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por Texto Eduardo Szklarz, de Buenos Aires
A maçonaria já foi acusada de tudo: fazer rituais sinistros, promover orgias, querer dominar o mundo... Até de estar por trás dos assassinatos de Jack, o Estripador. Muita gente acredita que a organização controla governos e que seus integrantes usam cargos públicos para se ajudar mutuamente. Os maçons, no entanto, garantem que quase tudo isso é besteira. Eles não passariam de um grupo filosófico, filantrópico e progressista. Reconhecem que ajudam uns aos outros, mas que o dever de auxiliar um irmão está sempre sujeito à obrigação maior de cumprir a lei. Afinal, qual é a verdade sobre essa sociedade secreta?
Para começar, a maçonaria não é tão secreta assim. Em vários países, inclusive no Brasil, todo mundo sabe onde ficam as lojas maçônicas e quem são seus membros. Maçons publicam revistas e divulgam suas idéias em sites da internet. E, se antes mantinham seus templos imersos numa aura de mistério, hoje permitem visitas. Nossa reportagem entrou no templo da Grande Loja da Argentina de Maçons Livres e Aceitos, situada na rua Perón, 1242, em Buenos Aires. Durante 3 horas, conversamos com diversos integrantes da maçonaria – e muitos nos entregaram cartões em que se identificavam como membros da ordem.
A julgar por iniciativas desse tipo, parece que a organização nunca foi tão aberta como hoje. Será que o grande segredo da maçonaria é não ter segredo algum, como dizem alguns irmãos? Pode ser. Mas o certo é que eles ainda mantêm sessões a portas fechadas. Angel Jorge Clavero, grão-mestre da Grande Loja da Argentina, tem uma explicação para isso. “A maçonaria não é secreta, mas discreta. As cerimônias que realizamos aqui só interessam a nós, são reservadas aos iniciados.” Para Clavero, é exatamente o que ocorre em qualquer reunião, seja de condomínio ou da diretoria de uma multinacional. “Se você não é dono de um apartamento no prédio ou diretor da empresa, não vão deixá-lo entrar.
VÁRIAS MAÇONARIAS
O argumento do grão-mestre faz sentido. Por outro lado, diretores de empresas não costumam se reunir para debater filosofia, vestidos com aventais coloridos e rodeados de objetos simbólicos. Além disso, nem você nem seus vizinhos de apartamento precisam jurar segredo absoluto sobre o que foi discutido na reunião de condomínio. Na maçonaria, é assim que as coisas funcionam. Para entender os porquês disso tudo, o primeiro passo é levar em conta que não existe uma só, mas várias maçonarias.
A organização é uma rede global, hoje composta de cerca de 6 milhões de integrantes espalhados pelos 5 continentes. Os rituais variam muito, de um país para outro. Cada loja tem autonomia, mesmo que pertença a uma federação nacional ou continental. Algumas usam a Bíblia em suas reuniões. Outras, a Torá ou o Alcorão. Essa diversidade permite que os símbolos maçônicos tenham várias interpretações. E foi graças a ela que personalidades extraordinariamente distintas já vestiram o avental da irmandade: de Mozart a dom Pedro 1º, de Winston Churchill a Hugo Chávez (leia mais no quadro das págs. 14 e 15).
Mas as maçonarias também têm muito em comum. Todas elas, independentemente do país, defendem os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Veneram o Grande Arquiteto do Universo – como se referem a Deus. E exigem requisitos dos iniciados, que, depois de passar por uma cerimônia de iniciação, vão galgando postos e acumulando mais e mais conhecimentos. Embora proíbam falar de política e religião dentro do templo, os maçons continuam tendo o poder e a influência de sempre. A mesma que eles usaram para orquestrar capítulos decisivos da história, como a independência do Brasil, dos EUA e de quase todos os países da América Latina.
A origem da maçonaria é um mistério até para os maçons. Uma das teorias diz que ela surgiu há cerca de 3 mil anos, durante a construção do Templo de Salomão, em Jerusalém. O rei israelita teria recrutado o arquiteto Hiram Abif, mestre na arte de talhar pedras, que ensinava os mistérios do ofício apenas a pedreiros escolhidos a dedo. No fim da obra, 3 artesãos exigiram que ele lhes contasse os segredos. Abif recusou-se e acabou sendo assassinado por isso.
O martírio do arquiteto jamais foi comprovado. Mesmo assim, significa muito para os maçons. Em The Meaning of Masonry (“O Significado da Maçonaria”, inédito no Brasil), o maçom britânico W.L. Wilmshurst interpreta a morte do mestre como um desastre moral para a humanidade – como se a chama do conhecimento tivesse sido apagada. “Agora, neste mundo escuro, ainda temos os 5 sentidos e a razão, que vão nos proporcionar os segredos substitutos”, escreve Wilmshurst. A maçonaria, portanto, seria um sistema filosófico que discute o Universo e nosso lugar dentro dele. Quanto mais o maçom sobe os degraus da confraria, mais perto ele chega da Luz – ou seja, o pensamento racional.
Outra tese afirma que os maçons são herdeiros dos templários, os cavaleiros que viajaram à Terra Santa no século 12 para defender os cristãos, mas acabaram perseguidos pela Igreja. E existe também quem defenda uma origem ainda mais remota, no Egito dos faraós ou na Grécia antiga. Para a maior parte dos historiadores , contudo, foi na Europa medieval que a maçonaria assentou suas bases. Ela teria começado na forma de sindicatos de pedreiros (masons, em inglês), que construíam monumentos para religiosos e monarcas – entre eles a Ponte de Londres e a Catedral de Westminster, também na capital da Inglaterra.
“Os pedreiros ingleses almoçavam e deixavam suas ferramentas em pequenas casas chamadas lodges [lojas]”, explica o jornalista americano H. Paul Jeffers no livro Freemasons (“Maçons”, sem tradução para o português). Assim como Abif, eles mantinham em segredo seus métodos de construção, pois eram a garantia de melhores salários.
Esses sindicatos floresceram até o século 16, quando os pedreiros tiveram uma surpresa. Abalada pela Reforma Protestante e pela rixa com o rei Henrique 8º, a Igreja parou de construir catedrais. Resultado: contratos para novas obras minguaram. “A maçonaria entrou em crise e sofreu uma grande mudança. Tudo que era ligado à prática do ofício na pedra passou a ser alegórico, e as ferramentas viraram símbolos na contemplação dos mistérios da vida”, diz Jeffers. A ordem deixou de ser “operativa” para ser “especulativa”. E as lojas maçônicas passaram a interpretar esses símbolos por meio de conceitos morais, éticos e filosóficos. A sociedade foi aberta a outros profissionais, como os cientistas, e deixou-se influenciar até pela alquimia.
Em 1717, 4 lojas de Londres se uniram na Grande Loja Unida da Inglaterra, que marcou o início da maçonaria atual. Em 1723, o maçom James Anderson compilou a tradição oral da irmandade numa constituição, cujos lemas eram ciência, justiça e trabalho. Quem não gostou de nada disso foi a Igreja, sentindo seu poder ameaçado por um grupo que rejeitava dogmas, aceitava seguidores de outras crenças e era contra a influência da religião na vida pública. Pior: discutia seus assuntos em segredo, o que só aumentava a desconfiança da Santa Sé. Em 1738, o papa Clemente 12 emitiu uma bula em que excomungava a maçonaria – ratificada em 1983 pelo cardeal Joseph Ratzinger, atual papa Bento 16.
O tiro saiu pela culatra. Quanto mais a maçonaria era difamada, mais ela atraía revolucionários – entre eles, o libertador sul-americano Simon Bolívar e o herói da independência americana Benjamin Franklin. A Revolução Francesa também assumiu os valores maçônicos, mas não com a intensidade que muitos imaginam. “Do mesmo jeito que alguns revolucionários franceses eram maçons, como Jean-Paul Marat, alguns opositores da revolução também eram”, diz o historiador inglês Jasper Ridley no livro The Freemasons (“Os Maçons”, inédito no Brasil). No século 20, a Igreja continuaria no encalço da maçonaria.
CÓDIGOS SECRETOS
A história de perseguição explica por que os maçons desenvolveram códigos para se reconhecer no meio de outras pessoas. No aperto de mão, por exemplo, um tocaria com o indicador no pulso do outro. Ao se abraçar, eles colocariam um braço por cima, outro por baixo, em X, e bateriam 3 vezes nas costas. Mais uma forma de comunicação em lugares públicos seria ficar em posição ereta e com wos pés em forma de esquadro.
Em seus textos, os maçons abreviam as palavras usando 3 pontos em forma de delta. Exemplos: “Ir” é irmão, “Loj” é loja. Hoje, boa parte desses segredos já virou de domínio público. Tanto que o termo usado pelos maçons para se referir a Deus – Jahbulon, resultado da união dos nomes Javé, Baal e Osíris – aparece em quase 30 mil páginas na internet.
Para ingressar na maçonaria, é necessário ter ficha limpa, ser maior de idade e acreditar em um deus, seja ele qual for. O candidato precisa ser convidado por um maçom e só se torna aprendiz após ser aceito numa cerimônia de iniciação no templo, onde se compromete a não revelar o que escutar ali dentro.
“Nossa meta é formar homens melhores, ensiná-los a se libertar dos dogmas e a pensar por si mesmos”, diz o grão-mestre argentino Jorge Clavero. “A maçonaria não é como um partido político, que fixa posições. Ela atua na sociedade por meio de seus homens, silenciosamente. O iniciado faz sua obra entre a família, os amigos e em seu local de trabalho.”
