domingo, 17 de janeiro de 2010

Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

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 Liberdade, Igualdade e Fraternidade.



LIBERDADE.

Nada há mais de perigoso que esse conjunto de nove letras, porque, frequentemente, em nome da Liberdade, se cometem os mais hediondos crimes.
A Liberdade exige um conjunto de ações complementares.
Uma falsa Liberdade oprime e desajusta, desequilibra e desilude.
Como exemplos têm as Constituições dos países que se proclamam livres e que inserem no texto que, “todos são iguais”, com as mesmas oportunidades, o que não é exato.
Nem toda a população em idade escolar pode usufruir do ensino; nem todos os enfermos de atenções médicas; nem todos os que desejam trabalhar obtêm empregos; o lazer, a diversão não é distribuída equitativamente.
A igualdade fica na dependência dos recursos financeiros; assim um pobre que consegue apenas subsistir, porque ganha para a escassa alimentação, não pode fazer parte do “maravilhoso artigo constitucional de igualdade”!



                       O lema maçônico: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, são um todo; a Maçonaria envida todos os seus esforços para que seu lema se torne realidade e seja um “manto” para toda a humanidade.
Ainda, fora do aspecto social e político, o pensamento do ser humano deve ser Livre, a consciência e a espiritualidade não podem ter limites ou freios.
O conceito amplo de Liberdade vem descrito em dois documentos internacionais que merecem respeito e aplauso.
A Declaração dos Direitos Humanos, proclamada pelas Nações Unidas e a Declaração do Concílio Vaticano II: Dignitatis Hamanae.
O primeiro é de inspiração maçônica, o segundo, de inspiração evangélica.
A Maçonaria se preocupara com a Liberdade individual de seus filiados, com a liberdade grupal (da própria instituição) e com a Liberdade da Humanidade.

IGUALDADE:

As Constituições dos países considerados democráticos contêm um artigo que reconhece serem todos iguais perante a Lei.
Há, porém, distinções a fazer no terreno filosófico, pois a Maçonaria não considera todos os homens iguais entre si.
Existem, para ela, os Iniciados e os profanos.
Aqueles que “nascem de novo”, após a permanência na Câmara das Reflexões, não serão, obviamente, iguais aos demais.
Os seres humanos são iguais fisicamente, encontramos desigualdade na cor, nas feições, no desenvolvimento intelectual; os que possuem um físico sadio são diferentes dos enfermos; os subnutridos não são iguais aos normalmente desenvolvidos.
Esses aspetos, contudo, não têm significado maior.
A hierarquia maçônica não permite que todos os maçons sejam “iguais” entre si.





Apesar de ser inserida no lema da Revolução Francesa, o mundo ainda não conseguiu definir a Igualdade, como também a Liberdade.
Nossa Constituição afirma que todos são iguais perante a Lei. Contudo, um menos favorecido pela sorte não encontra vaga nos colégios para seus filhos; um pobre enfermo bate às portas dos hospitais em vão; não há oportunidade para o trabalho; o que é benesse ou benefício não é dado aos pobres.
Uma igualdade injusta não é igualdade.
O maçom deve cultivar a Igualdade como se fosse uma virtude!
As diferenças sociais ferem e aviltam.
A operosidade maçônica se detém, também, nesse campo.

FRATERNIDADE.

Do Latim “Frater”: irmão.
Fraternidade é uma associação fraterna, cujo objetivo é demonstrar que todos os homens podem conviver como se fossem irmãos na mesma carne.
Uma família numerosa, com muitos filhos, não constitui, necessariamente, uma fraternidade, mas apenas uma família.
A Fraternidade Maçônica, contudo, abrange tão somente os membros de uma Loja.
Maçonicamente, a Fraternidade apresenta-se de vários modos: A Fraternidade numa Loja; a Fraternidade numa Ordem; a Fraternidade Universal, também designada de Fraternidade Branca.
A Fraternidade Universal é constituída de maçons em vida e daqueles que já se encontram no Oriente Eterno, ou seja, daqueles que já desencarnaram.
O candidato que passa pela Iniciação Maçônica ingressa, após a sua aclamação em Loja, à Fraternidade Maçônica de modo permanente.

 


                       A Fraternidade implica obrigações e direitos; a parte ética é muito importante,
São admitidas pequenas “rusgas”, como sucedem dentro de uma família, mas apenas quando não são graves.
Já as obrigações mútuas de amparo são essenciais, ou seja, no mestrado, quando o maçom dá o “sinal de socorro”, toda a Fraternidade Maçônica, visível ou invisível, tem a obrigação de socorrer, assim como todo o aflito tem o “direito” de receber o auxilio invocado.

A Fraternidade é uma das bases mais pujantes da Ordem Maçônica.
Eis alguns aspectos da Filosofia Maçônica:

1-                                                        A Filosofia Maçônica separa o valioso do sem valor nas doutrinas e sistemas que a História conheceu; o permanente, constante, do arcaico, e o proveitoso para o homem e a sociedade do inútil para ele.
2-                                                        2- A Filosofia Maçônica coloca o homem no centro de sua preocupação e trabalha pela crescente melhora de suas condições vitais.
3-                                                        A Filosofia Maçônica nos incita a procurar para o homem a dignidade, o decoro, a consideração e o respeito à sua personalidade, cinzelada nas contingências da vida, enquanto ele se desenrola em torno de um temperamento, de uma vontade, uma inteligência e uma vocação.
4-                                                                                                                A Filosofia Maçônica deseja que o ser e a existência do homem girem em torno de três valores superiores que a História destacou como as maiores conquistas da humanidade: LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE. Ela pondera mais que nenhuma outra, dentre as três, a FRATERNIDADE, pela transcendência e os benefícios que implica e abarca tanto na esfera individual como no coletivo.
5-                                                        A Filosofia Maçônica quer defender o homem da ignorância e da incultura, dos temores e das necessidades, da exploração e das injustiças, do fanatismo do dogma, dos tabus, sobretudo, da opressão e das tiranias interiores e exteriores de qualquer classe.
6-                                                        A Filosofia Maçônica que fazer sentir e segurar e incorporar a seu ser e existência esta noção da independência, da interação, da intercomunicação dos indivíduos e dos grupos e dos povos da humanidade. Ao procurar-lhe esta consciência está fundamentando a FRATERNIDADE humana, a paz e a solidariedade.

A tarefa essencial da filosofia maçônica é irradiar a luz de nossos princípios e de nossos hábitos para melhorar a condição humana.
Mais do que monovalente, ou seja, de uma só linha, de uma só raiz, ela é polivalente.
Tem vertentes, então, que a alimentam e ela se reparte como um delta no mundo profano.
É tradicionalista e às vezes progressista; isto parece um paradoxo, mas não o é; tradição é conservar o melhor do passado. Ela não é o ensinamento de um conjunto de normas e princípios; nem um pensar exclusivo e excludente; é uma reflexão da vida e para a vida.


