o bem, de nossos irmãos, de nossas famílias e de toda humanidade!
Daí nos força e coragem para que possamos seguir seus passos como os astros criados por ti percorrem no infinito ao redor do Sol em trajetória perfeita!
Que possamos ser fiéis às causas maçônicas, seguindo suas Leis e Regulamentos, de modo que possamos difundir todo o bem que nos ensinastes!
Humilhemo-nos Senhor!
Para que possamos não criticar quem quer que seja!
Para que nossas mentes estejam sempre limpas!
Iluminai-nos Senhor com o brilho de sua luz para que possamos irradiar bondade ao nosso redor!
Lembrai-nos Senhor de que se julgamos somos passíveis de sermos julgados!
Lembrai-nos que a máxima: Liberdade; Igualdade e Fraternidade estejam sempre em nossos corações!
Assim Seja!
AMEM!
AUG.´. RESP.´. LOJA SIM.´. JOSÉ RODRIGUES GOMES DA SILVA Nº 2252
ORIENTE DE PINHEIRAL - RJ
ALOISIO DE SOUZA SABENÇA - VENERÁVEL MESTRE
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
MAÇONARIA - Perguntas Frequentes
O que é Franco-maçonaria?
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O que e como se aprende ao se ingressar na maçonaria ?
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Quem é o chefe da maçonaria ?
A maçonaria não tem um chefe propriamente dito, mas cada Grande Loja é presidida por um oficial denominado Grão-Mestre, eleito periodicamente pelo povo maçônico da jurisdição da própria Grande Loja. Dentro da jurisdição da sua Grande Loja, o Grão Mestre é a autoridade máxima.Voltar ao Topo
Existem despesas associadas à condição de ser maçom ?
Sim, assim como em todas as organizações, as Lojas para prover as necessárias condições para o seu funcionamento geram despesas, as quais são rateadas entre os seus membros.Voltar ao Topo
Ouvi dizer que um maçom usa um avental. Como é isso ?
Todo maçom possui e usa nas reuniões da sua Loja um avental que irá sempre lembrá-lo de que a pureza da alma é um pré-requisito essencial para o trabalho de aperfeiçoamento moral e desenvolvimento intelectual que cada novo maçom deve e persistir por toda a sua vida.Voltar ao Topo
Os maçons são racistas ou elitistas ?
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A maçonaria não é apenas um clube de negócios ?
Não. Dificilmente seria aprovado um candidato que queira ingressar na Maçonaria apenas por interesses comerciais. Entretanto, em decorrência do fato de que, em geral, os maçons se tornam amigos, não se deve estranhar quando algum negócio seja firmado entre eles. Vide também: "Cuidado! O senhor não deve ser maçom"Voltar ao Topo
A maçonaria é uma sociedade secreta, certo?
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A maçonaria é uma religião, certo?
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Os maçons são anti-Católicos, certo?
Errado. Nada existe a esse respeito nas tradições e rituais maçônicos. Saliente-se que cada maçom possui suas próprias convicções religiosas e todos convivem fraternalmente nas reuniões de suas Lojas e for a delas. A maçonaria combate o sectarismo religioso em qualquer de suas manifestações e respeita a crença e a profissão religiosa dos seus membros. Leia também: Cardeal celebra Missa para Maçons
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Os rituais maçônicos criam situações embaraçosas para os candidato a ingresso, certo?
Errado. Os rituais em geral e os utilizados na cerimônia de ingresso foram escritos para sublinhar virtudes que deverão ser desenvolvidas pelos candidatos, tais como, Justiça, Amor Fraternal, Temperança, Caridade, Solidariedade, etc. Atualmente usa-se nos rituais uma linguagem erudita e ricamente ilustrada por simbolismos. Em nenhum momento são criadas situações que possam embaraçar ou desagradar os candidatos, ou que poderiam violar suas convicções patrióticas, crença religiosa ou de sua família.
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Estas perguntas e respostas foram originalmente compiladas pelo Ir. Nelson Curti (ARLS Flor de Lis), em Novembro 1996. O Ir. Kleber introduziu algumas modificações no texto original, criando a presente versão. Se você tem sugestões para melhorar as respostas ou criar novas perguntas, escreva para o Ir. Kleber.
Revisado em: março 08, 2004.
Ser maçom é ser amante da sabedoria, da virtude, da justiça, da humanidade.
Ser maçom é ser amigo dos pobres, desgraçados que sofrem, que choram, que tem fome; que chamam pelo direito, pela justiça e os utilizam como única forma de conduta, o bem de todos o seu engrandecimento e progresso.
Ser maçom é querer a harmonia das famílias, a concórdia dos povos, a paz do gênero humano.
Ser maçom é derramar por toda a parte os divinos esplendores da instrução: educar para o bem, inteligência; conceber os mais belos ideais do direito, da moralidade, da honra e praticá – los.
Ser maçom é levar para o terreno prático, aquele formosíssimo preceito de todos os lugares e todos os séculos, que diz com infinita ternura aos homens de todas as raças, desde o alto de uma cruz e cm os braços abertos ao mundo: "Amai – vos uns aos outros, formai uma só família, sedes irmãos".
Ser maçom é pregar a tolerância; praticar a caridade sem distinção de raças, crenças ou opiniões, é lutar contra a hipocrisia e o fanatismo.