Degraus do conhecimento
No Brasil, o rito mais praticado é o escocês, mas o de York prevalece no resto do mundo
RITO ESCOCÊS
1º grau - Aprendiz iniciado
2º grau - Companheiro de ofício
3º grau - Mestre maçom
4º grau - Mestre secreto
5º grau - Mestre perfeito
6º grau - Secretário íntimo
7º grau - Preboste e juiz
8º grau - Intendente dos edifícios
9º grau - Mestre eleito dos 9
10º grau - Mestre eleito dos 15
11º grau - Cavaleiro eleito dos 12
12º grau - Grão-mestre arquiteto
13º grau - Mestre do 9º arco
14º grau - Grão-eleito perfeito e sublime
15º grau - Cavaleiro do Oriente
16º grau - Príncipe de Jerusalém
17º grau - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
18º grau - Cavaleiro Rosacruz
19º grau - Grão-pontífice
20º grau - Mestre ad Vitam
21º grau - Patriarca noaquita
22º grau - Príncipe do Líbano
23º grau - Chefe do tabernáculo
24º grau - Príncipe do tabernáculo
25º grau - Cavaleiro da serpente de bronze
26º grau - Príncipe da mercê
27º grau - Comendador do templo
28º grau - Cavaleiro do Sol
29º grau - Cavaleiro de Santo André
30º grau - Cavaleiro kadosh
31º grau - Grão-inspetor inquisidor comendador
32º grau - Sublime príncipe do real segredo
33º grau - Soberano grão-inspetor geral
RITO DE YORK
Mestre de marca
Past master (virtual)
Mui excelente mestre
Maçom do real arco
Mestre real
Mestre eleito
Mestre superexcelente
Ordem da Cruz Vermelha
Ordem dos Cavaleiros de Malta
Ordem dos Cavaleiros Templários
Rumo ao topo da pirâmide
A escalada na hierarquia pode levar uma vida inteira
A estrutura da maçonaria tem a forma de duas escadas que começam e terminam juntas. O 1º passo do candidato é se tornar aprendiz. O 2º nível é o de companheiro de ofício e o 3º, de mestre maçom. Os 3 degraus iniciais são comuns ao rito escocês e ao de York. Depois disso, quem quiser subir na hierarquia deve escolher entre os dois sistemas ritualísticos. No escocês são 33 graus, enquanto o de York tem apenas 10. A história dos ritos também é diferente: para muitos estudiosos da maçonaria, o ritual escocês foi fundado na França por imigrantes que fugiam de perseguições. Já o de York surgiu na cidade inglesa de mesmo nome, onde teria sido aberta a primeira loja maçônica da Grã-Bretanha. No Brasil, o rito mais praticado é o escocês, mas estima-se que 85% dos maçons em todo o mundo pratiquem o de York.Alguns personagens importantes da tradição maçônica aparecem sobre os degraus desta ilustração, publicada pela primeira na revista americana Life, em 1956. Entre eles, o rei Salomão (indicando o caminho na base do rito escocês), que construiu o 1º Templo de Jerusalém, e George Washington (no 20º grau do mesmo rito, mestre ad Vitam), primeiro presidente dos EUA. Sob o arco estão as organizações irmãs da maçonaria. Mestres maçons são aceitos na Grotto e na Altos Cedros do Líbano. Meninas que têm um maçom na família podem ingressar na Filhas de Jó ou na Ordem das Garotas do Arco-Íris; mulheres, na Estrela do Oriente; e rapazes, na DeMolay. Apenas maçons de grau 32 e Cavaleiros Templários podem entrar para o Shrine. E a mulher de um Shrine pode ser uma Filha do Nilo.
Até na lua!
De presidente a astronauta, maçons que entraram para a história
GEORGE WASHINGTON - 1732-1799
Foi o primeiro e único a exercer ao mesmo tempo os cargos de mestre de uma loja e presidente dos EUA. Um terço dos presidentes americanos foram da maçonaria.
AMADEUS MOZART - 1756-1791
Um dos maiores compositores de todos os tempos, ingressou na maçonaria a convite de Joseph Haydn, outro gênio da música, membro de uma loja em Viena.
DOM PEDRO 1º - 1798-1834
Chegou ao posto de grão-mestre no Brasil. Deixou a maçonaria assim que foi declarado imperador e proibiu os trabalhos da organização no país, temendo que seu poder fosse contestado.
WINSTON CHURCHILL - 1874-1965
Primeiro-ministro britânico durante a 2ª Guerra Mundial, foi iniciado em 1901, aos 26 anos de idade, na loja maçônica Studholme, em Londres, quando já era parlamentar.
HUGO CHÁVEZ - 1954-
Iniciado por um guarda-costas, segue os passos de outros maçons históricos que ele adora citar em discursos, entre eles: Simon Bolívar, José Martí e San Martín.
NEIL ARMSTRONG - 1930-
O primeiro homem a pisar na Lua era maçom. Ele teria vestido seu avental sobre o traje lunar durante a missão da Apolo 11, mas não há provas de que isso realmente tenha acontecido.
Para saber mais
• Freemasons
H. Paul Jeffers, Kensington Publishing, 2005 (em inglês).
Por dentro do templo maçônico
Um passeio pela Grande Loja da Argentina de Maçons Livres e Aceitos, com explicação para tudo que você veria lá dentro
• ALTAR
Corresponde ao Santo dos Santos, o lugar mais sagrado do antigo Templo de Jerusalém. A poltrona central é usada apenas pelo venerável-mestre, que conduz os rituais.
• COMPASSO E ESQUADRO
Remetem ao tempo em que os maçons eram pedreiros. Por desenhar círculos perfeitos, o compasso representa a busca da perfeição. Já o ângulo reto do esquadro sugere honestidade. A letra “G” vem de God – “Deus” em inglês.
• SOL E CÉU AZUL
São vários os significados atribuídos ao Sol na maçonaria. Rente ao teto do templo, ele pode ser interpretado como conhecimento e esclarecimento mental ou intelectual. O céu azul simboliza a natureza e o Universo.
• CIÊNCIA, JUSTIÇA E TRABALHO
Os 3 adultos à esquerda, neste quadro do italiano Enrique Fabris, representam a ciência (ancião com a tocha da razão), a justiça (mãe carregando o filho) e o trabalho (homem vigoroso com ferramentas). A esfinge central refere-se à sociedade iniciática e o longo caminho a ser seguido pelo homem na busca do conhecimento. O Sol simboliza a natureza, presente em seus 4 elementos: água, fogo, ar e terra. Deles, apenas a água não pode ser dominada pelo homem – daí o mar revolto no quadro.
• AVENTAL
Símbolo de trabalho, ele protege o maçom e indica seu grau (na foto, Angel Jorge Clavero, grão-mestre da Loja Argentina de Maçons Livres e Aceitos). As luvas, sempre brancas, significam pureza, retidão moral e igualdade.
• ESTRELA DO ORIENTE
Com 5 pontas, ela simboliza o homem em seus 5 aspectos – físico, mental, emocional, intuitivo e espiritual. Ao fundo, observa-se a pirâmide com o olho que tudo vê, uma alusão a Deus.
• PISO XADREZ
Representa povos do mundo unidos pela maçonaria. Os triângulos e quadrados simbolizam a harmonia que pode existir na diversidade. Também sintetizam os contrários: Bem e Mal, corpo e espírito.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Elementos da Ciência Maçonica
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andreia caetano piumhi/mg
Alguns historiadores afirmam provir a Maçonaria dos antigos mistérios pagãos religiosos do velho Egito e da antiga Grécia. Outros admitem que ela tenha se originado por ocasião da construção do templo de Jerusalém, no reinado de Salomão, rei dos israelitas (1082-975 a.C), e apontam como fundador, Hiram Abif, suposta arquiteto do citado templo. A maioria dos escritores maçons, porém, é de opinião que a Maçonaria deve sua origem e existência a uma confraria de pedreiros, criada por Numa, em 715 a.C, que viajava pela Europa e mais tarde construiu basílicas. Com o passar dos tempos, porém, essa sociedade perdeu o seu caráter primitivo e muitas pessoas estranhas à arquitetura nela foram admitidas. | |
| A maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si". Sendo uma associação iniciática utiliza diversos símbolos, de entre estes alguns são conhecidos. Cada Loja Maçônica é composta pelo Venerável Mestre (ou Presidente), que preside e orienta as sessões, pelo Primeiro Vigilante, que conduz os trabalhos e trata da organização e disciplina em geral e pelo Segundo Vigilante, que instrui os aprendizes. O Orador, que sumariza os trabalhos e reúne as conclusões é coadjuvado pelo Secretário, que redige as actas e trata da sua conservação e é responsável pelas relações administrativas entre a loja e a obediência e junto com o Venerável Mestre encontram-se a Oriente conjuntamente com o Venerável Mestre. O Mestre de Cerimônias, que introduz os irmãos na loja e conduz aos seus lugares os visitantes, e ajuda o Experto nas cerimônias de iniciação, o Tesoureiro, que recebe as quotizações e outros fundos da loja e vela pela sua organização financeira e por fim o Guarda do Templo (que nalguns Ritos e lojas é só externo noutros é externo e interno e ainda noutros ambos são ocupados por irmãos diferentes) e que vela pela entrada do Templo são outros oficiais igualmente importantes. Os cargos do Venerável Mestre ao Secretário são chamados as luzes da oficina. | |
| A maçonaria universal utiliza o sistema de graus para transmitir os seus ensinamentos, cujo acesso é obtido por meio de uma Iniciação a cada grau e os ensinamentos são transmitidos através de representações e símbolos. O nome "maçonaria" provém do francês maçonnerie ou do inglês masonry que significa "construção". Esta construção é feita pelos maçons nas suas Lojas (Lodges), alguns autores dizem que a palavra é mais antiga e teria origem na expressão copta Phree Messen (Franco-maçon), cujo significado é "filhos da luz". Na Idade Média havia dois tipos de pedreiros; o rough mason (pedreiro bruto) que trabalhava com a pedra sem lhe extrair forma ou polimento e o Freemason (pedreiro livre) que detinha o segredo de polir a pedra bruta. A maçonaria simbólica compreende três graus:
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| 112.1 - OS RITOS: compostos por procedimentos ritualísticos, são métodos utilizados para transmitir os ensinamentos e organizar as cerimônias maçônicas. De entre os principais, praticados no Brasil, destacam-se:
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| Já em Portugal, os principais utilizados são:
