quarta-feira, 29 de julho de 2009

Selos Maçônicos do Brasil e do mundo

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Selos Maçônicos do Brasil

Selos Maçônicos do Brasil

Os Correios do Brasil lançaram em 20/agosto/2004 (no Dia do Maçom) este conjunto de selos sobre maçonaria, representando elementos e símbolos maçônicos:




SABEDORIA, FORÇA E BELEZA:
As colunas representam a Sabedoria, que orienta no caminho da vida, a Força, que anima e sustenta o homem em todas as dificuldades, e a Beleza que adorna as ações, o caráter e o espírito do maçom.

ESCADA DE JACÓ:
Simboliza a escala da hierarquia maçônica, na qual ascendem aqueles que pela fé e pelo esforço, tiverem conseguido transformar a pedra bruta em pedra polida, apta à construção da vida.

FERRAMENTAS DE TRABALHO:
O "Esquadro, o Nível e o Prumo" simbolizam as ferramentas utilizadas pelos maçons na construção da Ordem.

DESBASTANDO A PEDRA BRUTA:
Representa o Emblema do Aprendiz, ao qual cabe a obrigação de desvencilhar-se dos defeitos e das paixões, para poder trabalhar na construção moral da humanidade, que é a verdadeira obra da maçonaria.



"Os selos divulgam os mais relevantes princípios e fundamentos da Maçonaria, como o de orientar no caminho da vida, animar e sustentar o homem em todas as dificuldades e adornar as ações, o caráter e o espírito do Maçom. Também instrui sobre a obrigação do aprendiz em desbastar a Pedra Bruta, desvencilhando-se dos defeitos e das paixões, que habita, preparando-se para a construção moral da humanidade, a verdadeira obra da Maçonaria. A ascensão dos Maçons que, pela fé e pelo esforço, tiverem conseguido transformar a Pedra Bruta em Pedra Cúbica, é outro aspecto valorizado pela Maçonaria e perpetuado por esta emissão."

(Laelso Rodrigues, Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil)







Brasil, 2007 e Uruguai, 2007
(emissão conjunta)


Selo comemorativo:

1807-2007 - Bicentenário de Nascimento do Maçom Giuseppe Garibaldi



O primeiro selo mostra Giuseppe Garibaldi a cavalo, levando a bandeira dos revolucionários gaúchos, simbolizando a importância de seu papel na Revolução Farroupilha. O símbolo da maçonaria com o Esquadro e Compasso aparece no canto superior direito.

Desenho feito por Márcia Mattos (Brasil).



O segundo selo apresenta à direita, o rosto de Giuseppe Garibaldi nas cores verde e branco e uma linha vermelha, simbolizando as cores da bandeira da República Italiana, em homenagem à Itália pela qual Garibaldi combateu. À esquerda, uma fragata do século XIX, em que tremula a bandeira do Uruguai, lembrando a atuação de Garibaldi como Comandante da Frota na defesa do governo daquele país.

Desenho feito por Carlos Menck Freire (Uruguai).


Brasil, 1992


Selo comemorativo emitido em 20/agosto/1992 (Dia do Maçom):

Homenagem ao Grande Oriente do Brasil

Símbolo do "Esquadro e Compasso" e maquete do Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil (Brasília/DF), inaugurado em 04/dezembro/1992. O Grão-Mestre Geral na época era o Irmão Jair Assis Ribeiro.



Desenho feito por Lucia T.V. Ramos

Brasil, 1988


Selo comemorativo:

Sesquicentenário (150 anos) da morte de José Bonifácio de Andrada e Silva



Pintura de José Bonifácio com símbolos do Brasil Império e da Maçonaria.

Descrição do Edital: "O selo mostra a figura de José Bonifácio de Andrada e Silva, O Patriarca da Independência, com elementos que o identificam: o brasão de armas do Brasil independente, envolvido pela cruz da Ordem de Cristo, o martelete e o minério do mestre da mineralogia e, ainda, a faixa, o avental e o emblema maçônico para lembrar o Grão-Mestre de maçonaria. O artista fez o retrato a bico-de-pena e aquarela inspirando-se em uma gravura e uma litografia da época."

Desenho feito pelo quadrinhista, pintor e historiador Ivan Wasth Rodrigues.




Envelope de Primeiro Dia de Circulação (06 de abril de 1988),
com o carimbo comemorativo:

Ilumina teus povos: dá socorro
Pronto e seguro ao índio tosco, ao negro,
Ao pobre desvalido; então riqueza
Teus cofres encherá...

Brasil, 1977

Selo comemorativo emitido em 18/julho/1977:

Cinquentenário de Fundação das Grandes Lojas Brasileiras:

- Grande Loja da Bahia nº 1, fundada em 22.05.1927;

- Grande Loja do Rio de Janeiro nº 2, fundada em 24.06.1927;

- Grande Loja do Estado de São Paulo (GLESP) nº 3, fundada em 15.07.1927



O selo mostra símbolos do Esquadro, Compasso e a letra 'G', sobre o mapa do Brasil.

Desenho feito por J.P.Guimarães



Envelope de Primeiro Dia de Circulação:


Selo com o símbolo do esquadro e compasso.

Brasil, 1973

Selo comemorativo:

Homenagem ao Grande Oriente do Brasil - 1822/1973

Em 17/junho/1822 foi instalado no Rio de Janeiro o Grande Oriente do Brasil sendo José Bonifácio de Andrada e Silva nomeado o primeiro Grão-Mestre.



Desenho por Maria Carmen Ribeiro e Suzana S. Fonseca

Envelope de Primeiro Dia de Circulação (24 de agosto de 1973):




Selos Maçônicos do mundo


Vaticano, 1966

A figura da esqueda faz lembrar o símbolo do Mestre na maçonaria que é representado por um ancião de longas barbas, pensativo, portando nas mãos um compasso, diante de uma prancha. É sobre ela que o mestre estabelece seus planos.

A figura da direita faz lembrar o Mestre Construtor com a trolha do pedreiro assentando a pedra polida para a construção simbólica do templo.

Os selos foram desenhados pelo gravurista italiano Mario Rudelli e lançados pelo Vaticano em 1966, época do Papa Paulo VI.

Bélgica, 1982/1983

Selo comemorativo dos 150 anos do Grande Oriente da Bélgica (1833-1983).
GROOTOOSTEN van BELGIË (em holandês)
GRAND ORIENT de BELGIQUE (em francês)

A imagem mostra o aprendiz maçom entre a pedra bruta e pedra lapidada. O aprendiz deve trilhar seu caminho trabalhando na pedra bruta, retirando sua aspereza e imperfeições até chegar na pedra polida, harmoniosa e aprimorada.

Os instrumentos de trabalho mostrados são o Esquadro, Compasso e o Malho.