Meus prezados Irmãos queiram me desculpar a forma com que apresentei este meu trabalho, no entanto, dado a minha condição de Aprendiz, tive que pesquisar nos autores e suas obras que abaixo mencionarei.
Ficarei envaidecido e grato se, algum Irmão aqui presente me instruísse com mais sabedoria e propriedade a Filosofia dessa ARTE REAL.

Fontes pesquisadas:

Fundamentos da Maçonaria – Joaquim Roberto Pinto Cortez. – Editora Madras.
As Origens da Maçonaria – David Stevenson – Editora Madras.
Dicionário Maçônico = Rizzardo da Camino – Editora Madras.


 andreia caetano piumhi/mg

sábado, 16 de janeiro de 2010

maçons ilustres

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A Maçonaria

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sobre Cultura Por Robson Moura Assinar feed do autor



A Maçonaria é uma Instituição secular cuja origem se perdeu nas brumas dissipadas pela tenualidade do tempo, mesmo assim deixou pegadas em toda a extensão da história do homem. Ela é essencialmente filantrópica, filosófica visando à educação e o progresso do homem na sociedade. Foi denominada por muito tempo como Franco-Maçonaria. Por sua institucionalização e grande aceitação na França.
Começou a ganhar “status” como Sociedade Secreta com os mestres de obras das catedrais medievais, construtores que trabalhavam ao ar livre. Com sua arte esses construtores se notabilizaram por toda a Inglaterra, construindo castelos, palácios, igrejas e passaram a ser chamados como Free-stone mason.

Passa a ser organizada as associações de pedreiros livres, com suas normas e regras. No início era uma associação voluntária de homens livres, que ao se relacionarem com nobres e aristocratas, cresce tanto que passam a usá-la contra os abusos e desmandos da época, por não poderem ser identificados sua origem se perde na Idade Média. Para Nut-sa-Tefnut, 2001, p.1:
“Não possui a Maçonaria leis gerais nem livro santo que a definam ou obriguem todo o maçom através do mundo; não sendo uma religião, não tem dogmas. Em cada país e ao longo dos séculos, estatutos numerosos se promulgaram e fizeram fé para comunidades diferentes no tempo e nos costumes. Mas a Maçonaria possui certos números de princípios básicos, aceitos por todos os irmãos em todas as partes do mundo. É essa aceitação, aliás, que torna possível a fraternidade universal dos maçons e a sua condição de grande família no seio da Humanidade, sem que, no entanto, exista uma potência maçônica à escala mundial nem um Grão-Mestre, como que um Papa, que centralize o pensamento e a ação da Ordem.”.
Em sistema de conduta moral prega ao iniciado a necessidade de desenvolver capacidade para vencer suas paixões, dominar seus vícios, ambições, o ódio, os desejos de vingança, e tudo o que oprime a alma do homem, tornando-se exemplo da liberdade, igualdade e fraternidade. São milhões de membros em todo o mundo.
A Palavra Maçonaria vem provavelmente do francêsMaçonnerie, que significa uma construção qualquer, feita por um pedreiro, o maçom. Assim é essencial que o homem consiga na sua vida edificar sua moral, sua família, sua profissão como maçom, na construção também de seu edifício interior.
Segundo o dicionário Luft, p. 396: profanamente Maçom é o“Membro da Maçonaria; pedreiro-livre.” E vem da palavra Maçono mesmo dicionário que significa: “Espécie de martelo de madeira usado por carpinteiros, calceteiros, escultores, [...] Porção de coisas do mesmo gênero, atadas, juntas, contidas no mesmo invólucro; pacote; feixe.”
A palavra maçom vem gramaticalmente do radical da palavra MAÇO, que significa essa espécie de martelo de madeira usado por carpinteiros, calceteiros e escultores no passado. Hoje esses profissionais usam o cinzel.  Também significa essa porção de coisas juntas ou contidas no mesmo invólucro; pacote; feixe. Todos os maçons são parte de um grande feixe, de uma grande obra que alguns nem sabem como divisarem nesta infinidade que é o conhecimento humano. Ser maçom não é ser qualquer coisa em relação a uma espécie a que pertence. Ser maçom é fazer maçonaria que nos remete a uma frase perdida no tempo sem autoria definida Ser maçom é um motivo de orgulho.
Esse maçom membro da maçonaria tem que ser um aluno fiel e estudioso dos ensinamentos maçônicos, tem que querer evoluir. Pois a maçonaria, em sua filosofia trata da essência, propriedade e efeitos das causas naturais. Investiga as leis da natureza e relaciona as primeiras bases da moral e da ética pura. Não tem por princípio obter lucro pessoal de nenhuma classe, ao contrário, suas arrecadações e seus recursos servem ao bem estar do homem – seu semelhante, sem distinção de nacionalidade, sexo, religião, ou raça. Buscando a elevação espiritual e a tranqüilidade de consciência. Assim afirma Nut-sa-Tefnut, 2001, p.1:
Simbolicamente, o maçom vê a si mesmo como uma pedra bruta que tem de ser trabalhada, com instrumentos alegóricos adequados, para convertê-la em um cubo perfeito, capaz de se encaixar na estrutura do templo do Gr.·.Arch.·.do Un.·.. ”.
A maçonaria, não é uma religião e muito menos uma seita, é umasociedade de homens de bem, porém é Progressista sim, pois parte do princípio da imortalidade, da crença em um princípio criador e regulador do todo. Um Ser Infinito e conhecido como GADU – O Grande Arquiteto do Universo que é DEUS nas religiões – daí poder ser taxada de religiosa não de religião. Não se prende a Dogmas, nem Fundamentalismos, nem Prevenções, ou muito menos Supertições. Por isso o Maçom nunca se oporá aquele que quer e deseja buscar a verdade.
A Maçonaria hoje é uma construtora de indivíduos, que evoluem e se tornam homens iguais e fraternos. Todo maçom por natureza se dedica a paz, a liberdade. Para a Maçonaria é dever do homem: “Respeito a Deus, amor ao próximo e dedicação à família”. Ela cria na mente do maçom a necessidade de fazer o bem em seu mais amplo sentido, cumprir os deveres para com a sociedade. Primar pela Ciência – Justiça – Trabalho para dignificar a existência humana e criar uma consciência reflexiva no homem no campo filosófico, filantrópico e progressista. Para Nut-sa-Tefnut, 2001, p.2:
A transmissão dos preceitos Maçônicos se faz através de cerimônias, ricas em alegorias, que seguem antigas e aceitas formas, usos e costumes, que remontam às Guildas dos construtores de Catedrais da Idade Média, usando inclusive as mesmas ferramentas do Ofício de pedreiro. Este aprendizado passa pela necessidade de todo iniciado controlar as suas paixões, de submeter sua vontade às Leis e princípios morais, amar a sua família e à sua Nação, considerando o trabalho como um dever essencial do Ser Humano.”.
Ter princípios é seguir as regras, ter preceitos. Ter preceitos é seguir uma doutrina um ensinamento e na maçonaria são três os princípios maiores. A liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos, sejam eles instituições, raças ou nações; A igualdade de direitos e obrigações dos seres e grupos, sem distinguir religião, raça ou nacionalidade.
A fraternidade de todos os homens, já que somos todos oriundos de um mesmo criador, seres humanos fraternos e irmãos. Ser maçom é ter sempre na mente o lema do verdadeiro maçom: A Ciência, para esclarecer os espíritos e elevá-los; aJustiça para equilibrar e enaltecer as relações humanas; OTrabalho, por meio da qual os homens se dignificam e se tornam independentes economicamente. Ser maçom é ser verdadeiro em todas as situações, examinar sempre a moral e praticar as virtudes. Cavando cada vez mais masmorras ao vício tornando-se um templo vivo e verdadeiro para uma sociedade mais justa.