No mundo existiram mais de duzentos ritos, pouco mais de cinquenta são praticados actualmente, porém os mais utilizados são o Rito de York, o Rito Escocês Antigo e Aceito e o Rito Moderno (também chamado de Rito Francês ou Moderno na Europa), juntos estes três ritos detém como seus praticantes mais de 99% dos maçons operativos, outro tipo de Ritos maçônicos menos comuns destacam-se pela abordagem mais esotérica e espiritualista como é por exemplo o rito denominado por Rito de Memphis-Misraim. 112.2 - GRAUS: A maçonaria é composta por Graus Simbólicos e Filosóficos, variando o seu nome e o âmbito de Rito para Rito. A constituição dos três primeiros graus é obrigatória e está prevista nos landmarks da Ordem, são a saber, Aprendiz, Companheiro e Mestre. O trabalho realizado nos graus ditos "superiores" ou filosóficos é optativo e de caráter filosófico. Existem diversos sistemas de graus superiores, como o de 33 graus do Rito Escocês Antigo e Aceito, o de 13 graus do Rito de York e do Adoniramita, o de 7 graus do Rito Moderno e do Rito Escocês Rectificado. | |
| 112.3 - MAÇONARIA SIMBÓLICA: | |
| A Maçonaria mantém a divisa - Liberdade, Igualdade e Fraternidade. A maçonaria cuja origem se perde na noite dos tempos, teve sempre por especial escopo agremiar todos os homens de boa vontade que, convencidos da necessidade d e render sincero culto à virtude, procuram os meios de propagar o que a doce sã e moral nos ensina. Ora, como esses homens desejam trabalhar nessa obra meritória, com toda tranquilidade, calma e recolhimento, reunem-se para isso nos Templos Maçônicos. Três são as colunas imóveis que sustentam todo o edifício maçônico, significando as três poderosas forças da Natureza: Sabedoria, força e beleza. As três luzes do templo: As 3 perguntas que são respondidas na câmara das reflexões são: A divindade, a Natureza e o Homem. enfim as três pancadas dadas com o malhete para que se abrissem as portas do templo signifcam: - Buscai e dar-se-vos-á. Autor: Raul Silva | |
| Os principais símbolos maçônicos, que devem ser conhecidos no Grau de Aprendiz, são os seguintes: COMPASSO- Representa a Justiça, pela qual devem ser medidos os atos do homem: simboliza, também, o comedimento na busca, já que, traçando círculos, delimita um espaço bem definido, símbolo do todo, do Universo. No plano esotérico, o Compasso é a representação das qualidades espirituais e do conhecimento humano. No Grau de Aprendiz, os ramos do Esquadro cobrem as hastes do Compasso, mostrando que a materialidade suplanta a espiritualidade, ou que a mente ainda está subjugada pêlos preconceitos e pelas convenções sociais, sem a necessária liberdade para pesquisar e procurar a Verdade. ESQUADRO - Simboliza a Equidade, a justiça, a Retidão de caráter; esotericamente representa a matéria, ou o corpo físico. Retidão é a qualidade do que é reto, tanto no sentido físico quanto no moral e ético; assim, à retidão física, emanada do Esquadro, corresponde a retidão moral, caracterizada pelas ações de acordo com a lei, com o direito e com o dever, e a virtude de seguir retamente, sem se desviar, a direção indicada pela equidade. É a jóia-símbolo do Venerável Mestre. CINZEL - Instrumento cortante numa das extremidades, usado por escultores e gravadores. O Cinzel é um dos símbolos específicos do Grau de Aprendiz, pois, sendo destinado ao esquartejamento da pedra (que transforma a pedra bruta e informe em pedra cúbica, usada nas construções) ele simboliza a Razão, a Inteligência, enquanto que esotericamente, é o físico, ou a matéria, sobre a qual atua o espírito, que é o Maço. MAÇO ou MALHO - Instrumento utilizado para, atuando sobre o Cinzel, desbastar a pedra. Simboliza a Força de caráter a serviço da Razão e da Inteligência (representados pelo Cinzel). Do ponto de vista místico, é o espírito atuando sobre a matéria. Também é um símbolo específico do Grau de Aprendiz. RECUA - Haste de madeira ou metal dividida em 24 partes; cada parte corresponde a uma polegada. Necessária para marcar os limites do esquadrejamento da pedra para que as suas bordas sejam retas, simboliza um caminho retilíneo a seguir, com uma conduta reta, sempre à frente. É o emblema da disciplina, da moral, da exatidão e da justiça. Também é um símbolo do Grau de Aprendiz. NÍVEL - Instrumento para comprovar a perfeita horizontalidade da superfície, simboliza a Igualdade. O Nível maçônico é uma combinação de Nível e Prumo, com o formato de um Delta ou de uma letra A, de cujo centro pende um fio vertical, o qual, se a superfície não for perfeitamente horizontal, se deslocará para um dos lados. O Nível está presente na saudação do Grau, no movimento horizontal da mão direita até o ombro direito. E a jóia do Io Vigilante. PRUMO - Instrumento usado para medir a perfeita verticalidade de uma superfície, é o símbolo da profundidade do Conhecimento, da Retidão e da Justiça. Representa, também, o Equilíbrio, ou Estabilidade, quando perfeitamente a Prumo. Está presente na saudação do Grau, no movimento vertical da mão direita ao longo do tronco. É a jóia do 2° Vigilante. PEDRA BRUTA - Objeto de trabalho do Aprendiz, deve ser desbastada e esquadrejada para se transformar em Pedra Cúbica, polida e regular. Simboliza o próprio Aprendiz no seu esforço para se aperfeiçoar e polir seu caráter, a sua retidão e a sua integridade; é, enfim, o próprio símbolo de seu aperfeiçoamento na Maçonaria. DELTA RADIANTE - O Delta, ou Triângulo Eqüilátero, é o símbolo das tríades divinas. O Delta maçônico, além dessa representação, tem, no seu interior, as letras do nome hebraico de Deus, embora também seja usado o Olho Onividente, que o assimilam ao olho da Sabedoria de Horus. O Delta simboliza a Sabedoria Divina e a presença de Deus. O Delta é o símbolo máximo presente em um Templo. LIVRO DA LEI - Simboliza a Lei Divina. Quando da Cerimônia da Abertura do Livro e leitura de um trecho, espiritualiza-se a Loja e seus presentes. SOL - Desde os mais remotos tempos, o Sol é o símbolo da Luz. Para a Maçonaria a Luz é a do Conhecimento, do esclarecimento mental e intelectual. O Sol deve estar presente na decoração do Templo, no teto, mostrando a Luz que vem do Oriente. Presente também no retábulo do Oriente, ladeando o Deita, junto com a Lua, estará do lado em que fica Orador, pois, na correspondência cósmica dos cargos em Loja, o Orador simboliza o Sol, pois dele emana a Luz, como Guardião da Lei. LUA - Cultuada, desde a mais remota antiguidade, como a mãe universal, o princípio feminino que fertiliza todas as coisas, representa a alma. Suas forças são de caráter magnético e, portanto, opostas às do Sol, que possuem caráter elétrico. A Lua deve estar representada na parte Ocidental do teto dos Templos, em meio às trevas, em oposição ao Sol, que está no Oriente, para mostrar a escalada iniciática do Obreiro, das trevas em direção à Luz. Também pode estar presente no retábulo do Oriente, junto com o Sol, ladeando o Delta do lado em que ficar o Secretário, já que o titular desse cargo, na correspondência cósmica dos cargos em Loja, representa a Lua porque ele reflete, nas atas, a luz que vem do Orador, personificação do Sol. PAVIMENTO MOSAICO - De origem sumeriana, simboliza, com seus quadrados brancos e negros, os opostos na vida do homem: a boa e a má sorte, a virtude e o vício, a riqueza e a miséria, a alegria e a tristeza, etc. Representa a mistura de raças, das condições sociais e do dualismo. ESPADA - Instrumento de ataque e defesa é mais própria do Cobridor do Templo, o qual, simbolicamente deve usá-la para proteger o recinto contra eventuais intrusos. É o símbolo da combatividade do homem em defesa de seus domínios. Nas mãos do Venerável Mestre, a Espada Flamejante, simboliza o poder de que está revestido para "criar" e "construir" Aprendizes, Companheiros e Mestres. CORDA DE OITENTA E UM NÓS - É um adorno encontrado no alto das paredes verticais, com um nó central acima da cadeira do Venerável Mestre, tendo de cada lado quarenta nós, que se estendem pelo Norte e pelo Sul, terminando, seus extremos, em ambos os lados da porta Ocidental de entrada, em duas borlas representando a Justiça (ou Equidade) e a Prudência (ou Moderação). Essa abertura na corda significa que a Maçonaria é dinâmica E progressista, estando, portando, sempre aberta às novas idéias que possam contribuir para a evolução do homem e para o progresso racional da humanidade. ESCADA DE JACOB -Trata-se da alusão bíblica à escada que Jacob teria visto em sonho. Símbolo da via ascendente até o céu. Através das três virtudes: Fé. Esperança e Caridade. COLUNAS ZODIACAIS - Os signos zodiacais, assim como todos os mitos solares e agrários da antiguidade, representam a morte e a ressurreição anual da natureza. Por isso, eles simbolizam o Iniciado, desde que, como candidato, ele é encerrado na Câmara de Reflexão -representado por Áries, passo iniciai da renovação da natureza peio Fogo, simbolizando o fogo interno, o ardor do candidato à procura da Luz - até ao acme da sua caminhada maçônica, quando recebe o Grau de Mestre - representado por Peixes, a total renovação da natureza, a volta do Sol e da vida, pronto para mais um ciclo. Os signos relacionados com o Grau de Aprendiz são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão e Virgem. PAINEL - O Painel Simbólico da Loja de Aprendiz, mostra o pórtico e as colunas vestibulares, simbolizando a entrada no Templo; a Pedra Bruta, a Pedra Cúbica e a Prancha de Traçar, símbolos dos três Graus simbólicos: Aprendiz, Companheiro e Mestre, respectivamente; o Compasso e Esquadro entrecruzados, o Nível e o Prumo, simbolizando as três luzes da Oficina: Venerável Mestre, I ° e 2° Vigilantes, respectivamente; o Maço e o Cinzel, instrumentos de trabalho do Aprendiz no desbastamento da Pedra Bruta; três janelas simbolizando a marcha do Sol; a Corda de Nós; e uma Orla Dentada, enquadrando todo o conjunto, simbolizando os opostos. COLUNAS GREGAS - As três colunas, das três ordens arquitetônicas gregas (Dórica, Jônica e Coríntia) são as que, simbolicamente, sustentam a Loja de Aprendiz, sendo, por isso, assimiladas ao Venerável Mestre e aos Vigilantes. A coluna Dórica, a mais forte, sem base e com um capitel simples, mas de alta plasticidade era a personificação da Força do homem, sendo, por isso, assimilada pelo Io Vigilante, responsável pela Coluna da Força. A coluna Jônica, mais esbelta, com uma base e um capitel trabalhados, com quatro voltas era a representação da Sabedoria, sendo, portanto, assimilada pelo Venerável Mestre, personificação da Sabedoria. A coluna Coríntia, com um capitel de maior beleza plástica é a representação da beleza, sendo assimilada pelo 2° Vigilante, responsável pela Coluna da Beleza. Ir.-. Arnaldo Sato Bibliografia: - Cartilha do Aprendiz -José Castellani - Ed. "A Trolha" - 1992. - O Aprendizado maçônico - Rizzardo da Camino - Ed. "A Trolha" - 1993. - O Aprendiz Maçom, As Benesses do Aprendizado Maçônico - Rizzardo da Camino -Ed. Madras - 2000. | |
