sexta-feira, 11 de junho de 2010

OS 33 MANDAMENTOS DA MAÇONARIA

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 OS 33 MANDAMENTOS DA MAÇONARIA


 Os 33 Mandamentos:

1º - Adora o Grande Arquiteto Do Universo;
2º - O verdadeiro culto que se pode tributar ao Grande Arquiteto consiste nas boas obras;
3º - Tem sempre a tua alma em estado de pureza, para que possas aparecer de um momento para outro perante o Grande Arquiteto;
4º - Não sejas fácil em te encolerizar; a ira é sinal de fraqueza;
5º - Escuta sempre a voz de tua consciência;
6º - Detesta a avareza, porque, quem ama demasiado as riquezas, nenhum fruto tirará delas, consistindo isso egoísmo;
7º - Na senda da honra e da justiça está a vida; o caminho extraviado conduz à morte espiritual;
8º - Faz o bem pelo próprio bem;
9º - Evita as questões, previne os insultos e procura sempre ter a razão do teu lado;
10º - Não te envergonhes do teu Destino, pensa que este não te desonra nem te degrada; o modo como desempenhas a tua missão é que enaltece ou amesquinha perante os homens;
11º - Lê e medita, observa e emita o que for bom; reflexiona e trabalha; ocupa-te do bem-estar dos teus irmãos e trabalharás para ti;
12º - Contenta-se com tudo e com todos;
13º - Não julgues superficialmente as ações de teus Irmãos e não censures aereamente. O julgamento pertence ao Grande Arquiteto do Universo, porque só Ele pode sondar o coração das criaturas;
14º - Sê, entre os profanos fracos, sem rudeza, superior sem orgulho; humilde sem baixeza; e, entre Irmãos, firme sem obstinação, severo sem inflexibilidade e submisso sem servilismo;
15º - Justo e valoroso, defende o oprimido e protege a inocência, não exaltando jamais os serviços prestados;
16º - Exato observador dos homens e das cousas, atende unicamente ao mérito pessoal de cada um, seja qual for a camada social, posição e fortuna a que pertence;
17º - Se o Grande Arquiteto te der um filho, agradece, mas cuida sempre do depósito que te confiou. Sê, para essa criança, a imagem da Providência. Faz com que até aos 12 anos tenha temor a ti; até aos 20 te ame e até a morte te respeite. Até aos 12 anos sê o seu mestre; até aos 20 seu pai espiritual e até a morte seu amigo. Pensa mais em dar-lhe bons princípios do que belas maneiras; que te deve retidão esclarecida e não frívola elegância. Esforça-te para que seja um homem honesto, avesso a qualquer astúcia;
18º - Ama o teu próximo como a ti mesmo;
19º - Não faça o mal, embora não espere o bem;
20º - Estima os bons, ama os fracos, atende aos maus e não ofendas a ninguém;
21º - Sê o amparo dos aflitos; cada lamento que tua dureza provocar, são outras tantas maldições que cairão sobre a tua cabeça;
22º - Com o faminto, reparte o teu pão; aos pobre e forasteiros dá hospitalidade;
23º - Dá de vestir aos nus, mesmo com prejuízo do teu conforto;
24º - Respeita o peregrino nacional ou estrangeiro e auxilie sempre;
25º - Não lisonjeies nunca teu Irmão, isso corresponde a uma traição; se te lisonjearem receia que te corrompam;
26º - Respeita a mulher, não abuse jamais de sua debilidade; defende-lhe a inocência e a honra;
27º - Fala modernamente com os pequenos, prudentemente com os grandes; sinceramente com os teus iguais e teus amigos; docemente com os que sofrem, mas sempre de acordo com a tua consciência e princípios de sã moral;
28º - O coração dos justos está onde se pratique a virtude, e o dos tolos, onde festeja a vaidade;
29º - Não prometas nunca sem a intenção de cumprir; ninguém é obrigado a prometer, mas prometendo é responsável;
30º - Dá sempre com satisfação, porque mais vale uma negativa delicada do que uma esmola que humilhe;
31º - Suporte tudo com a resignação e tem sempre confiança no futuro;
32º - Faz do teu corpo um Templo, do teu coração um Altar e do teu espírito um apóstolo do Amor, da Verdade e da Justiça;
33º - Concentra, ao menos uma vez por dia, todas as vibrações da tua alma, no sentido de estares em contato com o Grande Arquiteto do Universo. (que é DEUS)
 andreia caetano

terça-feira, 8 de junho de 2010

MAÇONARIA FEMININA

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Maçonaria Feminina

Tenho recebido mensagens de muitas mulheres interessadas na Maçonaria e indignadas por não poder fazer parte da ordem, apesar de preencher todos os requisitos necessários, exceto o de que não são homens. Me sinto no dever de esclarecer que essa proibição foi introduzida por James Anderson no artigo 18º de sua Constituição de 1723, após a transformação da Maçonaria Operativa em 1717.

Esta proibição foi repetida posteriormente no 18º Landmark compilado por Mackey em sua Enciclopédia. Donde teria James tirado tal proibição para enxertá-la em sua Constituição? É difícil saber-se agora. Tê-la-ia inspirado o Antigo Testamento, em que a lei mosaica era tão dura e cruel com a mulher (João 8:4, 5) e tão liberal com o homem (I Reis 11:3), ao cometerem o mesmo pecado? Ou teve de jungir-se a algum preconceito inglês daquela época, talvez mesmo apoiado em lei que, mesmo no século XIX foi tão difícil e dolorosa a emancipação política da mulher naquele país, como bem o atesta a luta desesperada das sufragistas? Ramsay, contemporâneo dos reformadores, é desta opinião (V.RAMSAY, Miguel André, 5º). A não ser assim, é inexplicável como se veio a admitir e criar esse óbice à mulher justamente na ocasião em que se ampliaram os horizontes da Maçonaria, transformando-a de operativa em especulativa, e pelas mesmas mãos que codificaram suas leis e princípios!

Sob o critério místico-filosófico, tal qual os antigos Mistérios, a Maçonaria se destina igualmente ao homem e à mulher, complementos que são um do outro, pois ambos visam atingir a mesma meta evolutiva e constituir a família como base celular de uma sociedade bem organizada, e segundo os mandamentos da própria Ordem, um dos antigos Landmarks maçônicos é que todos os seres humanos são fundamentalmente iguais, e, portanto, suas diferenças são meramente circunstanciais.

Na Bíblia cristã, nas antigas Escrituras Sagradas de outras religiões, na história de cada nação, numerosas são as figuras femininas que as ilustram como modelos de virtudes e exemplos de amor, abnegação e lealdade, para glória dessas nações e religiões a servir de padrão de conduta a seus cidadãos e adeptos.

Nos panteões das divindades e heróis de diversas culturas em diferentes épocas e países como o Egito, Índia, China, Ásia Menor, Grécia antiga e Roma e outros, ao lado de seus deuses e heróis geralmente está a sua Consorte, diversamente denominada Deusa-Mãe, Mãe Divina, Magna Mater, Virgem Mãe, a Consolatrix Afflictorum, como o Divino Arquétipo feminino a que devem aspirar ser todas as dignas esposas e mães.

Em suma, em todos os tempos e regiões os povos cultos sempre reservaram um lugar de relevo para a Dama Arquetípica a ser cultuada, respeitada e imitada, por seus sublimes dotes de ternura, compaixão, proteção, paciência, compreensão, beleza e sabedoria. E assim também o é na Maçonaria.

À esse respeito, não há nenhuma dúvida nas tradições maçônicas baseadas nas legítimas escolas antropológicas, místicas e ocultas. E mesmo nas escolas que atribuem sua origem às Corporações Operativas da Idade Média, os investigadores não encontraram em seus registros e instituições nada de discriminatório contra a inclusão do elemento feminino. Portanto, trata-se de uma questão legal e não de simples discriminação. Como todo dispositivo legal, o mesmo só poderá ser substituido por outro que venha revogá-lo.

Porém, tal proibição não abrange todas as obediências, atualmente existem diversas lojas femininas ou mistas por todo o mundo, inclusive no Brasil, que operam de forma independente, ou filiadas a uma potência própria como a "Ordem Maçônica Mista Internacional Le Droit Humain". Adotam ritos idênticos aos das Lojas masculinas e recebem, com gratificante freqüência, a visita de irmãos de todos os Orientes, quando então são revividos com todo o esplendor e beleza as cerimônias que realizavam os antigos maçons do Egito, da Grécia, da Pérsia, de Roma e da Idade Média na Europa.

Se você é mulher, maior de 21 anos, livre e de bons costumes, exerce uma profissão lícita, gostou do que leu neste artigo e deseja ingressar na Maçonaria, visite os seguintes endereços na internet:

Ordem Maçônica Mista Internacional "Le Droit Humain" Federação Brasileira. http://www.droit-humain.org.br

Grande Loja Maçônica Feminina do Brasil - GLMFEMSP http://grande_loja.uniblog.com.br

Loja Maçônica Feminina Filhas de Isis http://www.loja_filhasdeisis.uniblog.com.br

"... A admissão da mulher nos templos maçônicos, hoje tão vazios em toda à parte, só lhes poderia dar maior colorido e vitalidade, e enriquecer sua cultura, sua moral e sua utilidade social"... - Texto adaptado do Dicionário de Maçonaria de Joaquim Gervásio de Figueiredo - 33º

Carlos Roberto ( Amon Sol )


Apoio Cultural:

Loja Maçônica Feminina " Filhas de Ísis" nº. 04
Endereço: Av. Presidente Kennedy, 2667 sl. 04 (Guilhermina) - Praia Grande - SP
Ponto de referência: Entre o Posto BR e Cornélio Auto Peças.

