quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Olho que Tudo Vê

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Olho que Tudo Vê


 é um símbolo exibindo um olho cercado por raios de luz ou em glória, normalmente dentro de um triângulo. Costuma ser interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade.





Origem

Na sua forma actual, o símbolo apareceu primeiro no oeste durante os século 17 e 18, mas representações do Olho que Tudo Vê pode ser encontrado já na Mitologia Egípcia, no Olho de Hórus. Em descrições do século XVII como o Olho da Providência algumas vezes aparece rodeado de nuvens. A adição posterior de um triângulo normalmente é visto como uma referência mais explícita da Trindade de Deus, noCristianismo.




 Olho que Tudo Vê também aparece como parte da iconografia da Maçonaria. O Olho que Tudo Vê é então um lembrete para os Maçons de que sempre são observados pelo Grande Arquiteto do Universo. Tipicamente o Olho Maçônico da Providência tem um semi-círculo de luz sob o olho — frequentemente com os raios incidindo para baixo. Às vezes, um triângulo é incluído ao Olho, mas isto é visto como uma referência à preferência do Maçom para o número três em numerologia. Outras variações do símbolo também podem ser achadas, com o olho sendo substituído pelas letras ‘G’, representando o Grande Arquiteto.
A primeira referência Maçônica oficial ao Olho está em O Monitoramento Maçônico por Thomas Smith Webb em 1797, alguns anos depois que o Grande Selo foi projetado. O uso Maçônico do Olho em geral não incorpora uma pirâmide, embora o triângulo seja incluído freqüentemente é interpretado como sendo parte.
Dos dezesseis signatários da Constituição norteamericana, somente nove Benjamin Franklin, William Ellery,John Hancock, Joseph Hewes, William Hooper, Robert Treat Paine, Richard Stockton, George Walton e William Whipple eram maçons.[1] O jornal do website EscocêsThe Scottish Rite Jounarl cita Henry A. Wallace como segue, dizendo que após ter visto o quadro do Grande Selo, levou-o ao Presidente:Roosevelt, olhou a reprodução colorida do Selo, e o primeiro detalhe a lhe chamar a atenção foi a representação do Olho que Tudo Vê — uma representação Maçônica do Grande Arquiteto do Universo. A seguir, ficou impressionado com a idéia que a fundação para a nova ordem havia sido inscrita como 1776, mas seria completada somente sob o olho do Grande Arquiteto. Roosevelt, assim como eu, era maçom do 32.º grau. Sugeriu então que o Selo fosse posto na nota de dólar. [2] A universidade do Estado de Iowa tem uma coleção de fotografias um dólar com as palavras “Um Símbolo do Novo Negócio. Henry A. Wallace”. [3]


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Cao Dai

Uma nova seita religiosa no Vietnam chamada Cao Dai, bem como outros tipos de seitas, usam o Olho(especificamente, o olho esquerdo) dentro de um triângulo para representar Deus.

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Illuminati

t]

Atualmente, alguns conspiradores fazem referência ao símbolo com suas organizações, especialmente Adam Weishaupt] Bavarian'sIlluminati. Este é possivelmente o único contexto em que o Olho é mostrado encaixado realmente em uma pirâmide.

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Uso atual

O Olho da Providência na nota de um dólar
  • No Brasil, o olho dentro de um triângulo é também um selo de marketing muito antigo e de propriedade das extintas Industrias de Fósforos Fiat LUX.


ANDREIA CAETANO PIUMHI MG

domingo, 17 de janeiro de 2010

Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

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 Liberdade, Igualdade e Fraternidade.



LIBERDADE.

Nada há mais de perigoso que esse conjunto de nove letras, porque, frequentemente, em nome da Liberdade, se cometem os mais hediondos crimes.
A Liberdade exige um conjunto de ações complementares.
Uma falsa Liberdade oprime e desajusta, desequilibra e desilude.
Como exemplos têm as Constituições dos países que se proclamam livres e que inserem no texto que, “todos são iguais”, com as mesmas oportunidades, o que não é exato.
Nem toda a população em idade escolar pode usufruir do ensino; nem todos os enfermos de atenções médicas; nem todos os que desejam trabalhar obtêm empregos; o lazer, a diversão não é distribuída equitativamente.
A igualdade fica na dependência dos recursos financeiros; assim um pobre que consegue apenas subsistir, porque ganha para a escassa alimentação, não pode fazer parte do “maravilhoso artigo constitucional de igualdade”!