A figura geométrica do círculo representa a vida e o triângulo contém a cabeça do homem em seu ápice, realçando a inteligência. O logotipo da Loja também contém a figura do círculo e do triângulo:

França, 1973

Selo comemorativo dos 200 Anos do Grande Oriente da França (1773-1973).
(Bicentenaire - Grand Orient de France)

A imagem mostra um esquadro projetando sua sombra sobre a superfície do planeta Terra e o texto "Liberté - Egalité - Fraternité" (Liberdade - Igualdade - Fraternidade). Em volta, uma parte da Corda de 81 Nós, um símbolo significativo da maçonaria.

Gravura feita por Georges Betemps.

França, 1995

Selo comemorativo dos 50 Anos da Grande Loja Feminina da França (1945-1995)
(Grande Loge Féminine de France)

A Grande Loja Feminina da França (GLFF) permite a iniciação de mulheres na maçonaria. Em 2009 a Loja já reunia mais de 12000 mulheres.

A imagem mostra duas colunas e o triângulo luminoso com uma rosa no centro.

Gravura feita por André Lavergne.

Áustria, 2006
Maçonaria na Austria
(Freimaurerei in Österreich - Freemasons in Austria)

Este selo é um bloco (selo destacável de uma folha maior) mostrando uma cena do ritual de elevação de grau em uma loja austríaca. A imagem possui inúmeros detalhes e símbolos, sendo alguns visíveis somente com uma boa lupa. No canto inferior à direita, aparecem os membros da loja maçônica de Viena Emanuel Schikaneder (autor do texto da ópera A Flauta Mágica) e Wolfgang Amadeus Mozart (iniciado na maçonaria em 1784).

A ilustração foi feita por Wolfgang Seidel baseado na pintura a óleo que retrata a Loja Maçônica de Viena, "Die Wiener Freimaurerloge - Zur gekrönten Hoffnung", quadro de autor desconhecido, datado de aproximadamente 1790, exposto no Museu Histórico da Cidade de Viena.

Veja abaixo alguns detalhes ampliados: O homem com a venda, a cobra em torno da coluna, a estátua de Hermes e o bastão com duas cobras, a estrela de seis pontas, o esquadro, a régua, o avental, a espada do maçom e outros.


Grécia, 1861

A Grande Cabeça de Hermes (Large Hermes Head)

Este é o primeiro selo da Grécia, utilizado de 1861 a 1886.
Mostra a cabeça Hermes e seu capacete com asas.

Desenhado e gravado pelo ilustrador e gravurista francês Albert Désiré Barre (1818-1878).



Hermes é o mensageiro dos deuses da mitologia grega e é conhecido por Mercúrio na mitologia romana. Quando associado ao deus egípcio Toth, torna-se Hermes Trismegisto (Hermes Três-Vezes-Grande). Antigos textos atribuídos a Hermes Trismegisto tornaram-se a base do Hermetismo, com leis e ensinamentos filosóficos que fazem parte da base da Maçonaria e de ritos maçons. Algumas lojas maçônicas possuem o nome de "Hermes" (ex: Logia Hermes Nº 13 de Madrid, Espanha). Também empregamos o termo "Hermético" no sentido de secreto, fechado de tal maneira que nada escapa.


Ao lado, o detalhe ampliado do selo mostrando a borda e os ornamentos interiores.

As letras da parte superior (ΕΛΛ ΓΡΑΜΜ) são a abreviatura de "ΕΛΛΗΝΙΚΟΝ ΓΡΑΜΜΑΤΌΣΗΜΟΝ" (ELLINIKON GRAMMATOSEMON) que significa "Selo Grego". As letras do detalhe são Epsilon-Lambda-Lambda "ELL" (no alfabeto grego) e significam "Grécia".

Tamanho do selo: 1,8 x 2,2 cm.
Valor facial: 5 Lepta (cor verde). Também existem outros selos da série com valores 1, 2, 5, 10, 20, 40 e 80 lepta.




Grécia, 1913-1924

Selo da Grécia mostrando duas colunas. As colunas duplas são um dos mais importantes símbolos da maçonaria.

Este selo é de uma série utilizada para "postage due", ou seja, para selar cartas que foram seladas com valor insuficiente. O valor adicional restante era pago pelo destinatário.

Texto na faixa ornamentada em torno das colunas:
ΕΝΑΡΙΘΜΟΝ ΓΡΑΜΜΑΤΌΣΗΜΟΝ
(ENARITHMON GRAMMATOSEMON, que significa "Selo postal complementar")

Valor facial: 1 Lepta (1 Lepton)
Na parte inferior, o texto é "EISPRAKTEON" ou "EISPRAKTEA", que significa "a ser cobrado".

Honduras, 1935-1938
Templo Maçônico de Tegucigalpa

A imagem mostra o Templo Maçônico de Tegucigalpa, com duas colunas quebradas que representam a destruição do primeiro Templo de Salomão, em Jerusalém.

Republica de Honduras - Templo Masonico de Tegucigalpa - Correo Terrestre - U.P.U. (União Postal Universal)
Método de impressão: Gravura
Gravado e Impresso pela American Bank Note Company.
Valor facial: 1 Centavo.

Equador, 2006
Masoneria Ecuatoriana

O primeiro selo mostra elementos e símbolos maçônicos sobre piso quadriculado da loja. Entre estes elementos estão a Colméia, o Esquadro e Compasso sobre o Livro, a Espada, a Lamparina, a Coluna, o Pentagrama e outros.

O segundo selo mostra a letra 'G' dentro do Esquadro e Compasso, sobre a Estrela Flamejante.

Para mais informações sobre cada símbolo, consulte a página de simbolismo maçônico.

Impresso por: Correos del Ecuador
Data de emissão: 12 de dezembro 2006
Tamanho do selo: 2,8 x 3,8 cm.

Sérvia, 1941-1942

Em 1941, durante a ocupação nazista, a Sérvia realizou a Grande Exposição Anti-Maçônaria em Belgrado e lançou 4 selos comemorativos. Estes selos mostram símbolos da vitória da Sérvia sobre a ameaça Maçônica-Comunista-Judáica. Cada selo mostra as palavras "Sérvia" e "Exposição Anti-Maçônica" em caracteres cirílicos (alfabeto russo) e a data de início da exposição (22-10-1941).

1. O primeiro selo mostra a maçonaria sendo representada por uma pessoa de capuz com avental, espada e a Estrela de Davi sobre o peito. Raios de luz emanam de uma imagem cabalística circular aparentemente representando as forças anti-maçônicas. Detalhe da imagem:

2. O segundo selo mostra a força de um braço emanando de uma luz e agarrando o pescoço de uma serpente com a Estrela de Davi na pele e cuja cabeça está sobre um esquadro e um compasso. Biblicamente a serpente representa as forças do mal (no caso, Judeus e Maçons) e aqui é simbolicamente destruída pelas mãos do nazismo. Detalhe da imagem:


Cada selo possui 2 valores, por exemplo 0.50+0.50 (valor total = 1 Dinar) ou 1+1 (valor total=2 Dinares). Isso significa que os selos são sobretaxados, contendo o valor normal para postagem dos correios e um valor adicional para uso em propaganda anti-maçônica, anti-comunista e anti-judáica.