A A.`. R.`. L.`. S.`. " Filhas de Ísis" nº. 04, filiada a Grande Loja Feminina do Brasil, Estado de São Paulo. É uma Loja Maçônica formada por Mulheres livres e de bons costumes, dispostas a aumentar seus conhecimentos e aprimorar seus espíritos em busca da verdadeira Luz. Não se trata de uma associação feminista e seu objetivo é buscar o bem, do próximo e de toda a Humanidade.

Contato: ioeurso@hotmail.com

Sessões: Todas as Quintas-Feiras das 20:30hs às 22:30 hs.
Em datas especiais: Aos Sábados às 15:30 hs.




ANDREIA CAETANO
PIUMHI/MG
 
 

sábado, 5 de junho de 2010

MAÇONARIA

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A MAÇONARIA
A Maçonaria é em termos gerais uma associação de pessoas que preservam entre si princípios de fraternidade e se reconhecem por sinais, toques e palavras. Além de ocultar os seus conhecimentos na interpretação dos símbolos e emblemas. Os Maçons reunem-se em Lojas e cada Loja maçônica possui um "Lider", que é eleito entre os membros desta Loja, sendo este tratado por Venerável Mestre.
A Maçonaria universal compreende basicamente os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre. É uma organização discreta que se auto define como filosófica, filantrópica e educativa progressista. Por manter os seus ensinamentos e rituais em segredo, transmitindo-os apenas aos seus membros, a maçonaria é alvo de muita curiosidade e críticas. Deve-se destacar a influência que a Maçonaria exerceu e continua exercendo em todos os níveis da sociedade, seja Brasileira, seja Internacional.
A Maçonaria usa um sistema de graus para passar os seus ensinamentos aos seus membros, cujo acesso é obtido por meio de uma Iniciação (Ritual de aceitação) a cada grau.
O nome Maçonaria provem do francês maçonnerie ou do inglês masonry que significa construção. Esta é feita por um maçom (pedreiro) em suas lodges (canteiros de obras). Algumas correntes afirmam que a palavra é mais antiga e tem origem na expressão copta Phree Messen, cujo significado é "filhos da luz".
Havia dois tipos de pedreiros, na Idade Média, o rough mason (pedreiro bruto) que trabalhava com a pedra sem extrair-lhe forma ou polimento e o free mason (pedreiro livre) que detinha o segredo de polir a pedra bruta e erigir construções.

De Maçonaria Operativa para Maçonaria Especulativa

Possivelmente, a Moderna Maçonaria tenha se originado na Escócia para onde foram, segundo algumas lendas, diversos membros templários, fugindo da Inquisição da Igreja católica. Eles teriam se associado a Guildas Maçônicas passando a estas, vários de seus conhecimentos filosóficos e esotéricos. O próprio Robert de Bruce, o rei que libertou a Escócia da dominação inglesa pertencia à sociedade maçônica.
Como se vê, a transição da Maçonaria Operativa para a Maçonaria Especulativa (forma como esta organização apresenta-se, hoje) dá-se de forma imperceptível. As Lojas de Maçons Operativos foram progressivamente recebendo membros que não pertenciam ao ofício da construção, que eram chamados de “Maçons Aceitos”, e que podiam participar de suas discussões após serem iniciados.
No século XVIII, dois fatos vão marcar a evolução da Maçonaria Especulativa:
  1. Secularização característica contendo, de acordo com a ideologia das Constituições de Anderson, um fundamento no qual todos os homens parecem concordar: o deísmo, que é uma forma de religião natural e que busca a felicidade em qualquer lugar.
  2. Tendência à universalidade que se manifesta por uma abertura muito próxima aos pensamentos dos Iluministas, caracterizados pelo respeito à tolerância e à fraternidade. A Revolução consagrou este estado de espírito, manifestado por muitos maçons, com a defesa dos Direitos Humanos e do Cidadão e a luta incansável contra toda forma de escravidão.
Um dos grandes e recentes trunfos da Maçonaria foi a elaboração da Constituição da Comunidade Européia, dirigida pelo Maçom Giscard D'Estaing.
A maçonaria teve influência decisiva em grandes acontecimentos mundiais, tais como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos. Tem sido relevante, desde a Revolução Francesa em diante, a participação da Maçonaria em levantes, sedições, revoluções e guerras separatistas em muitos países da Europa e da América. No Brasil, deixou suas marcas, especialmente na independência do Brasil do jugo da metrópole portuguesa e, entre outras, a inconfidência mineira e na denominada "Revolução Farroupilha", no extremo sul do país, tendo legado os símbolos maçônicos na bandeira do Rio Grande do Sul, estado da Federação brasileira. Vários outros Estados da Federação possuem símbolos maçônicos nas suas bandeiras, como Minas Gerais, por exemplo.

Ritos

Atualmente a Maçonaria possui dois principais ritos: o escocês (de 33 graus) e o de York. O rito escocês é uma simplificação do Antigo Rito de Memphis-Mizraim que possuía de 90 a 97 graus (dependendo da versão), e que foi adotado por Ordens maçônicas no século XIX. Outro rito que cresce muito no Brasil é o Schröder.
Os Rituais de Schröder (recomenda-se pronunciar “chreder”) foram aprovados em 29 de junho de 1801 pela Assembléia dos Veneráveis Mestres das Lojas da Grande Loja Provincial de Hamburgo e da Baixa Saxônia (pois naquela época a Alemanha ainda não fora unificada) e rapidamente conquistaram a aprovação de muitas Oficinas de língua germânica. Posteriormente foram adotados por alemães e seus descendentes em diversos países. No Brasil, com a colonização germânica no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o Rito estabeleceu-se inicialmente no idioma Alemão. Mais tarde o Ritual foi traduzido para o Português, sendo reconhecido por diversas Grandes Lojas Estaduais - C.M.S.B., pelo Grande Oriente do Brasil - G.O.B. e pelos Grandes Orientes Estaduais Independentes - C.O.M.A.B.

No Brasil

Apesar de historiadores terem omitido alguns fatos, avaliando os anais da história, fica claro que a Maçonaria teve participação crucial na História do Brasil, principalmente no primeiro período republicano. Sendo que muitos dos acontecimentos que se sucederam, tomaram corpo dentro de algumas Lojas Maçônicas. Influenciou a Inconfidência Mineira, a Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos), a Conjuração Baiana, a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República e a Independência do Brasil.
O imperador D. Pedro I era maçom, chegando inclusive a ocupar o cargo de Grão Mestre (maior cargo dentro da Maçonaria Simbólica) do Grande Oriente do Brasil; quando D. Pedro I rompeu com a Maçonaria, os maçons desencadearam célebre vingança, obrigando-o a abdicar em favor de seu filho ainda infante, para retornar a Portugal. Lá, morreu ainda jovem, de estranha doença. A maioria dos militares ligados à proclamação da República eram maçons. Aliás, todo o ministério do primeiro presidente, Deodoro da Fonseca, era composto por maçons. Foi igualmente iniciativa da Maçonaria a renúncia do Presidente Jânio Quadros, que apontava a presença de "forças ocultas" na sua decisão. A Maçonaria se fez presente na Revolução de 1964, com todos os membros da junta militar pertencentes aos seus quadros.
 
 








 





 




   
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quinta-feira, 3 de junho de 2010

maconaria cristã??