Ser maçom é viver para a realização da Paz Universal, tendo pelos vivos o mesmo respeito que se dedicam aos mortos.
Se o senhor não reúne estas condições, afaste – se da Maçonaria.
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CARDEAL CELEBRA MISSA PARA MAÇONS
Dirigindo – se aos maçons ("Meus irmãos em Cristo Jesus") Dom Avelar historiou, rapidamente, durante a missa os entendimentos mantidos com os representantes da Maçonaria para a reaproximação com a Igreja Católica, afirmando, a seguir, que aquela reunião na catedral "não era uma imposição, mas a expressão de boa vontade que Deus deseja dos seus filhos, o resultado de um diálogo que vem de algum tempo e através do qual se pôde chegar a essa assembléia de fraternidade e concórdia, exemplo para o Brasil e o mundo".
Dom Avelar revelou ainda que o papa fez recentemente uma consulta a todos os bispos acerca da aproximação dos maçons com a Igreja, pois conhecia a ânsia dos pastores para que se encontrasse uma maneira digna de "por fim a uma divergência que não tinha mais sentido".
Chamou atenção para a disposição da Igreja Católica em "ver os problemas da época, reformulando, quando necessário, posições assumidas no contexto de outras circunstâncias".
O grão – mestre da Maçonaria baiana, Florival Bastos Ferreira, disse, em nome dos maçons, que toda Ordem Maçônica da Bahia (que reúne mais de 8 mil membros de 77 Lojas em todo o Estado, sendo 15 na Capital e 62 no interior) estava muito grata ao cardeal e aos "pacificadores" (como ele trata os maçons que integram uma comissão responsável pelos diversos contatos mantidos com o cardeal ), pela reaproximação. Segundo ele, existem ainda pequenos pontos que deverão ser superados nas conversações que ainda farão com Dom Avelar "era busca da paz completa".
terça-feira, 10 de novembro de 2009
maçonaria e magia negra
maçonaria e magia
Com o proposito de criar uma fachada positiva, a Irmandade se esforça em recrutar bons membros, especialmente celebridades, para falar bem dela e defendê-la se necessário. E quanto menos essas celebridades saibam dos objetivos por trás, mais serão convincentes na defesa de seu grupo. Com o tempo, alguns membros ( não todos) chegarão aos graus mais altos, e então uma seleção muito cuidadosa é feita. Antes de entrar nos graus mais elevados, um irmão superior manda o candidato cuspir na Cruz. Se não cuspir, devido a sua fé em Cristo, é lhe dito que fez a coisa certa e que mostrou sua lealdade a religião. Mas então ele nunca será permitido nos graus mais altos, e sempre lhes serão dadas desculpas para disfarçar o porquê da não continuidade de sua subida. Por outro lado, se a pessoa cuspir na Cruz, mostra que é leal à Irmandade acima de tudo, portanto leal suficiente para continuar subindo na hierarquia. Ele terá acesso às livrarias secretas, onde conhecimento reunido desde longa data é guardado em degredo, e lhe será permitido tomar parte nos rituais magicos. Ele será então mais e mais envolvido na magia negra/ satanismo, assim sendo preparado para os “Grendes Segredos”, dos quais temos alguns:
2) O propósito da sociedade secreta é criar um Governo Uno Mundial, com a Irmandade no topo, mas acima deles a força alien, Luciferiana.
3) A maneira de controlar as massas é atraves de lavagem cerebral e ocultismo, magia satânica, com o intuito de manipular.
4) A recompensa será riqueza e poder.
5) Somos todos seres espirituais, portanto imortais, habitando corpos perecíveis.
andreia caetano piumhi mg
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um dos lugares mais simbólicos da Maçonaria em Portugal
| A Quinta da Regaleira |
A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro. Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.
Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade - conhecida como Quinta da Torre ou do Castro - em 1715, em hasta pública e, após as licenças necessárias, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte ai existente.
Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes estando logo, em 1830, na posse de Manual Bernardo, data em que tomou a designação que actualmente possui. Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela filha de uma grande negociante do Porto, Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira. Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.
A história cia Regaleira actual principia, todavia, em 1892, alio em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António Augusto Carvalho Monteiro por 25 contos de réis (Anacleto, 1994: 241).
O célebre "Monteiro dos Milhões" nasceu no Rio de Janeiro em 1848, filho de pais portugueses, que cedo o trouxeram para Portugal. Licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra, Monteiro foi um distinto coleccionador e bibliófilo, detentor de uma das mais raras camonianas portuguesas, homem de cultura que decerto influenciou, se não determinou mesmo, parte bastante razoável do misterioso programa iconográfico do palácio que construiu para si, nas faldas da serra de Sintra
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Maçonaria - Pacto da Morte
Maçonaria - Pacto da Morte
Jesus disse que não devemos jurar nem pelo céu, nem pela terra, nem por nossa cabeça, mas que seja nosso não, não, e sim, sim (Mt 5.34-37; cf. Tg 5.12).
Com vinte e sete anos, entrei na Maçonaria por curiosidade, para conhecer verdades espirituais e filosóficas; aumentar meu círculo de amigos e me sentir mais seguro.