Ilustres Maçons:

Voltaire
Goethe
Lessing
Beethoven
Haydn
Mozart
Frederico O Grande
Napoleão
Garibaldi
Byron
Lamartine
Hugo
Castellar
Mazzini
Espling
Washington
Pe Miranda
San Martin
O’Higgins
Bolivar
Marti
Benito Juares
Dom Pedro I

Presidentes da República do Brasil:

Deodoro da Fonseca
Floriano Peixoto
Prudente de Morais
Manoel Ferraz de Campos Salles
Nilo Peçanha
Hermes da Fonseca
Wenceslau Pereira
Washington Luiz Pereira
Nereu Ramos
João Café Filho
Jânio Quadros

Maçons Ilustres do Brasil:

Antonio Carlos Ribeiro de Andrade
Barão de Cotegibe
Cons. João Alfredo
Marques de Sapucai
Casimiro de Abreu
Domingos José Martins
Pe Diogo Feijó
Sen. Evaristo da Veiga
Acaíba Montezuma
Frei Francisco de Santa Tereza
Frei Monte Alverne
Frei Joaquim do Amor Divino Canéca
José Bonifácio de Andrada e Silva
Joaquim Gonçalves Ledo
Conego Januário da Cunha Barbosa
Joaquim Nabuco
Duque de Caxias
Gen. Osório
Barão do Rio Branco
Visconde de Taunay
Padre José de Santa Rita
Emiliano Perneta
Benjamim Constant
José do Patrocínio
Eusébio de Queiróz
Alguns deles você encontra em nossas Biografias
A Maçonaria respeita as opiniões políticas, as crenças religiosas de todos os homens é uma instituição extremamente tolerante, prega essa tolerância em função da liberdade do homem. Por isso combate a ignorância, a surpetição e o fanatismo. É uma sociedade, não é secreta, pois é amplamente divulgada e conhecida, é registrada como uma sociedade nos vários países que atua e recebe a concessão de Personalidade Jurídica. Hoje existem escritos sobre seus princípios em todos os meios de comunicação. Seu único segredo é o meio de reconhecimento entre irmãos, que só se conhece entrando na instituição. Reconhecer uma pessoa como irmão, poder praticar a verdadeira amizade. O respeito ao ser humano independente se sua fortuna e de seu posto na sociedade, interpretar seus símbolos e o ensinamento para bem viver só iniciando em seus sagrados mistérios.

Referência Bibliográfica:

MACHADO, José Alfredo. Maçonaria. SINDIGRAF, Maceió/AL.
Folheto: O que é Maçonaria do Grande Oriente do Estado de Alagoas, Abril de 2001.
NUT-SA-TEFNUT, Soror. Introdução à Maçonaria. 2001.



andreia caetano piumhi/mg

sábado, 9 de janeiro de 2010

sociedadessecretas

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Sociedades secretas

Rituais estranhos e códigos que os integrantes devem levar para o túmulo fazem parte das organizações mais misteriosas do mundo. Conheça as principais