                       O lema maçônico: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, são um todo; a Maçonaria envida todos os seus esforços para que seu lema se torne realidade e seja um “manto” para toda a humanidade.
Ainda, fora do aspecto social e político, o pensamento do ser humano deve ser Livre, a consciência e a espiritualidade não podem ter limites ou freios.
O conceito amplo de Liberdade vem descrito em dois documentos internacionais que merecem respeito e aplauso.
A Declaração dos Direitos Humanos, proclamada pelas Nações Unidas e a Declaração do Concílio Vaticano II: Dignitatis Hamanae.
O primeiro é de inspiração maçônica, o segundo, de inspiração evangélica.
A Maçonaria se preocupara com a Liberdade individual de seus filiados, com a liberdade grupal (da própria instituição) e com a Liberdade da Humanidade.

IGUALDADE:

As Constituições dos países considerados democráticos contêm um artigo que reconhece serem todos iguais perante a Lei.
Há, porém, distinções a fazer no terreno filosófico, pois a Maçonaria não considera todos os homens iguais entre si.
Existem, para ela, os Iniciados e os profanos.
Aqueles que “nascem de novo”, após a permanência na Câmara das Reflexões, não serão, obviamente, iguais aos demais.
Os seres humanos são iguais fisicamente, encontramos desigualdade na cor, nas feições, no desenvolvimento intelectual; os que possuem um físico sadio são diferentes dos enfermos; os subnutridos não são iguais aos normalmente desenvolvidos.
Esses aspetos, contudo, não têm significado maior.
A hierarquia maçônica não permite que todos os maçons sejam “iguais” entre si.





Apesar de ser inserida no lema da Revolução Francesa, o mundo ainda não conseguiu definir a Igualdade, como também a Liberdade.
Nossa Constituição afirma que todos são iguais perante a Lei. Contudo, um menos favorecido pela sorte não encontra vaga nos colégios para seus filhos; um pobre enfermo bate às portas dos hospitais em vão; não há oportunidade para o trabalho; o que é benesse ou benefício não é dado aos pobres.
Uma igualdade injusta não é igualdade.
O maçom deve cultivar a Igualdade como se fosse uma virtude!
As diferenças sociais ferem e aviltam.
A operosidade maçônica se detém, também, nesse campo.

FRATERNIDADE.

Do Latim “Frater”: irmão.
Fraternidade é uma associação fraterna, cujo objetivo é demonstrar que todos os homens podem conviver como se fossem irmãos na mesma carne.
Uma família numerosa, com muitos filhos, não constitui, necessariamente, uma fraternidade, mas apenas uma família.
A Fraternidade Maçônica, contudo, abrange tão somente os membros de uma Loja.
Maçonicamente, a Fraternidade apresenta-se de vários modos: A Fraternidade numa Loja; a Fraternidade numa Ordem; a Fraternidade Universal, também designada de Fraternidade Branca.
A Fraternidade Universal é constituída de maçons em vida e daqueles que já se encontram no Oriente Eterno, ou seja, daqueles que já desencarnaram.
O candidato que passa pela Iniciação Maçônica ingressa, após a sua aclamação em Loja, à Fraternidade Maçônica de modo permanente.

 


                       A Fraternidade implica obrigações e direitos; a parte ética é muito importante,
São admitidas pequenas “rusgas”, como sucedem dentro de uma família, mas apenas quando não são graves.
Já as obrigações mútuas de amparo são essenciais, ou seja, no mestrado, quando o maçom dá o “sinal de socorro”, toda a Fraternidade Maçônica, visível ou invisível, tem a obrigação de socorrer, assim como todo o aflito tem o “direito” de receber o auxilio invocado.