Talvez tenha sido a primeira vez que li o Salmo 133: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”. É o que é lido na abertura dos trabalhos. “Sobre o `altar sagrado´ dos maçons é colocada uma “Bíblia”, um “Alcorão”, ou outro livro santo chamados de “Volume da Lei Sagrada”. Mas se os membros da Loja forem todos judeus, a Bíblia conterá apenas o Antigo Testamento. Na Maçonaria, a Bíblia é mais um apetrecho dentre outros símbolos, como o esquadro e o ramo de acácia.
qui começam as divergências entre Maçonaria e Cristianismo. De que irmãos a Palavra está falando? De irmãos maçônicos ou irmãos em Cristo? Na minha ignorância, entendia que a Bíblia me recomendava viver em união com os demais maçons. Depois compreendi que os verdadeiros irmãos são os que comungam da mesma fé cristã (Jo 1.12). Portanto, sob juramente, eu estava em estreita comunhão com pecadores confessos. Jurei defendê-los em qualquer circunstância.
A Maçonaria não faz restrições a quem queira ingressar nos seus quadros, desde que não seja ateu. Ela exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. Portanto, espíritas e feiticeiros podem ser maçons. Basta que acredite no “Grande Arquiteto do Universo”, o deus maçônico. Na minha cidade havia um influente maçom feiticeiro quer acreditava no Ser Supremo. Estive pessoalmente no seu terreiro, nos meus tempos de ignorância.
Os pactos feitos nos graus de aprendiz, companheiro e mestre – os únicos por que passei - talvez pareçam para alguns maçons um ritual simbólico, sem muita importância. Mas não é. A boca fala do que está cheio o coração (Lc 6.45). Há implicações e ressonâncias no mundo espiritual. Não cabe querer comparar a Maçonaria a uma empresa privada, em favor da qual se tenha que guardar alguns segredos profissionais. Não. A Maçonaria é uma religião. Tem seu deus, seus ritos, seus símbolos, códigos secretos e credo. E o cristão não pode servir a dois senhores, ter duas religiões.
No dia marcado para minha iniciação, fui visitado por dois maçons. Ao entrar no veículo, colocaram-me uma venda nos olhos. Antes de entrar na Loja, circulei alguns minutos pelas ruas da cidade. Permaneci assim, na escuridão, por mais ou menos duas horas. A venda foi retirada apenas por alguns momentos, para que eu assinasse alguns papéis e reafirmasse o desejo de ser maçom.
Chegou o momento. Entrei no salão. Conduziram-me pela mão para que eu circulasse de um lado para outro, passando por caminhos estreitos, tropeçando nas cadeiras. Quando tiraram a venda, dezenas de maçons apontavam para mim com suas espadas. O simbolismo traduzia que eu passara das trevas para a luz, e que os novos irmãos estariam prontos a me defender em qualquer situação.
A luz maçônica não melhorou em nada a minha vida espiritual. Encontrei a Luz verdadeira trinta anos depois, quando fiz uma confissão pública de entrega da minha vida ao Senhor Jesus. Devo esclarecer que antes mesmo da minha conversão, deixei de freqüentar a Maçonaria. Fiquei nela não mais do que uns dois anos. De fato, saí das trevas em que me encontrava. Com a mesma a boca com que jurei fidelidade à Maçonaria, confessei a Jesus Cristo, aceitando-O como meu Senhor e Salvador pessoal (Rm 10.9). Os pactos anteriores foram quebrados. Nasci de novo.
A prática maçônica - ritos, simbolos e doutrina – é incompatível com a prática cristã. É o que me proponho a examinar.
A Maçonaria é conceituada como uma religião: “Todos (maçons) concordam em declarar que ela é um sistema ético, mediante cuja prática os seus membros podem progredir em seu interesse espiritual, subindo a escada teológica da Loja na terra para a Loja no céu” (01). Vejam: “Seguir a escada teológica da Loja” para entrar no céu. O Caminho do cristão é outro (Jo 14.6). Não há como servir à Loja e servir a Cristo ao mesmo tempo. O cristão precisa permanecer fiel a Jesus (Jo 15.4-5).
A salvação na Maçonaria dá-se pelas obras: “O Olho-que-Tudo- Vê (Deus)... contempla os recessos mais íntimos do coração humano, e irá recompensar- nos conforme as nossas obras”. As obras são necessárias à vida eterna na “Loja Celestial” (02).
A doutrina maçônica nega a salvação pela graciosa provisão de Deus através de Jesus Cristo (Ef 1.2-9).
A teologia maçônica “ensina claramente durante o grau do Arco Real (Rito de York), quando diz a cada candidato que o nome perdido de Deus será agora revelado a ele. O nome dado é Jabulom. Este é um termo composto, juntando Jeová com dois deuses pagãos – Baal, a entidade maligna dos cananeus (Jr 19.5; Jz 3.7; 10.6), e o deus egípcio Osíris” (03).
“Autoridades maçônicas como Coil e o Ritual e Monitor Maçônico Padrão admitem que “Bul” ou “Bel” se refere à divindade cananéia ou assíria Baal, e que “On” se reporta à divindade egípcia Osíris. Wagner revela o objetivo maçônico nessa trindade pagã:
“Neste nome composto é feita uma tentativa de mostrar, mediante uma coordenação de nomes divinos... a unidade, identidade e harmonia das idéias hebraicas, assírias e egípcias sobre deus, e a harmonia da religião do Arco Real com essas religiões antigas. Esta “unidade de Deus” maçônica é peculiar. A doutrina ensina que os nomes diferentes dos deuses, como Brahma, Jeová, Baal, Bel, Om, On, etc. denotam o princípio gerador, e que todas as religiões são essencialmente as mesmas em sujas idéias do divino” (04).
