quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Como ser maçom?



http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

Como ser maçom?
    Dentre as pessoas que honram este página com a sua visita, muitos fazem esta pergunta.
    Tenha sempre em mente que será necessário o exercício de atividades periódicas (semanais, quinzenais ou mensais) enquanto for maçom, numa Loja Regular. Só a participação prática pode levar à plenitude dos direitos maçônicos. A teoria pode coadjuvar bastante, mas será sempre somente isso: teoria.
    Isto posto, e apenas para prestar um serviço básico aos visitantes, esclareço que já houve um tempo em que os brasileiros eram convidados a ingressar para a maçonaria. Hoje em dia o postulante deve demonstrar o seu interesse para que seu nome seja submetido à apreciação dos membros de uma determinada Loja e o convite efetivamente se vertebre.
    Em síntese:
    1) Busque conhecer os maçons da sua cidade, do bairro em que você mora. Quando for maçom, vale a redundância, você terá de exercer atividades práticas periódicas, voltadas a seu aprimoramento pessoal, familiar e do meio social em que vive. Por isto a recomendação de procurar a Loja mais próxima, que os maçons de seu bairro frequentam.
    2) Em conversa informal com um maçom amigo no bairro em que mora, dê a entender o seu interesse pela maçonaria e ouça com atenção o que ele disser.
    3) Aguarde uns dois meses e vá novamente conversar com aquele amigo sobre o mesmo assunto. Se tiver liberdade, pergunte se ele conversou com outros maçons sobre o seu interesse e como foi a receptividade.
    4) Estando tudo em ordem, você será convidado a apresentar à Loja alguns documentos fundamentais (RG, CIC, comprovante de residência, etc.) e aguardar novo contato, quando seu ingresso poderá ser franqueado.
    Note bem: somente desta maneira se ingressa regularmente na maçonaria. Nos dias de hoje é possível ingressar de maneira irregular ou espúria, mas foge ao escopo desta explanação, pois é indesejável e traz mais aborrecimentos do que vantagens. Procure os maçons de sua cidade que eles o instruirão pessoalmente sobre estes detalhes. Não se encontrará na Internet mais do que apoio a algumas dúvidas teóricas. O que passar disso, necessariamente está fora do encaminhamento ortodoxo tradicional, constituindo, portanto, proposta espúria.
    No Grupro Maçonaria do Brasil, aberto a Maçons e simpatizantes, você poderá se informar melhor sobre maçons em sua cidade. Participe!






andreia caetano piumhi/mg

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Oração do Maçom

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/


Oração do Maçom






Humilhemo-nos diante de ti Grande Arquiteto do Universo!
Ajudai-nos em nosso dia a dia derramando sobre nossas cabeças as suas bênçãos divinas!
Fazei que nossos pensamentos sejam todos voltados para o bem, de nossos irmãos, de nossas famílias e de toda humanidade!
Daí nos força e coragem para que possamos seguir seus passos como os astros criados por ti percorrem no infinito ao redor do Sol em trajetória perfeita!
Que possamos ser fiéis às causas maçônicas, seguindo suas Leis e Regulamentos, de modo que possamos difundir todo o bem que nos ensinastes!
Humilhemo-nos Senhor!
Para que possamos não criticar quem quer que seja!
Para que nossas mentes estejam sempre limpas!
Iluminai-nos Senhor com o brilho de sua luz para que possamos irradiar bondade ao nosso redor!
Lembrai-nos Senhor de que se julgamos somos passíveis de sermos julgados!
Lembrai-nos que a máxima: Liberdade; Igualdade e Fraternidade estejam sempre em nossos corações!
Assim Seja!
AMEM!

AUG.´. RESP.´. LOJA SIM.´. JOSÉ RODRIGUES GOMES DA SILVA Nº 2252
ORIENTE DE PINHEIRAL - RJ
ALOISIO DE SOUZA SABENÇA - VENERÁVEL MESTRE

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

MAÇONARIA - Perguntas Frequentes

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

masonic_symbol_shimmering_md_wht.gif (7784 bytes)


O que é Franco-maçonaria?

Franco-maçonaria, ou simplesmente maçonaria é uma organização fraternal que tem como princípio básico o amor fraternal, a prática da caridade e a busca da Verdade. Existe um velho dito popular que diz: "A Maçonaria escolhe homens de bem e os faz ainda melhores."
É freqüentemente constatado que os homens são o produto do meio que eles freqüentam durante as suas vidas. A Maçonaria oferece a cada um de seus membros a oportunidade de se desfrutar da convivência regular com homens de bom caráter, o que reforça o seu próprio desenvolvimento pessoal e moral. É evidente que a maçonaria também procura ser agradável aos seus associados, não devendo ser vista simplesmente como um clube filosófico, mas sim como uma vibrante associação de homens que buscam desfrutar, na companhia de cada um, os agradáveis resultados decorrentes de sadia e fraternal convivência
A garantia dessa fraternal convivência é conseguida pela proibição de discussões político-partidárias ou religioso-sectárias, visto que esses assuntos tem dividido os homens ao longo de sua história. Os maçons, sem discutir suas crenças pessoais nestes dois assuntos, incentivam os homens a ser religiosos sem particularizar uma religião e os encoraja para serem ativos nas suas comunidades, também sem particularizar o meio de expressão política.
Voltar ao Topo

O que e como se aprende ao se ingressar na maçonaria ?

Os maçons aprendem seus preceitos em reuniões, que seguem liturgias , herdadas dos usos e costumes dos antigos (medievais) construtores de catedrais, utilizando como meio de transmissão dos seus ensinamentos, os símbolos e as alegorias dos antigos pedreiros.
Entre outras coisas, nas Lojas maçônicas se aprende a amar a pátria em que se vive, a se submeter às leis e às autoridade legalmente constituídas e considerar o trabalho como um dever essencial ao ser humano.
A Maçonaria ensina e pratica os princípios e os ideais da decência, honestidade, gentileza, amabilidade, honradez, compreensão e afeto.
Voltar ao Topo

Quem é o chefe da maçonaria ?

A maçonaria não tem um chefe propriamente dito, mas cada Grande Loja é presidida por um oficial denominado Grão-Mestre, eleito periodicamente pelo povo maçônico da jurisdição da própria Grande Loja. Dentro da jurisdição da sua Grande Loja, o Grão Mestre é a autoridade máxima.
Voltar ao Topo

Existem despesas associadas à condição de ser maçom ?

Sim, assim como em todas as organizações, as Lojas para prover as necessárias condições para o seu funcionamento geram despesas, as quais são rateadas entre os seus membros.
Voltar ao Topo

Ouvi dizer que um maçom usa um avental. Como é isso ?

Todo maçom possui e usa nas reuniões da sua Loja um avental que irá sempre lembrá-lo de que a pureza da alma é um pré-requisito essencial para o trabalho de aperfeiçoamento moral e desenvolvimento intelectual que cada novo maçom deve e persistir por toda a sua vida.
Voltar ao Topo

Os maçons são racistas ou elitistas ?

Quanto ao racismo a maçonaria estabelece explicitamente a igualdade entre os homens sem considerar sua raça, credo ou cor.
Quanto ao "elitismo", tal situação é difícil de ser definida. Se você achar que os maçons são homens que para serem convidados devam possuir qualidades que os distingam como pessoas de reputação ilibada, tementes a Deus, bons chefes de família, bons profissionais e dedicados aos interesses maiores da comunidade em que vivem, então você pode achar que os maçons sejam "elitistas".
Como se depreende, os critérios de seleção não se baseiam em valores materiais. A maçonaria congrega uma ampla faixa de pessoas: profissionais liberais, comerciantes, professores, artistas, políticos, trabalhadores especializados, comerciários, bancários, banqueiros, militares, policiais, empresários, etc.
Perante a maçonaria são todos iguais.
Voltar ao Topo

A maçonaria não é apenas um clube de negócios ?