por Cíntia Cristina da Silva
A trama de O Código Da Vinci, o maior sucesso editorial dos últimos anos, foi toda construída a partir da fascinante idéia de que sociedades secretas não só existem como podem mudar o rumo dos acontecimentos e da história como a conhecemos hoje. Algumas dessas sociedades ocultas, como o Priorado de Sião e o Opus Dei, têm papel de destaque na aventura descrita pelo escritor americano Dan Brown. A essas organizações misteriosas credita-se o conhecimento de informações secretas, algumas místicas até. Essas sociedades também seriam responsáveis por planos conspiratórios que teriam um único objetivo final: dominar o mundo.
A popularidade do livro, que já vendeu mais de 30 milhões de exemplares no mundo todo, renovou a curiosidade sobre organizações das quais muito se fala, mas, concretamente, pouco se sabe, dentre elas a Maçonaria, a Illuminati, os Templários e a Skull and Bones – sociedade da qual faria parte o presidente americano George W. Bush (leia mais na próxima página). Todas essas associações exclusivistas têm em comum a confidencialidade e um rigoroso processo na hora de selecionar novos integrantes. Para os que estão de fora, o real poder e a influência dessas organizações é tão nebuloso quanto essas instituições em si. Nesse terreno, o que não falta é especulação.
O interesse recente suscitado pelo romance de Brown trouxe à tona uma tradição que acompanha o ser humano há centenas de anos. Muitos historiadores acreditam que existiram diversas sociedades secretas organizadas já no Egito antigo, no período faraônico. “Sociedades secretas no Egito antigo não são atestadas historicamente. Entretanto, por volta dos séculos 3 e 4 a.C., há relatos de gregos e romanos que viajaram ao Egito em busca de conhecimento hermético e foram iniciados nos mistérios de Isis”, explica o egiptólogo Julio Gralha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O grego Pitágoras, que viveu entre 580 e 500 a.C., fundou sua própria sociedade secreta ao retornar do Egito. O genial filósofo acreditava no caráter místico da matemática. Para ele, “tudo é número”. A escola pitagórica tinha um código de conduta bastante rígido: os candidatos eram submetidos a árduas provas físicas e psicológicas. Quem passava fazia um voto de silêncio que deveria ser cumprido ao longo dos cinco primeiros anos.
Eles também acreditavam na transmigração das almas, ou seja, que não se podia matar ou comer qualquer animal, pois tinha a possibilidade de este ser a última morada de um ente querido falecido.
Os ensinamentos da fraternidade pitagórica eram transmitidos oralmente. O caráter exclusivo e sigiloso da sociedade de Pitágoras atraiu a atenção e, pouco depois, a ira pública. Por fim, a escola foi destruída e seu fundador, assassinado.
Os templários
A Ordem dos Cavaleiros do Templo também teve um final trágico. Fundada em 1118, a ordem formada pelos cavaleiros templários tinha como função proteger os peregrinos que viajavam até a Terra Santa. Os templários compunham um exército que fazia a segurança do trajeto entre Jerusalém e a Europa. A ordem era apoiada pela Igreja Católica e seus integrantes foram os responsáveis pela criação das bases do sistema bancário. Funcionava da seguinte maneira: um peregrino podia deixar dinheiro num posto templário numa parte da Europa e retirar a mesma soma em outra localidade. Os templários cobravam uma taxa pela transação e, em razão desse serviço e das conexões com a Igreja, a ordem se tornou extremamente rica e, por conseqüência, poderosa
A fortuna, somada ao mistério que rondava os templários, despertou a inveja de Felipe, o Belo, rei da França que armou uma cilada para acabar com a ordem e confiscar seus bens. O monarca acusou os templários de sodomia e heresia. O rei alegou que a ordem cultuava um demônio de três cabeças chamado Baphomet. Apoiado nessas falsas acusações, um plano para exterminar a ordem foi posto em prática numa sexta-feira 13 de 1307, em todo o território francês. Uma das lendas dá conta de que os cavaleiros cultuavam uma cabeça embalsamada, a de Jesus Cristo, encontrada nas ruínas do Templo de Salomão. Daí viria o poder da ordem e a razão pela qual eles teriam sido massacrados.
Os Maçons
A Maçonaria, a sociedade secreta mais famosa do mundo, também teria raízes no Egito antigo. Ela teria surgido nos ritos iniciáticos na Grande Pirâmide (Quéops). Essas práticas foram se consolidando e a tradição oral foi passada de geração a geração até a construção do Templo de Salomão, em Jerusalém. Aliás, é a partir de construção do Templo de Salomão que começa, de fato, a história maçônica. A palavra “maçom” tem sua origem em mason, que significa pedreiro. Segundo a lenda maçônica, a ordem começou com um episódio trágico. O engenheiro-chefe, Hiram Afiff, foi assassinado por três ajudantes quando se recusou a revelar o segredo da construção – erigida sem o uso de martelo, pois todos os blocos se encaixaram perfeitamente.
Outra lenda liga a origem da Maçonaria aos cavaleiros templários, enquanto outros historiadores acreditam que a irmandade tenha surgido em espécies de sindicatos de pedreiros da Idade Média. A primeira loja maçônica – local onde os integrantes da ordem se encontram –, nos moldes existentes até hoje, foi fundada em Londres, em 1717. Para se tornar um maçom, uma pessoa precisa ser convidada, passar por um ritual simbólico e, após essa iniciação, tomaria conhecimento de um segredo grandioso. Nem é preciso dizer que ninguém, pelo menos do lado de cá da organização, conhece o tal segredo.
O principal objetivo da Maçonaria, definida como uma ordem progressista, seria lutar contra o obscurantismo e promover os ideais de “liberdade, igualdade e fraternidade” entre os homens. Esse mesmo lema foi adotado pelos insurgentes durante a Revolução Francesa. Muita gente acredita que a revolução que varreu a monarquia e guilhotinou os reis franceses em 1789 tenha sido orquestrada pela Maçonaria, em represália ao massacre dos cavaleiros templários no início do século 14. À Maçonaria costuma-se atribuir um poder maior do que se pode provar. Os adeptos também seriam conspiradores políticos dispostos a implantar uma nova ordem mundial. Já os maçons afirmam que a principal função da ordem é promover a filantropia e discutir o sentido da vida.
A Illuminati
Outra sociedade secreta que teve certo prestígio, embora não tenha durado muito, é a Ordem dos Iluminados, conhecida como Illuminati. Fundada pelo maçom Adam Weishaupt, na Bavária, em 1776, a ordem era contra a Igreja e a monarquia. Inspirada nos ideais do Iluminismo francês, tinha como objetivo promover o conhecimento, acabar com crendices (muitas das quais propagadas pelas religiões, acreditavam eles) e trabalhar pela unificação européia. A idéia de criar um governo planetário não durou muito. Os alemães não gostaram de ter em seu território uma sociedade secreta conspirando contra o Estado germânico e destruíram a irmandade, em 1784. Mas nem todo mundo acredita no fim da Illuminati. Segundo muitos conspiradores, ela continua mais atuante do que nunca e até teria um braço norte-americano, a misteriosa Skull and Bones.
De volta ao Código Da Vinci, uma sociedade misteriosa retratada no livro de maneira pouco lisonjeira é o Opus Dei. Criado em 1928 na Espanha, o Opus Dei (Obra de Deus) é uma organização espiritual católica vinculada ao Vaticano. A prelazia, célebre pela austeridade moral, conta com cerca de 85 mil adeptos no mundo todo. Para entrar para o Opus Dei, não basta querer. É preciso conhecer a instituição, ou conhecer alguém de lá, e manifestar uma vocação antes de o pedido de filiação ser aceito. Ao ser admitido, cada integrante é obrigado a cumprir um plano de vida diário, descrito no livro Opus Dei – Os Mitos e a Realidade, de John L. Allen Jr. O mistério que cerca o Opus Dei gera muitas especulações. Acredita-se que a organização tenha poder e dinheiro suficientes para influir em grandes questões da Igreja. Segundo John L. Allen Jr., no Vaticano corre o boato de que era o Opus Dei quem comandava a Santa Sé nos últimos anos do pontificado de João Paulo II, que morreu no ano passado. Segundo os adeptos do Opus Dei, tudo isso não passa de uma teoria conspiratória sem fundamento. Será?

Skull and bones: fábrica de presidentes

A ordem Skull and Bones (Caveira e Ossos) surgiu na Universidade de Yale, uma d
andreia caetano piumhi/mg


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A lenda do tesouro perdido

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A lenda do tesouro perdido


A lenda do tesouro perdido é um filme, quer dizer agora fizeram o segundo, onde aparece simbolos maçonicos e segredos sendo revelados, confiram os treileres.









Revelações estariam sendo inseridas no enredo deste filme junto com os símbolos mostrados?







Vamos analizar, o q pode ser encontrado.






Muitos dos q assistem "A Lenda do Tesouro Perdido" e outros filmesdo gênero, geralmente nunca passam além da visão superficial do enredo básico. Para essas pessoas, o filme é apenas uma boa diversão com muita ação e alguns símbolos estranhos.






Porem, símbolos estão normalmente carregados de significados e suas conseguentes mensagens.






A explicação dada a respeito do verso da nota de um dólar americano seria historicamente correta - haveria simbolos maçonicos nela.





A sociedade secreta dos Cavaleiros Templários, Maçonaria e Sociedade Rosa-Cruz, teriam se utilizado de recursos tais como:

Construção de extensos sistemas de túneis e/ou construções subterrâneas; Sistemas sofisticados de criptografia, incluindo cifras e pistas cuidadosamente construídas e combinadas com enigmas; Utilização de sistemas sofisticados de tinta que desapareciam após secar e/ou somente poderiam ser vistos sob certas circunstâncias.