A Fraternidade é uma das bases mais pujantes da Ordem Maçônica.
Eis alguns aspectos da Filosofia Maçônica:

1-                                                        A Filosofia Maçônica separa o valioso do sem valor nas doutrinas e sistemas que a História conheceu; o permanente, constante, do arcaico, e o proveitoso para o homem e a sociedade do inútil para ele.
2-                                                        2- A Filosofia Maçônica coloca o homem no centro de sua preocupação e trabalha pela crescente melhora de suas condições vitais.
3-                                                        A Filosofia Maçônica nos incita a procurar para o homem a dignidade, o decoro, a consideração e o respeito à sua personalidade, cinzelada nas contingências da vida, enquanto ele se desenrola em torno de um temperamento, de uma vontade, uma inteligência e uma vocação.
4-                                                                                                                A Filosofia Maçônica deseja que o ser e a existência do homem girem em torno de três valores superiores que a História destacou como as maiores conquistas da humanidade: LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE. Ela pondera mais que nenhuma outra, dentre as três, a FRATERNIDADE, pela transcendência e os benefícios que implica e abarca tanto na esfera individual como no coletivo.
5-                                                        A Filosofia Maçônica quer defender o homem da ignorância e da incultura, dos temores e das necessidades, da exploração e das injustiças, do fanatismo do dogma, dos tabus, sobretudo, da opressão e das tiranias interiores e exteriores de qualquer classe.
6-                                                        A Filosofia Maçônica que fazer sentir e segurar e incorporar a seu ser e existência esta noção da independência, da interação, da intercomunicação dos indivíduos e dos grupos e dos povos da humanidade. Ao procurar-lhe esta consciência está fundamentando a FRATERNIDADE humana, a paz e a solidariedade.

A tarefa essencial da filosofia maçônica é irradiar a luz de nossos princípios e de nossos hábitos para melhorar a condição humana.
Mais do que monovalente, ou seja, de uma só linha, de uma só raiz, ela é polivalente.
Tem vertentes, então, que a alimentam e ela se reparte como um delta no mundo profano.
É tradicionalista e às vezes progressista; isto parece um paradoxo, mas não o é; tradição é conservar o melhor do passado. Ela não é o ensinamento de um conjunto de normas e princípios; nem um pensar exclusivo e excludente; é uma reflexão da vida e para a vida.


Meus prezados Irmãos queiram me desculpar a forma com que apresentei este meu trabalho, no entanto, dado a minha condição de Aprendiz, tive que pesquisar nos autores e suas obras que abaixo mencionarei.
Ficarei envaidecido e grato se, algum Irmão aqui presente me instruísse com mais sabedoria e propriedade a Filosofia dessa ARTE REAL.

Fontes pesquisadas:

Fundamentos da Maçonaria – Joaquim Roberto Pinto Cortez. – Editora Madras.
As Origens da Maçonaria – David Stevenson – Editora Madras.
Dicionário Maçônico = Rizzardo da Camino – Editora Madras.


 andreia caetano piumhi/mg

sábado, 16 de janeiro de 2010

maçons ilustres

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A Maçonaria

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sobre Cultura Por Robson Moura Assinar feed do autor



A Maçonaria é uma Instituição secular cuja origem se perdeu nas brumas dissipadas pela tenualidade do tempo, mesmo assim deixou pegadas em toda a extensão da história do homem. Ela é essencialmente filantrópica, filosófica visando à educação e o progresso do homem na sociedade. Foi denominada por muito tempo como Franco-Maçonaria. Por sua institucionalização e grande aceitação na França.
Começou a ganhar “status” como Sociedade Secreta com os mestres de obras das catedrais medievais, construtores que trabalhavam ao ar livre. Com sua arte esses construtores se notabilizaram por toda a Inglaterra, construindo castelos, palácios, igrejas e passaram a ser chamados como Free-stone mason.