3. O terceiro selo mostra um feixe de trigo (um dos símbolos do comunismo) sobreposto a uma cruz com ornamentos (similar ao símbolo anti-maçônico dos outros selos da série) com uma ponta inferior destruindo a estrela vermelha de 5 pontas do comunismo, junto com a foice e o martelo.

4. O quarto selo da série mostra a superfície curva da terra com a Estrela de Davi entre dois pilares sendo derrubados por um "Sansão sérvio" iluminado. Estes pilares são as Colunas B e J, símbolos do Templo do Rei Salomão e da maçonaria. Ao lado, detalhe do logotipo anti-maçonaria deste selo.


terça-feira, 28 de julho de 2009

O PAPEL DA ANTI-MAÇONARIA

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Sou Wiccapenta1 penta2 penta4


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Salmo 133

Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os Irmãos! penta8
É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a
barba, a barba de Aarão, e desce para as golas de suas vestes.
É como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião.
Ali Ordena o Senhor a Sua bênção,
E a vida para sempre.

Que o Supremo Arquiteto do Universo nos Ilumine
Em Luz - Vida - Amor
Assim Seja!

AS CRENDICES POPULARES - O PAPEL DA ANTI-MAÇONARIA penta6

Nós, Maçons, sofremos, sempre, com as crendices populares, o fanatismo de ataques e a falaciosa assertiva de que fazemos pacto com o demônio. A isto, nos associam ao bode preto. Sem dúvida, fruto da anti-maçonaria. Este tema, sem dúvida, é bastante interessante, pois aniquilará, de vez, com as maldades implacáveis com que nos atacam. Começarei apresentando uma carta recebida do tio de minha esposa, Nildo de Freitas Góes, Barretos/SP, um Maçom em todos os sentidos do termo - bom pai, bom marido, bom profissional sem dúvida alguma, uma pessoa boa e querida por todos: No dia da minha iniciação na Ordem, recebi uma bela carta, do Irmão Edson Modugno, hoje secretário da Loja Amor e Caridade, em Petrópolis; continuação da carta: Como se vê, nestas duas cartas a mim dirigidas, o trato Maçônico é muito diferente do que normalmente se costuma pensar. Ao invés de mantermos um pacto oculto com o demônio, praticar rituais de satanismo e outras crendices sem qualquer fundamento, há sempre um apoio e um carinho fraternais - não só entre os Maçons, como com qualquer pessoa. Conheço, inclusive, o caso de uma esposa de Maçom que, sem conhecer a Ordem, tinha certa preocupação de seu marido nela entrar, até que pessoas fizeram por ela diversas coisas, sem qualquer interesse, desconhecendo serem elas Maçons. Ao ser questionada sobre o ingresso de seu marido na Ordem, não hesitou em concordar, pois descobrira que aquelas pessoas eram Maçons. Assim trabalham os Maçons, ou seja, fazem o bem a qualquer preço, sem necessitar de reconhecimento, ou exigir aprovação do que fizeram. Os Maçons trabalham em silêncio, uma vez que o bem que nós fazemos não precisa ser revelado. No entanto, somos alvos de ataques maliciosos, de anti-maçons. De tudo o que vimos até agora, já se pode concluir que a Maçonaria não possui qualquer mistério, a não ser a curiosidade e a maledicência de pessoas que não têm o menor compromisso com a verdade. Ser Maçom, adotar a Maçonaria como entidade, deixar que ela faça parte de você, não é tarefa fácil. Não somos, também, fanáticos, irreligiosos ou ateus estúpidos. A maior prova disso é que não criticamos qualquer religião, seita, raça ou pensamentos filosóficos. A Maçonariapenta3 é uma associação constituída por homens de bem, cujos valores morais são elevados. Esta breve introdução se fez necessária, para analisarmos as crendices populares. Conjuntamente, veremos que ela faz parte de ataques anti-maçônicos. O leitor já observou que sempre fazemos uma pequena introdução, antes de entrarmos no assunto. É para que a leitura fique mais agradável e, com isso, se possa entender melhor o que desejamos apresentar ao público profano - ou leigo. A primeira e, talvez, a mais forte crendice popular, deriva do bode-preto. Quem será esta figura sinistra e assustadora? Na realidade, o bode é encarado no esoterismo de diversas maneiras: fonte do materialismo, a matéria sobre o espírito, a brutalidade, se analisarmos pelo lado negativo. No entanto, há corrente doutrinária que entende o bode como o elemento da natureza que está nos campos, de cabeça ereta e, por andar próximo das montanhas, seria o ser ( que não voa ) que estaria mais perto de Deus. Há uma parábola antiga, de um homem que queria ver Deus, mas não conseguia e, então, perguntou a um sábio como faria. Deveria ele subir uma montanha? O sábio respondeu que não bastava subir a montanha, pois ainda assim ele não veria Deus, mas, sem dúvida alguma, estaria mais perto dele. A mensagem é de grande importância. Não basta estar acima para se estar perto de Deus, ou para vê-lo. No caso, em uma figura metafórica, a subida ao topo de uma montanha significa o caminho para encontrar a Deus, ou seja, o homem deve passar pela vida no intuito de encontrar e ver Deus. A montanha é como uma caminhada, uma jornada, onde o homem, ao chegar ao fim, pode ser até que não tenha visto Deus, mas, sem dúvida, estará mais perto dele. Então, por que não olharmos para o bode como uma figura que se encontra no alto das montanhas, cabeça erguida e com força para dominar seus inimigos?
Os homens transformaram o bode em símbolo de bestialidade, por usar ele chifres e se parecer com o demônio. Assim, dizem que os Maçons são bodes pretos - talvez pelo uso do terno preto. A vida é dual. Basta analisarmos o símbolo do Taoísmo: O que significa duas bolinhas, uma preta e uma branca, com mais duas bolinhas da mesma cor, dentro umas das outras? A dualidade da vida - em tudo de bom, pode haver algo ruim, como em tudo de ruim, pode haver algo de bom. Assim, se observarmos o bode como a figura distinta, no pé das montanhas, de cabeça ereta e " terno preto ", até poderíamos aceitar a confusão de nos chamarem de bode ou se admitir que haja um bode escondido na Maçonaria. No entanto, isto não passa de uma crendice. Mas, já que tocamos no ponto do bode, vamos analisar seu aspecto esotérico, sem que isto tenha qualquer relação com a Maçonaria. Repetimos: não há qualquer relação com a Maçonaria. Somente para se ter uma idéia, segue foto criada por um anti-maçom ferrenho, extraída do livro " Is It True What They Say about Freemasonry? ", de Art deHoyos e S. Brent Morris, Masonic penta5