| 112.4 - SÍMBOLOS: Outro conceito dos símbolos mais importantes: ACÁCIA (do grego Akakia, árvore que significa a inocência) representa a inocência ou pureza, a segurança e a certeza. Foi um ramo de acácia que os companheiros de Hiram Abiff encontraram no seu túmulo improvisado. Corresponde à murta de Elêusis, ao visco dos Druidas e ao buxo dos Cristãos. AÇO símbolo da força ÁGUA TOFANA símbolo do desprezo dado ao maçom que não cumpre o seu dever ALAVANCA emblema da força moral, da perseverança, do poder da vontade; um dos instrumentos simbólicos, passivos, do grau de Companheiro, que deve ser associado à régua, instrumento ativo AMPULHETA emblema do tempo e da morte. ÂNCORA emblema da esperança, uma das virtudes necessárias ao aperfeiçoamento do homem e da estabilidade ANEL emblema da aliança, do acordo firmado entre partes ÂNGULO RETO símbolo da virtude e da conduta do bom maçon. A posição dos pés, estando à ordem, no grau de Aprendiz, é em ângulo reto e assim também deve ser o seu passo ARCO-ÍRIS símbolo da aliança entre Deus e o homem AVENTAL: elemento principal e essencial das insígnias maçônicas, símbolo do trabalho, tanto físico, como intelectual e moral. O avental é geralmente composto por um retângulo (alusivo à forma do Templo de Salomão), a que se sobrepõe uma abeta triangular. No 1º grau (Aprendiz), a abeta acha-se levantada, ao passo que em todos os demais graus, ela se dobra para baixo. O rectângulo do avental pode também mudar de forma, nomeadamente para hexágono e para semicírculo. As suas dimensões, cores e decorações variam com os graus, as funções, os ritos, as obediências e a própria história. AZEITE símbolo da paz, da caridade, da abundância e da fecundidade. Pode ser usado como combustível na iluminação das lojas, em vez das velas e dos círios BALANÇA símbolo da Justiça BILHA DE ÁGUA Simboliza a hospitalidade e a frugalidade que devem caracterizar o maçom BOI símbolo da força e do trabalho CHAVE símbolo da fidelidade e da discrição e, como tal, emblema do Tesoureiro de todas as lojas e ritos CINZEL símbolo do discernimento e dos conhecimentos adquiridos mas, também, da força, da tenacidade e da perseverança. O seu uso representa, para o Aprendiz, o aperfeiçoamento e o conhecimento de si próprio. Representa o passivo, indissociado do malhete, o ativo CÍRCULO símbolo da livre criação, do infinito e do universo, visto não ter começo nem fim e resultar apenas de um ponto central (o homem), que o traça utilizando um instrumento (o compasso) cujo raio é o limite dos seus conhecimentos, da sua iniciativa e da sua ousadia COLMÉIA símbolo do trabalho coletivo e da solidariedade; como tal, simboliza o trabalho maçônico COLUNAS J e B: símbolos dos limites do mundo criado, da vida e da morte, do elemento masculino e do elemento feminino, do ativo e do passivo, significam, respectivamente, Jokin e Bohaz COMPASSO símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as lojas CORAÇÃO símbolo do amor altruísta e da fidelidade CORDA símbolo da humildade e da escravidão em que se encontra um candidato a determinado grau, até o receber CORDÃO também chamado cordão nodoso e cordão do amor, corda com 12 nós e borlas nas extremidades, que se coloca em geral ao longo da parte superior de qualquer templo, junto ao tecto. Simboliza a união fraterna entre maçons, a cadeia de união que os liga indissoluvelmente. Os 12 nós aludem aos 12 signos do Zodíaco, haja vista que o cordão, delimitando e rodeando o templo, se interpreta também como a eclíptica desse mesmo universo. Simbolizam igualmente os marcos ou pilares que fazem conservar no seu lugar certo os elementos do templo e, por extensão, os componentes do universo COROA símbolo da majestade, do poder, da glória e do triunfo. CRUZ símbolo do cosmos, pela combinação do horizontal com o vertical e, por analogia, do próprio templo; do ponto de vista cristão, simboliza a imortalidade e a ressurreição; os quatro elementos (ar, água, fogo e terra) CUBO isoladamente, o cubo simboliza a estabilidade; maçonicamente, simboliza, além disso, a obra-prima que o Aprendiz deve começar a preparar, trabalhando na pedra bruta e, portanto, a perfeição, a realização espiritual e de si mesmo. Associado à esfera, o cubo simboliza a totalidade das coisas, o universo, representando ele próprio a Terra. Associado à pirâmide quadrangular, o cubo simboliza a pedra por excelência DELTA: triângulo luminoso, símbolo da força expandindo-se; distingue o Rito Escocês ESFINGE Emblema do segredo maçônico e a quádrupla divisa exigida ao maçom "saber" (cabeça humana), "ousar" (garras de leão), "poder" (corpo de leão ou de touro) e "calar" (mutismo da expressão) - os quatro pilares do templo de Salomão ESPIGA Símbolo da fecundidade e da universalidade do espírito, bem como da indestrutibilidade da vida ESQUADRO: Resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e também da ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo. Significa que devemos regular a nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçônica. Emite a ideia inflexível da imparcialidade e precisão de carácter, simboliza a moralidade FERRO símbolo dos trabalhos do mundo FIO DE PRUMO tal como na Maçonaria operativa o fio de prumo serve para verificar a vertical correta de qualquer lugar, a na Maçonaria especulativa o fio de prumo simboliza a profundidade e a retidão do conhecimento, sem quaisquer desvios. E tal como, entre pedreiros, o fio de prumo, associado ao nível e ao esquadro, permite construir com perfeição um edifício, da mesma forma, entre os pedreiros-livres, aqueles objetos são indispensáveis à perfeição do indivíduo. O fio de prumo é o elemento ativo, de movimento e ação, que se associa ao nível, elemento passivo, de inércia e repouso FLOR As principais flores usadas na simbologia maçônica são: Flor (amarela) da acácia - emblema da imortalidade da alma e da luz, sendo os espinhos emblema dos raios do Sol Cravo (vermelho) - emblema do Amor, muitas vezes oferecido pelos maçons às pessoas que amam Rosa (vermelha) - mesmo significado do cravo vermelho; significa também paixão, dor e martírio Rosa (combinada com a cruz) - símbolo do Homem-Deus que existe em cada homem Rosa (branca) - emblema da alegria e pureza Rosa (amarela) - emblema da união Rosa (negra) - emblema do silêncio Lis (vermelho) - emblema da realeza e da autoridade FOGO símbolo que representa a fonte de energia necessária a qualquer grande obra, o amor profundo pelo próximo e o ardor ou entusiasmo por tudo o que é nobre e generoso. Na cerimônia da Iniciação, representa a purificação espiritual. FOICE emblema do tempo e da morte. GALO símbolo da ousadia e da vigilância, da representação do mercúrio INCENSO símbolo da pureza de intenções, o incenso, ao lado de outros perfumes, pode utilizar-se em cerimonias variadas LÁGRIMAS símbolo de luto e de tristeza LÂMPADA símbolo de fonte de luz LEÃO símbolo da força, do valor e do carácter LUVAS emblema da pureza, quer no sentido lendário, de não participação no assassínio de Hiram, quer no sentido moral, de não participação nos vícios do mundo profano, as luvas brancas são um dos elementos do vestuário maçônico, usadas na maioria dos graus. LUZ conhecimento que se recebe ao entrar na Maçonaria, quer do ponto de vista racional e moral, quer simbólico, e cuja intensidade aumenta à medida que se sobe na hierarquia dos graus. A luz maçônica opõe-se às trevas do mundo profano MACHADO símbolo do poder, da vontade, da autoridade e da destruição da ignorância. MALHETE pequeno martelo, emblema da vontade ativa, do trabalho e da força material; instrumento de direcção, poder e autoridade NÍVEL ferramenta utilizada na Maçonaria operativa e, simbolicamente, pela Maçonaria especulativa também. Servindo para reconhecer se um plano é horizontal e sem acidentes, simboliza a igualdade social, indicando que os direitos dos homens são os mesmos OLHO o olho inscrito no delta ou triângulo luminoso simboliza o Sol visível, fonte de luz e da vida; simboliza igualmente o Verbo, o princípio criador, a presença omnisciente de Deus, a omnisciência da razão superior, omnisciência do dever e da consciência. Corretamente desenhado, o olho não deve ser direito nem esquerdo, mas impessoal e abstrato OLIVEIRA símbolo da vida e da prosperidade na paz vitoriosa OSSOS emblema da morte, da degradação e da renúncia. Na Câmara de Reflexões, indicam ao futuro maçom que se deve desprender das ossadas terrenas, da putrefacção do túmulo, para nascer de novo PÃO emblema do alimento do espírito (com sal), da hospitalidade e (com a água) da frugalidade, existente na Iniciação para meditação do candidato a maçom. Indica-lhe a simplicidade que deverá nortear a sua vida futura PAVIMENTO EM MOSAICO chão em xadrez de quadrados pretos e brancos, com que devem ser revestidos os templos; símbolo da diversidade do globo e das raças, unidas pela Maçonaria; símbolo também da oposição dos contrários, bem e mal, espírito e corpo, luz e trevas PEDRA BRUTA símbolo das