Bem no início do filme "A Lenda do Tesouro Perdido", somos informados que cavaleiros combatentes descobriram um tesouro debaixo do Templo de Salomão durante as primeiras cruzadas. Uma cena no filme mostra um pequeno grupo de cavaleiros levantando entusiasmados suas espadas no ar simultaneamente, como se estivessem jurando proteger o tesouro.Cenas posteriores nos dizem que a Maçonaria surgiu a partir dos Cavaleiros Templários.







Os Templarios teriam sido acusados de coisas terriveis e difamados historia a fora. Infelizmente não se conhece declaração pública dos mesmos em sua defesa, sendo assim as acusações seguiram o rumo da imaginação de seus acusadores.



Uma corrente de pessoas afirmam q os fundadores dos EUA seriam maçons.


Quantas crianças que estão assistindo a esse filme ficarão predispostas a ingressar na Maçonaria mais tarde em suas vidas e a participar na Ordem dos Cavaleiros Templários?










Algumas informações foram extraidas de Espada.

  ANDREIA CAETANO PIUMHI/MG
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

sábado, 26 de dezembro de 2009

maçonaria segredos

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A maçonaria, como a conhecemos hoje, segundo o Dicionário da Maçonaria, de Joaquim Gervásio de Figueiredo, no verbete Franco-maçonaria, "foi fundada em 24 de junho de 1717, em Londres". O termo maçom, segundo o mesmo Dicionário, provém do inglês mason e do francês maçon, que quer dizer 'pedreiro', e do alemão metz, 'cortador de pedra'. A origem da maçonaria está ligada às lendas de Ísis e Osíris, Egito; ao culto a Mitra, vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz. Em 1723, O Rev. Anglicano James Anderson publicou as Constituições da Maçonaria, sendo até hoje documentos universalmente aceitos como base de todas as lojas maçônicas.
Influência da maçonaria: 
Marechal Deodoro da Fonseca ocupava o cargo de Grão-Mestre no Brasil quando proclamou a República. Os maçons se fizeram presentes em eventos conhecidos e ganharam adeptos importantes. Desempenharam um papel importante na Revolução francesa (Queda da Bastilha). Operam nos Estados Unidos 15.300 lojas (loja é o nome dado ao local reservado aos rituais maçônicos) e mais de 33.700 em todo o mundo. A influência deles nos EUA sempre foi muito grande. Catorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se George Washington, James Monroe, Andrew Jackson, James Garfield, Howard Taft, Franklin Delano Roosevelt, Harry Truman e Gerald Ford, entre outros.
Mesmo com a oposição da Igreja, os maçons têm adeptos de todas as religiões, pois aceitam pessoas de diversos credos. No Brasil marcaram presença na Inconfidência Mineira. Foi na casa de Silva Alvarenga que se formou uma academia literária, que, na verdade, era uma loja maçônica. Neste mesmo lugar foi iniciado na maçonaria o conhecido Tiradentes. A bandeira da Inconfidência tinha o dístico libertas quae sera tamem e o triângulo maçônico. Gonçalves Ledo e José Bonifácio com outros maçons tramaram a Independência do Brasil. Um mês depois de proclamar a independência, D. Pedro I foi aclamado Grão-Mestre Geral da Maçonaria no Brasil e o Marechal Deodoro ocupava este cargo ao proclamar a República em 1889.
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Hoje são cerca de 6 milhões de maçons em todo o mundo, em mais de 164 países, sendo cerca de 150 mil no Brasil.

A maçonaria é uma religião? 
A princípio negam que a maçonaria seja uma religião. Mas na Enciclopédia Revisada da Franco-Maçonaria, de Albert G. Mackey diz: "A Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa...  A tendência de toda verdadeira Maçonaria é com a religião... Veja os antigos Landmarks (doutrinas), suas sublimes cerimônias, seus profundos símbolos ou alegorias, tudo focalizando verdadeiros ensinos religiosos e quem pode negar que a Maçonaria é uma instituição eminentemente religiosa?"
Quando são feitas as reuniões maçônicas, a loja, que é onde se reúnem, passa a ser chamada oficina. Isso para manter o simbolismo do ideal maçom, que é a construção de uma sociedade onde haja fraternidade, igualdade e liberdade. Como maçons (pedreiros, lavradores de pedras) acreditam que serão os arquitetos e construtores desse grande projeto. Nas oficinas as reuniões são marcadas por: orações na abertura e no encerramento; as lojas ou templos são consagrados; segundo o Dicionário citado acima, "na Maçonaria, o tratamento entre os seus adeptos é o de irmão".


Rituais de consagração:
O esquadro e o compasso são símbolos visíveis em todas as lojas do mundo. Segundo o Pastor Antonio Jean declara em um manuscrito ainda não publicado (pp.19), o Ritual de Iniciação é feito em grande parte com os olhos vendados.
Sua iniciação começou com a entrada em um quarto úmido, uma espécie de porão. O ritual foi conduzido pelo Irmão Mestre de cerimônias, auxiliado pelo Irmão Experto (esses são funções dentro da maçonaria). Ao tirar as vendas de seus olhos pôde ler na Câmara de Reflexão: "Se a curiosidade te traz aqui, volta; se temeres ser descoberto sobre teus desejos, sentir-te-ás mal entre nós; se fores capaz de dissimular, tremei!, porque penetrar-te-emos e leremos o fundo de teu coração. Se tens apego às distinções humanas, sai, porque não se conhece isso aqui. Se tua alma sentir medo, não vá mais longe; se perseverares serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás luz". Ao contrário, a Bíblia afirma que Jesus já nos tirou das trevas (Cl 1.13).
Nesta Câmara de Reflexão pode-se encontrar esqueletos, cabeça de bodes, entre outras peças que visam amedrontar o iniciado, segundo o relato.
Esta parte da cerimônia é a primeira prova. A segunda é a do ar, onde há uma sonoplastia de tempestade. A terceira da água, em que lavam as mãos do iniciado e a quarta e última, a do fogo, onde colocam uma vela acesa embaixo da mão.
Numa das etapas da iniciação mostram um corpo dentro de um caixão e vários maçons encapuzados com espadas apontadas para o corpo. O iniciado ouve que o corpo é de um maçom que havia traído a maçonaria e que o mesmo aconteceria caso o iniciado fizesse o mesmo.
Na conclusão da iniciação para "Aprendiz Maçom" o iniciado ouve: "Agora também devo prevenir-vos de que não zombamos das crenças religiosas. Julgamos sim que a nossa maior homenagem ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, como instituição eclética que somos, é admitir na nossa ordem, para conviver fraternalmente, todos os homens livres e de bons costumes, qualquer que seja a sua religião".
No Ritual de Exaltação ao grau de Mestre, o terceiro e último grau na maçonaria simbólica, o Companheiro Maçom (segundo grau na maçonaria simbólica) entra num caixão com os pés voltados para o oriente onde fica o trono do chefe da loja, os calcanhares em forma de esquadro e a mão direita sobre o coração. A mão esquerda fica estendida ao longo do corpo, que deve ser coberto com um pano preto, dos pés à cintura, junto com o avental usado no grau anterior. O juramento

para o grau de Mestre é o seguinte: Eu (fala-se o nome), juro de minha livre vontade e em presença do grande Arquiteto do Universo e desta Augusta e respeitável loja consagrada a São João, nunca revelar os segredos do grau de Mestre. Se eu for perjuro, seja meu corpo dividido ao meio, sendo uma parte lançada ao meio-dia e a outra ao setentrião, e as minhas entranhas arrancadas e reduzidas ao vento. Amém.