Information Center, Silver Spring, Maryland, 1997: O responsável pelas divulgações medonhas da Maçonaria foi um ex-maçom, Léo Taxil, que, antes de morrer, se arrependeu das barbáries que provocou. No entanto, já era tarde, pois ele havia germinado uma semente pavorosa, que os incultos preferiram acreditar. A foto acima foi imputada à uma teoria de que Albert Pike, Grande Comendador do Conselho do grau 33, teria proferido sua doutrina entitulada Luciferian Doctrine ". Não passou de mais uma idéia absurda de Taxil. Seguem as fotos de Albert Pike e Léo Taxil. Albert Pike Léo Taxil Sem dúvida, é mais fácil se acreditar no lado negativo do que no positivo. No entanto, até o presente momento, apresentamos suficientes argumentos de que as calúnias contra a Maçonaria não passam de falácias produzidas por mentes fracas, despreparadas e sem qualquer fundamento. Viu-se, na foto acima, um bode - meio homem -, às portas de um Templo Maçônico. Não passa, pois, de uma idéia absurda e fantasiosa de Taxil. O bode, no esoterismo, possui diversas interpretações - fecundidade, aterialidade, captação de cargas negativas, animal próprio para o sacrifício ( mensagem em Levítico - bíblia entre o capítulo 4 e o 23, há vinte e três versículos que mencionam o bode ) e, vulgarmente, conhecido como a semelhança de satã. Na foto abaixo, aparece o bode a quem atribuem a figura de satã: Em determinadas aldeias, há um bode como símbolo de proteção, uma vez que a ele se atribui a capacidade de captar as cargas negativas, sendo certo que para estes aldeões, nem mesmo a Idade Média cristã teve o cunho de abandonar esta figura. A figura de Pã, metade homem, metade bodepenta13, também contribui para as crendices sem fundamento. Aliás, a palavra pânico é derivada de Pã, pois conta o mito que ele era tão feio e assustador, que sua própria mãe teria fugido logo após o seu nascimento. Assim, Pã vivia nas florestas, assustando, as pessoas. O bode, vulgarmente, está sempre associado a coisas maléficas, mas é símbolo, também, de fertilidade. Com relação ao bode preto, a quem insistem afirmar ser uma figura da Maçonariapenta15, só podemos chegar a três conclusões: os Maçons procuram se aperfeiçoar enquanto homens, sendo certo que a crença em Deus é forte e sem ela não se pode ser Maçom. Assim, poderíamos adotar a primeira idéia, de que o bode vive no alto das montanhas e, simbolicamente, perto de Deus. A figura preta viria pelo terno que se usa. A segunda conclusão, é que as pessoas ignorantes insistem em afirmar que a Maçonaria cultua satã e, na terceira, que no Templo Maçônico se praticariam sacrifícios. Ocorre, porém, que ninguém ouve falar, abertamente, de seitas de adoração a satã. A única conclusão certa é que não existe na Maçonaria esta figura folclórica. Não há qualquer bode ou bode preto. Quem assim afirma, é porque desconhece, totalmente, o espírito maçônico. Devemos, mais uma vez, a Léo Taxil, as aberrações cometidas, inclusive no que diz respeito ao culto ao demônio e à adoração a um inexistente bode. Aliás, se admitirmos que todos os seres viventes são filhos de Deus e que a natureza faz parte da obra Divina, não podemos conceber qualquer mal em animais, plantas e demais seres. Os homens, alguns o são, mas quanto aos animais, pela própria falta de discernimento, não há como se atribuir maldade. O próprio São Francisco de Assis, padroeiro particular deste autor, amava a todos os animais, indistintamente. Como, então, ir contra a este maravilhoso vulto da História? Admitirmos que os animais possuem bestialidade ou seriam encarnações satânicas, seria uma incoerência e estaríamos desprestigiando o próprio Francisco de Assis -penta10 figura bondosa e Santo, por excelência. A natureza é bela e belos são seus frutos. O bode, pobre do bode, é fruto desta natureza e, a não ser por figuras metafóricas ou mitológicas, o animal não tem qualquer relação com anomalias e bestialidades.penta11 Pensemos, por exemplo, como já tivemos oportunidade de escutar, que determinada planta deveria ser exterminada do jardim, porque dá Ora, da mesma forma que os animais, as plantas são belas e são fruto da natureza. A natureza, por sua vez, é fruto do Grande Arquiteto do Universo. Como atribuir a animais e plantas qualquer malefício? Analisemos, agora, uma outra situação: - nossa mente é poderosa e nosso corpo expele cargas elétricas. Isto não é esoterismo, mas pura metafísica. Pois bem, admitamos, então, que nossa mente é um rádio de pilha, um receptor, um canal aberto. Temos, do outro lado, o Cosmos, o Universo, a Bondade Divina, como transmissor. Se mantivermos nosso rádio nesta sintonia,penta16 aberto às vibrações positivas do Cosmos, captando toda a nossa energia para o bem, em tudo veremos o bem. Ao contrário, se desprezarmos o Cosmos e nos mantivermos canalizados no mal, nosso rádio estará aberto a outras freqüências indesejáveis. Você gosta de funk? Não? Então não ligue seu rádio em uma estação que só toca este tipo de música. Assim funciona nosso poder mental. Se estivermos aptos ao bem, somente o bem receberemos. Mas, se sintonizarmos o mal, como esperar o bem e ver nas coisas belas da vida a obra do Grande Arquiteto do Universo? Concluindo esta passagem, do bode preto, podemos concluir que, como animal que é, ser vivente e fruto da natureza, é uma maledicência afirmar tratar-se de símbolo da besta. Assim, observando o símbolo do Taoísmo - [ -, podemos concluir tudo o que foi mencionado anteriormente. Se sua mente estiver aberta ao bem - que é o que se espera de todo o Ser vivente na Terra, o mal não lhe atingirá e você não conseguirá encontrar no bode, nas plantas e na Maçonaria, qualquer malefício. Sem dúvida alguma, a maior crendice popular origina do bode preto. No entanto, somente para finalizar esta parte, quando, então, analisaremos outras formas de anti-maçonarismo, inclusive na parte destinada à Internet, devemos lembrar que há festas abertas na Maçonaria, para quem desejar adentrar no Templo. Se você tiver algum conhecido Maçom, peça a ele para lhe informar sobre o fatopenta12. Tenho certeza que, depois desta leitura e de alguma festa em que você participar, seus conceitos sobre Maçonaria serão outros. E, quem sabe, você não será um futuro Maçom,penta14 a lutar em prol da Maçonaria e de nossa Pátria?

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domingo, 26 de julho de 2009

iniciação

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- INICIAÇÂO
Falar do que foi para nós, Aprendizes, a cerimónia de iniciaçăo, năo é tarefa fácil. As provas a que fomos submetidos tęm, para cada um de nós, uma interpretaçăo pessoal, que deve manifestar-se sob a forma de ensinamentos e que, sendo simbólica, é sempre passível das mais diversas interpretaçőes.