imperfeições do espírito do profano que o maçon deve procurar corrigir e, também, da juventude, caracterizada pelo domínio das paixões e dos impulsos, a pedra bruta apresenta-se como um bloco tosco de pedra colocado junto da coluna dos Aprendizes. A tarefa destes últimos consiste em desbastá-la até à conversão em pedra cúbica, isto é, em aperfeiçoarem o espírito e em saberem controlar as paixões PEDRA CÚBICA símbolo da obra-prima que o Companheiro deve procurar realizar pelo aperfeiçoamento de si mesmo e o controle das paixões e dos impulsos, e também símbolo da idade madura, mais serena e calma, a pedra cúbica apresenta-se como um bloco de pedra bem talhada e polida, colocada junto à coluna dos companheiros. A sua forma termina, geralmente em pirâmide. Na pedra cúbica estão, muitas vezes, inscritos emblemas diversos da ciência maçônica PENTAGRAMA estrela pentagonal, também chamada pentalfa, é o emblema da natureza e do homem que nesta se insere. As cinco pontas iguais correspondem à cabeça e aos quatro membros do ser humano. Colocada na parede do Oriente das lojas simbólicas, por cima da cadeira do Venerável POMBA emblema da força da natureza ou da virgindade PONTE símbolo da livre passagem PUNHAL instrumento de vingança simbólico contra os traidores RAIOS os raios que saem do delta resplandecente simbolizam a glória divina ou, num sentido racionalista, a glória da razão e da verdade RÉGUA Instrumento ativo, simboliza a retidão, a precisão na execução, o método, a lei justa, o aperfeiçoamento de toda a construção. Simboliza ainda o infinito, visto permitir traçar a linha reta, sem princípio nem fim. Associa-se à alavanca, instrumento passivo SAL símbolo da hospitalidade, da ponderação e da estabilidade que devem caracterizar o maçom SANGUE símbolo do sacrifício e da punição SOL símbolo da luz, tanto física como espiritual e, também, da vida, da saúde, do equilíbrio, da força, do pólo activo. O Sol desempenha um papel de relevo na emblemática maçônica, estando presente na decoração das lojas, no painel do Aprendiz, na linguagem e no conteúdo dos rituais, na fixação das grandes festividades TEMPLO simbolicamente, o templo é o objetivo da construção do maçom e do trabalho da Maçonaria. Representa, assim, o Homem perfeito, a Humanidade ideal do futuro e, por extensão, a paz, a harmonia, a liberdade, a igualdade e fraternidade, o bem, em suma, o conjunto de todas as virtudes maçônicas. Simultaneamente, microcosmo e macrocosmo, as dimensões do templo são infinitas: do ocidente ao oriente, do setentrião ao meio-dia, do nadir ao zênite VINHO símbolo da inteligência fonte: http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/4070/os_eua_e_a_relacao_secreta_com_a_maconaria/ | |
| 112.5 - Maçonaria Operativa e a Especulativa: 112.5.1 - OPERATIVA: Os antigos maçons trabalhavam no sentido operativo, a arte útil, cuja intenção é proteger e servir à conveniência do homem e a gratificação de suas necessidades físicas. Autor: Albert G. Mackey Os indiferentes segundo Geraldo Encausse (PAPUS), estão na Franco-maçonaria um meio de ajudar e ser ajudado. Para eles é uma sociedade como outra qualquer, mais prática sobretudo. 112.5.2 - ESPECULATIVA: A outra é de caráter investigativo, ciência profunda esotérica que estuda a ciência oculta da alma, do universo e que estudo o além do plano físico. Justamente é a simbologia o elo de ligação entre essas duas Maçonarias. Autor: Albert G. Mackey Segundo Geraldo Encausse (PAPUS), a maçonaria pode dividir-se em duas categorias: Os que buscam instruir-se e compreender, e os indiferentes. 112.6 - ELEMENTOS DA CIÊNCIA MAÇONICA: Dentro da história prática os primeiros centros de estudos maçônicos elevados, foram criados na França pelos Alquimistas, místicos adeptos das ciências ocultas: Iluminados de avinhão, Rosa-cruzes, Teósofos, Cristãos, martinistas. Os elementos dessa ciencia se encontram: Nos símbolos: Cifras e números simbólicos, ternário, quaternário, setenário, etc. Nas figuras: Triangulos, estrelas (pentagrama), painel das lojas. Nas Lendas: Lenda de Hiram, lenda de Salomão, INRI, História de J.B. Molay. Nos Utensílios: Malho, nível, régua, esquadro, compasso, pedra cúbica, espadas, punhais, etc. Nas Palavras: Palavras de passes hebraica e latinas, expressões na língua profana do iniciado. Nos Sinais: Senhas e Toques de cada grau. Nas Jóias e decorações: Jóias, flâmulas. Na Linguagem escrita: Com caracteres especiais e secretos segundo os graus. | |
| 112.7 - O GRAU DO APRENDIZ: | |
| Detalhes que o profano deve deixar de lado, se despojar de objetos que traga como objetos de metal, carteira, decorações, adornos, etc. O postulante a aprendiz deve enfrentar toda a decoração mortuária em sua iniciação simbólica dentro da CÂMARA DE REFLEXÃO. Essa cerimônia consiste em alertar ao postulante que ele deve ser desprendido de todas as coisas terrenas e passageiras, ao se desprover de seus bens materiais deve entender que o dinheiro é um MEIO e não um FIM. o POSTULANTE é levado a câmara de reflexões com os olhos vendados e somente ali dentro da câmara ele tira a venda dos olhos, a partir daí ele escolherá se deve seguir ou recuar sua caminhada. Pela natureza do local ele é propositalmente inteiramente sinistro, paredes negras, adornados de símbolos como:Foice, o Galo, frase vigilância e perseverança, caveiras, lágrimas desenhadas, ampulheta. O galo significa que deve meditar, sobre o despertamento da consciência. Vigia os teus defeitos e buscas o auto-apefeiçoamento. O galo representa a luz do dia. A foice significa a morte, inevitável, junto com a ampulheta são fatais em suas significações de que o tempo passa e não deves perder tempo. Dentre toda essa simbologia se destaca as palavras: "se é curiosidade que te traz aqui volta! Se temes ser descoberto sobre teus desejos sentir-se-ás mal entre nós! Se és capaz de dissimulação, treme! Porque penetraremos e leremos o fundo do teu coração! Se tens apego às distinções humanas, saes, porque não se conhece isso aqui! Se tua alma sentiu medo, não vás mais longe! | |
| Se perseveras, serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás a luz!". O adepto deve ser modesto, deve morrer para o mundo material. O postulante fica um bom tempo dentro da câmara refletindo sobre os objetos que vê, lê e observa durante sua incursão. O postulante então deve responder a três indagações em seu testamento: 1º Qual são os deveres do homem com a sua pátria? 2º Qual são os deveres do homem para consigo mesmo? 3º Qual são os deveres do homem para com seus semelhantes? Esse testamento, não é dos seus bens terrenos, mas filosófico, no qual ele deve renunciar sua vida passada... Autor: Henri Durville | |
| ================================= 0 ================================= Outros graus e pormenores não vem ao caso explicitarmos aqui, já que a página atingiu seu propósito de explicar o que vem a ser a MAÇONARIA. | |
segunda-feira, 8 de março de 2010
homenagen ao dia da mulher
http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/
A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que ela penteia os cabelos. A beleza da mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside. A beleza da mulher não está nas marcas do seu rosto. Mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma, está no cuidado que ela amorosamente tem (pelos outros), a paixão que ela demonstra. E a beleza de uma mulher com o passar dos anos, apenas cresce! Parabéns para você Mulher, nesse seu Dia Internacional da Mulher! |
sábado, 27 de fevereiro de 2010
ESPOSA DO CANDIDATO
http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/
INDAGAÇÕES DA ESPOSA DO CANDIDATO
“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18)
Esse respeito não se limita à família natural do maçom que passa a ser também maçônica, mas a toda mulher, tratando-a como um ser humano virtuoso e obra maravilhosa do Criador. A Maçonaria reserva um lugar de destaque à Mulher, especialmente nas obras caritativas, e como nas demais atividades sociais, buscando unir as esposas, filhas e viúvas de maçons.
A esposa do maçom (Cunhada) desempenha um importante papel quando acompanha seu marido (sindicante), na visita domiciliar para entrevista da futura Cunhada.
Principais questionamentos - Devemos procurar saber o que a esposa do Candidato acha da entrada de seu marido na Maçonaria. Ele ingressa numa Instituição cuja História ignora, da qual não conhece as origens, da sua organização não tem qualquer noção sendo natural que a mulher apresente indagações múltiplas e simultâneas sobre diversas coisas e alguns dos principais questionamentos delas são: a) o que é Maçonaria? b) Qual é sua finalidade? c) O que impede a admissão de mulheres na Maçonaria Regular? d) Por que segredos? e) Por que Grande Arquiteto do Universo? f) O que fará com sua religião? g) O que se obtém sendo Maçom? h) Bode é um assunto intrigante ou um gracejo?
i) Por que o tratamento de “Irmão”? j) O que a Maçonaria combate? k) Qual é a importância da esposa? l) Como entrar para a Maçonaria e sair dela? m) Que significa o beijo entre Maçons?
a) O que é Maçonaria? – Espalhada pelos quatro cantos do mundo, albergando as mais diversas classes sociais, tendo por divisa a LIBERDADE, a IGUALDADE e a FRATERNIDADE, a Maçonaria é uma Instituição essencialmente iniciática, filosófica, educativa, filantrópica e progressista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria, pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade, diz uma das suas conceituações.
b) Sua finalidade – A finalidade da Maçonaria é “pinçar” do mundo profano os “escolhidos” para congregá-los numa única Família, aperfeiçoando o ser humano. A seleção é severa; não é fácil selecionar dentre profanos, aquele que deve preencher um lugar na Ordem. Não basta que um Mestre proponha um amigo seu ou um parente; ele deve colocar acima do sentimento, o interesse da Loja.