Não. Dificilmente seria aprovado um candidato que queira ingressar na Maçonaria apenas por interesses comerciais. Entretanto, em decorrência do fato de que, em geral, os maçons se tornam amigos, não se deve estranhar quando algum negócio seja firmado entre eles. Vide também: "Cuidado! O senhor não deve ser maçom"
Voltar ao Topo

A maçonaria é uma sociedade secreta, certo?
Errado. Sociedades secreta geralmente são definidas como organizações desconhecidas do público e sua existência seja escondida.
A Maçonaria, por outro lado, é bem conhecida e se orgulha de demonstrar sua existência. Seus Templos e suas Lojas são facilmente identificados e muitos deles figuram nas listas telefônicas. Muitos de seus membros costumam usar anéis, distintivos de lapela, prendedores de gravata que os identificam como Maçons. Frequentemente os maçons participam ativamente junto a sua comunidade em trabalhar assistenciais. Finalmente, algumas atividades maçônicas são abertas e acessíveis ao público. (Leia também: "O Sigilo Maçônico")
Voltar ao Topo

A maçonaria é uma religião, certo?
Errado. Religião é um termo comumente usado, mas implicitamente abrange diversas pré-requisitos, dos quais destacamos alguns: um plano de salvação ou um caminho pelo qual se alcançará uma vida futura, post-morten; explicações teológicas que tentam descrever a natureza de Deus e a descrição dos meios ou práticas pelas quais homens e mulheres podem procurar se comunicar com Deus.
Na maçonaria não existe nenhuma dessas coisas, ela não oferece nenhum plano de salvação e não estuda a Palavra de Deus no sentido teológico. Entretanto, estimula o desenvolvimento da religiosidade do maçom, imprimindo em seu coração as doutrinas essenciais determinadas na sua Palavra, especialmente no que concerne ao exercício do Amor Fraternal e que nenhum homem deve iniciar um importante empreendimento sem primeiro pedir a proteção de Deus.
Voltar ao Topo

Os maçons são anti-Católicos, certo?
Errado. Nada existe a esse respeito nas tradições e rituais maçônicos. Saliente-se que cada maçom possui suas próprias convicções religiosas e todos convivem fraternalmente nas reuniões de suas Lojas e for a delas. A maçonaria combate o sectarismo religioso em qualquer de suas manifestações e respeita a crença e a profissão religiosa dos seus membros. Leia também: Cardeal celebra Missa para Maçons
Voltar ao Topo

Os rituais maçônicos criam situações embaraçosas para os candidato a ingresso, certo?
Errado. Os rituais em geral e os utilizados na cerimônia de ingresso foram escritos para sublinhar virtudes que deverão ser desenvolvidas pelos candidatos, tais como, Justiça, Amor Fraternal, Temperança, Caridade, Solidariedade, etc. Atualmente usa-se nos rituais uma linguagem erudita e ricamente ilustrada por simbolismos. Em nenhum momento são criadas situações que possam embaraçar ou desagradar os candidatos, ou que poderiam violar suas convicções patrióticas, crença religiosa ou de sua família.
Voltar ao Topo

Estas perguntas e respostas foram originalmente compiladas  pelo Ir. Nelson Curti (ARLS Flor de Lis), em Novembro  1996. O  Ir. Kleber introduziu algumas modificações no texto original, criando a presente versão. Se você tem sugestões para melhorar as respostas ou criar novas perguntas, escreva para o Ir. Kleber.

Revisado em: março 08, 2004.

O SENHOR NÃO DEVE SER MAÇOM
Por ocasião do transcurso do 154º de autonomia político – administrativa da cidade sul mineira de São Sebastião do Paraíso, a Loja Maçônica Fraternidade Universal fez distribuir a seguinte advertência "contra" a Maçonaria:
Ser maçom é ser amante da sabedoria, da virtude, da justiça, da humanidade.
Ser maçom é ser amigo dos pobres, desgraçados que sofrem, que choram, que tem fome; que chamam pelo direito, pela justiça e os utilizam como única forma de conduta, o bem de todos o seu engrandecimento e progresso.
Ser maçom é querer a harmonia das famílias, a concórdia dos povos, a paz do gênero humano.
Ser maçom é derramar por toda a parte os divinos esplendores da instrução: educar para o bem, inteligência; conceber os mais belos ideais do direito, da moralidade, da honra e praticá – los.
Ser maçom é levar para o terreno prático, aquele formosíssimo preceito de todos os lugares e todos os séculos, que diz com infinita ternura aos homens de todas as raças, desde o alto de uma cruz e cm os braços abertos ao mundo: "Amai – vos uns aos outros, formai uma só família, sedes irmãos".
Ser maçom é pregar a tolerância; praticar a caridade sem distinção de raças, crenças ou opiniões, é lutar contra a hipocrisia e o fanatismo.
Ser maçom é viver para a realização da Paz Universal, tendo pelos vivos o mesmo respeito que se dedicam aos mortos.
Se o senhor não reúne estas condições, afaste – se da Maçonaria.
Autor desconhecido
publicado em "A Voz do Vale do Rio Grande", Paulo de Faia, SP, em 4 de Janeiro de 1976
Colaboração especial do Jornalista Filatélico Moises Garabosky
Voltar ao Topo

CARDEAL CELEBRA MISSA PARA MAÇONS
Extraído do jornal o Estado de São Paulo, Dezembro de 1975
A catedral de Salvador estava repleta de maçons quando na manhã do dia de Natal, o cardeal Avelar Brandão Vilelaarcebispo de Salvador, celebrou missa solene em ação de graças pelo transcurso do aniversário de uma Loja Maçônica baiana. A missa, a primeira celebrada em vários séculos por intenção dos maçons, coroou um período de aproximadamente um ano de entendimentos sigilosos entre a Igreja Católica e a Ordem Maçônica, no Estado, e poderá ainda ser um passo definitivo para o congraçamento das duas instituições, há séculos separadas por questões teológicas.
Dirigindo – se aos maçons ("Meus irmãos em Cristo Jesus") Dom Avelar historiou, rapidamente, durante a missa os entendimentos mantidos com os representantes da Maçonaria para a reaproximação com a Igreja Católica, afirmando, a seguir, que aquela reunião na catedral "não era uma imposição, mas a expressão de boa vontade que Deus deseja dos seus filhos, o resultado de um diálogo que vem de algum tempo e através do qual se pôde chegar a essa assembléia de fraternidade e concórdia, exemplo para o Brasil e o mundo".
Dom Avelar revelou ainda que o papa fez recentemente uma consulta a todos os bispos acerca da aproximação dos maçons com a Igreja, pois conhecia a ânsia dos pastores para que se encontrasse uma maneira digna de "por fim a uma divergência que não tinha mais sentido".
Chamou atenção para a disposição da Igreja Católica em "ver os problemas da época, reformulando, quando necessário, posições assumidas no contexto de outras circunstâncias".
O grão – mestre da Maçonaria baiana, Florival Bastos Ferreira, disse, em nome dos maçons, que toda Ordem Maçônica da Bahia (que reúne mais de 8 mil membros de 77 Lojas em todo o Estado, sendo 15 na Capital e 62 no interior) estava muito grata ao cardeal e aos "pacificadores" (como ele trata os maçons que integram uma comissão responsável pelos diversos contatos mantidos com o cardeal ), pela reaproximação. Segundo ele, existem ainda pequenos pontos que deverão ser superados nas conversações que ainda farão com Dom Avelar "era busca da paz completa".
Colaboração especial do Jornalista Filatélico Moises Garabosky