Passa a ser organizada as associações de pedreiros livres, com suas normas e regras. No início era uma associação voluntária de homens livres, que ao se relacionarem com nobres e aristocratas, cresce tanto que passam a usá-la contra os abusos e desmandos da época, por não poderem ser identificados sua origem se perde na Idade Média. Para Nut-sa-Tefnut, 2001, p.1:
“Não possui a Maçonaria leis gerais nem livro santo que a definam ou obriguem todo o maçom através do mundo; não sendo uma religião, não tem dogmas. Em cada país e ao longo dos séculos, estatutos numerosos se promulgaram e fizeram fé para comunidades diferentes no tempo e nos costumes. Mas a Maçonaria possui certos números de princípios básicos, aceitos por todos os irmãos em todas as partes do mundo. É essa aceitação, aliás, que torna possível a fraternidade universal dos maçons e a sua condição de grande família no seio da Humanidade, sem que, no entanto, exista uma potência maçônica à escala mundial nem um Grão-Mestre, como que um Papa, que centralize o pensamento e a ação da Ordem.”.
Em sistema de conduta moral prega ao iniciado a necessidade de desenvolver capacidade para vencer suas paixões, dominar seus vícios, ambições, o ódio, os desejos de vingança, e tudo o que oprime a alma do homem, tornando-se exemplo da liberdade, igualdade e fraternidade. São milhões de membros em todo o mundo.
A Palavra Maçonaria vem provavelmente do francêsMaçonnerie, que significa uma construção qualquer, feita por um pedreiro, o maçom. Assim é essencial que o homem consiga na sua vida edificar sua moral, sua família, sua profissão como maçom, na construção também de seu edifício interior.
Segundo o dicionário Luft, p. 396: profanamente Maçom é o“Membro da Maçonaria; pedreiro-livre.” E vem da palavra Maçono mesmo dicionário que significa: “Espécie de martelo de madeira usado por carpinteiros, calceteiros, escultores, [...] Porção de coisas do mesmo gênero, atadas, juntas, contidas no mesmo invólucro; pacote; feixe.”
A palavra maçom vem gramaticalmente do radical da palavra MAÇO, que significa essa espécie de martelo de madeira usado por carpinteiros, calceteiros e escultores no passado. Hoje esses profissionais usam o cinzel.  Também significa essa porção de coisas juntas ou contidas no mesmo invólucro; pacote; feixe. Todos os maçons são parte de um grande feixe, de uma grande obra que alguns nem sabem como divisarem nesta infinidade que é o conhecimento humano. Ser maçom não é ser qualquer coisa em relação a uma espécie a que pertence. Ser maçom é fazer maçonaria que nos remete a uma frase perdida no tempo sem autoria definida “Ser maçom é um motivo de orgulho”.
Esse maçom membro da maçonaria tem que ser um aluno fiel e estudioso dos ensinamentos maçônicos, tem que querer evoluir. Pois a maçonaria, em sua filosofia trata da essência, propriedade e efeitos das causas naturais. Investiga as leis da natureza e relaciona as primeiras bases da moral e da ética pura. Não tem por princípio obter lucro pessoal de nenhuma classe, ao contrário, suas arrecadações e seus recursos servem ao bem estar do homem – seu semelhante, sem distinção de nacionalidade, sexo, religião, ou raça. Buscando a elevação espiritual e a tranqüilidade de consciência. Assim afirma Nut-sa-Tefnut, 2001, p.1:
“Simbolicamente, o maçom vê a si mesmo como uma pedra bruta que tem de ser trabalhada, com instrumentos alegóricos adequados, para convertê-la em um cubo perfeito, capaz de se encaixar na estrutura do templo do Gr.·.Arch.·.do Un.·.. ”.
A maçonaria, não é uma religião e muito menos uma seita, é umasociedade de homens de bem, porém é Progressista sim, pois parte do princípio da imortalidade, da crença em um princípio criador e regulador do todo. Um Ser Infinito e conhecido como GADU – O Grande Arquiteto do Universo que é DEUS nas religiões – daí poder ser taxada de religiosa não de religião. Não se prende a Dogmas, nem Fundamentalismos, nem Prevenções, ou muito menos Supertições. Por isso o Maçom nunca se oporá aquele que quer e deseja buscar a verdade.
A Maçonaria hoje é uma construtora de indivíduos, que evoluem e se tornam homens iguais e fraternos. Todo maçom por natureza se dedica a paz, a liberdade. Para a Maçonaria é dever do homem: “Respeito a Deus, amor ao próximo e dedicação à família”. Ela cria na mente do maçom a necessidade de fazer o bem em seu mais amplo sentido, cumprir os deveres para com a sociedade. Primar pela Ciência – Justiça – Trabalho para dignificar a existência humana e criar uma consciência reflexiva no homem no campo filosófico, filantrópico e progressista. Para Nut-sa-Tefnut, 2001, p.2:
“A transmissão dos preceitos Maçônicos se faz através de cerimônias, ricas em alegorias, que seguem antigas e aceitas formas, usos e costumes, que remontam às Guildas dos construtores de Catedrais da Idade Média, usando inclusive as mesmas ferramentas do Ofício de pedreiro. Este aprendizado passa pela necessidade de todo iniciado controlar as suas paixões, de submeter sua vontade às Leis e princípios morais, amar a sua família e à sua Nação, considerando o trabalho como um dever essencial do Ser Humano.”.
Ter princípios é seguir as regras, ter preceitos. Ter preceitos é seguir uma doutrina um ensinamento e na maçonaria são três os princípios maiores. A liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos, sejam eles instituições, raças ou nações; A igualdade de direitos e obrigações dos seres e grupos, sem distinguir religião, raça ou nacionalidade.
A fraternidade de todos os homens, já que somos todos oriundos de um mesmo criador, seres humanos fraternos e irmãos. Ser maçom é ter sempre na mente o lema do verdadeiro maçom: A Ciência, para esclarecer os espíritos e elevá-los; aJustiça para equilibrar e enaltecer as relações humanas; OTrabalho, por meio da qual os homens se dignificam e se tornam independentes economicamente. Ser maçom é ser verdadeiro em todas as situações, examinar sempre a moral e praticar as virtudes. Cavando cada vez mais masmorras ao vício tornando-se um templo vivo e verdadeiro para uma sociedade mais justa.