c) Iniciação de mulheres – A Maçonaria não admite, por tradição, mulheres em suas Lojas como membros ativos. Seus primeiros integrantes eram profissionais que mantinham as técnicas do ofício, em segredo. Esta fase da Maçonaria é conhecida como “Operativa”, porque seus membros trabalhavam em construções – eram obreiros. Argumentos não faltam e muitos Irmãos mal sabem ou imaginam o que representaria de problemas o ingresso das suas esposas nas Lojas. Começando pelos critérios de seleção, passando pelo risco de alguma cunhada (esposa) ser rejeitada pela Loja. Se, além disso, ousássemos aceitar outras, que não esposas, estaria aí armado um problema de drásticas conseqüências, que poderia gerar discussões e trazer desarmonia para a Oficina.d) Por que Segredos? – O segredo (compromisso) maçônico, que de má fé e caluniosamente tem se servido os seus inimigos para fazê-la suspeita entre os espíritos inocentes, não é um dogma senão um procedimento, uma garantia, uma defesa necessária e legítima.
e) Grande Arquiteto do Universo – A imposição da fé já ceifou a vida de muitos, nas mais distantes regiões e nas mais diferentes épocas da história do homem na Terra. Ainda hoje há homens que se odeiam e se combatem por causa de um Deus que conhecem por nomes diferentes e que é o mesmo Criador de todas as coisas. Deus só leva em conta a nossa conduta e se amamos nosso semelhante como a nós próprios. A Maçonaria exige que o Candidato acredite em Deus e que não se julgue no direito de interferir na escolha religiosa de cada um. Isso prova a crença na defesa e no apoio da liberdade individual.
f) Religião – A crença em Deus, instituído pela Maçonaria como Grande Arquiteto do Universo, não significa o surgimento de uma religião. A “profissão de fé” do maçom é simples: crer na existência de Deus, como Divindade, sem a preocupação de detalhar essa crença.. A Maçonaria não é religião, e nenhum Maçom tem a permissão de tentar dissuadir seus Irmãos de suas crenças. Para reforçar essa regra, a discussão de crenças religiosas é proibida na Loja Maçônica. Ensina-nos o respeito às diversas crenças e consegue nos transformar a todos em Irmãos, não importando a escolha religiosa de cada um. Uma análise básica da atitude maçônica para com a religião é que, longe de ser uma religião em si, a Maçonaria é o ensinamento que capacita homens de diversas crenças religiosas a se reunirem e permanecerem juntos em uma sociedade fraternal. A Maçonaria não apresenta um culto a Deus; ela O tem presente através dos símbolos, sendo o livro Sagrado um deles. O amor fraterno, esse sim, é cultivado, exercitado e positivado. Crer em Deus é amar o seu Irmão, fazer do Iniciado um Maçom. Em suma, os requisitos religiosos da Maçonaria são bastante simples: a crença em um ser Supremo e a não interferência na crença do maçom.
g) O que se obtém sendo Maçom? A possibilidade de aperfeiçoar-se, de instruir-se, de disciplinar-se, de conviver com pessoas que, por suas palavras, por suas obras, podem constituir-se em bons exemplos; encontrar afetos fraternais em qualquer lugar em que esteja dentro ou fora do país.
h) Bode é um assunto intrigante ou um gracejo? – Bode era geralmente considerado como símbolo da fecundidade; era o deus Pan ou o princípio fecundante da natureza, isto é, o fogo inato, princípio de vida e de geração. (Ragon).
Quando os sacerdotes queriam representar a fecundidade da primavera e a abundância, da qual ela é a fonte, pintavam uma criança sentada sobre um bode e voltada para Mercúrio. (Ragon).
i) Por que o tratamento de “Irmão” – Os Maçons têm o costume de se tratarem por “Irmãos”, para demonstrarem o caráter fraternal da Maçonaria.
j) O que a Maçonaria combate – a ignorância, a miséria, a superstição e o fanatismo; o orgulho, a intemperança e o vício; a discórdia, a dominação e os privilégios, pois são flagelos causadores de todos os males que afligem a humanidade e entravam o progresso..
k) Qual é a importância da esposa? – Elas participam quando do ingresso do Candidato na Ordem, porque se as mesmas não concordarem, eles não terão ingresso.
l) Como entrar para a Maçonaria e sair dela? – Para entrar é necessário ser convidado por um Mestre Maçom, que conheça muito bem o seu caráter, seu conceito, sua honestidade e moral.
Se uma vez aceito será iniciado Maçom – digamos que após determinado tempo – não queira ou não possa mais frequentar a Loja, por motivos pessoais ou profissionais, esse Irmão simplesmente, solicita o seu afastamento. Sai na hora que quiser, volta na hora que quiser, sem nenhuma restrição.
m) O significado do beijo entre Maçons – O beijo fraterno entre Irmãos demonstra afeto e carinho; sem qualquer malícia, é aposto nas faces. O calor do aperto das mãos, o abraço e o ósculo são expressões comuns, que não escandalizam, mas estreitam uma amizade.
Concluindo – A mulher para nós, Maçons, é a maior estrela brilhante neste universo. Tanto é verdade que, quando iniciamos na Ordem Maçônica, nos é entregue dois pares de luvas brancas, sendo um par para nosso uso e o outro para a mulher que mais estimamos. As luvas, na Maçonaria, é símbolo de pureza e de candura e também de inocência. Por isso as luvas devem ser brancas. Usadas pelo homem, devem relembrar-lhe a mansidão e a pureza a que está obrigado, e aquelas entregues à mulher simbolizam que o Maçom deve ter consideração pelo belo sexo, presenteando-as não à mulher que mais ama, mas aquela que considera mais digna de ser amada.
A Maçonaria faz-nos sentir que, se quisermos um mundo melhor, devemos começar por melhorar a nós mesmos. O Maçom sabe, por amar a liberdade, que deve sempre expor e nunca impor.Valdemar Sansão – M.’. M.’
vsansao@uol.com.br
Fonte de consulta: “VOCÊ QUER SER MAÇOM?” Cartilha em elaboração (Valdemar Sansão).
INDAGAÇÕES DA ESPOSA DO CANDIDATO
“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18)
Comportamento social – Alguns cuidados devem ser observados para convidarmos alguém a ser um Iniciado, ou seja, destinado a uma “nova vida” entre Irmãos. Antes do convite ao provável Candidato, deve a Maçonaria saber como ele se comporta diante de sua companheira, diante de seus familiares; se ele também cumpre seus deveres para com a Pátria, com o seu trabalho e com a Sociedade, pois é o comportamento do indivíduo frente a tais responsabilidades que desperta a atenção do Maçom para o convite. Aquele que não é cumpridor dos deveres profanos, é evidente que não será útil à Instituição. Mulher – Depois de Deus, o único ser onipotente, em nossas vidas é a mulher. Nascemos do útero de uma, morreremos nos braços de outra. Entre um evento e outro, em nome delas construímos a civilização e seus destinos. Nunca chegamos a compreendê-las. A natureza, para nosso alívio, nos poupou dessa missão impossível: cabe-nos apenas amá-las e respeitá-las. O maçom deve honrar toda mulher, parente ou não, pois isso diz respeito à moral e aos costumes. |
Esse respeito não se limita à família natural do maçom que passa a ser também maçônica, mas a toda mulher, tratando-a como um ser humano virtuoso e obra maravilhosa do Criador. A Maçonaria reserva um lugar de destaque à Mulher, especialmente nas obras caritativas, e como nas demais atividades sociais, buscando unir as esposas, filhas e viúvas de maçons.
A esposa do maçom (Cunhada) desempenha um importante papel quando acompanha seu marido (sindicante), na visita domiciliar para entrevista da futura Cunhada.
Principais questionamentos - Devemos procurar saber o que a esposa do Candidato acha da entrada de seu marido na Maçonaria. Ele ingressa numa Instituição cuja História ignora, da qual não conhece as origens, da sua organização não tem qualquer noção sendo natural que a mulher apresente indagações múltiplas e simultâneas sobre diversas coisas e alguns dos principais questionamentos delas são: a) o que é Maçonaria? b) Qual é sua finalidade? c) O que impede a admissão de mulheres na Maçonaria Regular? d) Por que segredos? e) Por que Grande Arquiteto do Universo? f) O que fará com sua religião? g) O que se obtém sendo Maçom? h) Bode é um assunto intrigante ou um gracejo?
i) Por que o tratamento de “Irmão”? j) O que a Maçonaria combate? k) Qual é a importância da esposa? l) Como entrar para a Maçonaria e sair dela? m) Que significa o beijo entre Maçons?
a) O que é Maçonaria? – Espalhada pelos quatro cantos do mundo, albergando as mais diversas classes sociais, tendo por divisa a LIBERDADE, a IGUALDADE e a FRATERNIDADE, a Maçonaria é uma Instituição essencialmente iniciática, filosófica, educativa, filantrópica e progressista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria, pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade, diz uma das suas conceituações.
b) Sua finalidade – A finalidade da Maçonaria é “pinçar” do mundo profano os “escolhidos” para congregá-los numa única Família, aperfeiçoando o ser humano. A seleção é severa; não é fácil selecionar dentre profanos, aquele que deve preencher um lugar na Ordem. Não basta que um Mestre proponha um amigo seu ou um parente; ele deve colocar acima do sentimento, o interesse da Loja.
c) Iniciação de mulheres – A Maçonaria não admite, por tradição, mulheres em suas Lojas como membros ativos. Seus primeiros integrantes eram profissionais que mantinham as técnicas do ofício, em segredo. Esta fase da Maçonaria é conhecida como “Operativa”, porque seus membros trabalhavam em construções – eram obreiros. Argumentos não faltam e muitos Irmãos mal sabem ou imaginam o que representaria de problemas o ingresso das suas esposas nas Lojas. Começando pelos critérios de seleção, passando pelo risco de alguma cunhada (esposa) ser rejeitada pela Loja. Se, além disso, ousássemos aceitar outras, que não esposas, estaria aí armado um problema de drásticas conseqüências, que poderia gerar discussões e trazer desarmonia para a Oficina.d) Por que Segredos? – O segredo (compromisso) maçônico, que de má fé e caluniosamente tem se servido os seus inimigos para fazê-la suspeita entre os espíritos inocentes, não é um dogma senão um procedimento, uma garantia, uma defesa necessária e legítima.