A iniciaçăo, para além do aspecto secundário de servir para os maçons de cada oficina analisarem as futuras qualidades maçónicas e, por isso mesmo humanas, do candidato tem, como objectivo principal, simbolizar a dicotomia que naquela cerimónia gradualmente se processa, entre as pesadas trevas do mundo profano e a leveza da Verdade ou seja da Luz. Tendo sido iniciado e, portanto, nascido para uma nova vida, o Aprendiz tem agora a possibilidade de percorrer a longa estrada da Vida, năo sozinho, debatendo-se e tropeçando a todo o momento - como até entăo fizera - mas amparado pelos seus irmăos mais velhos, que o ensinam e conduzem através dos obstáculos, numa atmosfera verdadeiramente fraternal. Compreendendo a iniciaçăo, o Aprendiz tomou conhecimento com o verdadeiro segredo da Maçonaria. Este segredo, incompreensível para a maioria dos profanos, e que muitas vezes se torna o principal motivo do combate antimaçónico, năo é mais que o próprio segredo da Vida.

Dentro da Maçonaria, o Aprendiz passa a trabalhar efectivamente para o seu progresso e o dos seus irmăos e, muito em particular, encontra-se apto para congregar esforços com todos aqueles que, ŕ sua semelhança, buscam a gnose - e, por isso, a perfeiçăo - e juntos contribuírem para a construçăo de um Tempo onde, acima de tudo, impere a divisa da Liberdade, Igualdade e Fraternidade e onde os homens se guiem pelo código da Justiça, Verdade, Honra e Progresso.

Quanto ŕ cerimónia em si e, em particular, no meu caso, saliente-se que na semana anterior ŕ iniciaçăo tinha ido ver a versăo cinematográfica d'A Flauta Mágica de Mozart, feita pelo sueco Ingmar Bergman. Evidentemente que depois de ter visto as provas de iniciaçăo da personagem principal, Tamino, estava ŕ espera de que as minhas se processassem em moldes semelhantes. Confesso que estava um pouco assustado com a dificuldade das provas a que ia ser submetido e das ciladas que me seriam feitas para testar as minhas eventuais virtudes. Acima de tudo năo queria proceder como um "Papageno". Nesse aspecto, as provas năo foram tăo exigentes quanto eu esperava. Mas também năo se pense que foram fáceis: de tudo, o mais difícil de superar foram os questionários: a importância das perguntas feitas pelos irmăos arguentes é tal que estas năo podem nem alguma vez poderăo ser respondidas efeicazmente no simples intervalo entre duas viagens e, sobretudo, debaixo do nervosismo do candidato. Porém, o questionário é, talvez, dos pontos mais importantes das provas de iniciaçăo.

Para terminar, queria salientar a beleza do ritual em si, que representa, na perfeiçăo, o despertar para uma nova vida que todos nós desejamos seja mais pura, e que permitiu sentir o calor humano dos irmăos reunidos nesta R.·. L.·..

II - CONSIDERAÇŐES ACERCA DE UM SÍMBOLO: O COMPASSO
O compasso, na emblemática maçónica, representa, como tăo bem escreveu o nosso Resp.·. Ir.·. e Sap.·. Gr.·. Mest.·. Adj.·., Alexandre Herculano, as "possibilidades do pensamento nas diversas formas de raciocínio e, também, da merida, do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). [...] Quanto mais aberto for o ângulo (até ao limite de 180ş), tanto maior será o círculo, o que simbolicamente indica a extensăo possível do pensamento a partir de um espírito cada vez mais forte".

Assim, o ângulo do compasso define o raio de acçăo intelectual do homem, que é o seu centro. Quanto maior for a perfeiçăo atingida por cada maçon tanto maior será a circunferęncia e o círculo por esta delimitado e, por conseguinte, tanto maior será o seu poder de construlçăo mental na grande obra arquitectónica que é o Universo.

Neste sentido e ainda simbolizando a predominância da acçăo intelectual do obreiro sobre a matéria, o compasso surge, relacionado com o esquadro, nos tręs primeiros graus da Maçonaria Simbólica.

  • 1ş grau (Aprendiz): esquadro sobreposto ao compasso. Significa que o Aprendiz ainda năo adquiriu a plena conscięncia de si e de todas as suas possibilidades intelectuais, năo estando ainda apto para uma construçăo inventiva; predomínio da acçăo material;
  • 2ş grau (Companheiro): compasso entrelaçado com o esquadro. Representa a acçăo intelectual a par da acçăo material. Aqui, o obreiro já se encontra habilitado para tentar, embora sob a vigilância do Mestre, construir por si;
  • 3ş grau (Mestre): compasso sobreposto ao esquadro. Neste grau, teoricamente, o maçon atingiu a plenitude do conhecimento maçónico, havendo um predomínio da acçăo intelectual sobre a acçăo material.

III - NOME SIMBÓLICO: JOSÉ ANASTÁCIO DA CUNHA
José Anastácio da Cunha (Lisboa, 11.5.1744 - Lisboa, 1.1.1787) foi um brilhante matemático e poeta da segunda metade do século XVIII.

Nascido em Lisboa, desde logo a sua educaçăo seguiu a linha do humanismo e da liberdade possível na época. Sendo ainda nestre século o ensino totalmente dominado pela Igreja, Anastácio da Cunha ingressou, ao que se julga, aos dezasseis anos, na Congregaçăo do Oratório de Lisboa, onde adquiriu vastos conhecimentos. Os Oratorianos possuíam, contudo, uma particularidade deveras importante: opondo-se ao paradigma educacional da época (escolástica, preconizada pelos jesuítas), propunham e utilizavam um novo sistema de ensino, humanista, aberto, baseado num experimentalismo humano, que fez com que fossem os precursores em Portugal dum ensino moderno. Foi junto destes padres, tăo liberais e abertos para a época e para religiosos do século XVIII, que José Anastácio da Cunha adquiriu os estudos necessários que lhe permititam assentar praça no Regimento de Artilharia do Porto, sediado em Valença do Minho, para o qual foi nomeado como 1ş tenente da Companhia de Bombeiros por Decreto do Conselho de Guerra de 25 de Junho de 1764. O quadro de oficiais deste Regimento era essencialmente constituído por estrangeiros, contratados pelo maçon conde de Schaumburg Lippe, quando este fora encarregue pelo marquęs de Pombal de organizar o exército portuguęs. Foi em Valença do Minho que José Anastácio da Cunha teve os primeiros contactos com a Maçonaria: o comandante do Regimento era o escocęs James Ferrier, provavelmente maçon, assim como maçon era Miguel Kinselac, que foi condenado pela Inquisiçăo (1778) como pedreiro-livre. Tendo sido obrigado a abandonar Portugal, James Ferrier foi o autor, sob o pseudónimo de Arthur William Costigan, duns importantes Sketches of Society and Manners in Portugal (2 vols., London, T. Vernor, 1788), onde criticou causticamente a situaçăo portuguesa e onde advogou os princípios racionalistas e maçónicos. Ferrier exerceu grande influęncia sobre os seus subordinados. também no quartel de Valença do Minho os oficiais liam e recitavam escritores como Pope, voltaire e Holbach, cujas obras estavam classificadas pela Santa Sé como heréticas e subversivas.