Ilustres Maçons:

Voltaire
Goethe
Lessing
Beethoven
Haydn
Mozart
Frederico O Grande
Napoleão
Garibaldi
Byron
Lamartine
Hugo
Castellar
Mazzini
Espling
Washington
Pe Miranda
San Martin
O’Higgins
Bolivar
Marti
Benito Juares
Dom Pedro I

Presidentes da República do Brasil:

Deodoro da Fonseca
Floriano Peixoto
Prudente de Morais
Manoel Ferraz de Campos Salles
Nilo Peçanha
Hermes da Fonseca
Wenceslau Pereira
Washington Luiz Pereira
Nereu Ramos
João Café Filho
Jânio Quadros

Maçons Ilustres do Brasil:

Antonio Carlos Ribeiro de Andrade
Barão de Cotegibe
Cons. João Alfredo
Marques de Sapucai
Casimiro de Abreu
Domingos José Martins
Pe Diogo Feijó
Sen. Evaristo da Veiga
Acaíba Montezuma
Frei Francisco de Santa Tereza
Frei Monte Alverne
Frei Joaquim do Amor Divino Canéca
José Bonifácio de Andrada e Silva
Joaquim Gonçalves Ledo
Conego Januário da Cunha Barbosa
Joaquim Nabuco
Duque de Caxias
Gen. Osório
Barão do Rio Branco
Visconde de Taunay
Padre José de Santa Rita
Emiliano Perneta
Benjamim Constant
José do Patrocínio
Eusébio de Queiróz
Alguns deles você encontra em nossas Biografias
A Maçonaria respeita as opiniões políticas, as crenças religiosas de todos os homens é uma instituição extremamente tolerante, prega essa tolerância em função da liberdade do homem. Por isso combate a ignorância, a surpetição e o fanatismo. É uma sociedade, não é secreta, pois é amplamente divulgada e conhecida, é registrada como uma sociedade nos vários países que atua e recebe a concessão de Personalidade Jurídica. Hoje existem escritos sobre seus princípios em todos os meios de comunicação. Seu único segredo é o meio de reconhecimento entre irmãos, que só se conhece entrando na instituição. Reconhecer uma pessoa como irmão, poder praticar a verdadeira amizade. O respeito ao ser humano independente se sua fortuna e de seu posto na sociedade, interpretar seus símbolos e o ensinamento para bem viver só iniciando em seus sagrados mistérios.