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Título original do artigo: Sou Maçom, e daí?
A maçonaria é um assunto inquietante, quer a pessoa seja religiosa, quer não. A sua influência em todo o aspecto da vida é observável nos âmbitos político, social e até religioso. E é sobre a influência no âmbito religioso que quero manifestar a minha opinião.
Porque a maçonaria infiltrou-se na igreja?
A fim de alcançar seu objetivo com mais facilidades, usa de palavras grandiosas, esconde sua verdadeira fisionomia e mostra ao publico tão somente um rosto mascarado. Uma razão é que ela assevera em toda parte (muito infundadamente) não ser uma religião. Afirma ser compatível com todas as religiões e não haver nada que contrarie a crença cristã. Mas ainda sim afirma ser uma filosofia, sendo fácil provar a falsidade disso.
Escrevendo em the Encyclopedia of Philosophy, William Alston, Professor de filosofia da Universidade de Michigan, cita os seguintes característicos da religião (A maçonaria apresenta os nove):
- Crenças em seres sobrenaturais (Deus ou deuses);
- Distinção entre objetos sacros e profanos;
- Atos rituais centrados nesses objetos sagrados;
- Um código moral com sanção sobrenatural;
- Sentimentos religiosos inspirados por objetos ou rituais sagrados e ligados em pensamento com Deus ou deuses;
- Oração;
- Uma dada cosmovisão que delimita o lugar do individuo dentro do mundo;
- A maior ou menor organização de toda a vida de alguém baseada nessa cosmovisão.
- Um grupo social ligado pelos traços acima.
Isso mostra a desonestidade no que diz respeito aos seus ensinos. Ela nega não oferecer nenhum plano de salvação, mas o faz, oferece salvação com base nas boas obras e no mérito pessoal, plano esse que a Biblia condena como “ evangelho falso”. Ela alega que a Biblia é sua grande luz e regra e guia da fé e prática maçônicas. Mas, na realidade, trata a Biblia meramente como símbolo, uma peça de mobília da loja. Distorce assim, a Biblia em seus rituais e altera seus ensinos. Alias, reconhece os escritos sagrados de muitas outras religiões como igualmente validos para os maçons.
O Deus da loja maçônica não tem absolutamente nada de semelhante em qualquer aspecto, com o Deus do cristianismo. O deus da maçonaria é uma deidade pagã, estranha, que obriga os membros da loja a tomar parte na idolatria - o culto a um deus falso.
A maçonaria alega reverenciar a Jesus Cristo. Mas em rigor, nega-o, blasfema contra Ele e desvia dEle o homem. Apaga o nome de Cristo de suas orações e citações escriturísticas; oferece os títulos e as funções de Cristo aos descrentes; obriga os cristãos a desobedecer a Cristo proibindo qualquer discussão sobre ele durante as atividades da Loja; nega a deidade de Jesus Cristo e ensina que era apenas um homem; e, finalmente, nega o papel salvífico de Cristo. Alguns maçons chegam a ensinar que a mensagem cristã da redenção divina é uma corrupção das antigas histórias pagãs. Que podem tornar o homem bom negando o ensinamento Bíblico da pecaminosidade do homem e da necessidade da regeneração.
Ensina ainda que todo homem viverá para sempre no Oriente Eterno. Assim, uma vez que Deus é o Pai espiritual de todos os homens. Entretanto isso é infundado. Somente os que crêem em Cristo recebem o direito de se tornar Verdadeiros filhos espirituais de Deus.
Mas mesmo sabendo de tudo isso ainda nos incomoda a seguinte pergunta: Até quando permitiremos que membros e lideres da nossa Igreja (IPB) sejam maçons? É inegável que os maçons de hoje assumem cargos de liderança dentro da igreja. Há maçons entre pastores, professores de escola dominical, presbíteros e membros de conselhos. Os maçons exercem poder e muita influência em muitas congregações.
Mas nos incomoda muito mais, o medo de alguns cristãos tem tido de reagir. A maioria não diz mais que uma palavra em resposta a essa situação. Pastores de toda parte parecem temer enfrentar essa questão, receosos de ferir os sentimentos das pessoas, perder o apoio financeiro e dividir sua igreja.
Jesus falou daqueles que estavam receosos de magoar as pessoas por causa de princípios, dizendo que elas, “amaram mais a glória dos homens, do que a glória de Deus” (Jo 12.43). Cristo enfrentou religiosos de sua geração. Jesus não recomendou, aceitou nem nomeou essas pessoas como lideres de igrejas. Aliás, condenou-as, considerando-as hipócritas e enganadoras: “Hipócritas! Bem profetizou Isaias a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mt 15.7-9).
Permitir que os maçons ensinem e governem na igreja é como pôr fermento no pão. Jesus disse que um pouco de fermento leveda toda a massa (Mt 16.6, 11, 12).
Pode a igreja permanecer por muito tempo fiel às Escrituras, permitindo que o homem transija a verdade de Deus? Pode uma igreja ser abençoada por Deus, cheia do Espírito Santo e por ele dirigida, e ficar forte e vitalizada transigindo suas próprias doutrinas? Pode preservar o evangelho permitindo que aqueles que ensinam o “outro evangelho” da salvação pelas obras assumam cargos de liderança na igreja?
Encerramos assim afirmando que a verdade deve ser preservada de qualquer modo e, que eles abandonem as suas lojas ou deixem suas igrejas. Quando mais cedo saírem da igreja melhor. Melhor um com Deus do que mil sem Ele. Lembrando que “Todo aquele que nega o filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o filho tem igualmente o Pai” (1 Jo 2.23). Os maçons também precisam escolher: pertencem ao Senhor ou a Baal? Os que pertencem ao Senhor se arrependerão: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: “Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (2 Tm 2.19). (Extraído do blog http://bereianos.blogspot.com)


Escrito por Izael Marinho às 12h13




 andreia caetano

piumhi/mg

terça-feira, 1 de junho de 2010

O Que é Maçonaria?

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       A Maçonaria, Ordem Universal, é constituída por homens de todas as raças e nacionalidades, acolhidos por iniciação e congregados em Lojas,  nas quais, auxiliados por símbolos e alegorias, estudam e trabalham para o aperfeiçoamento da Sociedade Humana. É fundada no Amor Fraternal e na esperança de que, com amor a Deus, à pátria, à família e ao próximo, com tolerância e sabedoria, com a constante e livre investigação da Verdade, com a evolução do conhecimento humano pela filosofia, ciências e artes, sob a tríade da Liberdade, Igualdade e Fraternidade e dentro dos Princípios da Moral, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a felicidade geral e a paz universal. 
 
Desse enunciado deduz-se que: 
I  - a Maçonaria proclama, desde a sua origem, a existência de um Princípio Criador, ao qual, em respeito a todas as religiões, denomina Grande Arquiteto do Universo; 
II - a Maçonaria não impõe limites à investigação da verdade e, para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância; 
III - a Maçonaria é acessível aos homens de todas as raças, classes e crenças, quer religiosas quer políticas, excetuando as que privem o homem da liberdade de consciência, da manifestação do pensamento, restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana e exijam submissão incondicional; 
IV - a Maçonaria Simbólica compõe-se de três Graus universalmente reconhecidos e adotados: Aprendiz, Companheiro e Mestre; 
V - a Maçonaria adota a Lenda do Terceiro Grau; 
VI  -  a  Maçonaria, além de combater a ignorância em todas as suas modalidades, constitui-se numa escola, impondo-se o seguinte programa: 
    a) obedecer às leis democráticas do País; 
    b) viver segundo os ditames da honra; 
    c) praticar justiça; 
    d) amar o próximo; 
    d) trabalhar pelo progresso do homem. 
VII - a Maçonaria proíbe discussão político-partídaria e religioso-sectária em seus Templos; 
VIII - a Maçonaria adota o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso, considerados como suas Três Luzes Emblemáticas, que deverão estar sobre o Altar dos Juramentos. 


              A par dessa definição e da declaração formal da aceitação dos "Landmarks", codificados por Albert Gallatin Mackey, proclama, também, os seguintes princípios: 
     I - amar a Deus, a Pátria, a Família e a Humanidade; 
     II - praticar a beneficência, de modo discreto, sem humilhar; 
     III - praticar a solidariedade maçônica, nas causas justas, fortalecendo os laços de fraternidade; 
     IV - defender os direitos e as garantias individuais; 
     V - considerar o trabalho lícito e digno como dever do homem; 
     VI - exigir de seus membros boa reputação moral, cívica, social e familiar, pugnando pelo aperfeiçoamento dos costumes; 
     VII  -  exigir tolerância para com toda forma de manifestação de consciência, de religião ou de filosofia, cujos objetivos sejam os de conquistar a verdade, a moral, a paz e o bem social; 
     VIII - lutar pelo princípio da eqüidade, dando a cada um o que for justo, de acordo com sua capacidade, obras e méritos; 
     IX - combater o fanatismo, as paixões, o obscurantismo e os vícios. 


              Os ensinamentos maçônicos orientam seus membros a se dedicar à felicidade de seus semelhantes, não só porque a razão e a moral lhes impõem tal obrigação, mas também porque esse sentimento de solidariedade os faz irmãos. 


(C)1996 GLESP 


andreia caetano  piumhi/mg 

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Mistérios elucidados sobre os maçons

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por Texto Eduardo Szklarz, de Buenos Aires


A maçonaria já foi acusada de tudo: fazer rituais sinistros, promover orgias, querer dominar o mundo... Até de estar por trás dos assassinatos de Jack, o Estripador. Muita gente acredita que a organização controla governos e que seus integrantes usam cargos públicos para se ajudar mutuamente. Os maçons, no entanto, garantem que quase tudo isso é besteira. Eles não passariam de um grupo filosófico, filantrópico e progressista. Reconhecem que ajudam uns aos outros, mas que o dever de auxiliar um irmão está sempre sujeito à obrigação maior de cumprir a lei. Afinal, qual é a verdade sobre essa sociedade secreta?



Para começar, a maçonaria não é tão secreta assim. Em vários países, inclusive no Brasil, todo mundo sabe onde ficam as lojas maçônicas e quem são seus membros. Maçons publicam revistas e divulgam suas idéias em sites da internet. E, se antes mantinham seus templos imersos numa aura de mistério, hoje permitem visitas. Nossa reportagem entrou no templo da Grande Loja da Argentina de Maçons Livres e Aceitos, situada na rua Perón, 1242, em Buenos Aires. Durante 3 horas, conversamos com diversos integrantes da maçonaria – e muitos nos entregaram cartões em que se identificavam como membros da ordem.



A julgar por iniciativas desse tipo, parece que a organização nunca foi tão aberta como hoje. Será que o grande segredo da maçonaria é não ter segredo algum, como dizem alguns irmãos? Pode ser. Mas o certo é que eles ainda mantêm sessões a portas fechadas. Angel Jorge Clavero, grão-mestre da Grande Loja da Argentina, tem uma explicação para isso. “A maçonaria não é secreta, mas discreta. As cerimônias que realizamos aqui só interessam a nós, são reservadas aos iniciados.” Para Clavero, é exatamente o que ocorre em qualquer reunião, seja de condomínio ou da diretoria de uma multinacional. “Se você não é dono de um apartamento no prédio ou diretor da empresa, não vão deixá-lo entrar.