Ao estudar no Regimento de Artilharia do Porto, e constatando o obsoleto ensino que se fazia da matemática através das obras de belidoro e da mecânica pelos trabalhos de Dulac, José Anastácio da Cunha elaborou (1769) uma Carta Physico-Mathematica sobre a Theoria da Polvora em Geral, e a Determinaçăo do Melhor Comprimento das Peças em Particular (editada no Porto, em 1838, por José Vitorino Damásio e Diogo Kopke), em que sobre estes assuntos apresentava ideias novas. Esta sua obra terá sido a responsável directa pela sua nomeaçăo (1773), por parte do marquęs de Pombal, para reger a cadeira de Geometria na recentemente reformulada Faculdade de Matemática da Universidade de Coimbra. POrém, apenas cinco anos após ser empossado como lente naquela Faculdade, foi denunciado ao Santo Ofício como herege. A denúncia era essencialmente baseada nas "imoralidades" por ele cometidas, juntamente com os seus colegas, no Regimento em Valença, e no ensino de teorias de autores proibidos pela Igreja. Pelo período que passou em Valença do Minho, acusaram-no de "[...] se persuadir dos erros do deísmo, tolerantismo e indiferentismo, tendo para si, e crendo que se salvaria na observância da lei natural (...)" e ainda por ter por "[...] injustas e tiranas as leis com que a Igreja obrigava os fiéis a captar os seus entendimentos [...] persuadindo-se igualmente que qualquer pessoa se salvaria em toda e qualquer religiăo que seguisse, e fielmente observasse, capacitado que obrava bem, ainda que errasse, năo sendo por malícia, mas por falta de conhecimentos". Quanto ao ensinamento de doutrinas hereges, foi acusado de ensinar pelo Sistema da Natureza de Holbach, tendo-se até provado que emprestara um exemplar a D. rodrigo de Sousa Coutinho (conde de Linhares).

Assim, José Anastácio da Cunha foi preso, condenado e internado na casa da Nossa Senhora das Necessidades da Congregaçăo do Oratório de Lisboa (local por ele escolhido para cumprir as suas penas); e afastado para sempre do ensino universitário.

De toda a sua obra, dedicada ŕ matemática, física e filosofia, o mais importante trabalho foi, sem dúvida, os Princípios Mathematicos [...] (Lisboa, 1790), que o eminente geómetra inglęs Playfair considerou ser: "A primeira obra científica de Portugal, que faria honra aos países mais adiantados em conhecimentos filosóficos."

Foi também José Anastácio da Cunha um poeta. Influenciado pelas escolas francesa e inglesa, alguns autores consideram-no percursor do Romantismo em Portugal. Foi em 1839 que a sua obra poética, pela primeira vez reunida em volume, pela măo de Inocęncio Francisco da Silva, saiu do prelo, com o título de Composiçőes Poéticas do Doutor José Anastácio da Cunha, [...] (Lisboa, 1839). A poesia de José Anastácio da Cunha foi definida pelo próprio Almeida Garrett ao dizer:

    "De José Anastácio da Cunha, que das matemáticas puras nos deu o melhor curso que há em toda a Europa, desse infeliz engenho (que talento houve já feliz em Portugal) a quem năo impediam as rectas de Euclides, nem as curvas de Arquimedes, de cultivar as musas; de tăo ilustre nome, que direi eu, senăo o muito que me pesa da raridade das suas poesias? Todas tăo filosóficas, ternas e algumas repassadas de uma tăo meiga sensibilidade, que deixam na alma um como eco de harmonia interior, que năo vem do metro dos seus versos, mas das ideias dos pensamentos."

Chegamos finalmente ŕ questăo de ter ou năo José Anastácio da Cunha sido maçon. Năo há qualquer documento conhecido que o indique objectivamente, até porque os documentos originais referentes ŕ Maçonaria Setecentista perderam-se quase todos - se alguma vez os houve - nas numerosas perseguiçőes que lhe foram movidas. Tem-se notícia, contudo, da existęncia, em meados e finais do século XVIII, de um oficina maçónica a funcionar em Valença do Minho, para a qual năo existe qualquer documentaçăo conhecida. Tudo isto, aliado ŕs amizades e conhecimentos de José Anastácio da Cunha, aponta para que tenha sido iniciado em data e local desconhecido, talvez no regimento aquartelado naquela localidade minhota, cujo comandante e outros oficiais, de origem inglesa, eram provavelmente maçons, como confirma Raul Rego ao afirmar: "José Anastácio da Cunha, futuro lente de Coimbra, terá sido iniciado em Valença do Minho por oficiais ingleses."

Existe no entanto um documento que prova que José Anastácio da Cunha era maçon e que fora iniciado em Valença, ou - hipótese mais remota - em Almeida: trata-se de uma carta que lhe escreveu a sua amante Margarida e que se encontra reproduzida por António Baiăo nos seus Episódios Dramáticos da Inquisiçăo Portuguesa. Esta carta possui a particularidade de apresentar aquilo a que o Baiăo chama de "indecifráveis sinais", e que năo săo mais do que escrita maçónica. A mulher que escreveu esta carta, provavelmente ensinada por José Anastácio da Cunha, utiliza o alfabeto maçónico para ocultar palavras como "santo ofício", "religiăo", "temente a deus" e "vivi", embora com alguns erros ortográficos, motivados certamente pela inexperięncia no uso deste alfabeto e também pela sua pouca cultura, demonstrada ao longo de toda a missiva.

Este documento, há muito publicado nos meios historiográficos, escapara sempre ŕ observaçăo atenta dos maçons, năo compreendendo, portanto, os profanos o significado da simbologia nele empregada, embora os sinais tenham sido recentemente decifrados. O seu valor para a história da Maçonaria portuguesa é duplamente importante: por um lado, por provar que José Anastácio da Cunha foi maçon, năo apenas em espírito e em ideologia, mas tendo efectivamente recebido a Luz; por outro, na medida em que é o mais antigo documento conhecido para Portugal a apresentar escrita com o alfabeto maçónico. Sobre este assunto encontram-se investigaçőes em curso de que, numa altura mais próxima, informarei esta R.·. L.·..

Por tudo o que aqui foi dito e todo o mais que ficou por dizer, José Anastácio da Cunha contribuiu decisivamente para o progesso intelectual do País e, por conseguinte, da humanidade em geral. É pois um exemplo que é necessário năo esquecermos, tanto pelo seu valor intrínseco, como pelas perseguiçőes que lhe foram movidas - a ele e a tantos outros homens de real valor da nossa história - por parte de forças ancestralmente cultoras da ignorância e do antiprogresso.





sábado, 25 de julho de 2009

rituais da maçonaria

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O Ritual Maçônico está situado no Ritual Supremo. Por meio dele, seus participantes se põem em contato com a gigantesca atividade do G.A.D.U., capacitando o maçom a colaborar humildemente na consagração diária do Universo na manutenção de toda a vida.