terça-feira, 10 de novembro de 2009

maçonaria e magia negra

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/



Místicas
maçonaria e magia








A Irmandade original deu origem à Maçonaria, aos Cavaleiros Templários, aos Rosacruzes, a Ordo Templi Orientis, aos Cavaleiros de Malta e outras. Todas essa sabiam, em seus mais altos graus, a verdade sobre a origem do homem e sobre sua natureza espiritual, portanto imortal. Eles sabem que Deus é a VERDADEIRA e única fonte, mas eles distorceram o poder conforme nós deixamos sermos enganados e usaram o poder divino que temos dentro de nós para seus fins maléficos. Esse conhecimento é um segredo muito bem guardado e eles tem feito de tudo para esconder a verdade das pessoas, e devemos confessar que fizeram isso muito bem. Pessoas que por uma razão ou outra tropeçaram na estrada da verdade foram ridicularizadas, difamadas ou até mesmo mortas.
Bom, você pode dizer que a Franco-maçonaria, por exemplo, é uma instituiçao de fins filantrópicos, e até cristã em seus propósitos. Certo, isso é o que nos contam e é no que a maioria dos membros dessa sociedade acreditam. Muitas pessoas envolvidas são boas, mas ignorantes quanto ao que ocorre nos altos graus. Mas, na verdade, é usada a magia negra, eles servem a Lúcifer e não a Deus, e esta é a causa de o mundo estar na situacao presente.
(nota do tradutor: até mesmo maçons de grau 33 acreditam estar envolvidos em uma instituição em prol do desenvolvimento da humanidade.Isso se deve porque a verdade da dominação malévola é revelada somente a aqueles que irão aceitar e perpetuar essa situação,e essa pessoas são determinadas através dos resultados das iniciações dos altíssimos graus. É narrado um desses testes neste trabalho. Ou como conta o site A Espada do Espirito, há uma maçonaria negra por trás da fachada filantrópica, que nem mesmo alguns altos graus sabem. Este site deve ser lido com cautela, pois é altamente tendencioso, já que é feito por evangélicos. Mas tem muito material verídico e importante para pesquisas nessa área).
Adam Weishaupt, basicamente um judeu, se converteu para tornar-se um padre católico e acabou por fundar uma “nova” sociedade secreta chamada Illuminati. Na verdade ela não era nova naquele tempo, ela já existia a muito tempo, mas durante a vida de Weishaupt essa organização foi revelada publicamente. Não é certo se ele foi o idealizador disso, mas muitos pesquisadores acham que ele foi apenas uma marionete da elite franco-maçon. A Franco-maçonaria recentemente começou um novo ramo – o Rito Escocês, com seus 33 graus de iniciação. É ainda hoje uma das mais poderosas sociedades secretas, incluindo membros nos altos escalões políticos, líderes religiosos, homens de negócios e outras pessoas influentes e “úteis”. É provavel que Weishaupt tenha sido financiado pelos Rothschild, que eram então ( e ainda são) os cabeças da maçonaria. Os Illuminati tem seus graus imediatamente ACIMA (ou ao lado) dos 33 da Franco-maçonaria. Até mesmo iniciados nos mais altos graus maçons não sabem da existencia dos Illuminati.Weishaupt planejara o domínio do planeta, e organizou diversas etapas para uma Nova Ordem Mundial e o Governo Mundial Unificado. Tudo foi descrito em um documento chamado “Os Protocolos dos Sabios do Sião”, assim nomeado com o propósito de difamar os judeus se alguma informação sobre isso vazasse. E vazou! Um correio dos Illuminati foi atingido por raios enquanto atravessava um campo e o documento foi encontrado. Isso foi nos idos de 1770. Weisahupt e seus irmãos Illuminati tiveram que fugir e trabalhar nos subsolos, enquanto sua organização era banida. Foi decidido que o nome Illuminati nunca mais seria usado oficialmente de novo, mas grupos de vanguarda deveriam usar para cumprir os propósitos de domínio global, com o resto da população em escravidão. Um dos grupos de vaguarda era a Franco-maçnoaria, que gozava de melhor reputação.
As sociedades secreta controladas pelos Illuminati têm graus secretos de iniciação. Na Franco-maçonaria, por exemplo, você não pode simplesmente chegar e querer ser um membro. Você tem que ser indicado por pelo menos dois membros da ordem, e seu histórico de vida será examinado antes do efetivo ingresso na Ordem. Se apenas um membro do conselho se opuser ao ingresso, a pessoa indicada não será aceita. Pode-se constatar que eles examinam com cuidado se alguém pode ou não ser do interesse deles.
Oficialmente muitas sociedades são instituições filantrópicas, por isso muitas pessoas ingressam. Também há as esotéricas, com graus de iniciação, onde cada membro jura lealdade perante a Irmandade, de sorte que esta seja sempre a prioridade. Por exemplo, se um mebro vem a ser político, a prioridade será a Irmandade, e depois o partido. Eles tem então dois compromissos. Membros em posicões importantes são sempre protegidos e bem cuidados, enquanto sejam úteis à Irmandade e sigam as regras. Caso contrário, serão difamados, feitos um mal exemplo ou mesmo mortos. É importantíssimo manter os segredos.
Muitos Franco-maçons dos graus mais baixos ficam na verdade bastante satisfeitos em ser membros. É um forte sentimento de “fazer parte” e aprenderão um pouco desse universo, que não é ensinado nas escolas, ficando estusiasmados e fascinados. Frase típica de um maçon: “Alem de minha esposa, a maçonaria é a coisa mais importante da minha vida.” A propósito, sua mulher não deve saber de nada que seu marido faz na Irmandade, ja que isso deve ser segredo, e dificilmente mulheres ingressam nessas sociedades. Entretanto, existem algumas poucas sociedades para as mulheres ( como por exemplo a parte da maçonaria chamada “Filhas de Jó”). Pode-se especular como chegamos aos dias de hoje, com as mulheres sendo inferiorizadas e ganhando menos para mesmos cargos – é um mundo de homens, das Sociedades Secretas.
Com o proposito de criar uma fachada positiva, a Irmandade se esforça em recrutar bons membros, especialmente celebridades, para falar bem dela e defendê-la se necessário. E quanto menos essas celebridades saibam dos objetivos por trás, mais serão convincentes na defesa de seu grupo. Com o tempo, alguns membros ( não todos) chegarão aos graus mais altos, e então uma seleção muito cuidadosa é feita. Antes de entrar nos graus mais elevados, um irmão superior manda o candidato cuspir na Cruz. Se não cuspir, devido a sua fé em Cristo, é lhe dito que fez a coisa certa e que mostrou sua lealdade a religião. Mas então ele nunca será permitido nos graus mais altos, e sempre lhes serão dadas desculpas para disfarçar o porquê da não continuidade de sua subida. Por outro lado, se a pessoa cuspir na Cruz, mostra que é leal à Irmandade acima de tudo, portanto leal suficiente para continuar subindo na hierarquia. Ele terá acesso às livrarias secretas, onde conhecimento reunido desde longa data é guardado em degredo, e lhe será permitido tomar parte nos rituais magicos. Ele será então mais e mais envolvido na magia negra/ satanismo, assim sendo preparado para os “Grendes Segredos”, dos quais temos alguns:
1) A sociedade secreta se comunica com formas de vida alienígenas, que são os verdadeiros poderosos por trás da sociedade mundial.
2) O propósito da sociedade secreta é criar um Governo Uno Mundial, com a Irmandade no topo, mas acima deles a força alien, Luciferiana.
3) A maneira de controlar as massas é atraves de lavagem cerebral e ocultismo, magia satânica, com o intuito de manipular.
4) A recompensa será riqueza e poder.
5) Somos todos seres espirituais, portanto imortais, habitando corpos perecíveis.
Em 1922 foi criado o Lucifer’s Trust ( Truste de Lucifer) em Londres, mas logo renomeado para Luci’s Trust ( Truste de Luci), ja que o primeiro nome era óbvio demais. O truste é não governamental e oficialmente reconhecido pela ONU. É também uma extensão da Sociedade Teosófica. O Luci’s Trust é finaciado, entre outros, pelo satanista Robert McNamara, formal ministro da defesa dos EUA, Presidente do Banco Mundial, membro da Fundação Rockefeller, e Thomas Watson (representante formal da IBM em Mocou). O Luci’s Trust, por sua vez, finacia estas organizações, entre outras: ONU, Greenpeace, Anistia Internacional, UNICEF. Luci’s Trust tem sua própria capela “religiosa”, o Templo do Entendimento, onde Satanismo é posto em prática, na sede geral da ONU em Nova York (fonte: Police Highschool Library, Satanism, A 205 Basic Course II police Highschool autumn 1991; autores: Ingela Goransson e Lena Martinsson, Suécia). É interessante o fato de que o Luci’s Trust declara abertamente que um grupo secreto dos Illuminati, New Age Notables ( ou Os Notáveis da Nova Era) está nesse momento controlando o planeta pelos bastidores!








andreia caetano piumhi mg

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um dos lugares mais simbólicos da Maçonaria em Portugal

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/
A Quinta da Regaleira




Memória histórica
A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro. Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.

Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade - conhecida como Quinta da Torre ou do Castro - em 1715, em hasta pública e, após as licenças necessárias, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte ai existente.

Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes estando logo, em 1830, na posse de Manual Bernardo, data em que tomou a designação que actualmente possui. Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela filha de uma grande negociante do Porto, Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira. Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.

A história cia Regaleira actual principia, todavia, em 1892, alio em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António Augusto Carvalho Monteiro por 25 contos de réis (Anacleto, 1994: 241).

O célebre "Monteiro dos Milhões" nasceu no Rio de Janeiro em 1848, filho de pais portugueses, que cedo o trouxeram para Portugal. Licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra, Monteiro foi um distinto coleccionador e bibliófilo, detentor de uma das mais raras camonianas portuguesas, homem de cultura que decerto influenciou, se não determinou mesmo, parte bastante razoável do misterioso programa iconográfico do palácio que construiu para si, nas faldas da serra de Sintra





quinta-feira, 5 de novembro de 2009

video

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/
http://www.youtubecom/watch?v=xZ2EWizt__M

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

domingo, 1 de novembro de 2009

Maçonaria - Pacto da Morte

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/


Maçonaria - Pacto da Morte

Foi há mais de quarenta anos. No decorrer de rituais, jurei que estaria disposto a ser degolado (grau de Aprendiz Maçom), a ter meu coração arrancado (grau de Companheiro) e minhas entranhas rasgadas (Mestre Maçom), se não cumprisse pela vida a fora o compromisso assumido de ser fiel à Fraternidade e guardar seus segredos.

Jesus disse que não devemos jurar nem pelo céu, nem pela terra, nem por nossa cabeça, mas que seja nosso não, não, e sim, sim (Mt 5.34-37; cf. Tg 5.12).

Com vinte e sete anos, entrei na Maçonaria por curiosidade, para conhecer verdades espirituais e filosóficas; aumentar meu círculo de amigos e me sentir mais seguro.

Talvez tenha sido a primeira vez que li o Salmo 133: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”. É o que é lido na abertura dos trabalhos. “Sobre o `altar sagrado´ dos maçons é colocada uma “Bíblia”, um “Alcorão”, ou outro livro santo chamados de “Volume da Lei Sagrada”. Mas se os membros da Loja forem todos judeus, a Bíblia conterá apenas o Antigo Testamento. Na Maçonaria, a Bíblia é mais um apetrecho dentre outros símbolos, como o esquadro e o ramo de acácia.

qui começam as divergências entre Maçonaria e Cristianismo. De que irmãos a Palavra está falando? De irmãos maçônicos ou irmãos em Cristo? Na minha ignorância, entendia que a Bíblia me recomendava viver em união com os demais maçons. Depois compreendi que os verdadeiros irmãos são os que comungam da mesma fé cristã (Jo 1.12). Portanto, sob juramente, eu estava em estreita comunhão com pecadores confessos. Jurei defendê-los em qualquer circunstância.

A Maçonaria não faz restrições a quem queira ingressar nos seus quadros, desde que não seja ateu. Ela exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. Portanto, espíritas e feiticeiros podem ser maçons. Basta que acredite no “Grande Arquiteto do Universo”, o deus maçônico. Na minha cidade havia um influente maçom feiticeiro quer acreditava no Ser Supremo. Estive pessoalmente no seu terreiro, nos meus tempos de ignorância.

Os pactos feitos nos graus de aprendiz, companheiro e mestre – os únicos por que passei - talvez pareçam para alguns maçons um ritual simbólico, sem muita importância. Mas não é. A boca fala do que está cheio o coração (Lc 6.45). Há implicações e ressonâncias no mundo espiritual. Não cabe querer comparar a Maçonaria a uma empresa privada, em favor da qual se tenha que guardar alguns segredos profissionais. Não. A Maçonaria é uma religião. Tem seu deus, seus ritos, seus símbolos, códigos secretos e credo. E o cristão não pode servir a dois senhores, ter duas religiões.

No dia marcado para minha iniciação, fui visitado por dois maçons. Ao entrar no veículo, colocaram-me uma venda nos olhos. Antes de entrar na Loja, circulei alguns minutos pelas ruas da cidade. Permaneci assim, na escuridão, por mais ou menos duas horas. A venda foi retirada apenas por alguns momentos, para que eu assinasse alguns papéis e reafirmasse o desejo de ser maçom.

Chegou o momento. Entrei no salão. Conduziram-me pela mão para que eu circulasse de um lado para outro, passando por caminhos estreitos, tropeçando nas cadeiras. Quando tiraram a venda, dezenas de maçons apontavam para mim com suas espadas. O simbolismo traduzia que eu passara das trevas para a luz, e que os novos irmãos estariam prontos a me defender em qualquer situação.

A luz maçônica não melhorou em nada a minha vida espiritual. Encontrei a Luz verdadeira trinta anos depois, quando fiz uma confissão pública de entrega da minha vida ao Senhor Jesus. Devo esclarecer que antes mesmo da minha conversão, deixei de freqüentar a Maçonaria. Fiquei nela não mais do que uns dois anos. De fato, saí das trevas em que me encontrava. Com a mesma a boca com que jurei fidelidade à Maçonaria, confessei a Jesus Cristo, aceitando-O como meu Senhor e Salvador pessoal (Rm 10.9). Os pactos anteriores foram quebrados. Nasci de novo.

A prática maçônica - ritos, simbolos e doutrina – é incompatível com a prática cristã. É o que me proponho a examinar.

A Maçonaria é conceituada como uma religião: “Todos (maçons) concordam em declarar que ela é um sistema ético, mediante cuja prática os seus membros podem progredir em seu interesse espiritual, subindo a escada teológica da Loja na terra para a Loja no céu” (01). Vejam: “Seguir a escada teológica da Loja” para entrar no céu. O Caminho do cristão é outro (Jo 14.6). Não há como servir à Loja e servir a Cristo ao mesmo tempo. O cristão precisa permanecer fiel a Jesus (Jo 15.4-5).

A salvação na Maçonaria dá-se pelas obras: “O Olho-que-Tudo- Vê (Deus)... contempla os recessos mais íntimos do coração humano, e irá recompensar- nos conforme as nossas obras”. As obras são necessárias à vida eterna na “Loja Celestial” (02).

A doutrina maçônica nega a salvação pela graciosa provisão de Deus através de Jesus Cristo (Ef 1.2-9).

A teologia maçônica “ensina claramente durante o grau do Arco Real (Rito de York), quando diz a cada candidato que o nome perdido de Deus será agora revelado a ele. O nome dado é Jabulom. Este é um termo composto, juntando Jeová com dois deuses pagãos – Baal, a entidade maligna dos cananeus (Jr 19.5; Jz 3.7; 10.6), e o deus egípcio Osíris” (03).