VÁRIAS MAÇONARIAS



O argumento do grão-mestre faz sentido. Por outro lado, diretores de empresas não costumam se reunir para debater filosofia, vestidos com aventais coloridos e rodeados de objetos simbólicos. Além disso, nem você nem seus vizinhos de apartamento precisam jurar segredo absoluto sobre o que foi discutido na reunião de condomínio. Na maçonaria, é assim que as coisas funcionam. Para entender os porquês disso tudo, o primeiro passo é levar em conta que não existe uma só, mas várias maçonarias.



A organização é uma rede global, hoje composta de cerca de 6 milhões de integrantes espalhados pelos 5 continentes. Os rituais variam muito, de um país para outro. Cada loja tem autonomia, mesmo que pertença a uma federação nacional ou continental. Algumas usam a Bíblia em suas reuniões. Outras, a Torá ou o Alcorão. Essa diversidade permite que os símbolos maçônicos tenham várias interpretações. E foi graças a ela que personalidades extraordinariamente distintas já vestiram o avental da irmandade: de Mozart a dom Pedro 1º, de Winston Churchill a Hugo Chávez (leia mais no quadro das págs. 14 e 15).



Mas as maçonarias também têm muito em comum. Todas elas, independentemente do país, defendem os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Veneram o Grande Arquiteto do Universo – como se referem a Deus. E exigem requisitos dos iniciados, que, depois de passar por uma cerimônia de iniciação, vão galgando postos e acumulando mais e mais conhecimentos. Embora proíbam falar de política e religião dentro do templo, os maçons continuam tendo o poder e a influência de sempre. A mesma que eles usaram para orquestrar capítulos decisivos da história, como a independência do Brasil, dos EUA e de quase todos os países da América Latina.



A origem da maçonaria é um mistério até para os maçons. Uma das teorias diz que ela surgiu há cerca de 3 mil anos, durante a construção do Templo de Salomão, em Jerusalém. O rei israelita teria recrutado o arquiteto Hiram Abif, mestre na arte de talhar pedras, que ensinava os mistérios do ofício apenas a pedreiros escolhidos a dedo. No fim da obra, 3 artesãos exigiram que ele lhes contasse os segredos. Abif recusou-se e acabou sendo assassinado por isso.



O martírio do arquiteto jamais foi comprovado. Mesmo assim, significa muito para os maçons. Em The Meaning of Masonry (“O Significado da Maçonaria”, inédito no Brasil), o maçom britânico W.L. Wilmshurst interpreta a morte do mestre como um desastre moral para a humanidade – como se a chama do conhecimento tivesse sido apagada. “Agora, neste mundo escuro, ainda temos os 5 sentidos e a razão, que vão nos proporcionar os segredos substitutos”, escreve Wilmshurst. A maçonaria, portanto, seria um sistema filosófico que discute o Universo e nosso lugar dentro dele. Quanto mais o maçom sobe os degraus da confraria, mais perto ele chega da Luz – ou seja, o pensamento racional.



Outra tese afirma que os maçons são herdeiros dos templários, os cavaleiros que viajaram à Terra Santa no século 12 para defender os cristãos, mas acabaram perseguidos pela Igreja. E existe também quem defenda uma origem ainda mais remota, no Egito dos faraós ou na Grécia antiga. Para a maior parte dos historiadores , contudo, foi na Europa medieval que a maçonaria assentou suas bases. Ela teria começado na forma de sindicatos de pedreiros (masons, em inglês), que construíam monumentos para religiosos e monarcas – entre eles a Ponte de Londres e a Catedral de Westminster, também na capital da Inglaterra.



“Os pedreiros ingleses almoçavam e deixavam suas ferramentas em pequenas casas chamadas lodges [lojas]”, explica o jornalista americano H. Paul Jeffers no livro Freemasons (“Maçons”, sem tradução para o português). Assim como Abif, eles mantinham em segredo seus métodos de construção, pois eram a garantia de melhores salários.



Esses sindicatos floresceram até o século 16, quando os pedreiros tiveram uma surpresa. Abalada pela Reforma Protestante e pela rixa com o rei Henrique 8º, a Igreja parou de construir catedrais. Resultado: contratos para novas obras minguaram. “A maçonaria entrou em crise e sofreu uma grande mudança. Tudo que era ligado à prática do ofício na pedra passou a ser alegórico, e as ferramentas viraram símbolos na contemplação dos mistérios da vida”, diz Jeffers. A ordem deixou de ser “operativa” para ser “especulativa”. E as lojas maçônicas passaram a interpretar esses símbolos por meio de conceitos morais, éticos e filosóficos. A sociedade foi aberta a outros profissionais, como os cientistas, e deixou-se influenciar até pela alquimia.



Em 1717, 4 lojas de Londres se uniram na Grande Loja Unida da Inglaterra, que marcou o início da maçonaria atual. Em 1723, o maçom James Anderson compilou a tradição oral da irmandade numa constituição, cujos lemas eram ciência, justiça e trabalho. Quem não gostou de nada disso foi a Igreja, sentindo seu poder ameaçado por um grupo que rejeitava dogmas, aceitava seguidores de outras crenças e era contra a influência da religião na vida pública. Pior: discutia seus assuntos em segredo, o que só aumentava a desconfiança da Santa Sé. Em 1738, o papa Clemente 12 emitiu uma bula em que excomungava a maçonaria – ratificada em 1983 pelo cardeal Joseph Ratzinger, atual papa Bento 16.



O tiro saiu pela culatra. Quanto mais a maçonaria era difamada, mais ela atraía revolucionários – entre eles, o libertador sul-americano Simon Bolívar e o herói da independência americana Benjamin Franklin. A Revolução Francesa também assumiu os valores maçônicos, mas não com a intensidade que muitos imaginam. “Do mesmo jeito que alguns revolucionários franceses eram maçons, como Jean-Paul Marat, alguns opositores da revolução também eram”, diz o historiador inglês Jasper Ridley no livro The Freemasons (“Os Maçons”, inédito no Brasil). No século 20, a Igreja continuaria no encalço da maçonaria.



CÓDIGOS SECRETOS



A história de perseguição explica por que os maçons desenvolveram códigos para se reconhecer no meio de outras pessoas. No aperto de mão, por exemplo, um tocaria com o indicador no pulso do outro. Ao se abraçar, eles colocariam um braço por cima, outro por baixo, em X, e bateriam 3 vezes nas costas. Mais uma forma de comunicação em lugares públicos seria ficar em posição ereta e com wos pés em forma de esquadro.



Em seus textos, os maçons abreviam as palavras usando 3 pontos em forma de delta. Exemplos: “Ir” é irmão, “Loj” é loja. Hoje, boa parte desses segredos já virou de domínio público. Tanto que o termo usado pelos maçons para se referir a Deus – Jahbulon, resultado da união dos nomes Javé, Baal e Osíris – aparece em quase 30 mil páginas na internet.



Para ingressar na maçonaria, é necessário ter ficha limpa, ser maior de idade e acreditar em um deus, seja ele qual for. O candidato precisa ser convidado por um maçom e só se torna aprendiz após ser aceito numa cerimônia de iniciação no templo, onde se compromete a não revelar o que escutar ali dentro.



“Nossa meta é formar homens melhores, ensiná-los a se libertar dos dogmas e a pensar por si mesmos”, diz o grão-mestre argentino Jorge Clavero. “A maçonaria não é como um partido político, que fixa posições. Ela atua na sociedade por meio de seus homens, silenciosamente. O iniciado faz sua obra entre a família, os amigos e em seu local de trabalho.”







Degraus do conhecimento

No Brasil, o rito mais praticado é o escocês, mas o de York prevalece no resto do mundo

RITO ESCOCÊS



1º grau - Aprendiz iniciado



2º grau - Companheiro de ofício



3º grau - Mestre maçom



4º grau - Mestre secreto



5º grau - Mestre perfeito



6º grau - Secretário íntimo



7º grau - Preboste e juiz



8º grau - Intendente dos edifícios



9º grau - Mestre eleito dos 9



10º grau - Mestre eleito dos 15



11º grau - Cavaleiro eleito dos 12



12º grau - Grão-mestre arquiteto



13º grau - Mestre do 9º arco



14º grau - Grão-eleito perfeito e sublime



15º grau - Cavaleiro do Oriente



16º grau - Príncipe de Jerusalém



17º grau - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente



18º grau - Cavaleiro Rosacruz



19º grau - Grão-pontífice



20º grau - Mestre ad Vitam



21º grau - Patriarca noaquita



22º grau - Príncipe do Líbano



23º grau - Chefe do tabernáculo



24º grau - Príncipe do tabernáculo



25º grau - Cavaleiro da serpente de bronze



26º grau - Príncipe da mercê



27º grau - Comendador do templo



28º grau - Cavaleiro do Sol



29º grau - Cavaleiro de Santo André



30º grau - Cavaleiro kadosh



31º grau - Grão-inspetor inquisidor comendador



32º grau - Sublime príncipe do real segredo



33º grau - Soberano grão-inspetor geral



RITO DE YORK



Mestre de marca



Past master (virtual)