Uma Loja Maçônica perfeita é a representação simbólica do Univerno, suas leis e da Hierarquia de Poderes que o dirige e governa. Nos rituais, desde a abertura até o encerramento, é executado simbolicamente o drama cíclico de ínicio e fim das ativadades progressivamente evolutivas levadas a cabo num Universo segundo G.A.D.U. Segue-se o divino ritual de criação, desenvolvimento e extinção de um Universo, e cado ato tem um significado cósmico muito além das concepções sobre a importância do Ritual.



G.A.D.U. significa Grande Arquiteto do Univerno. É a forma genérica como é chamado Deus, já que homens de várias religiões participam da Maçonaria, ou seja, é um movimento ecumênico.


Todos os Oficiais da Loja exercem funções similares às que, nos níveis superiores do Universo, desempenham os excelsos Oficiais da perfeitíssima Grande Loja Branca. - Grande Fraternidade Branca de Mestres Iluminados, que guiam a humanidade para o caminho do bem.



O Ritual Maçônico está situado no Ritual Supremo. Por meio dele, seus participantes se põem em contato com a gigantesca atividade do G.A.D.U., capacitando o maçom a colaborar humildemente na consagração diária do Universo na manutenção de toda a vida, e assim, por alguns momentos, o maçom é mais que humano, é divino - que isso não seja interpretado com blasfêmia.



ASSINE AQUI NOSSO LIVRO DE VISITA

quarta-feira, 22 de julho de 2009

piumhi

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Piumhi - MG

Hino

Composiçăo: Indisponível

Distante nas velhas matas
Um rio foi descoberto
E deu nome à minha terra
Lembrando um pequeno inseto
Nasceu logo uma cidade
Dando a Minas mais beleza
Hoje cantando este hino
Exaltamos tua grandeza.

Minha terra, és majestosa!
O teu nome é realeza!
Porque tua gente esperançosa,
Te proclama uma princesa.
Os heróis do teu passado
Já previam tua glória
E teus filhos muito amados
Hão de guardar a sua história.

Hoje amanheceu festivo
As plagas se transformam em rosas
O sol ao brilhar nas serras
Aquece as alterosas
As bandeiras hasteadas
Piumhi meu relicário,
Unidos num mesmo abraço
Festejamos teu aniversário.

Minha terra, és majestosa!
O teu nome é realeza!
Porque tua gente esperançosa,
Te proclama uma princesa.
Os heróis do teu passado
Já previam tua glória
E teus filhos muito amados
Hão de guardar a sua história.

Cidade de Piumhi

A Cidade de Piumhi fica no sudoeste do Estado de Minas Gerais, próximo à Serra da Canastra,
onde nasce o Rio São Francisco, com coordenadas aproximadas de 20,22 S e 45,25 W, e distância de 266 km da capital do estado, Belo Horizonte, e a 257 km de Ribeirão Preto (SP).


Cruz do Monte

No norte, a região de Piumhi define uma transformação em termos de relevo (de montanhas para planaltos) e de vegetação (de campos para cerrado), possui um clima ameno. Nos arredores de Piumhi existem diversas belezas. 80 km ao norte está o Parque Nacional da Serra da Canastra e a nascente do Rio São Francisco; 20 km à oeste está a Represa de Furnas, no Rio Grande. Além de pequenas cachoeiras ao redor da cidade Piumhi está próximo da cidade de capitólio, onde se encontram Balneário Escarpas do Lago, Praia Artificial de Capitólio, Cachoeira Lagoa Azul, Canyons no Lago de Furnas - são formações rochosas com mais de 20m de altura.

A região da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais, possui uma das paisagens mais lindas do Brasil. A região ecoturística da Serra da Canastra tem mais de 200 mil hectares e abrange 6 municípios: São Roque de Minas, Vargem Bonita, Sacramento, Delfinópolis, São João Batista do Glória e Capitólio.

A maior atração é o Parque Nacional da Serra da Canastra, criado em 1972 para proteger as nascentes do rio São Francisco e tem a portaria principal a 8 km de São roque de Minas. Dentro do Parque Nacional estão alguns dos mais belos cartões postais do Brasil, como a cachoeira Casca D'Anta, de quase 200 metros, a primeira grande queda do "velho Chico".

Uma das melhores formas de chegar a São Roque de Minas é via Piumhi.Você pode ir de ônibus, ou pode ir de Taxi, com todo conforto.


loja maçonica de piumhi...

letras acima

Fotos: Maçonaria Internacional - Itália.

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A seqüência de fotos apresentada abaixo é de lojas subordinadas ao Grande Oriente da Itália (d’Italia). Guardando a devida proporção e respeito à tradição italiana de produzir beleza e design, vemos que o bom gosto é notório
Templo Maçônico hospedado na sede do GOI, possivelmente, em momentos que antecedem a uma sessão regular.

[Loja+Maçônica+Italiana.jpg]

Em visão lateral do templo, pode-se notar a "casa" cheia por ocasião da Sessão Comemorativa do Segundo Centenário do Grande Oriente da Itália (1805-2005).

[Sessão+de+Posse+do+Grão+Mestre+do+GOI.jpg]



Maçons Imperfeitos (Uma Fábula).

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Maçons Imperfeitos (Uma Fábula).

Existe uma antiga história, uma Lenda Maçônica, que deve ser observada atentamente para o entendimento a União, já que somos Maçons, ou... será que não somos Maçons?

O G:.A:.D:.U:. estava sentado, meditando, sob a sombra de um pé de jabuticaba. Lentamente o Senhor do Universo erguia sua mão e colhia uma e outra fruta, saboreando o fruto de sua criação. Ao sentir o gosto adocicado de cada uma daquelas frutas fechava os olhos e permitia um sorriso caridoso, feliz, ao mesmo tempo em que mantinha um ar complacente.

Foi então que, das nuvens, surge um de seus Arcanjos vindo em sua direção.

Diz a lenda que a voz de um Anjo é como o canto de mil baleias. É como o pranto de todas as crianças do mundo. É como o sussurro da brisa.

O Arcanjo tinha asas brancas como a neve: imaculadas.

Levemente, desce ao lado do G:.A:.D:.U:. e ajoelhando a seus pés disse...

- Senhor, visitei a vossa criação como pediste. Fui a todos os cantos, estive no Sul, no Norte, no Oriente e no Ocidente. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma das suas crianças humanas. Notei que em seus corações havia uma Iniciação, eram iniciados Maçons e que, deste a cada um destes, apenas uma asa. Senhor... Eles não podem voar apenas com uma asa!

O G:.A:.D:.U:. na brandura de sua benevolência, respondeu pacientemente a seu Anjo:

- Sim. Eu sei disso. Sei que fiz os Maçons com apenas uma asa.