“Autoridades maçônicas como Coil e o Ritual e Monitor Maçônico Padrão admitem que “Bul” ou “Bel” se refere à divindade cananéia ou assíria Baal, e que “On” se reporta à divindade egípcia Osíris. Wagner revela o objetivo maçônico nessa trindade pagã:

“Neste nome composto é feita uma tentativa de mostrar, mediante uma coordenação de nomes divinos... a unidade, identidade e harmonia das idéias hebraicas, assírias e egípcias sobre deus, e a harmonia da religião do Arco Real com essas religiões antigas. Esta “unidade de Deus” maçônica é peculiar. A doutrina ensina que os nomes diferentes dos deuses, como Brahma, Jeová, Baal, Bel, Om, On, etc. denotam o princípio gerador, e que todas as religiões são essencialmente as mesmas em sujas idéias do divino” (04).

A Bíblia diz: “Não terás outros deuses diante de mim... Não as adorarás, nem lhes darás culto...” (Ex 20.3,5). Leiam a advertência bíblica: “Desprezaram todos os mandamentos do Senhor... e serviram a Baal” (2 Rs 17.16). A unidade do Deus bíblico está no Pai, e no Filho e no Espírito Santo.

A doutrina maçônica diz que o candidato passou “este longo tempo na escuridão e agora busca ser levado para a luz”. Está no Ritual do primeiro grau. Como um filho de Deus, nova criatura em Cristo Jesus , pode aceitar tal doutrina? Somos “a luz do mundo e o sal da terra” (Mt 5.13-14). Vejam:

“Pois outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (Ef 5.8). Ao se tornar maçom, o cristão declara que estava nas trevas.

Prossegue a teologia maçônica:

“A maçonaria aceita e ensina que com tudo e acima de tudo está Deus, mas não essencialmente o Deus cristão trino. O maçom pode chamá-lo (Deus) como quiser, pensar nEle segundo o seu desejo; considera-lo uma lei impessoal ou pessoal e antropomórfica; a maçonaria não se importa com isso... Deus, Grande Arquiteto do Universo, Grande Artífice, Grão-Mestre da Grande Loja do Céu, Jeová, Alá, Buda, Brahma, Vishnu, Siva, ou Grande Geômetra...” (05)

A Maçonaria, como vimos, nega a divindade de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Aliás, o Senhor Jesus nem sequer é mencionado nos rituais. O importante Ritual Maçônico chamado de Ritual da Quinta-Feira Santa do capítulo Rosa-Cruzes declara oficialmente: “Nos reunimos neste dia para celebrar a morte de Jesus, não como inspirado ou divino, pois não nos cabe decidir sobre isso” (06). Bastaria isso para que o verdadeiro crente levante a sua voz desassombrada e diga “NÃO, não aceito. Se os senhores não decidem, eu já decidi servir ao Deus verdadeiro, não a uma composição de deuses pagãos”. Por isso, Cristianismo e Maçonaria são irreconciliáveis.

O que representa a Bíblia para os maçons? “A opinião maçônica predominante é que a Bíblia não passa de um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até agora, nenhuma autoridade responsável afirmou que o maçom deve crer na Bíblia ou em qualquer parte dela” (06). E mais: “Os livros sagrados de outras crenças são igualmente válidas para o maçom” (07).

O apóstolo Paulo disse que “toda Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16).

Muitos, como eu, se tornam maçons antes de conhecer a Cristo. Agora, como cristãos, precisam renunciar à fé maçônica e quebrar o juramento feito. Vejam:

“Quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer o mal, ou para fazer o bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramente, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas. Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (Lv 5.4-5; cf. Pv 28.13; Tg 5.16; 1 Jo 1.9).


Referências:
01) Enciclopédia Revisada da Maçonaria (Revised Encyclopedia of Freemasonry) de Albert G. Mackey, cf. “Os Fatos Sobre a Maçonaria”, de John Ankerberg e John Weldon, 1995, p. 12).
02) Ritual dos três primeiros graus; Ritual e Monitor Maçônico. “Os Fatos...” p.22.
03) “Os Fatos...”, p. 27).
04) Ibidem, p.51.
05) “The Idea of God in Masonry” (A Idéia de Deus na Maçonaria), citado na revista maçônica The New Age (A Nova Era), nas pgs. 269ss, citado em “Os Fatos...”, pg. 53).
06) Enciclopédia Maçônica de Coil (Coil´sMasonic Encyclopedia, citada em “Os Fatos...”, p. 59.
07) A Revised Encyclopedia of Feemasonry (Enciclopédia Revisada da Maçonaria), de Mackey, cf. “Os Fatos...”, p. 59-60


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

iluminati

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/


segredos Maconaria Símbolos illuminati que podem passar despercebidos

Antes gostaria de dizer-vos algo importante, a pirâmide com o olho-que-tudo-vê, é um símbolo illuminati, esse símbolo é real e não se trata de fruto da imaginação. Porque digo isto? Porque os illuminati têm introduzido este símbolo em alguns filmes, tais como « Tomb Raider» e "National Treasure", com que finalidade não sei, talvez para marcarem presença ou para vulgarizarem o símbolo para que as pessoas não lhe dêem tanta credibilidade,
Por exemplo já ouvi pessoas dizerem que o símbolo foi inventado e apareceu pela primeira vez no filme Tomb Raider, o que é totalmente ERRADO.

O símbolo é tão real e antigo, que vocês mesmos poderão vê-lo se forem ao Banco e levantarem uma nota de 1 dólar, troquem o euro por dólar e verifiquem a nota, o símbolo está lá.

  Nota de 1 dólar.

A explicação "bonitinha" que os maçons dão para esse símbolo, não é a real, o olho que tudo vê não é de Deus, eles nem conseguem dizer o nome Deus, eles preferem  referir-se a Gadu ( grande arquiteto do Universo), Novo ordo seclorum que significa a nova ordem dos séculos não se trata de uma Era de paz.

Abaixo coloco a verdadeira simbologia do símbolo.


Uma pirâmide cujo cume (a elite) é esclarecida pelo olho da consciência que o vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos idênticos (a população).
As duas menções em latim são muito significativas. "NOVUS ORDO SECLORUM" significa, "nova ordem para os séculos dos séculos". Em outros termos: nova ordem mundial. E "ANNUIT CŒPTIS" significa : "nosso projeto será coroado de sucesso .
Franklin Roosevelt  em 1933 ordenou que se introduzisse esse símbolo nas notas de 1 dólar.
Roosevelt foi presidente dos EUA, um dos 13 presidentes que eram Maçons.







No filme Tomb Raider o símbolo surge numa vidraça, num relógio que ela segura em mãos, e outros objetos



Esta pirâmide está invertida, mas
sem dúvida é illuminati, apercebi-me dela
quando vi na tv nuns desenhos animados
"yu gi oh ",que são  uma espécie de digimon, com demônios e universos paralelos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

maçonaria e magia

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

ESTRELA FLAMEJANTE DA MAÇONARIA






















ESTRELA FLAMEJANTE DA MAÇONARIA

Pentagrama: Símbolo da Onipotência Divina. Símbolo do Verbo feito carne.











De Divina Proportione –1490 -
“Os pensadores renascentistas viam uma certa perfeição matemática na forma humana. Esta imagem representa o corpo humano inserido na forma ideal do círculo e nas perfeitas proporções do quadrado. A imagem foi usada por Luca Pacioli na ilustração do seu livro De Divina Proportione”.
Fontes:http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Leonardo2.htm
Cruzamentos de informações por Eliphas Levi, no Livro Dogma e Ritual da Alta Magia.





Pentagrama representa o Homem, (Fig. 01) que com os braços e pernas abertos é a Estrela de 05 pontas. Com ângulo superior para cima representa o Cristo Interno de todo homem que vem a este mundo; simboliza ao divinal, o utilizamos com a Magia Branca para chamar aos seres divinos.