Mui excelente mestre



Maçom do real arco



Mestre real



Mestre eleito



Mestre superexcelente



Ordem da Cruz Vermelha



Ordem dos Cavaleiros de Malta



Ordem dos Cavaleiros Templários





Rumo ao topo da pirâmide

A escalada na hierarquia pode levar uma vida inteira

A estrutura da maçonaria tem a forma de duas escadas que começam e terminam juntas. O 1º passo do candidato é se tornar aprendiz. O 2º nível é o de companheiro de ofício e o 3º, de mestre maçom. Os 3 degraus iniciais são comuns ao rito escocês e ao de York. Depois disso, quem quiser subir na hierarquia deve escolher entre os dois sistemas ritualísticos. No escocês são 33 graus, enquanto o de York tem apenas 10. A história dos ritos também é diferente: para muitos estudiosos da maçonaria, o ritual escocês foi fundado na França por imigrantes que fugiam de perseguições. Já o de York surgiu na cidade inglesa de mesmo nome, onde teria sido aberta a primeira loja maçônica da Grã-Bretanha. No Brasil, o rito mais praticado é o escocês, mas estima-se que 85% dos maçons em todo o mundo pratiquem o de York.Alguns personagens importantes da tradição maçônica aparecem sobre os degraus desta ilustração, publicada pela primeira na revista americana Life, em 1956. Entre eles, o rei Salomão (indicando o caminho na base do rito escocês), que construiu o 1º Templo de Jerusalém, e George Washington (no 20º grau do mesmo rito, mestre ad Vitam), primeiro presidente dos EUA. Sob o arco estão as organizações irmãs da maçonaria. Mestres maçons são aceitos na Grotto e na Altos Cedros do Líbano. Meninas que têm um maçom na família podem ingressar na Filhas de Jó ou na Ordem das Garotas do Arco-Íris; mulheres, na Estrela do Oriente; e rapazes, na DeMolay. Apenas maçons de grau 32 e Cavaleiros Templários podem entrar para o Shrine. E a mulher de um Shrine pode ser uma Filha do Nilo.



Até na lua!

De presidente a astronauta, maçons que entraram para a história

GEORGE WASHINGTON - 1732-1799



Foi o primeiro e único a exercer ao mesmo tempo os cargos de mestre de uma loja e presidente dos EUA. Um terço dos presidentes americanos foram da maçonaria.



AMADEUS MOZART - 1756-1791



Um dos maiores compositores de todos os tempos, ingressou na maçonaria a convite de Joseph Haydn, outro gênio da música, membro de uma loja em Viena.



DOM PEDRO 1º - 1798-1834



Chegou ao posto de grão-mestre no Brasil. Deixou a maçonaria assim que foi declarado imperador e proibiu os trabalhos da organização no país, temendo que seu poder fosse contestado.



WINSTON CHURCHILL - 1874-1965



Primeiro-ministro britânico durante a 2ª Guerra Mundial, foi iniciado em 1901, aos 26 anos de idade, na loja maçônica Studholme, em Londres, quando já era parlamentar.



HUGO CHÁVEZ - 1954-



Iniciado por um guarda-costas, segue os passos de outros maçons históricos que ele adora citar em discursos, entre eles: Simon Bolívar, José Martí e San Martín.



NEIL ARMSTRONG - 1930-



O primeiro homem a pisar na Lua era maçom. Ele teria vestido seu avental sobre o traje lunar durante a missão da Apolo 11, mas não há provas de que isso realmente tenha acontecido.





Para saber mais

• Freemasons



H. Paul Jeffers, Kensington Publishing, 2005 (em inglês).





Por dentro do templo maçônico

Um passeio pela Grande Loja da Argentina de Maçons Livres e Aceitos, com explicação para tudo que você veria lá dentro

• ALTAR



Corresponde ao Santo dos Santos, o lugar mais sagrado do antigo Templo de Jerusalém. A poltrona central é usada apenas pelo venerável-mestre, que conduz os rituais.



• COMPASSO E ESQUADRO



Remetem ao tempo em que os maçons eram pedreiros. Por desenhar círculos perfeitos, o compasso representa a busca da perfeição. Já o ângulo reto do esquadro sugere honestidade. A letra “G” vem de God – “Deus” em inglês.



• SOL E CÉU AZUL



São vários os significados atribuídos ao Sol na maçonaria. Rente ao teto do templo, ele pode ser interpretado como conhecimento e esclarecimento mental ou intelectual. O céu azul simboliza a natureza e o Universo.



• CIÊNCIA, JUSTIÇA E TRABALHO



Os 3 adultos à esquerda, neste quadro do italiano Enrique Fabris, representam a ciência (ancião com a tocha da razão), a justiça (mãe carregando o filho) e o trabalho (homem vigoroso com ferramentas). A esfinge central refere-se à sociedade iniciática e o longo caminho a ser seguido pelo homem na busca do conhecimento. O Sol simboliza a natureza, presente em seus 4 elementos: água, fogo, ar e terra. Deles, apenas a água não pode ser dominada pelo homem – daí o mar revolto no quadro.



• AVENTAL



Símbolo de trabalho, ele protege o maçom e indica seu grau (na foto, Angel Jorge Clavero, grão-mestre da Loja Argentina de Maçons Livres e Aceitos). As luvas, sempre brancas, significam pureza, retidão moral e igualdade.



• ESTRELA DO ORIENTE



Com 5 pontas, ela simboliza o homem em seus 5 aspectos – físico, mental, emocional, intuitivo e espiritual. Ao fundo, observa-se a pirâmide com o olho que tudo vê, uma alusão a Deus.



• PISO XADREZ



Representa povos do mundo unidos pela maçonaria. Os triângulos e quadrados simbolizam a harmonia que pode existir na diversidade. Também sintetizam os contrários: Bem e Mal, corpo e espírito.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Elementos da Ciência Maçonica

http://andreia-andreiavieira.blogspot.com/

Alguns historiadores afirmam provir a Maçonaria dos antigos mistérios pagãos religiosos do velho Egito e da antiga Grécia. Outros admitem que ela tenha se originado por ocasião da cons­trução do templo de Jerusalém, no reinado de Salomão, rei dos israelitas (1082-975 a.C), e apontam como fundador, Hiram Abif, suposta arquiteto do citado templo.
A maioria dos escritores maçons, porém, é de opinião que a Maçonaria deve sua origem e existência a uma confraria de pedreiros, criada por Numa, em 715 a.C, que viajava pela Europa e mais tarde construiu basílicas. Com o passar dos tempos, porém, essa sociedade perdeu o seu caráter primitivo e muitas pessoas estranhas à arquitetura nela foram admitidas.
A maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si".
Sendo uma associação iniciática utiliza diversos símbolos, de entre estes alguns são conhecidos.
Cada Loja Maçônica é composta pelo Venerável Mestre (ou Presidente), que preside e orienta as sessões, pelo Primeiro Vigilante, que conduz os trabalhos e trata da organização e disciplina em geral e pelo Segundo Vigilante, que instrui os aprendizes. O Orador, que sumariza os trabalhos e reúne as conclusões é coadjuvado pelo Secretário, que redige as actas e trata da sua conservação e é responsável pelas relações administrativas entre a loja e a obediência e junto com o Venerável Mestre encontram-se a Oriente conjuntamente com o Venerável Mestre. O Mestre de Cerimônias, que introduz os irmãos na loja e conduz aos seus lugares os visitantes, e ajuda o Experto nas cerimônias de iniciação, o Tesoureiro, que recebe as quotizações e outros fundos da loja e vela pela sua organização financeira e por fim o Guarda do Templo (que nalguns Ritos e lojas é só externo noutros é externo e interno e ainda noutros ambos são ocupados por irmãos diferentes) e que vela pela entrada do Templo são outros oficiais igualmente importantes. Os cargos do Venerável Mestre ao Secretário são chamados as luzes da oficina.

A maçonaria universal utiliza o sistema de graus para transmitir os seus ensinamentos, cujo acesso é obtido por meio de uma Iniciação a cada grau e os ensinamentos são transmitidos através de representações e símbolos.
O nome "maçonaria" provém do francês maçonnerie ou do inglês masonry que significa "construção". Esta construção é feita pelos maçons nas suas Lojas (Lodges), alguns autores dizem que a palavra é mais antiga e teria origem na expressão copta Phree Messen (Franco-maçon), cujo significado é "filhos da luz".
Na Idade Média havia dois tipos de pedreiros; o rough mason (pedreiro bruto) que trabalhava com a pedra sem lhe extrair forma ou polimento e o Freemason (pedreiro livre) que detinha o segredo de polir a pedra bruta.
A maçonaria simbólica compreende três graus:
  • Aprendiz
  • Companheiro
  • Mestre

112.1 - OS RITOS:
 compostos por procedimentos ritualísticos, são métodos utilizados para transmitir os ensinamentos e organizar as cerimônias maçônicas.
De entre os principais, praticados no Brasil, destacam-se:
  • Rito Escocês Antigo e Aceito;
  • Rito de York;
  • Rito Schröder;
  • Rito Moderno;
  • Rito Brasileiro;
  • Rito Adonhiramita;
  • Rito Escocês Retificado.


Já em Portugal, os principais utilizados são:
  • Rito Escocês Antigo e Aceito;
  • Rito de York;
  • Rito Moderno;
  • Rito Escocês Retificado.