Referência Bibliográfica:

MACHADO, José Alfredo. Maçonaria. SINDIGRAF, Maceió/AL.
Folheto: O que é Maçonaria do Grande Oriente do Estado de Alagoas, Abril de 2001.
NUT-SA-TEFNUT, Soror. Introdução à Maçonaria. 2001.



andreia caetano piumhi/mg

sábado, 9 de janeiro de 2010

sociedadessecretas

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Sociedades secretas

Rituais estranhos e códigos que os integrantes devem levar para o túmulo fazem parte das organizações mais misteriosas do mundo. Conheça as principais

por Cíntia Cristina da Silva
A trama de O Código Da Vinci, o maior sucesso editorial dos últimos anos, foi toda construída a partir da fascinante idéia de que sociedades secretas não só existem como podem mudar o rumo dos acontecimentos e da história como a conhecemos hoje. Algumas dessas sociedades ocultas, como o Priorado de Sião e o Opus Dei, têm papel de destaque na aventura descrita pelo escritor americano Dan Brown. A essas organizações misteriosas credita-se o conhecimento de informações secretas, algumas místicas até. Essas sociedades também seriam responsáveis por planos conspiratórios que teriam um único objetivo final: dominar o mundo.
A popularidade do livro, que já vendeu mais de 30 milhões de exemplares no mundo todo, renovou a curiosidade sobre organizações das quais muito se fala, mas, concretamente, pouco se sabe, dentre elas a Maçonaria, a Illuminati, os Templários e a Skull and Bones – sociedade da qual faria parte o presidente americano George W. Bush (leia mais na próxima página). Todas essas associações exclusivistas têm em comum a confidencialidade e um rigoroso processo na hora de selecionar novos integrantes. Para os que estão de fora, o real poder e a influência dessas organizações é tão nebuloso quanto essas instituições em si. Nesse terreno, o que não falta é especulação.
O interesse recente suscitado pelo romance de Brown trouxe à tona uma tradição que acompanha o ser humano há centenas de anos. Muitos historiadores acreditam que existiram diversas sociedades secretas organizadas já no Egito antigo, no período faraônico. “Sociedades secretas no Egito antigo não são atestadas historicamente. Entretanto, por volta dos séculos 3 e 4 a.C., há relatos de gregos e romanos que viajaram ao Egito em busca de conhecimento hermético e foram iniciados nos mistérios de Isis”, explica o egiptólogo Julio Gralha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O grego Pitágoras, que viveu entre 580 e 500 a.C., fundou sua própria sociedade secreta ao retornar do Egito. O genial filósofo acreditava no caráter místico da matemática. Para ele, “tudo é número”. A escola pitagórica tinha um código de conduta bastante rígido: os candidatos eram submetidos a árduas provas físicas e psicológicas. Quem passava fazia um voto de silêncio que deveria ser cumprido ao longo dos cinco primeiros anos.
Eles também acreditavam na transmigração das almas, ou seja, que não se podia matar ou comer qualquer animal, pois tinha a possibilidade de este ser a última morada de um ente querido falecido.
Os ensinamentos da fraternidade pitagórica eram transmitidos oralmente. O caráter exclusivo e sigiloso da sociedade de Pitágoras atraiu a atenção e, pouco depois, a ira pública. Por fim, a escola foi destruída e seu fundador, assassinado.
Os templários
A Ordem dos Cavaleiros do Templo também teve um final trágico. Fundada em 1118, a ordem formada pelos cavaleiros templários tinha como função proteger os peregrinos que viajavam até a Terra Santa. Os templários compunham um exército que fazia a segurança do trajeto entre Jerusalém e a Europa. A ordem era apoiada pela Igreja Católica e seus integrantes foram os responsáveis pela criação das bases do sistema bancário. Funcionava da seguinte maneira: um peregrino podia deixar dinheiro num posto templário numa parte da Europa e retirar a mesma soma em outra localidade. Os templários cobravam uma taxa pela transação e, em razão desse serviço e das conexões com a Igreja, a ordem se tornou extremamente rica e, por conseqüência, poderosa
A fortuna, somada ao mistério que rondava os templários, despertou a inveja de Felipe, o Belo, rei da França que armou uma cilada para acabar com a ordem e confiscar seus bens. O monarca acusou os templários de sodomia e heresia. O rei alegou que a ordem cultuava um demônio de três cabeças chamado Baphomet. Apoiado nessas falsas acusações, um plano para exterminar a ordem foi posto em prática numa sexta-feira 13 de 1307, em todo o território francês. Uma das lendas dá conta de que os cavaleiros cultuavam uma cabeça embalsamada, a de Jesus Cristo, encontrada nas ruínas do Templo de Salomão. Daí viria o poder da ordem e a razão pela qual eles teriam sido massacrados.