Já vimos isso nos rascunhos de Da VINCI.
Deitado ao pé da porta com os pés para fora impede a entrada de entidades tenebrosas, ao contrário, o pentagrama invertido com os pés para dentro, permite a entrada dos seres tenebrosos.



O Pentagrama com as duas pontas para cima representa Satã, muito utilizado na magia negra para invocações dos tenebrosos. Para alguns sabedores do seu uso podemos invertê-las e colocá-las atrás da porta (como usualmente fazem áqueles que pensam usar para Magia Negra).
Como aviso de que ali se sabe como lidar com ás forças malignas e obsessoras do mal.
Recomendo que qualquer uso deste ou de qualquer símbolo seja sagrado ou não para fins destrutivos somente fará efeitos naqueles fracos de pensamentos e de atitude adversa. Pois quem planta colhe! E se plantas algo ruim no seu e no coração dos outros, com toda certeza colherás o mesmo! Boa Sorte!
* Não confunda este símbolo com Baphomet





segunda-feira, 26 de outubro de 2009

maçonaria e magia

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/



No Egito, existiam primariamente três

classes de sacerdotes iniciados:

o Culto ao Templo Solar, cujo templo principal ficava em Hélios, baseado nos misterios de Osíris de sua morte e ressurreição, da conspiração de Seth, da vingança de Hórus e seu triunfo. Este culto lidava essencialmente com energias MASCULINAS em seus rituais, baseados na força e simbolismo do sol, movimentando os aspectos de Yang (positivos, fortes, racionais, diretos). Desta ordem surgiam os comandantes dos exércitos do Templo e, posteriormente, osCavaleiros Templários e a Maçonaria, descendente direta dos templários. Esta é a razão pela qual apenas HOMENS são iniciados na maçonaria. Não se trata de um “clube do bolinha”ou de nenhum preconceito com as mulheres, como muitos detratores alegam, mas, essencialmente, os rituais maçônicos são de energia Yang e a presença de uma mulher no templo em uma loja solar apenas atrapalharia toda a egrégora (existem organizações para-maçônicas como as Fraternidades Femininas e ordens como as Filhas de Jó para mulheres, mas a ritualística é outra, especialmente voltadas para as meninas e mulheres. Muito diferente do golpe da “maçonaria feminina” que Non Ecziste!).
OBS: quando as cerimônias são públicas, os rituais são, obviamente, diferentes…

Além desta Ordem, existia a Ordem dos Mistérios de Ísis, voltada apenas para MULHERES. Estas ordens lidam com a energia lunar, com o Yin, com a intuição, com a sedução, com as emoções sutis que pertencem ao campo do feminino. Da mesma forma, era proibida a presença de homens em uma loja de Ísis. Ísis recebeu vários nomes em seus cultos: Islene, Ceres, Rhea, Venus, Vesta, Cybele, Niobe, Melissa, Nehalennia no norte; Isi com os hindus, Puzza entre os chineses e Ceridwen entre os antigos bretões.

O terceiro tipo de Ordem eram as Ordens de Ísis e Osíris, ou as ordens mistas. Estas eram ordens espirituais, preocupadas com o estudo das ciências e dos fenômenos naturais. Pode-se dizer que foram as primeiras ordens de cientistas do planeta, estudando ao mesmo tempo fenômenos físicos, matemáticos e espirituais. Destas ordens, Grandes iniciados como o faraó Tuthmosis III, Nefertitti, Akhenaton (ou Amenhotep IV) e Moshed (ou Moisés para os íntimos) estabeleceram as bases de praticamente todas as escolas iniciáticas que surgiram, inclusive todos os ramos dasOrdens Rosacruzes.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

princípios básicos da maçonaria

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com

Principios básicos da Maçonaria

A Maçonaria, Ordem Universal, é constituída por homens de todas as raças e nacionalidades, acolhidos por iniciação e congregados em Lojas, nas quais auxiliados por símbolos e alegorias, estudam e trabalham para o aperfeifeiçoamento da Sociedade Humana. É fundada no Amor Fraternal e na esperança de que, com tolerância e sabedoria, constante e livre investigação da Verdade. Com a evolução do conhecimento humano pela filosofia, ciências e artes, dentro dos Princípios da Moral da Razão e da Justiça, o mundo alcance a felicidade geral e a paz universal.
Deste enunciado deduz-se o seguinte:
I - a Maçonaria proclama, desde a sua origem, a existência de um Princípio Criador, ao qual, em respeito a todas as religiões, denomina Grande Arquitecto do Universo;
II - a Maçonaria não impõe limites à investigação da verdade e, para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância;
III - a Maçonaria é acessível aos homens de todas as raças, classes, crenças, quer religiosas quer políticas, exceptuando as que privem o homem da liberdade de consciência, da manifestação do pensamento, restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana e exijam submissão incondicional;
IV - a Maçonaria Simbólica compõe-se de três Graus universalmente reconhecidos e adoptados: Aprendiz, Companheiro e Mestre;
V - a Maçonaria além de combater a ignorância em todas as suas modalidades, constitui-se numa escola, impondo-se o seguinte programa:
a) obedecer ás leis democráticas do País;
b) viver segundo os ditames da honra;
c) praticar a justiça;
d) amar o próximo;
e) trabalhar pelo progresso do homem;
VI - a Maçonaria proíbe discussão politíco-partidária e religioso-sectária nos seus Trabalhos;
A par dessa definição proclama, também, os seguintes princípios:
I - amar a Pátria, a Família e a Humanidade;
II - Praticar a beneficência, de modo discreto, sem humilhar;
III - Praticar a solidariedade maçónica, nas causas justas, fortalecendo os laços de fraternidade;
IV - defender os direitos e as garantias individuais;
V - considerar o trabalho lícito e digno como dever do homem;
VI - exigir dos seus membros boa reputação moral, cívica, social e familiar, pugnando pelo aperfeiçoamento dos costumes;
VII - exigir tolerância para com toda a forma de manifestação de consciência, de religião ou de filosofia, cujos objectivos sejam os de conquistar a verdade, a moral a paz e o bem social;
VIII- lutar pelo princípio da equidade, dando a cada um o que for justo, de acordo com a sua capacidade, obras e méritos;
IX - combater o fanatismo, as paixões, o obscurantismo e os vícios.Os ensinamentos maçónicos orientam os seus membros a dedicarem-se á felicidade dos seus semelhantes, não só porque a razão e a moral lhes impõem tal obrigação, mas também porque esse sentimento de solidariedade os faz irmãos.

domingo, 18 de outubro de 2009

maçonaria e magia

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

MAÇONARIA

A maçonaria consiste na maior e na mais poderosa e influente sociedade secreta que conhecemos, com milhões de membros através do mundo. Anos atrás poucas pessoas sabiam muito a respeito dela, embora não ignorassem a sua existência. Era, em geral, considerada como uma sociedade filantrópica benigna, da qual participavam todas as classes sociais, contando-se pessoas de vulto entre os seus membros.

No entanto seus segredos, incluindo sua estrutura e organização, seus votos secretos e atividades estão sendo corajosamente revelados mediante a publicação de livros e a publicidade feita na internet por pessoas que dela saíram, a fim de prevenir os incautos sobre a sua verdadeira natureza.

As conseqüências têm sido, de uma parte, o desencorajamento de possíveis candidatos, mas, de outro, uma intensificação do recrutamento feito pela maçonaria de novos membros, mediante propaganda visando restabelecer a sua imagem. A fim de dar algum esclarecimento sobre a sua verdadeira natureza, à luz da Palavra de Deus, daremos a seguir um breve esboço da sua origem e das suas práticas atuais.