No mundo existiram mais de duzentos ritos, pouco mais de cinquenta são praticados actualmente, porém os mais utilizados são o Rito de York, o Rito Escocês Antigo e Aceito e o Rito Moderno (também chamado de Rito Francês ou Moderno na Europa), juntos estes três ritos detém como seus praticantes mais de 99% dos maçons operativos, outro tipo de Ritos maçônicos menos comuns destacam-se pela abordagem mais esotérica e espiritualista como é por exemplo o rito denominado por Rito de Memphis-Misraim.

112.2 - GRAUS:
A maçonaria é composta por Graus Simbólicos e Filosóficos, variando o seu nome e o âmbito de Rito para Rito.
A constituição dos três primeiros graus é obrigatória e está prevista nos landmarks da Ordem, são a saber, Aprendiz, Companheiro e Mestre.
O trabalho realizado nos graus ditos "superiores" ou filosóficos é optativo e de caráter filosófico.
Existem diversos sistemas de graus superiores, como o de 33 graus do Rito Escocês Antigo e Aceito, o de 13 graus do Rito de York e do Adoniramita, o de 7 graus do Rito Moderno e do Rito Escocês Rectificado.

 
A Maçonaria mantém a divisa  - Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
A maçonaria cuja origem se perde na noite dos tempos, teve sempre por especial escopo agremiar todos os homens de boa vontade que, convencidos da necessidade d e render sincero culto à virtude, procuram os meios de propagar o que a doce sã e moral nos ensina.
Ora, como esses homens desejam trabalhar nessa obra meritória, com toda tranquilidade, calma e recolhimento, reunem-se para isso nos Templos Maçônicos.
Três são as colunas imóveis que sustentam todo o edifício maçônico, significando as três poderosas forças da Natureza: Sabedoria, força e beleza.
As três luzes do templo: As 3 perguntas que são respondidas na câmara das reflexões são: A divindade, a Natureza e o Homem.
enfim as três pancadas dadas com o malhete para que se abrissem as portas do templo signifcam: - Buscai e dar-se-vos-á.
Autor: Raul Silva  
Os principais símbolos maçônicos, que devem ser conhecidos no Grau de Aprendiz, são os seguintes:

COMPASSO- Representa a Justiça, pela qual devem ser medidos os atos do homem: simboliza, também, o comedimento na busca, já que, traçando círculos, delimita um espaço bem definido, símbolo do todo, do Universo. No plano esotérico, o Compasso é a representação das qualidades espirituais e do conhecimento humano. No Grau de Aprendiz, os ramos do Esquadro cobrem as hastes do Compasso, mos­trando que a materialidade suplanta a espiritualidade, ou que a mente ainda está subjugada pêlos preconceitos e pelas convenções sociais, sem a necessária liberdade para pesquisar e procurar a Verdade.

ESQUADRO - Simboliza a Equidade, a justiça, a Retidão de caráter; esotericamente representa a matéria, ou o corpo físico. Retidão é a qualidade do que é reto, tanto no sentido físico quanto no moral e ético; assim, à retidão física, emanada do Esquadro, corresponde a retidão moral, caracterizada pelas ações de acordo com a lei, com o direito e com o dever, e a virtude de seguir retamente, sem se desviar, a direção indicada pela equidade. É a jóia-símbolo do Venerável Mestre.

CINZEL - Instrumento cortante numa das extremidades, usado por escultores e gravadores. O Cinzel é um dos símbolos específicos do Grau de Aprendiz, pois, sendo destinado ao esquartejamento da pedra (que transforma a pedra bruta e informe em pedra cúbica, usada nas construções) ele simboliza a Razão, a Inteligência, enquanto que esote­ricamente, é o físico, ou a matéria, sobre a qual atua o espírito, que é o Maço.

MAÇO ou MALHO - Instrumento utilizado para, atuando sobre o Cinzel, desbastar a pedra. Simboliza a Força de caráter a serviço da Razão e da Inteligência (representados pelo Cinzel). Do ponto de vista místico, é o espírito atuando sobre a matéria. Também é um símbolo específico do Grau de Aprendiz.

RECUA - Haste de madeira ou metal dividida em 24 partes; cada parte corresponde a uma polegada. Necessária para marcar os limites do esquadrejamento da pedra para que as suas bordas sejam retas, simboli­za um caminho retilíneo a seguir, com uma conduta reta, sempre à fren­te. É o emblema da disciplina, da moral, da exatidão e da justiça. Também é um símbolo do Grau de Aprendiz.

NÍVEL - Instrumento para comprovar a perfeita horizontalidade da superfície, simboliza a Igualdade. O Nível maçônico é uma combina­ção de Nível e Prumo, com o formato de um Delta ou de uma letra A, de cujo centro pende um fio vertical, o qual, se a superfície não for perfeita­mente horizontal, se deslocará para um dos lados. O Nível está presente na saudação do Grau, no movimento horizontal da mão direita até o ombro direito. E a jóia do Io Vigilante.

PRUMO - Instrumento usado para medir a perfeita verticalidade de uma superfície, é o símbolo da profundidade do Conhecimento, da Retidão e da Justiça. Representa, também, o Equilíbrio, ou Estabilidade, quando perfeitamente a Prumo. Está presente na saudação do Grau, no movimento vertical da mão direita ao longo do tronco. É a jóia do 2° Vigilante.

PEDRA BRUTA - Objeto de trabalho do Aprendiz, deve ser desbastada e esquadrejada para se transformar em Pedra Cúbica, polida e regular. Simboliza o próprio Aprendiz no seu esforço para se aper­feiçoar e polir seu caráter, a sua retidão e a sua integridade; é, enfim, o próprio símbolo de seu aperfeiçoamento na Maçonaria.

DELTA RADIANTE - O Delta, ou Triângulo Eqüilátero, é o símbo­lo das tríades divinas. O Delta maçônico, além dessa representação, tem, no seu interior, as letras do nome hebraico de Deus, embora também seja usado o Olho Onividente, que o assimilam ao olho da Sabedoria de Horus. O Delta simboliza a Sabedoria Divina e a presença de Deus. O Delta é o símbolo máximo presente em um Templo.

LIVRO DA LEI - Simboliza a Lei Divina. Quando da Cerimônia da Abertura do Livro e leitura de um trecho, espiritualiza-se a Loja e seus presentes.

SOL - Desde os mais remotos tempos, o Sol é o símbolo da Luz. Para a Maçonaria a Luz é a do Conhecimento, do esclarecimento mental e intelec­tual. O Sol deve estar presente na decoração do Templo, no teto, mostrando a Luz que vem do Oriente. Presente também no retábulo do Oriente, ladeando o Deita, junto com a Lua, estará do lado em que fica Orador, pois, na corres­pondência cósmica dos cargos em Loja, o Orador simboliza o Sol, pois dele emana a Luz, como Guardião da Lei.

LUA - Cultuada, desde a mais remota antiguidade, como a mãe universal, o princípio feminino que fertiliza todas as coisas, representa a alma. Suas forças são de caráter magnético e, portanto, opostas às do Sol, que possuem caráter elétrico. A Lua deve estar representada na parte Ocidental do teto dos Templos, em meio às trevas, em oposição ao Sol, que está no Oriente, para mostrar a escalada iniciática do Obreiro, das trevas em direção à Luz. Também pode estar presente no retábulo do Oriente, junto com o Sol, ladeando o Delta do lado em que ficar o Secretário, já que o titular desse cargo, na correspondência cósmica dos cargos em Loja, representa a Lua porque ele reflete, nas atas, a luz que vem do Orador, personificação do Sol.

PAVIMENTO MOSAICO - De origem sumeriana, simboliza, com seus quadrados brancos e negros, os opostos na vida do homem: a boa e a má sorte, a virtude e o vício, a riqueza e a miséria, a alegria e a tristeza, etc. Representa a mistura de raças, das condições sociais e do dualismo.

ESPADA - Instrumento de ataque e defesa é mais própria do Cobridor do Templo, o qual, simbolicamente deve usá-la para proteger o recinto con­tra eventuais intrusos. É o símbolo da combatividade do homem em defesa de seus domínios. Nas mãos do Venerável Mestre, a Espada Flamejante, simboliza o poder de que está revestido para "criar" e "construir" Apren­dizes, Companheiros e Mestres.

CORDA DE OITENTA E UM NÓS - É um adorno encontrado no alto das paredes verticais, com um nó central acima da cadeira do Venerável Mestre, tendo de cada lado quarenta nós, que se estendem pelo Norte e pelo Sul, terminando, seus extremos, em ambos os lados da porta Ocidental de entrada, em duas borlas representando a Justiça (ou Equidade) e a Prudência (ou Moderação). Essa abertura na corda significa que a Maçonaria é dinâmica

E progressista, estando, portando, sempre aberta às novas idéias que possam contribuir para a evolução do homem e para o progresso racional da humanidade.

ESCADA DE JACOB -Trata-se da alusão bíblica à escada que Jacob teria visto em sonho. Símbolo da via ascendente até o céu. Através das três virtudes: Fé. Esperança e Caridade.

COLUNAS ZODIACAIS - Os signos zodiacais, assim como todos os mitos solares e agrários da antiguidade, representam a morte e a ressurreição anual da natureza. Por isso, eles simbolizam o Iniciado, desde que, como candidato, ele é encerrado na Câmara de Reflexão -representado por Áries, passo iniciai da renovação da natureza peio Fogo, simbolizando o fogo interno, o ardor do candidato à procura da Luz - até ao acme da sua caminhada maçônica, quando recebe o Grau de Mestre - representado por Peixes, a total renovação da natureza, a volta do Sol e da vida, pronto para mais um ciclo. Os signos relacionados com o Grau de Aprendiz são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão e Virgem.