Ritos Maçônicos:
1 - Rito Adonhiramita; 2 - Rito de Iorque; 3 - Rito Brasileiro; 4 - Rito Escocês (mais aceito atualmente); 5 - Rito Francês e 6 - Rito de Schroeder, de origem alemã.
 

Graus do Rito Escocês:
Loja Azul ou Graus simbólicos: 1- Aprendiz, 2- Companheiro, 3- Mestre.
Graus Capitulares: 4- Mestre Secreto, 5- Mestre Perfeito, 6- Secretário Íntimo, 7- Chefe e Juiz, 8- Superintendente do Edifício, 9- Mestre Eleito dos Nove, 10- Ilustre Eleito dos Quinze, 11- Sublime Mestre Eleito, 12- Grande Mestre Arquiteto, 13- Mestre do Arco Real de Salomão, 14- Grande Eleito Maçom, 15- Cavaleiro do Grande Oriente ou da Espada, 14- Príncipe de Jerusalém, 15- Cavaleiro do Leste e Oeste, 16- Cavaleiro da Ordem Rosa Cruz.

Graus Filosóficos: 19- Grande Pontífice, 20- Grande Ad-Vitam, 21- Patriarca Noachita ou Prussiano, 22- Cavaleiro do Machado Real (Príncipe do Líbano), 23- Chefe do Tabernáculo, 24- Príncipe do Tabernáculo, 25- Cavaleiro da Serpente de Bronze, 26- Príncipe da Misericórdia, 27- Comandante do Templo, 28-Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto, 29 - Cavaleiro de Santo André, 30- Cavaleiro Cadosh.
Graus Superiores: 31- Inspetor Inquisidor, 32- Mestre do Segredo Real e 33- Grande Soberano Inspetor Real.
 

A Bíblia na Maçonaria
A maçonaria se vangloria de honrar a Bíblia como a Palavra de Deus.
Ensina que a Bíblia é a grande luz da maçonaria, recomendando aos maçons que a estudem regularmente. A maçonaria ensina que as três grandes luzes são: a luz da Bíblia, a luz do Esquadro e a luz do Compasso. A maçonaria realmente crê na Bíblia, mas somente como um símbolo da vontade de Deus e não como fonte de ensinamento divino.
Disse Coil: A opinião maçônica prevalecente é que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, e não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada.
Vemos no “Dicionário da Maçonaria”, p. 122, que a decoração da loja maçônica é constituída de Volume da Ciência Sagrada, o Esquadro e o Compasso. Entretanto, não só a Bíblia é reconhecidamente o Volume da Ciência Sagrada, mas os livros de outras religiões também são aceitos como tais. Entre eles estão o Alcorão, o Tripitaka, os Vedas, o Livro de Mórmon etc.
Torna isso evidente que a Bíblia não é usada na maçonaria como regra de fé a prática. A Bíblia, assim como a bandeira, é um símbolo. A bandeira é apenas um pedaço de pano, porém representa coisas importantes para um povo, como a sua liberdade. Para os maçons, a Bíblia é apenas um livro sem valor no seu texto, porém que representa a Palavra de Deus, e isso mesmo só nos lugares onde predomina o Cristianismo. Se considerarmos, por exemplo, a loja de Utah, EUA, a Palavra de Deus está representada pelo Livro de Mórmon; se considerarmos a Índia, o símbolo são os Vedas; nos países da Arábia o Alcorão, e assim por diante.
Disto se pode ver que o propósito da maçonaria é usar o temor e o reconhecimento de várias escrituras para obter o juramento de fidelidade à maçonaria sob a autoridade do livro que o maçom considera sagrado e com o qual se compromete a obedecer ao que mandar a maçonaria.
Em suma, para a maçonaria, a Bíblia é apenas um símbolo, uma peça decorativa e que não deve ser seguida, pois não é a literal vontade de Deus, por isso não deve ser obedecida.
Considera ainda que alguns dos relatos bíblicos não passam de lenda: Sua lenda (Jonas) muito se assemelha a Musarus Oannes, de tradição caldéia, que surgiu do Mar Eritreu e aportou entre os primitivos babilônios durante o reinado do antediluviano Ammenon.
Resposta Apologética:
Como o Cristianismo Recebe a Bíblia?
O Senhor Jesus Cristo, a maior autoridade no céu e na terra (Mt 28.18), disse que a Bíblia é a Palavra de Deus (Mc 7.13) e não, simplesmente, um símbolo ou uma alegoria. A Bíblia é para ser obedecida como a Palavra de Deus (Is 8.20), pois são livros inspirados por Deus (2 Tm 3.16-17). Isto é enfatizado repetidamente nas Santas Escrituras, enquanto a maçonaria nega a Bíblia como a literal Palavra de Deus.
Jesus disse mais sobre a Bíblia: E a Escritura não pode ser anulada (Jo 10.35). Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade (Jo 17.17). Nem só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus (Mt 4.4). Porque lhes dei as palavras que tu me deste; a eles e receberam, e têm verdadeiramente conhecido que sai de ti; e creram que me enviaste (Jo 17.8). O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar (Mt 24.35). Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem o que julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no ultimo dia (Jo 12.48).
O Deus da Maçonaria
A maçonaria admite entre seus adeptos pessoas de diversas crenças, logo tem em seu meio diversos deuses. A maçonaria não desconsidera a crença em um Deus apenas, ao contrário, exige que seus seguidores acreditem num ser supremo. E assim que declara o “Dicionário da Maçonaria”, já citado, no verbete Profano, onde se indicam os principais requisitos para alguém se tornar maçom, e na página 365, artigo 8, declara: Crer num Ser Supremo. Logo, um ateu não pode ser maçom.