A Bíblia diz: “Não terás outros deuses diante de mim... Não as adorarás, nem lhes darás culto...” (Ex 20.3,5). Leiam a advertência bíblica: “Desprezaram todos os mandamentos do Senhor... e serviram a Baal” (2 Rs 17.16). A unidade do Deus bíblico está no Pai, e no Filho e no Espírito Santo.
A doutrina maçônica diz que o candidato passou “este longo tempo na escuridão e agora busca ser levado para a luz”. Está no Ritual do primeiro grau. Como um filho de Deus, nova criatura em Cristo Jesus , pode aceitar tal doutrina? Somos “a luz do mundo e o sal da terra” (Mt 5.13-14). Vejam:
“Pois outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (Ef 5.8). Ao se tornar maçom, o cristão declara que estava nas trevas.
Prossegue a teologia maçônica:
“A maçonaria aceita e ensina que com tudo e acima de tudo está Deus, mas não essencialmente o Deus cristão trino. O maçom pode chamá-lo (Deus) como quiser, pensar nEle segundo o seu desejo; considera-lo uma lei impessoal ou pessoal e antropomórfica; a maçonaria não se importa com isso... Deus, Grande Arquiteto do Universo, Grande Artífice, Grão-Mestre da Grande Loja do Céu, Jeová, Alá, Buda, Brahma, Vishnu, Siva, ou Grande Geômetra...” (05)
A Maçonaria, como vimos, nega a divindade de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Aliás, o Senhor Jesus nem sequer é mencionado nos rituais. O importante Ritual Maçônico chamado de Ritual da Quinta-Feira Santa do capítulo Rosa-Cruzes declara oficialmente: “Nos reunimos neste dia para celebrar a morte de Jesus, não como inspirado ou divino, pois não nos cabe decidir sobre isso” (06). Bastaria isso para que o verdadeiro crente levante a sua voz desassombrada e diga “NÃO, não aceito. Se os senhores não decidem, eu já decidi servir ao Deus verdadeiro, não a uma composição de deuses pagãos”. Por isso, Cristianismo e Maçonaria são irreconciliáveis.
O que representa a Bíblia para os maçons? “A opinião maçônica predominante é que a Bíblia não passa de um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até agora, nenhuma autoridade responsável afirmou que o maçom deve crer na Bíblia ou em qualquer parte dela” (06). E mais: “Os livros sagrados de outras crenças são igualmente válidas para o maçom” (07).
O apóstolo Paulo disse que “toda Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16).
Muitos, como eu, se tornam maçons antes de conhecer a Cristo. Agora, como cristãos, precisam renunciar à fé maçônica e quebrar o juramento feito. Vejam:
“Quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer o mal, ou para fazer o bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramente, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas. Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (Lv 5.4-5; cf. Pv 28.13; Tg 5.16; 1 Jo 1.9).
Referências:
01) Enciclopédia Revisada da Maçonaria (Revised Encyclopedia of Freemasonry) de Albert G. Mackey, cf. “Os Fatos Sobre a Maçonaria”, de John Ankerberg e John Weldon, 1995, p. 12).
02) Ritual dos três primeiros graus; Ritual e Monitor Maçônico. “Os Fatos...” p.22.
03) “Os Fatos...”, p. 27).
04) Ibidem, p.51.
05) “The Idea of God in Masonry” (A Idéia de Deus na Maçonaria), citado na revista maçônica The New Age (A Nova Era), nas pgs. 269ss, citado em “Os Fatos...”, pg. 53).
06) Enciclopédia Maçônica de Coil (Coil´sMasonic Encyclopedia, citada em “Os Fatos...”, p. 59.
07) A Revised Encyclopedia of Feemasonry (Enciclopédia Revisada da Maçonaria), de Mackey, cf. “Os Fatos...”, p. 59-60
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
iluminati
Antes gostaria de dizer-vos algo importante, a pirâmide com o olho-que-tudo-vê, é um símbolo illuminati, esse símbolo é real e não se trata de fruto da imaginação. Porque digo isto? Porque os illuminati têm introduzido este símbolo em alguns filmes, tais como « Tomb Raider» e "National Treasure", com que finalidade não sei, talvez para marcarem presença ou para vulgarizarem o símbolo para que as pessoas não lhe dêem tanta credibilidade,
Por exemplo já ouvi pessoas dizerem que o símbolo foi inventado e apareceu pela primeira vez no filme Tomb Raider, o que é totalmente ERRADO.
A explicação "bonitinha" que os maçons dão para esse símbolo, não é a real, o olho que tudo vê não é de Deus, eles nem conseguem dizer o nome Deus, eles preferem referir-se a Gadu ( grande arquiteto do Universo), Novo ordo seclorum que significa a nova ordem dos séculos não se trata de uma Era de paz.