PAINEL - O Painel Simbólico da Loja de Aprendiz, mostra o pórtico e as colunas vestibulares, simbolizando a entrada no Templo; a Pedra Bruta, a Pedra Cúbica e a Prancha de Traçar, símbolos dos três Graus simbólicos: Aprendiz, Companheiro e Mestre, respectivamente; o Compasso e Esquadro entrecruzados, o Nível e o Prumo, simbolizando as três luzes da Oficina: Venerável Mestre, I ° e 2° Vigilantes, respectiva­mente; o Maço e o Cinzel, instrumentos de trabalho do Aprendiz no desbastamento da Pedra Bruta; três janelas simbolizando a marcha do Sol; a Corda de Nós; e uma Orla Dentada, enquadrando todo o conjunto, simbolizando os opostos.

COLUNAS GREGAS - As três colunas, das três ordens arquitetônicas gregas (Dórica, Jônica e Coríntia) são as que, simbolicamente, sustentam a Loja de Aprendiz, sendo, por isso, assimiladas ao Venerável Mestre e aos Vigilantes. A coluna Dórica, a mais forte, sem base e com um capitel simples, mas de alta plasticidade era a personificação da Força do homem, sendo, por isso, assimilada pelo Io Vigilante, responsável pela Coluna da Força. A coluna Jônica, mais esbelta, com uma base e um capitel trabalhados, com quatro voltas era a representação da Sa­bedoria, sendo, portanto, assimilada pelo Venerável Mestre, personificação da Sabedoria. A coluna Coríntia, com um capitel de maior beleza plástica é a representação da beleza, sendo assimilada pelo 2° Vigilante, responsável pela Coluna da Beleza.

Ir.-. Arnaldo Sato

Bibliografia:
- Cartilha do Aprendiz -José Castellani - Ed. "A Trolha" - 1992.
- O Aprendizado maçônico - Rizzardo da Camino - Ed. "A Trolha" - 1993.
- O Aprendiz Maçom, As Benesses do Aprendizado Maçônico - Rizzardo da Camino -Ed. Madras - 2000.
112.4 - SÍMBOLOS:
Outro conceito dos símbolos mais importantes:
ACÁCIA (do grego Akakia, árvore que significa a inocência) representa a inocência ou pureza, a segurança e a certeza. Foi um ramo de acácia que os companheiros de Hiram Abiff encontraram no seu túmulo improvisado. Corresponde à murta de Elêusis, ao visco dos Druidas e ao buxo dos Cristãos.
AÇO símbolo da força
ÁGUA TOFANA símbolo do desprezo dado ao maçom que não cumpre o seu dever
ALAVANCA emblema da força moral, da perseverança, do poder da vontade; um dos instrumentos simbólicos, passivos, do grau de Companheiro, que deve ser associado à régua, instrumento ativo
AMPULHETA emblema do tempo e da morte.
ÂNCORA emblema da esperança, uma das virtudes necessárias ao aperfeiçoamento
do homem e da estabilidade
ANEL emblema da aliança, do acordo firmado entre partes
ÂNGULO RETO símbolo da virtude e da conduta do bom maçon. A posição dos pés, estando à ordem, no grau de Aprendiz, é em ângulo reto e assim também deve ser o seu passo
ARCO-ÍRIS símbolo da aliança entre Deus e o homem
AVENTAL: elemento principal e essencial das insígnias maçônicas, símbolo do trabalho, tanto físico, como intelectual e moral. O avental é geralmente composto por um retângulo (alusivo à forma do Templo de Salomão), a que se sobrepõe uma abeta triangular. No 1º grau (Aprendiz), a abeta acha-se levantada, ao passo que em todos os demais
graus, ela se dobra para baixo. O rectângulo do avental pode também mudar de forma, nomeadamente para hexágono e para semicírculo. As suas dimensões, cores e decorações variam com os graus, as funções, os ritos, as obediências e a própria história.
AZEITE símbolo da paz, da caridade, da abundância e da fecundidade. Pode ser usado como combustível na iluminação das lojas, em vez das velas e dos círios
BALANÇA símbolo da Justiça
BILHA DE ÁGUA Simboliza a hospitalidade e a frugalidade que devem caracterizar o maçom
BOI símbolo da força e do trabalho
CHAVE símbolo da fidelidade e da discrição e, como tal, emblema do Tesoureiro de todas as lojas e ritos
CINZEL símbolo do discernimento e dos conhecimentos adquiridos mas, também, da força, da tenacidade e da perseverança. O seu uso representa, para o Aprendiz, o aperfeiçoamento e o conhecimento de si próprio. Representa o passivo, indissociado do malhete, o ativo
CÍRCULO símbolo da livre criação, do infinito e do universo, visto não ter começo nem fim e resultar apenas de um ponto central (o homem), que o traça utilizando um instrumento (o compasso) cujo raio é o limite dos seus conhecimentos, da sua iniciativa e da sua ousadia
COLMÉIA símbolo do trabalho coletivo e da solidariedade; como tal, simboliza o trabalho maçônico
COLUNAS J e B: símbolos dos limites do mundo criado, da vida e da morte, do elemento masculino e do elemento feminino, do ativo e do passivo, significam, respectivamente, Jokin e Bohaz
COMPASSO símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as lojas
CORAÇÃO símbolo do amor altruísta e da fidelidade
CORDA símbolo da humildade e da escravidão em que se encontra um candidato a determinado grau, até o receber
CORDÃO também chamado cordão nodoso e cordão do amor, corda com 12 nós e borlas nas extremidades, que se coloca em geral ao longo da parte superior de qualquer templo, junto ao tecto. Simboliza a união fraterna entre maçons, a cadeia de união que os liga indissoluvelmente. Os 12 nós aludem aos 12 signos do Zodíaco, haja vista que o cordão, delimitando e rodeando o templo, se interpreta também como a eclíptica desse mesmo universo. Simbolizam igualmente os marcos ou pilares que fazem conservar no seu lugar certo os elementos do templo e, por extensão, os componentes do universo
COROA símbolo da majestade, do poder, da glória e do triunfo.
CRUZ símbolo do cosmos, pela combinação do horizontal com o vertical e, por analogia, do próprio templo; do ponto de vista cristão, simboliza a imortalidade e a ressurreição; os quatro elementos (ar, água, fogo e terra)
CUBO isoladamente, o cubo simboliza a estabilidade; maçonicamente, simboliza, além disso, a obra-prima que o Aprendiz deve começar a preparar, trabalhando na pedra bruta e, portanto, a perfeição, a realização espiritual e de si mesmo. Associado à esfera, o cubo simboliza a totalidade das coisas, o universo, representando ele próprio a Terra. Associado à pirâmide quadrangular, o cubo simboliza a pedra por excelência
DELTA: triângulo luminoso, símbolo da força expandindo-se; distingue o Rito Escocês
ESFINGE Emblema do segredo maçônico e a quádrupla divisa exigida ao maçom "saber" (cabeça humana), "ousar" (garras de leão), "poder" (corpo de leão ou de touro) e "calar" (mutismo da expressão) - os quatro pilares do templo de Salomão
ESPIGA Símbolo da fecundidade e da universalidade do espírito, bem como da indestrutibilidade da vida
ESQUADRO: Resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e também da ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo. Significa que devemos regular a nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçônica. Emite a ideia inflexível da imparcialidade e precisão de carácter, simboliza a moralidade
FERRO símbolo dos trabalhos do mundo
FIO DE PRUMO tal como na Maçonaria operativa o fio de prumo serve para verificar a vertical correta de qualquer lugar, a na Maçonaria especulativa o fio de prumo simboliza a profundidade e a retidão do conhecimento, sem quaisquer desvios. E tal como, entre pedreiros, o fio de prumo, associado ao nível e ao esquadro, permite construir com perfeição um edifício, da mesma forma, entre os pedreiros-livres, aqueles objetos são indispensáveis à perfeição do indivíduo. O fio de prumo é o elemento ativo, de movimento e ação, que se associa ao nível, elemento passivo, de inércia e repouso
FLOR As principais flores usadas na simbologia maçônica são:
Flor (amarela) da acácia - emblema da imortalidade da alma e da luz, sendo os espinhos emblema dos raios do Sol
Cravo (vermelho) - emblema do Amor, muitas vezes oferecido pelos maçons às pessoas que amam
Rosa (vermelha) - mesmo significado do cravo vermelho; significa também paixão, dor e martírio
Rosa (combinada com a cruz) - símbolo do Homem-Deus que existe em cada homem
Rosa (branca) - emblema da alegria e pureza
Rosa (amarela) - emblema da união
Rosa (negra) - emblema do silêncio
Lis (vermelho) - emblema da realeza e da autoridade
FOGO símbolo que representa a fonte de energia necessária a qualquer grande obra, o amor profundo pelo próximo e o ardor ou entusiasmo por tudo o que é nobre e generoso. Na cerimônia da Iniciação, representa a purificação espiritual.
FOICE emblema do tempo e da morte.
GALO símbolo da ousadia e da vigilância, da representação do mercúrio
INCENSO símbolo da pureza de intenções, o incenso, ao lado de outros perfumes, pode utilizar-se em cerimonias variadas
LÁGRIMAS símbolo de luto e de tristeza
LÂMPADA símbolo de fonte de luz
LEÃO símbolo da força, do valor e do carácter
LUVAS emblema da pureza, quer no sentido lendário, de não participação no assassínio de Hiram, quer no sentido moral, de não participação nos vícios do mundo profano, as luvas brancas são um dos elementos do vestuário maçônico, usadas na maioria dos graus.
LUZ conhecimento que se recebe ao entrar na Maçonaria, quer do ponto de vista racional e moral, quer simbólico, e cuja intensidade aumenta à medida que se sobe na hierarquia dos graus. A luz maçônica opõe-se às trevas do mundo profano
MACHADO símbolo do poder, da vontade, da autoridade e da destruição da ignorância.
MALHETE pequeno martelo, emblema da vontade ativa, do trabalho e da força material; instrumento de direcção, poder e autoridade
NÍVEL ferramenta utilizada na Maçonaria operativa e, simbolicamente, pela Maçonaria especulativa também. Servindo para reconhecer se um plano é horizontal e sem acidentes, simboliza a igualdade social, indicando que os direitos dos homens são os mesmos
OLHO o olho inscrito no delta ou triângulo luminoso simboliza o Sol visível, fonte de luz e da vida; simboliza igualmente o Verbo, o princípio criador, a presença omnisciente de Deus, a omnisciência da razão superior, omnisciência do dever e da consciência. Corretamente desenhado, o olho não deve ser direito nem esquerdo, mas impessoal e abstrato
OLIVEIRA símbolo da vida e da prosperidade na paz vitoriosa
OSSOS emblema da morte, da degradação e da renúncia. Na Câmara de Reflexões, indicam ao futuro maçom que se deve desprender das ossadas terrenas, da putrefacção do túmulo, para nascer de novo
PÃO emblema do alimento do espírito (com sal), da hospitalidade e (com a água) da frugalidade, existente na Iniciação para meditação do candidato a maçom. Indica-lhe a simplicidade que deverá nortear a sua vida futura
PAVIMENTO EM MOSAICO chão em xadrez de quadrados pretos e brancos, com que devem ser revestidos os templos; símbolo da diversidade do globo e das raças, unidas pela Maçonaria; símbolo também da oposição dos contrários, bem e mal, espírito e corpo, luz e trevas
PEDRA BRUTA símbolo das imperfeições do espírito do profano que o maçon deve procurar corrigir e, também, da juventude, caracterizada pelo domínio das paixões e dos impulsos, a pedra bruta apresenta-se como um bloco tosco de pedra colocado junto da coluna dos Aprendizes. A tarefa destes últimos consiste em desbastá-la até à conversão em pedra cúbica, isto é, em aperfeiçoarem o espírito e em saberem controlar as paixões
PEDRA CÚBICA símbolo da obra-prima que o Companheiro deve procurar realizar pelo aperfeiçoamento de si mesmo e o controle das paixões e dos impulsos, e também símbolo da idade madura, mais serena e calma, a pedra cúbica apresenta-se como um bloco de pedra bem talhada e polida, colocada junto à coluna dos companheiros. A sua forma termina, geralmente em pirâmide. Na pedra cúbica estão, muitas vezes, inscritos emblemas diversos da ciência
maçônica
PENTAGRAMA estrela pentagonal, também chamada pentalfa, é o emblema da natureza e do homem que nesta se insere. As cinco pontas iguais correspondem à cabeça e aos quatro membros do ser humano. Colocada na parede do Oriente das lojas simbólicas, por cima da cadeira do Venerável
POMBA emblema da força da natureza ou da virgindade
PONTE símbolo da livre passagem
PUNHAL instrumento de vingança simbólico contra os traidores
RAIOS os raios que saem do delta resplandecente simbolizam a glória divina ou, num sentido racionalista, a glória da razão e da verdade
RÉGUA Instrumento ativo, simboliza a retidão, a precisão na execução, o método, a lei justa, o aperfeiçoamento de toda a construção. Simboliza ainda o infinito, visto permitir traçar a linha reta, sem princípio nem fim. Associa-se à alavanca, instrumento passivo
SAL símbolo da hospitalidade, da ponderação e da estabilidade que devem caracterizar o maçom
SANGUE símbolo do sacrifício e da punição
SOL símbolo da luz, tanto física como espiritual e, também, da vida, da saúde, do equilíbrio, da força, do pólo activo. O Sol desempenha um papel de relevo na emblemática maçônica, estando presente na decoração das lojas, no painel do Aprendiz, na linguagem e no conteúdo dos rituais, na fixação das grandes festividades
TEMPLO simbolicamente, o templo é o objetivo da construção do maçom e do trabalho da Maçonaria. Representa, assim, o Homem perfeito, a Humanidade ideal do futuro e, por extensão, a paz, a harmonia, a liberdade, a igualdade e fraternidade, o bem, em suma, o conjunto de todas as virtudes maçônicas. Simultaneamente, microcosmo e macrocosmo, as dimensões do templo são infinitas: do ocidente ao oriente, do setentrião ao meio-dia, do nadir ao zênite
VINHO símbolo da inteligência