G.A.D.U (Grande Arquiteto do Universo) 
Embora a maçonaria não procure identificar seu deus, dá a ele um nome: G.A.D.U. – Nome pelo qual na maçonaria se designa Alá, Logos, Osíris, Brahma etc., dos diferentes povos, já que ali se considera o Universo como uma Loja ou Oficina em sua máxima perfeição.
O deus da maçonaria, como vemos, não é identificável: pode ser aceito pelos cristãos, hindus, budistas, islâmicos, judeus etc. Logo, ele não pode ser o mesmo deus.
Resposta Apologética:
O Deus da Bíblia adorado pelos cristãos é conhecido por vários nomes, tratando-se na verdade do único Deus verdadeiro. Seus nomes são vários: Adonay – Senhor (Is 6.1), Elohim – Deus (Gn 1.1), Yahweh – Jeová, Iavé ou Senhor (Êx 3.14), EI Olam – Deus Eterno (Gn 21.33), El Elyon -Deus Altíssimo (Gn 14.19-20), EI Shaday – Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1).
O deus do bramanismo é Brahma, que é impessoal, monístico (nem unitário, nem trinitário) ou politeísta. O budismo é politeísta (crendo em Buda como deus e há centenas de outros deuses bons e maus) ou simplesmente ateísta, afirmando que não há Deus. O deus do mormonismo é um homem exaltado, entronizado nos mais altos céus e que partiu da condição de homem (Adão) até atingir à divindade (“Ensinamentos do Profeta Joseph Smith”, p. 336, 1975).
Então, o que a maçonaria na verdade quer dizer é que não aceita o Deus de qualquer religião, mas muda a crença em Deus de cada religião, numa forma única do G.A.D.U.
O que a maçonaria faz é uma confusão imensa de seus conceitos. Primeiro diz que não interfere nos princípios religiosos de cada seguidor; depois ensina o único nome pelo qual se deve chamar a Deus; e em seguida exige uma crença em um ser superior, ensinando que se alguém clama por deuses de diferentes nomes é somente porque não os conhece melhor devido à ignorância espiritual.
A maçonaria se propõe, então, a remover essas trevas revelando que, embora imperfeitos, todos os homens são dignos de adorar o único e verdadeiro Deus. É difícil entender, de uma vez por todas, quem é essa divindade de que trata a maçonaria, porém já está claro que não é o Deus da Bíblia. O leitor dos ensinamentos de Albert Pike sobre Deus, nos mais altos graus da maçonaria, reconhece isso claramente.
A maçonaria se refere à sua divindade usando nomes para deuses considerados abomináveis à Bíblia. A maçonaria não é apenas uma entidade com conceitos pagãos, mas é o reavivamento dos antigos cultos pagãos de mistérios.
No grau do Real Arco do Rito de York, o maçom reconhece que o verdadeiro nome de Deus é Jabulon, que até os três primeiros graus se chamou G.A.D.U. Nesse mesmo Arco Rito de York, a maçonaria une Yahweh a divindades pagãs como Baal, On e Osíris.
Cada sílaba da palavra jabulon representa um deus. Segundo Coil é uma associação de Javeh, Baal ou Bel e Om (Osíris, o deus-sol do Egito). Ja – representa Javé; Bul ou Baal – representa o antigo deus cananita, deus nacional dos fenícios, terra de Hirão, rei de Tiro (2 Rs 1.2-4); e On representa Osíris, o misterioso deus egípcio. Ora, se a maçonaria começou com o Templo de Jerusalém, construído por Salomão, então ela se desviou há muito tempo, pois a Bíblia diz que o tal Templo foi construído para que nele o nome de um Deus específico e único permanecesse, o que exclui os demais deuses (1 Rs 9.3; 2 Cr 7.16).
GADU X DEUS DA BÍBLIA
A Bíblia diz que Deus não aceita outros deuses com Ele (Is 44.6, 8; 45.5). A Bíblia diz que Deus é maior do que os falsos profetas adorados pelos homens (2 Cr 2.5). A crença maçônica é henoteísta (crença em que o adorador adora a um só Deus, mas admite a existência de outros). Porque grande é o Senhor, e mui digno de louvor, e mais temível é do que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos são ídolos; porém o Senhor fez os céus (1 Cr 16.25-26). O Senhor teu Deus temerás, e a ele servirás; a pelo seu nome jurarás. Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver ao redor de vós. Porque o Senhor teu Deus é um Deus zeloso no meio de ti, para que a ira do Senhor teu Deus se não ascenda contra ti, e te destrua de sobre a face da terra (Dt 6.13-15).
O Rei Salomão e Deus
Para justificar essa união híbrida entre o Verdadeiro Deus e outros falsos deuses, a maçonaria menciona Salomão: O rei Salomão se caracterizou por certo espírito eclético. Conforme várias passagens bíblicas, os hebreus também tributavam honras semelhantes a outros deuses, a ponto de os profetas os censurarem e o próprio rei Salomão não era monoteísta ortodoxo (1 Rs 11.5,7), talvez por respeito aos países vizinhos, muitos deles seus aliados, bem como várias tribos que estavam a seu governo.
A maçonaria excluiu, intencionalmente, o versículo 6 de 1 Rs 11, pois lá se confirma que: Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai. Embora no seu reinado não houvesse divisão, tal aconteceu no reinado de seu filho Roboão, justamente por causa da apostasia de Salomão.
Jesus Cristo visto pela Maçonaria
A maçonaria ensina que Jesus foi meramente um homem fundador de uma religião, como outros. No verbete “Religião do Dicionário da Maçonaria”, se diz: Seus imortais fundadores foram todos mensageiros da herdade única e diz ainda... Todos eles foram unânimes em proclamara paternidade de Deus e a fraternidade dos homens. Tal foi a mensagem de hyasa, Hermes Trimegistro, Zarathustra, Orfeu, Krishna, Moisés, Pitágoras, Cristo, Maomé e outros.
A maçonaria afasta o homem de Jesus Cristo por várias maneiras:
Elimina o nome de Jesus de suas orações, citações de suas escrituras.
Eis uma fonte de oração recomendada pela maçonaria: Eis-nos, Ó ! G. A. D. U, em quem reconhecemos o Infinito Poder e a Infinita Misericórdia, humildes e reverentes a teus pés... Dá-nos que, por nossas obras, nos aproximemos de Ti, que és Uno e subsistes por Ti mesmo... Presta a esse candidato, agora e sempre, tua proteção e ampara o com teu braço onipotente em todos os perigos por que vai passar.
Retira o nome de Cristo de diversos trechos da Bíblia em rituais maçônicos, nas citações etc. 1 Pe 2.5 no Ritual maçônico diz: ...para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus... 1 Pe 2.5 na Bíblia diz: para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Nessas passagens, os maçons não citam o nome de Jesus como também não o citam, por exemplo, em 2 Tessalonicenses 3.6; 3.12.
Afirma que a mensagem cristã sobre a redenção exclusiva na pessoa de Cristo é meramente um retorno às antigas histórias pagãs.
Resposta Apologética:
Como se lê dessa oração, o maçom se aproxima de Deus firmado em suas boas obras e não no reconhecimento da mediação de Cristo (Jo 14.13-14; 1 Tm 2.5).