Abaixo coloco a verdadeira simbologia do símbolo.
| Uma pirâmide cujo cume (a elite) é esclarecida pelo olho da consciência que o vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos idênticos (a população). As duas menções em latim são muito significativas. "NOVUS ORDO SECLORUM" significa, "nova ordem para os séculos dos séculos". Em outros termos: nova ordem mundial. E "ANNUIT CŒPTIS" significa : "nosso projeto será coroado de sucesso . Franklin Roosevelt em 1933 ordenou que se introduzisse esse símbolo nas notas de 1 dólar. Roosevelt foi presidente dos EUA, um dos 13 presidentes que eram Maçons. quando vi na tv nuns desenhos animados "yu gi oh ",que são uma espécie de digimon, com demônios e universos paralelos. |
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
maçonaria e magia
ESTRELA FLAMEJANTE DA MAÇONARIA
Pentagrama: Símbolo da Onipotência Divina. Símbolo do Verbo feito carne.
De Divina Proportione –1490 -“Os pensadores renascentistas viam uma certa perfeição matemática na forma humana. Esta imagem representa o corpo humano inserido na forma ideal do círculo e nas perfeitas proporções do quadrado. A imagem foi usada por Luca Pacioli na ilustração do seu livro De Divina Proportione”.
Fontes:http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Leonardo2.htm
Cruzamentos de informações por Eliphas Levi, no Livro Dogma e Ritual da Alta Magia.



Deitado ao pé da porta com os pés para fora impede a entrada de entidades tenebrosas, ao contrário, o pentagrama invertido com os pés para dentro, permite a entrada dos seres tenebrosos.
Recomendo que qualquer uso deste ou de qualquer símbolo seja sagrado ou não para fins destrutivos somente fará efeitos naqueles fracos de pensamentos e de atitude adversa. Pois quem planta colhe! E se plantas algo ruim no seu e no coração dos outros, com toda certeza colherás o mesmo! Boa Sorte!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
maçonaria e magia
No Egito, existiam primariamente três
classes de sacerdotes iniciados:
o Culto ao Templo Solar, cujo templo principal ficava em Hélios, baseado nos misterios de Osíris de sua morte e ressurreição, da conspiração de Seth, da vingança de Hórus e seu triunfo. Este culto lidava essencialmente com energias MASCULINAS em seus rituais, baseados na força e simbolismo do sol, movimentando os aspectos de Yang (positivos, fortes, racionais, diretos). Desta ordem surgiam os comandantes dos exércitos do Templo e, posteriormente, osCavaleiros Templários e a Maçonaria, descendente direta dos templários. Esta é a razão pela qual apenas HOMENS são iniciados na maçonaria. Não se trata de um “clube do bolinha”ou de nenhum preconceito com as mulheres, como muitos detratores alegam, mas, essencialmente, os rituais maçônicos são de energia Yang e a presença de uma mulher no templo em uma loja solar apenas atrapalharia toda a egrégora (existem organizações para-maçônicas como as Fraternidades Femininas e ordens como as Filhas de Jó para mulheres, mas a ritualística é outra, especialmente voltadas para as meninas e mulheres. Muito diferente do golpe da “maçonaria feminina” que Non Ecziste!).
OBS: quando as cerimônias são públicas, os rituais são, obviamente, diferentes…
Além desta Ordem, existia a Ordem dos Mistérios de Ísis, voltada apenas para MULHERES. Estas ordens lidam com a energia lunar, com o Yin, com a intuição, com a sedução, com as emoções sutis que pertencem ao campo do feminino. Da mesma forma, era proibida a presença de homens em uma loja de Ísis. Ísis recebeu vários nomes em seus cultos: Islene, Ceres, Rhea, Venus, Vesta, Cybele, Niobe, Melissa, Nehalennia no norte; Isi com os hindus, Puzza entre os chineses e Ceridwen entre os antigos bretões.
O terceiro tipo de Ordem eram as Ordens de Ísis e Osíris, ou as ordens mistas. Estas eram ordens espirituais, preocupadas com o estudo das ciências e dos fenômenos naturais. Pode-se dizer que foram as primeiras ordens de cientistas do planeta, estudando ao mesmo tempo fenômenos físicos, matemáticos e espirituais. Destas ordens, Grandes iniciados como o faraó Tuthmosis III, Nefertitti, Akhenaton (ou Amenhotep IV) e Moshed (ou Moisés para os íntimos) estabeleceram as bases de praticamente todas as escolas iniciáticas que surgiram, inclusive todos os ramos dasOrdens Rosacruzes.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
princípios básicos da maçonaria
Principios básicos da Maçonaria

domingo, 18 de outubro de 2009
maçonaria e magia
MAÇONARIA
A maçonaria consiste na maior e na mais poderosa e influente sociedade secreta que conhecemos, com milhões de membros através do mundo. Anos atrás poucas pessoas sabiam muito a respeito dela, embora não ignorassem a sua existência. Era, em geral, considerada como uma sociedade filantrópica benigna, da qual participavam todas as classes sociais, contando-se pessoas de vulto entre os seus membros.
No entanto seus segredos, incluindo sua estrutura e organização, seus votos secretos e atividades estão sendo corajosamente revelados mediante a publicação de livros e a publicidade feita na internet por pessoas que dela saíram, a fim de prevenir os incautos sobre a sua verdadeira natureza.