e) Grande Arquiteto do Universo – A imposição da fé já ceifou a vida de muitos, nas mais distantes regiões e nas mais diferentes épocas da história do homem na Terra. Ainda hoje há homens que se odeiam e se combatem por causa de um Deus que conhecem por nomes diferentes e que é o mesmo Criador de todas as coisas. Deus só leva em conta a nossa conduta e se amamos nosso semelhante como a nós próprios. A Maçonaria exige que o Candidato acredite em Deus e que não se julgue no direito de interferir na escolha religiosa de cada um. Isso prova a crença na defesa e no apoio da liberdade individual.
f) Religião – A crença em Deus, instituído pela Maçonaria como Grande Arquiteto do Universo, não significa o surgimento de uma religião. A “profissão de fé” do maçom é simples: crer na existência de Deus, como Divindade, sem a preocupação de detalhar essa crença.. A Maçonaria não é religião, e nenhum Maçom tem a permissão de tentar dissuadir seus Irmãos de suas crenças. Para reforçar essa regra, a discussão de crenças religiosas é proibida na Loja Maçônica. Ensina-nos o respeito às diversas crenças e consegue nos transformar a todos em Irmãos, não importando a escolha religiosa de cada um. Uma análise básica da atitude maçônica para com a religião é que, longe de ser uma religião em si, a Maçonaria é o ensinamento que capacita homens de diversas crenças religiosas a se reunirem e permanecerem juntos em uma sociedade fraternal. A Maçonaria não apresenta um culto a Deus; ela O tem presente através dos símbolos, sendo o livro Sagrado um deles. O amor fraterno, esse sim, é cultivado, exercitado e positivado. Crer em Deus é amar o seu Irmão, fazer do Iniciado um Maçom. Em suma, os requisitos religiosos da Maçonaria são bastante simples: a crença em um ser Supremo e a não interferência na crença do maçom.
g) O que se obtém sendo Maçom? A possibilidade de aperfeiçoar-se, de instruir-se, de disciplinar-se, de conviver com pessoas que, por suas palavras, por suas obras, podem constituir-se em bons exemplos; encontrar afetos fraternais em qualquer lugar em que esteja dentro ou fora do país.
h) Bode é um assunto intrigante ou um gracejo? – Bode era geralmente considerado como símbolo da fecundidade; era o deus Pan ou o princípio fecundante da natureza, isto é, o fogo inato, princípio de vida e de geração. (Ragon).
Quando os sacerdotes queriam representar a fecundidade da primavera e a abundância, da qual ela é a fonte, pintavam uma criança sentada sobre um bode e voltada para Mercúrio. (Ragon).
i) Por que o tratamento de “Irmão” – Os Maçons têm o costume de se tratarem por “Irmãos”, para demonstrarem o caráter fraternal da Maçonaria.
j) O que a Maçonaria combate – a ignorância, a miséria, a superstição e o fanatismo; o orgulho, a intemperança e o vício; a discórdia, a dominação e os privilégios, pois são flagelos causadores de todos os males que afligem a humanidade e entravam o progresso..
k) Qual é a importância da esposa? – Elas participam quando do ingresso do Candidato na Ordem, porque se as mesmas não concordarem, eles não terão ingresso.
l) Como entrar para a Maçonaria e sair dela? – Para entrar é necessário ser convidado por um Mestre Maçom, que conheça muito bem o seu caráter, seu conceito, sua honestidade e moral.
Se uma vez aceito será iniciado Maçom – digamos que após determinado tempo – não queira ou não possa mais frequentar a Loja, por motivos pessoais ou profissionais, esse Irmão simplesmente, solicita o seu afastamento. Sai na hora que quiser, volta na hora que quiser, sem nenhuma restrição.
m) O significado do beijo entre Maçons – O beijo fraterno entre Irmãos demonstra afeto e carinho; sem qualquer malícia, é aposto nas faces. O calor do aperto das mãos, o abraço e o ósculo são expressões comuns, que não escandalizam, mas estreitam uma amizade.
Concluindo – A mulher para nós, Maçons, é a maior estrela brilhante neste universo. Tanto é verdade que, quando iniciamos na Ordem Maçônica, nos é entregue dois pares de luvas brancas, sendo um par para nosso uso e o outro para a mulher que mais estimamos. As luvas, na Maçonaria, é símbolo de pureza e de candura e também de inocência. Por isso as luvas devem ser brancas. Usadas pelo homem, devem relembrar-lhe a mansidão e a pureza a que está obrigado, e aquelas entregues à mulher simbolizam que o Maçom deve ter consideração pelo belo sexo, presenteando-as não à mulher que mais ama, mas aquela que considera mais digna de ser amada.
A Maçonaria faz-nos sentir que, se quisermos um mundo melhor, devemos começar por melhorar a nós mesmos. O Maçom sabe, por amar a liberdade, que deve sempre expor e nunca impor.
vsansao@uol.com.br
Fonte de consulta: “VOCÊ QUER SER MAÇOM?” Cartilha em elaboração (Valdemar Sansão).
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O Impacto da Maçonaria na Igreja
O Impacto da Maçonaria na Igreja
A permissão para tradução e disponibilização desta série de artigos foi gentilmente cedida por Ephesians5-11.org.
"E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." [Efésios 5:11]
Recursos úteis para sua maior compreensãoA Natureza Zelosa do Nosso Deus
Nosso Deus é um Deus ciumento; ele detesta a adoração aos deuses falsos. Quando o povo de Israel estava para entrar na terra prometida, recebeu instruções específicas de Deus, que se encontram no livro de Êxodo:"Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus. Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti. Mas os seus altares derrubareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques cortareis. Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do SENHOR é Zeloso; é um Deus zeloso. Para que não faças alianças com os moradores da terra, e quando eles se prostituírem após os seus deuses, ou sacrificarem aos seus deuses, tu, como convidado deles, comas também dos seus sacrifícios, e tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e as suas filhas, prostituindo-se com os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam com os seus deuses." [Êxodo 34:11-16].A Penalidade Por Pregar um Falso Evangelho
Os falsos evangelhos não são uma coisa nova; já existiam no primeiro século. Paulo tratou da questão e falou sobre a conseqüência de ensinar um falso evangelho em sua carta aos Gálatas:"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho, além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." [Galátas 1:8-9].Considere a Questão da Maçonaria Dentro da Igreja de Duas Perspectivas
Primeiro, Vamos Assumir Que os Maçons na Igreja Realmente Sejam Cristãos
Os maçons cristãos fizeram aliança com o povo pagão que adora outro deus, isto é, os hindus, muçulmanos, budistas e todas as outras falsas religiões. Eles se reúnem em volta de um altar estranho, o altar da Maçonaria, e adoram a um deus chamado Grande Arquiteto do Universo (GADU). Se um pagão oferece uma oração na loja ao GADU, está orando ao Deus da Bíblia? É claro que não; está adorando a um demônio. Em 1 Coríntios 10:20, o apóstolo Paulo diz:"Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." A Maçonaria discorda do ensino da Bíblia e afirma que os pagãos estão orando ao mesmo Deus que os cristãos adoram. Somente esse fato demonstra que a Maçonaria não conhece o Deus da Bíblia. Se ela não conhece o Deus da Bíblia, como pode o deus dela, o GADU, ser realmente o Deus da Bíblia? Se o GADU for um demônio, o maçom cristão está se reunindo em torno de um altar estranho para adorar a um deus falso. Ele ficou enlaçado, exatamente como Deus advertiu os israelitas. Nosso artigo A Paternidade de Deus e a Fraternidade dos Homens expõe esse problema.Continuando com a suposição que os maçons na igreja realmente sejam cristãos, considere o falso plano de salvação que é ensinado no ritual maçônico. Os maçons são levados a acreditar que todos os mestres maçons irão para o céu, incluindo os maçons budistas, hindus e muçulmanos. Os maçons são encorajados a imitar o salvador maçônico, Hirão-Abi, para que possam dar as boas-vindas à morte e serem transportados para o céu. Jesus Cristo não é mencionado no ritual da Loja Azul (os três primeiros graus). Certamente aqueles que conduzem o ritual participam de um grau maior. No entanto, no instante no ritual em que a venda é removida dos olhos do iniciado, todos os presentes batem com os pés no chão e batem as mãos. (Isso é conhecido com o choque da entrada; e surpreende o iniciado.) O maçom cristão está participando na promoção de um falso evangelho. Qual é a questão importante aqui? Importa se o cristão maçom está realmente dependendo da fé em Jesus Cristo para sua própria salvação? Isso salvará a alma do homem que acredita no que aprende no ritual maçônico? Se ele acredita que tem salvação como resultado do evangelho maçônico, é mais ou menos provável que estará aberto a Jesus Cristo em um tempo posterior? Como o testemunho de um maçom cristão é afetado pela sua participação em um ritual que ensina salvação sem Jesus Cristo? O artigo Salvação Sem Jesus expõe o problema.Segundo, Vamos Assumir Que os Maçons na Igreja Não Sejam Cristãos
Neste caso, todos os cristãos na congregação que permitem aos maçons serem membros fizeram uma aliança com o povo pagão da terra. Eles encorajaram os maçons a ingressar na igreja, mas não exigiram que parassem de adorar o GADU, ou de promover o falso plano maçônico da salvação. Nesse segundo caso, os cristãos na igreja estão em pecado porque não permaneceram separados, mas receberam os pagãos. 2 Coríntios 6:11-17 deixa claro que permanecer separado não é apenas uma idéia do Antigo Testamento. Se você olhar em volta, verá que os filhos e filhas dos maçons estão se casando com as filhas e filhos dos cristãos há várias gerações. A igreja torna-se enlaçada, exatamente como Deus advertiu os israelitas que eles seriam enlaçados. Deus exige que permaneçamos separados para sermos seus filhos. [2 Coríntios 6:17-18].Como a Presença de Maçons na Congregação Afeta o Que é Dito do Púlpito?