112.5.1 - OPERATIVA: Os antigos maçons trabalhavam no sentido operativo, a arte útil, cuja intenção é proteger e servir à conveniência  do homem e a gratificação de suas necessidades físicas.
Autor: Albert G. Mackey
Os indiferentes segundo Geraldo Encausse (PAPUS), estão na Franco-maçonaria um meio de ajudar e ser ajudado. Para eles é uma sociedade como outra qualquer, mais prática sobretudo.

112.5.2 - ESPECULATIVA: A outra é de caráter investigativo, ciência profunda esotérica que estuda a ciência oculta da alma, do universo e que estudo o além do plano físico. Justamente é a simbologia o elo de ligação entre essas duas Maçonarias.
Autor: Albert G. Mackey
Segundo Geraldo Encausse (PAPUS), a maçonaria pode dividir-se em duas categorias: Os que buscam instruir-se e compreender, e os indiferentes.

112.6 - ELEMENTOS DA CIÊNCIA MAÇONICA:
Dentro da história prática os primeiros centros de estudos maçônicos elevados, foram criados na França pelos Alquimistas, místicos adeptos das ciências ocultas: Iluminados de avinhão, Rosa-cruzes, Teósofos, Cristãos, martinistas.
Os elementos dessa ciencia se encontram:
Nos símbolos: Cifras e números simbólicos, ternário, quaternário, setenário, etc.
Nas figuras: Triangulos, estrelas (pentagrama), painel das lojas.
Nas Lendas: Lenda de Hiram, lenda de Salomão, INRI, História de J.B. Molay.
Nos Utensílios: Malho, nível, régua, esquadro, compasso, pedra cúbica, espadas, punhais, etc.
Nas Palavras: Palavras de passes hebraica e latinas, expressões na língua profana do iniciado.
Nos Sinais: Senhas e Toques de cada grau.
Nas Jóias e decorações: Jóias, flâmulas.
Na Linguagem escrita: Com caracteres especiais e secretos segundo os graus.

112.7 - O GRAU DO APRENDIZ:
Detalhes que o profano deve deixar de lado, se despojar de objetos que traga como objetos de  metal, carteira, decorações, adornos, etc.
O postulante a aprendiz deve enfrentar toda a decoração mortuária em sua iniciação simbólica dentro da CÂMARA DE REFLEXÃO.
Essa cerimônia consiste em alertar ao postulante que ele deve ser desprendido de todas as coisas terrenas e passageiras, ao se desprover de seus bens materiais deve entender que o dinheiro é um MEIO e não um FIM.
o POSTULANTE  é levado a câmara de reflexões com os olhos vendados e somente ali dentro da câmara ele tira a venda dos olhos, a partir daí ele escolherá se deve seguir ou recuar sua caminhada.

Pela natureza do local ele é propositalmente inteiramente sinistro, paredes negras, adornados de símbolos como:Foice, o Galo, frase vigilância e perseverança, caveiras, lágrimas desenhadas, ampulheta.
O galo significa que deve meditar, sobre o despertamento da consciência. Vigia os teus defeitos e buscas o auto-apefeiçoamento. O galo representa a luz do dia.
A foice significa a morte, inevitável, junto com a ampulheta são fatais em suas significações de que o tempo passa e não deves perder tempo. 
Dentre toda essa simbologia se destaca as palavras:
"se é curiosidade que te traz aqui volta!
Se temes ser descoberto sobre teus desejos sentir-se-ás mal entre nós!
Se és capaz de dissimulação, treme! Porque penetraremos e leremos o fundo do teu coração!
Se tens apego às distinções humanas, saes, porque não se conhece isso aqui!
Se tua alma sentiu medo, não vás mais longe!
Se perseveras, serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás a luz!".
O adepto deve ser modesto, deve morrer para o mundo material.
O postulante fica um bom tempo dentro da câmara refletindo sobre os objetos que vê, lê e observa durante sua incursão.
O postulante então deve responder a três indagações em seu testamento:
Qual são os deveres do homem com a sua pátria?
Qual são os deveres do homem para consigo mesmo?
Qual são os deveres do homem para com seus semelhantes?
Esse testamento, não é dos seus bens terrenos, mas filosófico, no qual ele deve renunciar sua vida passada...
 Autor: Henri Durville
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Outros graus e pormenores não vem ao caso explicitarmos aqui, já que a página atingiu seu propósito de explicar o que vem a ser a MAÇONARIA.

andreia caetano piumhi/mg

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