As conseqüências têm sido, de uma parte, o desencorajamento de possíveis candidatos, mas, de outro, uma intensificação do recrutamento feito pela maçonaria de novos membros, mediante propaganda visando restabelecer a sua imagem. A fim de dar algum esclarecimento sobre a sua verdadeira natureza, à luz da Palavra de Deus, daremos a seguir um breve esboço da sua origem e das suas práticas atuais.
O seu nome vem de “maçom” que significa “pedreiro”. Somos informados que até o ano 1.600 AD, as lojas maçônicas eqüivaliam aos sindicatos de hoje, cujos membros eram pedreiros profissionais. Durante o século 17 as lojas passaram a admitir pessoas não envolvidas nessa profissão, que chamavam de “franco-maçons” (não-profissionais), e a assumir um sentido religioso.
No século 17 também houve o crescimento de uma seita mística religiosa, o rosacrucianismo, que nega a divindade e poder do Senhor Jesus Cristo e que considera a Bíblia como sendo um acúmulo de alegorias e mistérios escondidos. Esta seita passou a influenciar as lojas maçônicas, encontrando-se o primeiro elo na cidade de Perth, na Escócia, em 1630. Em 1646 um dos mais bem conhecidos rosacrucianistas de todos os tempos, Elias Ashmole, juntou-se com a loja maçônica de Warrington, na Inglaterra.
Um folheto evangélico foi distribuído em Londres em 1698 advertindo contra os males da maçonaria, declarando que era “uma seita satânica de homens”, “anticristo”, “praticante do mal” e “corrupta”. Os seus autores se julgavam na obrigação de prevenir “todos os homens de bem na cidade de Londres” contra “os males e perversidades praticadas à vista de Deus por estes que se chamam “franco-maçons”. O folheto ainda admoestava: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
Em 24 de junho de 1717 dois homens - James Anderson e John Desaguliers - formaram na Inglaterra a instituição maçônica que conhecemos hoje, que é a maçonaria religiosa especulativa, ou esotérica, composta toda de “franco-maçons”.
A maçonaria é uma organização composta de pessoas em vários estágios de diferentes graus, porque o seu ensino e filosofia são revelados mediante um processo de “iluminação” gradual. Os primeiros três graus pertencem à “Loja Azul” e, em seguida, o candidato pode seguir pelo rito escocês (até grau 33) ou o rito de York (com número variável de graus). Coletivamente, estes são conhecidos como os graus mais altos.
Vou em seguida inserir umas passagens do testemunho de William Schnoebelen, que foi sumo-sacerdote num ramo de bruxaria chamado Wiccan por dezesseis anos, entrou na maçonaria e chegou ao grau de Mestre do Véu do Arco Real, e Patrono Associado da Ordem da Estrela Oriental, maçom do grau 32 e “Shriner”. Agora é um cristão nascido de novo e autor de 5 livros, incluindo “Maçonaria: Além da Luz”. “Para compreender as dificuldades espirituais para um cristão nascido de novo ser um maçom, é necessário se aperceber que existem elementos do ocultismo em grande escala dentro da maçonaria. A maçonaria não é só “outra religião”, como os muçulmanos e budistas, mas a natureza e o caráter da sua teologia estão fundamentados na feitiçaria e no paganismo.
“É verdade que textos bíblicos são citados em seus rituais, e mesmo a Bíblia é colocada no altar, mas o significado é completamente desvirtuado. Isso é comum, e vou citar um exemplo: Nos idos de 1970, quando primeiro me tornei em feiticeiro, um dos livros de feitiço muito populares naquela época era o chamado O Queimar de Velas, de Raymond Buckland. Nesse livro havia “receitas” para tudo, desde curas, até “encantos” para amor e proteção, instruções sobre como queimar e mover certas velas coloridas, com ritos completos de bruxaria, e o texto era totalmente pagão. Nas páginas seguintes, achavam-se os mesmos ritos, as mesmas velas, as mesmas instruções, mas os dizeres eram tirados do livro dos Salmos ou eram outros versículos bíblicos. Assim se procurava dar alguma “autoridade bíblica” às encantações. Mas, sabemos que mesmo citando versículos da Bíblia a esmo, o que se fazia era bruxaria.”
“Assim também, mesmo que os maçons usem frases e caracteres bíblicos em abundância nos ritos maçônicos, a presença desses elementos não pode “santificar” o que é na realidade um rito pagão, cheio de elementos de bruxaria. Os bruxos admitem que todos os deuses são um deus e todas as deusas são uma deusa, mas há só um iniciador (Dion Fortune) , e, no final de contas, para eles este é Lucifer, o iluminador, o deus-sol”. 
“Os ritos da moderna religião de bruxaria Wiccan são praticamente idênticos aos da maçonaria, em todos os sentidos, e há notáveis semelhanças filosóficas. Albert Pike e Manly P. Hall (grau 33), notórios ocultistas, escrevem que as bases da filosofia da maçonaria são a cabala e o gnosticismo. A cabala é um sistema de origem judaica, cujo misticismo e magia são elementos fundamentais da feitiçaria moderna. O gnosticismo é uma heresia antiga, anticristã, baseada na teoria que a salvação é adquirida por um conhecimento secreto que eles têm. Tanto os feiticeiros como os maçons procuram a salvação mediante uma “iluminação”, e pelas obras, não pela graça. A reencarnação, ensinada na bruxaria, está implícita na maçonaria.”