Os Maçons
A Maçonaria, a sociedade secreta mais famosa do mundo, também teria raízes no Egito antigo. Ela teria surgido nos ritos iniciáticos na Grande Pirâmide (Quéops). Essas práticas foram se consolidando e a tradição oral foi passada de geração a geração até a construção do Templo de Salomão, em Jerusalém. Aliás, é a partir de construção do Templo de Salomão que começa, de fato, a história maçônica. A palavra “maçom” tem sua origem em mason, que significa pedreiro. Segundo a lenda maçônica, a ordem começou com um episódio trágico. O engenheiro-chefe, Hiram Afiff, foi assassinado por três ajudantes quando se recusou a revelar o segredo da construção – erigida sem o uso de martelo, pois todos os blocos se encaixaram perfeitamente.
Outra lenda liga a origem da Maçonaria aos cavaleiros templários, enquanto outros historiadores acreditam que a irmandade tenha surgido em espécies de sindicatos de pedreiros da Idade Média. A primeira loja maçônica – local onde os integrantes da ordem se encontram –, nos moldes existentes até hoje, foi fundada em Londres, em 1717. Para se tornar um maçom, uma pessoa precisa ser convidada, passar por um ritual simbólico e, após essa iniciação, tomaria conhecimento de um segredo grandioso. Nem é preciso dizer que ninguém, pelo menos do lado de cá da organização, conhece o tal segredo.
O principal objetivo da Maçonaria, definida como uma ordem progressista, seria lutar contra o obscurantismo e promover os ideais de “liberdade, igualdade e fraternidade” entre os homens. Esse mesmo lema foi adotado pelos insurgentes durante a Revolução Francesa. Muita gente acredita que a revolução que varreu a monarquia e guilhotinou os reis franceses em 1789 tenha sido orquestrada pela Maçonaria, em represália ao massacre dos cavaleiros templários no início do século 14. À Maçonaria costuma-se atribuir um poder maior do que se pode provar. Os adeptos também seriam conspiradores políticos dispostos a implantar uma nova ordem mundial. Já os maçons afirmam que a principal função da ordem é promover a filantropia e discutir o sentido da vida.
A Illuminati
Outra sociedade secreta que teve certo prestígio, embora não tenha durado muito, é a Ordem dos Iluminados, conhecida como Illuminati. Fundada pelo maçom Adam Weishaupt, na Bavária, em 1776, a ordem era contra a Igreja e a monarquia. Inspirada nos ideais do Iluminismo francês, tinha como objetivo promover o conhecimento, acabar com crendices (muitas das quais propagadas pelas religiões, acreditavam eles) e trabalhar pela unificação européia. A idéia de criar um governo planetário não durou muito. Os alemães não gostaram de ter em seu território uma sociedade secreta conspirando contra o Estado germânico e destruíram a irmandade, em 1784. Mas nem todo mundo acredita no fim da Illuminati. Segundo muitos conspiradores, ela continua mais atuante do que nunca e até teria um braço norte-americano, a misteriosa Skull and Bones.
De volta ao Código Da Vinci, uma sociedade misteriosa retratada no livro de maneira pouco lisonjeira é o Opus Dei. Criado em 1928 na Espanha, o Opus Dei (Obra de Deus) é uma organização espiritual católica vinculada ao Vaticano. A prelazia, célebre pela austeridade moral, conta com cerca de 85 mil adeptos no mundo todo. Para entrar para o Opus Dei, não basta querer. É preciso conhecer a instituição, ou conhecer alguém de lá, e manifestar uma vocação antes de o pedido de filiação ser aceito. Ao ser admitido, cada integrante é obrigado a cumprir um plano de vida diário, descrito no livro Opus Dei – Os Mitos e a Realidade, de John L. Allen Jr. O mistério que cerca o Opus Dei gera muitas especulações. Acredita-se que a organização tenha poder e dinheiro suficientes para influir em grandes questões da Igreja. Segundo John L. Allen Jr., no Vaticano corre o boato de que era o Opus Dei quem comandava a Santa Sé nos últimos anos do pontificado de João Paulo II, que morreu no ano passado. Segundo os adeptos do Opus Dei, tudo isso não passa de uma teoria conspiratória sem fundamento. Será?

Skull and bones: fábrica de presidentes

A ordem Skull and Bones (Caveira e Ossos) surgiu na Universidade de Yale, uma d
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