A maioria dos pastores sabe que existem problemas com a Maçonaria; somente uma minoria desconhece os problemas. Muitos desses pastores que estão cientes receiam pregar uma mensagem criticando os ensinos da Maçonaria e evitam o assunto como a lepra. Eles não o discutem em público e, normalmente, não tomam uma posição firme em particular. Se sabem que a Maçonaria é incompatível com o cristianismo, mas refreiam a língua em público e quando estão ocupando o púlpito, podemos ver facilmente que estão contemporizando em seu ministério. Não estão tomando os passos necessários para garantir que outros membros da congregação não sejam enlaçados por meio do casamento com uma família de maçons ou por meio de envolvimento direto na Maçonaria. Se um pastor está ciente da malignidade da Maçonaria e não diz nada aos maçons na congregação, então será responsável diante de Deus, conforme o livro de Ezequiel deixa claro como cristal:"Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia." [Ezequiel 33:6].Por Que a Maioria dos Pastores Receia Lidar com a Questão da Maçonaria a Partir do Púlpito?
Os pastores não trabalham no vácuo; eles conversam com outros pastores, até mesmo com colegas de outras denominações. Sempre que um pastor toma uma posição contra a Maçonaria, ou ensina claramente aqueles aspectos do evangelho que se opõem aos ensinos maçônicos, termina com uma tremenda batalha em suas mãos. Os testemunhos dos pastores batistas sulistas, Steward Bedillion, Daniel Carlen, Pierce Dodson e Stoney Shaw oferecem exemplos clássicos. Tudo o que um pastor precisa fazer para receber oposição maçônica é pregar a palavra. Em geral, os maçons não suportam ouvir sobre o Evangelho da Graça, que diz que o homem não pode conquistar seu lugar no céu por meio das boas obras. Se os maçons estiverem presentes em uma congregação e as coisas estiverem correndo tranqüilamente, isso depõe contra o pastor. Se ele estivesse pregando a palavra, a tempo e fora de tempo, sem deixar de corrigir, de repreender e de encorajar, estaria ou enfrentando oposição, ou os maçons estariam deixando a igreja. Em geral, poucos maçons se arrependem — embora alguns se arrependam. Não é responsabilidade do pastor obter o arrependimento. A responsabilidade dele é meramente zelar pelas almas e pregar, pois precisará prestar contas a Deus. Se os homens escolherem sair da igreja quando forem ofendidos pela verdade da palavra de Deus, isso não é problema do pastor.Satanás Ama a Maçonaria
Veja o que ela faz para ele. Quando a Maçonaria está presente, a igreja está tolerando o ensino de um falso evangelho pelos membros da congregação. Além disso, a Maçonaria enlaça seus participantes na adoração a um falso deus. O acusador dos santos, Satanás, está ganhando terreno dentro da igreja. A batalha pode parecer ser da carne, mas existem forças espirituais poderosas trabalhando atrás dos bastidores. Alguns pastores foram forçados a deixar o púlpito quase que imediatamente após pregarem um sermão criticando a Maçonaria. Outros simplesmente fizeram comentários em conversas particulares e mais tarde, essas conversas particulares vieram ao conhecimento dos maçons na congregação e eles começaram a trabalhar contra o pastor. Os pastores que refreiam sua língua e deixam de falar sobre a Maçonaria fazem isso porque estão temerosos da batalha. Preferem contemporizar a combater o bom combate. Escolhem deixar que os homens vão para o inferno do que arriscar perder o púlpito. Eles ou têm um emprego, e não um chamado, ou não têm fé suficiente que Deus proverá. É uma coisa terrível de dizer, mas é a verdade.Qual é a Pior Coisa Que Poderia Acontecer em uma Igreja com Relação à Maçonaria?
Alguns acham que o pior cenário possível seria as igrejas cristãs examinarem o evangelho da Maçonaria, compará-lo com o evangelho de Jesus Cristo, e depois escolher adotar e pregar o evangelho maçônico em vez de o evangelho de Jesus Cristo. Para fazer isso, teriam de pregar a imitação a Hirão-Abi como a chave para poder dar as boas-vindas à morte e entrar no céu. Necessariamente negariam a fé em Jesus como o requisito necessário para a salvação. Na verdade, esse cenário não teria nenhum impacto na igreja. Não teria nenhum impacto porque cessaria de ser a igreja e os cristãos reconheceriam o erro imediatamente. A separação ocorreria rapidamente. Muitos permaneceriam, imitando Hirão-Abi, e afirmando serem cristãos. No entanto, aqueles que são selados pelo Espírito Santo não seriam enganados por essas declarações. Esse cenário eliminaria o requisito necessário da Maçonaria: O SEGREDO. Se o segredo, ou a aparência do segredo, não for mantido, a Maçonaria seria rapidamente reconhecida pelo que é.Outros acreditam que o pior cenário possível que poderia ocorrer seria a igreja cristã examinar o evangelho da Maçonaria em detalhe, compará-lo com o evangelho de Jesus Cristo e depois proclamar do púlpito que examinaram a questão cuidadosamente e concluíram que a participação na Maçonaria não é um problema para o cristão, mas somente uma questão de consciência individual.A Implicação Desse Segundo Cenário Tem Grande Alcance
Como o deus da Maçonaria é um demônio e um dos propósitos principais da Maçonaria é a adoração, todos os maçons estão envolvidos em idolatria. A Bíblia é clara, os idólatras não herdarão o reino de Deus:"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus." [1 Coríntios 6:9-10].As conseqüências de participar na promoção de um falso evangelho, encontradas em Gálatas 1:8-9, foram discutidas anteriormente. Como a Maçonaria envolve o homem na promoção de um falso evangelho, acoplado com a idolatria, é questionável se qualquer maçom será recebido no céu. A única esperança possível é se um homem não sabe com o que está envolvido. O artigo O Quanto Eles Sabemdiscute essa questão. Poucos poderão alegar ignorância. É muito perigoso ensinar que um homem pode participar na promoção de um falso deus e que ainda assim será recebido nos céus. Esse ensino anula a necessidade de arrependimento. Jesus Cristo deixou pouca dúvida sobre a necessidade de arrependimento:"Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis." [Lucas 13:5].Ensinar que um homem pode continuar em uma atividade que é idólatra e que promove um falso evangelho seria desviar-se dos ensinos de Jesus Cristo e dos apóstolos. O que João diz sobre aqueles que não perseverem nos ensinos de Cristo? Ele advertiu que eles podem não ter a Deus:"Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho." [2 João 9].Vemos que esse cenário poderia facilmente resultar em uma situação em que Jesus Cristo exige o arrependimento:"Lembra-te, pois de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres." [Veja Apocalipse 2:5].O Cenário do Pior Caso Ocorreu na Convenção Batista do Sul dos EUA
Em 1992-1993, a Convenção Batista do Sul dos EUA investigou a Maçonaria e publicou um estudo intitulado A Study on Freemasonry e o relatório A Report on Freemasonry, que continha a seguinte recomendação:"À luz do fato que muitos dogmas e ensinos da Maçonaria não são compatíveis com o cristianismo e com a doutrina batista sulista, enquanto outros são compatíveis com o cristianismo e com a doutrina batista sulista, recomendamos, portanto, que de acordo com as profundas convicções da nossa denominação com relação ao sacerdócio dos crentes e à autonomia da igreja local, a participação como membro da Ordem Maçônica seja uma questão de consciência individual. Portanto, exortamos os batistas sulistas a avaliarem cuidadosamente a Maçonaria, com muita oração, à luz do senhorio de Cristo, dos ensinos das Escrituras, e das análises deste relatório, sob a direção do Espírito Santo de Deus."O estudo e o relatório foram produzidos pela Junta de Missões Nacionais (Home Missions Board) da Convenção Batista do Sul dos EUA. Os membros da Junta (aproximadamente oitenta pessoas) foram notificados por escrito da existência de um salvador maçônico antes de revisarem o relatório, que continha a recomendação que a participação como membro fosse uma questão de consciência pessoal. Mesmo com a evidência direta que a Maçonaria tem um salvador secreto, os membros da Junta votaram e aprovaram a posição herética. O relatório foi levado diante de toda a Convenção em 1993 e aprovado pelos mensageiros das várias igrejas. Nesse ponto, a Convenção Batista do Sul, como denominação, votou continuar permitindo que os maçons usem as igrejas como uma cobertura enquanto se reúnem em segredo na loja para ensinar salvação com base na imitação de Hirão-Abi. Desde aquele tempo, a Junta foi renomeada como North American Mission Board (Junta de Missões Norte-Americanas). A NAMB distribuiu o relatório emitido pela HMB após a mudança de nome.A maioria das igrejas que fazem parte da Convenção adotou a posição e continua a permitir que os maçons não somente sejam membros, mas também pastores, diáconos e professores nas congregações. Um número relativamente pequeno discordou do estudo e do relatório e tomou uma posição contrária à Maçonaria. Algumas igrejas excluem os maçons do rol de membros. Outras os excluem dos cargos de liderança, como se fosse aceitável para os membros reunirem-se nas lojas e participarem em rituais que ensinam salvação com base em outro salvador.A Igreja Batista de Northside, em Indianápolis, é uma congregação representativa da SBC que decidiu apoiar e até mesmo defender a Maçonaria. Ela fez isso, embora tenha visto evidências que substancie a existência de um salvador maçônico. A liderança examinou exemplares dos Monitores Maçônicos, incluindo o Kentucky Monitor, que diz que Jesus é o salvador dos cristãos, enquanto que Hirão-Abi é o salvador dos maçons. A congregação recebeu diversas correspondências que documentavam os fatos. Nosso folheto Devemos Ignorar o Salvador Secreto Deles Para Manter a Unidade na Igreja? foi oferecido àqueles que estavam no cadastro de mala direta da igreja. Além disso, foram oferecidas cópias xerográficas dos Documentos da Grande Loja, que documentavam a existência de um salvador maçônico, Hirão-Abi. Uma carta final foi publicada no nosso boletim informativo e enviada para eles durante o mês de setembro de 1999. Um cópia do Boletim Com Documentos de Apoio, que substancia a natureza luciferiana da Maçonaria e a existência do salvador maçônico pode ser obtida no formato PDF em nosso site. Permitimos a duplicação do documento.
Ensinos Maçônicos:
Qualquer rato de igreja tem discernimento suficiente para rejeitá-los.
Visite o site Ephesians5-11 em http://www.ephesians5-11.org
Data da publicação: 15/9/2001
Patrocinado por: Eduardo Perez Neto
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/efesios5-11.asp
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