O seu nome vem de “maçom” que significa “pedreiro”. Somos informados que até o ano 1.600 AD, as lojas maçônicas eqüivaliam aos sindicatos de hoje, cujos membros eram pedreiros profissionais. Durante o século 17 as lojas passaram a admitir pessoas não envolvidas nessa profissão, que chamavam de “franco-maçons” (não-profissionais), e a assumir um sentido religioso.

No século 17 também houve o crescimento de uma seita mística religiosa, o rosacrucianismo, que nega a divindade e poder do Senhor Jesus Cristo e que considera a Bíblia como sendo um acúmulo de alegorias e mistérios escondidos. Esta seita passou a influenciar as lojas maçônicas, encontrando-se o primeiro elo na cidade de Perth, na Escócia, em 1630. Em 1646 um dos mais bem conhecidos rosacrucianistas de todos os tempos, Elias Ashmole, juntou-se com a loja maçônica de Warrington, na Inglaterra.

Um folheto evangélico foi distribuído em Londres em 1698 advertindo contra os males da maçonaria, declarando que era “uma seita satânica de homens”, “anticristo”, “praticante do mal” e “corrupta”. Os seus autores se julgavam na obrigação de prevenir “todos os homens de bem na cidade de Londres” contra “os males e perversidades praticadas à vista de Deus por estes que se chamam “franco-maçons”. O folheto ainda admoestava: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.

Em 24 de junho de 1717 dois homens - James Anderson e John Desaguliers - formaram na Inglaterra a instituição maçônica que conhecemos hoje, que é a maçonaria religiosa especulativa, ou esotérica, composta toda de “franco-maçons”.

A maçonaria é uma organização composta de pessoas em vários estágios de diferentes graus, porque o seu ensino e filosofia são revelados mediante um processo de “iluminação” gradual. Os primeiros três graus pertencem à “Loja Azul” e, em seguida, o candidato pode seguir pelo rito escocês (até grau 33) ou o rito de York (com número variável de graus). Coletivamente, estes são conhecidos como os graus mais altos.

Vou em seguida inserir umas passagens do testemunho de William Schnoebelen, que foi sumo-sacerdote num ramo de bruxaria chamado Wiccan por dezesseis anos, entrou na maçonaria e chegou ao grau de Mestre do Véu do Arco Real, e Patrono Associado da Ordem da Estrela Oriental, maçom do grau 32 e “Shriner”. Agora é um cristão nascido de novo e autor de 5 livros, incluindo “Maçonaria: Além da Luz”. “Para compreender as dificuldades espirituais para um cristão nascido de novo ser um maçom, é necessário se aperceber que existem elementos do ocultismo em grande escala dentro da maçonaria. A maçonaria não é só “outra religião”, como os muçulmanos e budistas, mas a natureza e o caráter da sua teologia estão fundamentados na feitiçaria e no paganismo.

“É verdade que textos bíblicos são citados em seus rituais, e mesmo a Bíblia é colocada no altar, mas o significado é completamente desvirtuado. Isso é comum, e vou citar um exemplo: Nos idos de 1970, quando primeiro me tornei em feiticeiro, um dos livros de feitiço muito populares naquela época era o chamado O Queimar de Velas, de Raymond Buckland. Nesse livro havia “receitas” para tudo, desde curas, até “encantos” para amor e proteção, instruções sobre como queimar e mover certas velas coloridas, com ritos completos de bruxaria, e o texto era totalmente pagão. Nas páginas seguintes, achavam-se os mesmos ritos, as mesmas velas, as mesmas instruções, mas os dizeres eram tirados do livro dos Salmos ou eram outros versículos bíblicos. Assim se procurava dar alguma “autoridade bíblica” às encantações. Mas, sabemos que mesmo citando versículos da Bíblia a esmo, o que se fazia era bruxaria.”

“Assim também, mesmo que os maçons usem frases e caracteres bíblicos em abundância nos ritos maçônicos, a presença desses elementos não pode “santificar” o que é na realidade um rito pagão, cheio de elementos de bruxaria. Os bruxos admitem que todos os deuses são um deus e todas as deusas são uma deusa, mas há só um iniciador (Dion Fortune) , e, no final de contas, para eles este é Lucifer, o iluminador, o deus-sol”.

“Os ritos da moderna religião de bruxaria Wiccan são praticamente idênticos aos da maçonaria, em todos os sentidos, e há notáveis semelhanças filosóficas. Albert Pike e Manly P. Hall (grau 33), notórios ocultistas, escrevem que as bases da filosofia da maçonaria são a cabala e o gnosticismo. A cabala é um sistema de origem judaica, cujo misticismo e magia são elementos fundamentais da feitiçaria moderna. O gnosticismo é uma heresia antiga, anticristã, baseada na teoria que a salvação é adquirida por um conhecimento secreto que eles têm. Tanto os feiticeiros como os maçons procuram a salvação mediante uma “iluminação”, e pelas obras, não pela graça. A reencarnação, ensinada na bruxaria, está implícita na maçonaria.”

“Como a bruxaria, a maçonaria nega o caráter e a missão do Senhor Jesus Cristo. Ambos negam a Sua ressurreição.”

“A semelhança é tal, que muitos feiticeiros notáveis também têm figurado como membros da alta roda maçom. Entre eles figuram Arthur Edward Waite (escritor do ocultismo e historiador maçônico), Dr. Wynn Westcott (membro da Societas Rosicruciana em Anglia e membro fundador da Ordem da Aurora Dourada, a mais influente sociedade de magia do fim do século 19), S. L. MacGregor Mathers (Co-fundador da Aurora Dourada), Aleister Crowley (satanista-mestre deste século e fundador da religião anticristã de Telema que se dizia ser “a grande besta 666”), Dr. Gerard Encaussé - (Papus) (escritor, professor de Tarô e líder da sociedade de ocultismo Martiniste). O “olho que vê tudo” dos maçons também é um símbolo do ocultismo”.

Ser um maçom, seja de qual for o grau, é carregar pela sua vida um fardo cheio de lixo espiritual, é estar sob jugo desigual com todos esses descrentes e feiticeiros (2 Coríntios 6:14-18), e isto já é suficiente para emudecer o Espírito Santo em qualquer cristão, por mais firme que esteja na fé.

É também uma espécie de “pirâmide financeira”: os que estão nos níveis mais altos exploram os que estão mais em baixo. Entra muito dinheiro, parte paga pelas necessidades, outra para obras de beneficência, mas muito desaparece sem que os membros da loja saibam onde vai. Alguns bem mais em cima estão se beneficiando.

Também é uma espécie de “esponja espiritual” - absorve milhões de horas para se decorar o material de graduação, e na freqüência às reuniões e atividades extracurriculares (almoços, banquetes, funerais, piqueniques). São horas gastas em atividades inúteis e mesmo perniciosas.

Esta é apenas uma pequena amostra da influência satânica sobre esta sociedade secreta, pois há muito mais ainda que não pôde ser relatado por falta de espaço. Penso que é mais do que suficiente para demonstrar que o cristão verdadeiro não pode, de forma alguma, participar dela, e repito aqui as palavras sábias do panfleto de 1.696: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.