“Como a bruxaria, a maçonaria nega o caráter e a missão do Senhor Jesus Cristo. Ambos negam a Sua ressurreição.”
“A semelhança é tal, que muitos feiticeiros notáveis também têm figurado como membros da alta roda maçom. Entre eles figuram Arthur Edward Waite (escritor do ocultismo e historiador maçônico), Dr. Wynn Westcott (membro da Societas Rosicruciana em Anglia e membro fundador da Ordem da Aurora Dourada, a mais influente sociedade de magia do fim do século 19), S. L. MacGregor Mathers (Co-fundador da Aurora Dourada), Aleister Crowley (satanista-mestre deste século e fundador da religião anticristã de Telema que se dizia ser “a grande besta 666”), Dr. Gerard Encaussé - (Papus) (escritor, professor de Tarô e líder da sociedade de ocultismo Martiniste). O “olho que vê tudo” dos maçons também é um símbolo do ocultismo”.
Ser um maçom, seja de qual for o grau, é carregar pela sua vida um fardo cheio de lixo espiritual, é estar sob jugo desigual com todos esses descrentes e feiticeiros (2 Coríntios 6:14-18), e isto já é suficiente para emudecer o Espírito Santo em qualquer cristão, por mais firme que esteja na fé.
É também uma espécie de “pirâmide financeira”: os que estão nos níveis mais altos exploram os que estão mais em baixo. Entra muito dinheiro, parte paga pelas necessidades, outra para obras de beneficência, mas muito desaparece sem que os membros da loja saibam onde vai. Alguns bem mais em cima estão se beneficiando.
Também é uma espécie de “esponja espiritual” - absorve milhões de horas para se decorar o material de graduação, e na freqüência às reuniões e atividades extracurriculares (almoços, banquetes, funerais, piqueniques). São horas gastas em atividades inúteis e mesmo perniciosas.
Esta é apenas uma pequena amostra da influência satânica sobre esta sociedade secreta, pois há muito mais ainda que não pôde ser relatado por falta de espaço. Penso que é mais do que suficiente para demonstrar que o cristão verdadeiro não pode, de forma alguma, participar dela, e repito aqui as palavras sábias do panfleto de 1.696: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
R David Jones
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
maçonaria
MAÇONARIA
A maçonaria consiste na maior e na mais poderosa e influente sociedade secreta que conhecemos, com milhões de membros através do mundo. Anos atrás poucas pessoas sabiam muito a respeito dela, embora não ignorassem a sua existência. Era, em geral, considerada como uma sociedade filantrópica benigna, da qual participavam todas as classes sociais, contando-se pessoas de vulto entre os seus membros.No entanto seus segredos, incluindo sua estrutura e organização, seus votos secretos e atividades estão sendo corajosamente revelados mediante a publicação de livros e a publicidade feita na internet por pessoas que dela saíram, a fim de prevenir os incautos sobre a sua verdadeira natureza.
As conseqüências têm sido, de uma parte, o desencorajamento de possíveis candidatos, mas, de outro, uma intensificação do recrutamento feito pela maçonaria de novos membros, mediante propaganda visando restabelecer a sua imagem. A fim de dar algum esclarecimento sobre a sua verdadeira natureza, à luz da Palavra de Deus, daremos a seguir um breve esboço da sua origem e das suas práticas atuais.
O seu nome vem de “maçom” que significa “pedreiro”. Somos informados que até o ano 1.600 AD, as lojas maçônicas eqüivaliam aos sindicatos de hoje, cujos membros eram pedreiros profissionais. Durante o século 17 as lojas passaram a admitir pessoas não envolvidas nessa profissão, que chamavam de “franco-maçons” (não-profissionais), e a assumir um sentido religioso.
No século 17 também houve o crescimento de uma seita mística religiosa, o rosacrucianismo, que nega a divindade e poder do Senhor Jesus Cristo e que considera a Bíblia como sendo um acúmulo de alegorias e mistérios escondidos. Esta seita passou a influenciar as lojas maçônicas, encontrando-se o primeiro elo na cidade de Perth, na Escócia, em 1630. Em 1646 um dos mais bem conhecidos rosacrucianistas de todos os tempos, Elias Ashmole, juntou-se com a loja maçônica de Warrington, na Inglaterra.
Um folheto evangélico foi distribuído em Londres em 1698 advertindo contra os males da maçonaria, declarando que era “uma seita satânica de homens”, “anticristo”, “praticante do mal” e “corrupta”. Os seus autores se julgavam na obrigação de prevenir “todos os homens de bem na cidade de Londres” contra “os males e perversidades praticadas à vista de Deus por estes que se chamam “franco-maçons”. O folheto ainda admoestava: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
Em 24 de junho de 1717 dois homens - James Anderson e John Desaguliers - formaram na Inglaterra a instituição maçônica que conhecemos hoje, que é a maçonaria religiosa especulativa, ou esotérica, composta toda de “franco-maçons”.
A maçonaria é uma organização composta de pessoas em vários estágios de diferentes graus, porque o seu ensino e filosofia são revelados mediante um processo de “iluminação” gradual. Os primeiros três graus pertencem à “Loja Azul” e, em seguida, o candidato pode seguir pelo rito escocês (até grau 33) ou o rito de York (com número variável de graus). Coletivamente, estes são conhecidos como os graus mais altos.