Todo cristão deve saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e, portanto, não pode ser alterada (Dt 4.2; Ap 22.18-19). O maçom não só retira o nome de Jesus da Bíblia como também proíbe que se faça orações no nome dele. Considere a seguinte declaração apenas como ilustração da proibição de orar em nome de Jesus: O vigilante chamou-me em particular e repreendeu-me claramente. Ele disse que eu tinha usado o nome de Jesus no encerramento de minha oração. Por isso ele disse que eu poderia ser repreendido... Fui chamado à Secretaria do Rito Escocês para ouvir sobre a maneira imprópria de orar. Ele foi delicado, mas me proibiu encerrar qualquer oração ‘em nome de Jesus’. Ele me disse:Faça uma oração universal.
O motivo pelo qual a maçonaria proíbe o nome de Jesus nas suas orações é que:
a) – Alguns maçons não são cristãos e isso os escandalizaria. Será que a maçonaria se envergonha do nome de Jesus?
b) – Requer dos cristãos que desobedeçam a Jesus, proibindo toda a discussão sobre Ele nas atividades da Loja. Oferece os títulos e ofícios de Cristo a descrentes. Os títulos e ofícios de Cristo são apropriados pelos maçons durante seu ritual e usados nas citações secretas: Eu Sou o que Sou, Emanuel, Jeová, Adonai.
A Bíblia ensina que Jesus é o Salvador. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou seu Filho amado para propiciação pelos nossos pecados (1 Jo 4.10). E vimos e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo (1 Jo 4.14).
A Bíblia deixa claro que todo cristão deve orar em nome de Jesus: E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho (Jo 14.13). Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei (Jo 14.14).
É bom lembrar que Jesus disse que quem se envergonhasse de Seu nome, Ele se envergonharia dele diante do Pai (Mt 10.32-33;1 Jo 2.23; 4.3,14-15; 5.10-12).
O cristão é ordenado por Jesus a testificar dele para todos os homens, (Mt 28.18-20). Paulo disse que tudo fazia por todos, para, por todos os meios, salvar alguns (1 Co 9.16-19; 2 Tm 4.1-4; Rm 10.11-15).
Outros ensinamentos sobre Jesus na Bíblia. Filho Unigênito de Deus (Jo 1.1-14; 3.16); Eterno (Is 9.6; Mq 5.2; Hb 13.8); Sábio (Lc 2.40,47-52; 1 Co 1.24; Cl 2.3); A Luz do Mundo (Jo 1.8; 8.12); possui o nome que está acima de qualquer outro nome (Ef 1.20-21; Fp 2.9-11; Jo 3.31); Deus Verdadeiro (Jo 1.1; Cl 2.9; Tt 2.13;1 Jo 5.20); Criador (Jo 1.1-3; Cl 1.16-18; Hb 1.2,8-10); Juiz (Jo 5.22-23, Mt 25.31-34, 41,46).
Os escritores do Novo Testamento declararam ser Ele o Salvador do mundo, cuja morte na cruz pagou o pecado do homem (Jo 1.29; 3.16; 6.29; 14.6; Mt 16.21-23; 20.28; Jo 3.16; 1 Tm 2.5-6). Todos os textos citados provam sobejamente que a posição maçônica quanto a Jesus está errada e não pode ser aceita pelos cristãos. Jesus preveniu: E porque me chamais, Senhor, e não fazeis o que eu digo? (Lc 6.46). Os rituais maçônicos exigem que primeiro o cristão jure fidelidade à Loja e não a Jesus. Os juramentos maçons forçam o cristão a desobedecer a Jesus Cristo.
Um cristão não pode ingressar na maçonaria sabendo que ela o leva a blasfemar contra Deus. Jesus ensinou que ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). O cristão não tem a opção de ser maçom e cristão ao mesmo tempo e precisa decidir por Cristo ou um politeísmo que envolve Baal e Osíris. É impossível ser os dois.
O Ocultismo e a Maçonaria
A maçonaria possui também seu lado oculto. OCULTISMO: ...é o estudo dos mundos superiores ao físico: o astral, o mental e outros, é o conjunto de métodos ou disciplina da educação individual. A maçonaria também tem seu lado oculto que uns sistemas e ritos realçam mais do que outros, porém todos têm o mesmo objetivo de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual do homem, do que decorre direitos e deveres inalienáveis.
A revista ANO ZERO, no 18, de outubro de 1992, p. 42 declara: O esoterismo na maçonaria é dos elementos que mais fascinam os iniciados e também pessoas que não fazem parte da Ordem.
Resposta Apologética:
Em Dt 18.9-12, Deus previne os homens contra as atividades ocultistas, declarando que são abomináveis à sua vista tais práticas. Muitos maçons que participam dos rituais não entendem o sentido ocultista dos mesmos. O fato de que muitos maçons não entendem o sentido oculto dos símbolos é lamentado por Albert G. Mackey, ao dizer: Muitos dos escritores de grande nomeada entre os maçons desconhecem o conhecimento esotérico da maçonaria.
A maçonaria é, potencialmente, uma religião ocultista e abre a porta para o mundo do ocultismo. Incentiva aceitar-se o ocultismo, basicamente de cinco maneiras:
1a. Aceita as premissas da Nova Era e o conceito da moderna parapsicologia quanto aos poderes latentes dos homens (poderes psíquicos – PSI);
2a. Apresenta artes mágicas semelhantes a outras entidades;
3a. Incentiva o maçom a procurar verdades esotéricas;
4a. Está integrada ao misticismo a incentiva o desenvolvimento, do estado alterado da consciência;
5a. Muitos maçons estão trabalhando para o que se denomina de Maçonaria Oculta.
O pastor Haroldo Reimer falou num culto que a maçonaria teve sua origem na Babilônia. Numa carta dirigida ao referido reverendo, (Rio de janeiro,12 de outubro de 1976), um grupo identificado como Pastores e Presbíteros Maçons, Grau 33, tentou rebater essa declaração, concluindo: O Evangelho é do céu. Não se pode compará-lo a cousa alguma da terra. Mas, das coisas terrenas, a mais bela e sublime é a maçonaria.
Existem registros de que maçons defenderam muitos pastores no princípio, quando chegaram os primeiros missionários evangélicos ao Brasil. Esses maçons protegeram alguns missionários até de serem assassinados. Os protegidos não eram maçons, mas pastores protestantes, que morreram sem sequer saber o que é a maçonaria.
Analisando pelo aspecto meramente humano, eles não são um problema para a sociedade, como o são os grupos religiosos não ortodoxos, ao contrário, são benfeitores dela. São simpáticos, sérios e estão preocupados com a ética. Orgulham-se de serem maçons. Qualquer cidadão de boa reputação se sentiria honrado ao ser convidado pela maçonaria para fazer parte dela.
O problema é que há práticas na maçonaria que contrariam os princípios cristãos. Apesar do lado positivo da maçonaria, todavia, com relação à fé cristã, somos obrigados a mostrar o lado negativo. Causa-nos, portanto, espanto que uma organização com tantos símbolos ocultistas e satanistas, como o pentagrama, Baphomet, pirâmides e práticas esotéricas, cabalísticas, além das doutrinas nada ortodoxas sobre a Bíblia, Deus, Jesus Cristo e o homem, seja ainda reconhecida por evangélicos como o que há de mais belo e sublime na terra.
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andreia caetano piumhi/mg 

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