R David Jones

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

maçonaria

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

MAÇONARIA

A maçonaria consiste na maior e na mais poderosa e influente sociedade secreta que conhecemos, com milhões de membros através do mundo. Anos atrás poucas pessoas sabiam muito a respeito dela, embora não ignorassem a sua existência. Era, em geral, considerada como uma sociedade filantrópica benigna, da qual participavam todas as classes sociais, contando-se pessoas de vulto entre os seus membros.
No entanto seus segredos, incluindo sua estrutura e organização, seus votos secretos e atividades estão sendo corajosamente revelados mediante a publicação de livros e a publicidade feita na internet por pessoas que dela saíram, a fim de prevenir os incautos sobre a sua verdadeira natureza.
As conseqüências têm sido, de uma parte, o desencorajamento de possíveis candidatos, mas, de outro, uma intensificação do recrutamento feito pela maçonaria de novos membros, mediante propaganda visando restabelecer a sua imagem. A fim de dar algum esclarecimento sobre a sua verdadeira natureza, à luz da Palavra de Deus, daremos a seguir um breve esboço da sua origem e das suas práticas atuais.
O seu nome vem de “maçom” que significa “pedreiro”. Somos informados que até o ano 1.600 AD, as lojas maçônicas eqüivaliam aos sindicatos de hoje, cujos membros eram pedreiros profissionais. Durante o século 17 as lojas passaram a admitir pessoas não envolvidas nessa profissão, que chamavam de “franco-maçons” (não-profissionais), e a assumir um sentido religioso.
No século 17 também houve o crescimento de uma seita mística religiosa, o rosacrucianismo, que nega a divindade e poder do Senhor Jesus Cristo e que considera a Bíblia como sendo um acúmulo de alegorias e mistérios escondidos. Esta seita passou a influenciar as lojas maçônicas, encontrando-se o primeiro elo na cidade de Perth, na Escócia, em 1630. Em 1646 um dos mais bem conhecidos rosacrucianistas de todos os tempos, Elias Ashmole, juntou-se com a loja maçônica de Warrington, na Inglaterra.
Um folheto evangélico foi distribuído em Londres em 1698 advertindo contra os males da maçonaria, declarando que era “uma seita satânica de homens”, “anticristo”, “praticante do mal” e “corrupta”. Os seus autores se julgavam na obrigação de prevenir “todos os homens de bem na cidade de Londres” contra “os males e perversidades praticadas à vista de Deus por estes que se chamam “franco-maçons”. O folheto ainda admoestava: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.
Em 24 de junho de 1717 dois homens - James Anderson e John Desaguliers - formaram na Inglaterra a instituição maçônica que conhecemos hoje, que é a maçonaria religiosa especulativa, ou esotérica, composta toda de “franco-maçons”.
A maçonaria é uma organização composta de pessoas em vários estágios de diferentes graus, porque o seu ensino e filosofia são revelados mediante um processo de “iluminação” gradual. Os primeiros três graus pertencem à “Loja Azul” e, em seguida, o candidato pode seguir pelo rito escocês (até grau 33) ou o rito de York (com número variável de graus). Coletivamente, estes são conhecidos como os graus mais altos.
Vou em seguida inserir umas passagens do testemunho de William Schnoebelen, que foi sumo-sacerdote num ramo de bruxaria chamado Wiccan por dezesseis anos, entrou na maçonaria e chegou ao grau de Mestre do Véu do Arco Real, e Patrono Associado da Ordem da Estrela Oriental, maçom do grau 32 e “Shriner”. Agora é um cristão nascido de novo e autor de 5 livros, incluindo “Maçonaria: Além da Luz”. “Para compreender as dificuldades espirituais para um cristão nascido de novo ser um maçom, é necessário se aperceber que existem elementos do ocultismo em grande escala dentro da maçonaria. A maçonaria não é só “outra religião”, como os muçulmanos e budistas, mas a natureza e o caráter da sua teologia estão fundamentados na feitiçaria e no paganismo.
“É verdade que textos bíblicos são citados em seus rituais, e mesmo a Bíblia é colocada no altar, mas o significado é completamente desvirtuado. Isso é comum, e vou citar um exemplo: Nos idos de 1970, quando primeiro me tornei em feiticeiro, um dos livros de feitiço muito populares naquela época era o chamado O Queimar de Velas, de Raymond Buckland. Nesse livro havia “receitas” para tudo, desde curas, até “encantos” para amor e proteção, instruções sobre como queimar e mover certas velas coloridas, com ritos completos de bruxaria, e o texto era totalmente pagão. Nas páginas seguintes, achavam-se os mesmos ritos, as mesmas velas, as mesmas instruções, mas os dizeres eram tirados do livro dos Salmos ou eram outros versículos bíblicos. Assim se procurava dar alguma “autoridade bíblica” às encantações. Mas, sabemos que mesmo citando versículos da Bíblia a esmo, o que se fazia era bruxaria.”
“Assim também, mesmo que os maçons usem frases e caracteres bíblicos em abundância nos ritos maçônicos, a presença desses elementos não pode “santificar” o que é na realidade um rito pagão, cheio de elementos de bruxaria. Os bruxos admitem que todos os deuses são um deus e todas as deusas são uma deusa, mas há só um iniciador (Dion Fortune) , e, no final de contas, para eles este é Lucifer, o iluminador, o deus-sol”.
“Os ritos da moderna religião de bruxaria Wiccan são praticamente idênticos aos da maçonaria, em todos os sentidos, e há notáveis semelhanças filosóficas. Albert Pike e Manly P. Hall (grau 33), notórios ocultistas, escrevem que as bases da filosofia da maçonaria são a cabala e o gnosticismo. A cabala é um sistema de origem judaica, cujo misticismo e magia são elementos fundamentais da feitiçaria moderna. O gnosticismo é uma heresia antiga, anticristã, baseada na teoria que a salvação é adquirida por um conhecimento secreto que eles têm. Tanto os feiticeiros como os maçons procuram a salvação mediante uma “iluminação”, e pelas obras, não pela graça. A reencarnação, ensinada na bruxaria, está implícita na maçonaria.”
“Como a bruxaria, a maçonaria nega o caráter e a missão do Senhor Jesus Cristo. Ambos negam a Sua ressurreição.”
“A semelhança é tal, que muitos feiticeiros notáveis também têm figurado como membros da alta roda maçom. Entre eles figuram Arthur Edward Waite (escritor do ocultismo e historiador maçônico), Dr. Wynn Westcott (membro da Societas Rosicruciana em Anglia e membro fundador da Ordem da Aurora Dourada, a mais influente sociedade de magia do fim do século 19), S. L. MacGregor Mathers (Co-fundador da Aurora Dourada), Aleister Crowley (satanista-mestre deste século e fundador da religião anticristã de Telema que se dizia ser “a grande besta 666”), Dr. Gerard Encaussé - (Papus) (escritor, professor de Tarô e líder da sociedade de ocultismo Martiniste). O “olho que vê tudo” dos maçons também é um símbolo do ocultismo”.
Ser um maçom, seja de qual for o grau, é carregar pela sua vida um fardo cheio de lixo espiritual, é estar sob jugo desigual com todos esses descrentes e feiticeiros (2 Coríntios 6:14-18), e isto já é suficiente para emudecer o Espírito Santo em qualquer cristão, por mais firme que esteja na fé.
É também uma espécie de “pirâmide financeira”: os que estão nos níveis mais altos exploram os que estão mais em baixo. Entra muito dinheiro, parte paga pelas necessidades, outra para obras de beneficência, mas muito desaparece sem que os membros da loja saibam onde vai. Alguns bem mais em cima estão se beneficiando.
Também é uma espécie de “esponja espiritual” - absorve milhões de horas para se decorar o material de graduação, e na freqüência às reuniões e atividades extracurriculares (almoços, banquetes, funerais, piqueniques). São horas gastas em atividades inúteis e mesmo perniciosas.
Esta é apenas uma pequena amostra da influência satânica sobre esta sociedade secreta, pois há muito mais ainda que não pôde ser relatado por falta de espaço. Penso que é mais do que suficiente para demonstrar que o cristão verdadeiro não pode, de forma alguma, participar dela, e repito aqui as palavras sábias do panfleto de 1.696: “Cuidem para que as suas cerimônias e juramentos secretos não se apossem de vocês, e vigiem para que eles não os façam desviar da piedade”.

R David Jones

Marcadores

seguir esse blog

Arquivo do blog

maçonaria

maçonaria
em busca de conhecimento

ENTREM E CONHEÇAM OS SEGREDOS

SEJAM BEM VINDOS AMIGOS