Vou em seguida inserir umas passagens do testemunho de William Schnoebelen, que foi sumo-sacerdote num ramo de bruxaria chamado Wiccan por dezesseis anos, entrou na maçonaria e chegou ao grau de Mestre do Véu do Arco Real, e Patrono Associado da Ordem da Estrela Oriental, maçom do grau 32 e “Shriner”. Agora é um cristão nascido de novo e autor de 5 livros, incluindo “Maçonaria: Além da Luz”. “Para compreender as dificuldades espirituais para um cristão nascido de novo ser um maçom, é necessário se aperceber que existem elementos do ocultismo em grande escala dentro da maçonaria. A maçonaria não é só “outra religião”, como os muçulmanos e budistas, mas a natureza e o caráter da sua teologia estão fundamentados na feitiçaria e no paganismo.
“É verdade que textos bíblicos são citados em seus rituais, e mesmo a Bíblia é colocada no altar, mas o significado é completamente desvirtuado. Isso é comum, e vou citar um exemplo: Nos idos de 1970, quando primeiro me tornei em feiticeiro, um dos livros de feitiço muito populares naquela época era o chamado O Queimar de Velas, de Raymond Buckland. Nesse livro havia “receitas” para tudo, desde curas, até “encantos” para amor e proteção, instruções sobre como queimar e mover certas velas coloridas, com ritos completos de bruxaria, e o texto era totalmente pagão. Nas páginas seguintes, achavam-se os mesmos ritos, as mesmas velas, as mesmas instruções, mas os dizeres eram tirados do livro dos Salmos ou eram outros versículos bíblicos. Assim se procurava dar alguma “autoridade bíblica” às encantações. Mas, sabemos que mesmo citando versículos da Bíblia a esmo, o que se fazia era bruxaria.”
“Assim também, mesmo que os maçons usem frases e caracteres bíblicos em abundância nos ritos maçônicos, a presença desses elementos não pode “santificar” o que é na realidade um rito pagão, cheio de elementos de bruxaria. Os bruxos admitem que todos os deuses são um deus e todas as deusas são uma deusa, mas há só um iniciador (Dion Fortune) , e, no final de contas, para eles este é Lucifer, o iluminador, o deus-sol”.
“Os ritos da moderna religião de bruxaria Wiccan são praticamente idênticos aos da maçonaria, em todos os sentidos, e há notáveis semelhanças filosóficas. Albert Pike e Manly P. Hall (grau 33), notórios ocultistas, escrevem que as bases da filosofia da maçonaria são a cabala e o gnosticismo. A cabala é um sistema de origem judaica, cujo misticismo e magia são elementos fundamentais da feitiçaria moderna. O gnosticismo é uma heresia antiga, anticristã, baseada na teoria que a salvação é adquirida por um conhecimento secreto que eles têm. Tanto os feiticeiros como os maçons procuram a salvação mediante uma “iluminação”, e pelas obras, não pela graça. A reencarnação, ensinada na bruxaria, está implícita na maçonaria.”
“Como a bruxaria, a maçonaria nega o caráter e a missão do Senhor Jesus Cristo. Ambos negam a Sua ressurreição.”
“A semelhança é tal, que muitos feiticeiros notáveis também têm figurado como membros da alta roda maçom. Entre eles figuram Arthur Edward Waite (escritor do ocultismo e historiador maçônico), Dr. Wynn Westcott (membro da Societas Rosicruciana em Anglia e membro fundador da Ordem da Aurora Dourada, a mais influente sociedade de magia do fim do século 19), S. L. MacGregor Mathers (Co-fundador da Aurora Dourada), Aleister Crowley (satanista-mestre deste século e fundador da religião anticristã de Telema que se dizia ser “a grande besta 666”), Dr. Gerard Encaussé - (Papus) (escritor, professor de Tarô e líder da sociedade de ocultismo Martiniste). O “olho que vê tudo” dos maçons também é um símbolo do ocultismo”.
Ser um maçom, seja de qual for o grau, é carregar pela sua vida um fardo cheio de lixo espiritual, é estar sob jugo desigual com todos esses descrentes e feiticeiros (2 Coríntios 6:14-18), e isto já é suficiente para emudecer o Espírito Santo em qualquer cristão, por mais firme que esteja na fé.
É também uma espécie de “pirâmide financeira”: os que estão nos níveis mais altos exploram os que estão mais em baixo. Entra muito dinheiro, parte paga pelas necessidades, outra para obras de beneficência, mas muito desaparece sem que os membros da loja saibam onde vai. Alguns bem mais em cima estão se beneficiando.
Também é uma espécie de “esponja espiritual” - absorve milhões de horas para se decorar o material de graduação, e na freqüência às reuniões e atividades extracurriculares (almoços, banquetes, funerais, piqueniques). São horas gastas em atividades inúteis e mesmo perniciosas.
Esta é apenas uma pequena amostra da influência satânica sobre esta sociedade secreta, pois há muito mais ainda que não pôde ser relatado por falta de espaço. Penso que é mais do que suficiente para demonstrar que o cristão verdadeiro não pode, de forma alguma, participar dela, e repito aqui as palavras sábias do panfleto de 1.696: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
R David Jones
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