Intrigado com a resposta, o Anjo queria entender, e voltou a perguntar:

- Senhor, mas porque deu aos Maçons apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar... Para poderem ser livres?

Então responde o G:.A:.D:.U:. :

- Eles podem voar sim, meu Anjo. Dei aos Maçons apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor. Para poderem evoluir levemente... Para voar, meu Arauto, você precisa de suas duas asas: Embora livre, você estará sempre sozinho, ou será somente acompanhado pelos demais. Como os pássaros que, ao mesmo tempo estão juntos, e em seguida debandam.... - Mas os Maçons com sua Única asa, necessitarão sempre de darem-se às mãos e entrelaçarem seus braços, assim terão suas duas asas. Na verdade, cada um deles sempre terá um par de asas. Em cada canto do mundo sempre encontrarão um outro Irmão com uma outra asa, e assim, sempre estará se completando, sempre sendo um par. Dei aos Maçons a verdadeira Liberdade a cada um dei-lhe também, em Igualdade, uma única asa, para que desta forma, possam sempre viver em Fraternidade.
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(Autoria desconhecida.)

Maçonaria - Relações Sexuais Com Demônios

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Maçonaria - Relações Sexuais Com Demônios
V)
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O que poderíamos oferecer a alguém que já tenha alcançado o topo da maçonaria? Muitos, se não a maioria, já têm riqueza e poder. A única sedução além do poder seria outra bastante antiga:


É certo que não morrereis... como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.
(Gênesis 3:4-5)


o diabo

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A tais homens seria oferecida a imortalidade e uma sabedoria divina. Em comum acordo com a maior parte das outras seitas do tipo gnóstico, o Paladium ensina que a serpente disse a verdade no Jardim do Éden. Basicamente, os candidatos são expostos no Paladium a um programa de cinco tópicos:
Emoticon Disfarçado como um demônio

1. Adoção. É quando o maçom é trazido à "comunhão" de Lúcifer. Ele é orientado a fazer um juramento e se submeter ao templo de Lúcifer. Em última análise, ele é levado a fazer um pacto com Lúcifer, que basicamente é "vender a alma" ao diabo. O maçom promete se submeter, de corpo, alma e espírito, a Lúcifer, geralmente por um período de sete anos. Em troca, Lúcifer promete lhe conceder todos os seus desejos mundanos. Após os sete anos, caso ele tenha sido um bom servo, Lúcifer lhe dará outros sete anos de prazer. Se ele falhar, de qualquer forma, sua vida chegará ao fim.

Emoticon Satanás

2. Iluminação. Através de drogas e de técnicas ocultistas de adivinhação, seria aberto o assim chamado "terceiro olho", não apenas parcialmente (como na parapsicologia), mas completamente. Acredita-se que este "olho", também chamado de chakra de Ajna, seja o ponto de contato entre os humanos e a consciência de Lúcifer. Supõe-se que esteja localizado na testa acima e entre os dois olhos visíveis.


"Abrir" um pouco o olho é experimentar poderes psíquicos. Abrir o olho completamente é ter sua mente inundada com a "pura" consciência do próprio Lúcifer. Esse é o motivo pelo qual um dos símbolos maçônicos é o "olho-que-tudo-vê". É um símbolo de iluminação.

Essa é a forma com que Satanás falsificou o Novo Nascimento. Nele, é possível se adquirir um "relacionamento pessoal" com Lúcifer. Começa-se a pensar os pensamentos dele e a se ver com os seus olhos. Começa-se a olhar a humanidade como ele vê. Esta não é nem um pouco uma experiência agradável.

3. Conversação. Envolve se comunicar com o "O Poderoso Morto". Tanto a minha experiência pessoal quanto o testemunho histórico concordam que o espiritismo (qualquer comunicação com os mortos) desempenha uma parte significativa no Paladium. Encoraja-se a mediunidade e é vital a "conversação" com os sábios da história.


Falamos (alegadamente) com "luminares" (espíritos de mortos) tais como Jesus, Platão, São Francisco de Assis, o Rei Artur, o imperador Nero, Aleister Crowley e até mesmo Hitler! Eles são bastante ecumênicos! Esses seres "sábios e poderosos" aconselham as pessoas a como permitir que seus corpos e vontades sejam mais plenamente sujeitos a Lúcifer.


4. Relações Sexuais. O iniciado seria levado a "se casar" literalmente com um desses mortos. Geralmente, isso era feito usando um médium possuído pelo "espírito do morto" (na verdade um demônio) e então um casamento bizarro era consumado. Acreditava-se que a "virtude" mágica do espírito fluiria do médium para o iniciado através do ato sexual.


Algumas vezes um espírito de verdade deveria ser invocado usando o que é chamado de 8º trabalho (masturbação mística) na esperança de que um sucubus (demônio em forma feminina) ou incubus (demônio em forma masculina) se manifestasse. A idéia era que a sabedoria e o poder divino gradualmente fossem, através de repetidas relações sexuais, totalmente infundidos na mente, no corpo e na vontade do iniciado. Uma vez que esse objetivo tenebroso fosse alcançado, o iniciado seria levado a uma:


5. União. Neste ponto, a alma do iniciado é totalmente "coberta" pelo espírito maligno. Em outras palavras, teoricamente "não há ninguém em casa", exceto o próprio demônio! Isso é conhecido como "possessão absoluta" e leva muitos anos para acontecer e através de inúmeros convites para o demônio vir e dominar a pessoa. Neste ponto, o iniciado deixa de ser um individuo autônomo. Ele não é mais do que uma "luva" de pele e osso com uma "mão" demoníaca no interior controlando cada movimento seu.

Visto que o Senhor mostrou que o reino de Satanás não é dividido contra si mesmo (Mateus 12:25-26), podemos presumir que tais demônios querem cooperar para realizar seus objetivos. Isso é especialmente verdade visto que Satanás não é um senhor bondoso e pode ser inacreditavelmente cruel quando pune um ato de desobediência.

Homens e mulheres que chegaram ao quinto estágio (não existem muitos deles) ficam tão completamente sujeitos à vontade de Satanás que se tornam "santos satânicos". Eles irão para onde forem mandados e farão qualquer coisa para agradar o seu senhor.

É através de pessoas como essas que a "lei dos cinco" de Weishaupt pode ser aplicada. Os líderes observam o que entendem ser viradas no ciclo político e têm seus "santos" preparados para serem colocados em posições chaves, agindo sem qualquer compaixão ou humanidade. Tais "seres iluminados" consideram os humanos da mesma forma como consideram uma vaca. Uma fome aqui, um massacre ali...o que são poucas centenas de milhares de vidas humanas comparadas à grande causa do Grande Arquiteto?

Que tipo de pessoa poderia preparar os assassinos de multidões na Rússia de Stalin ou no holocausto nazista? Quem poderia forçar uma fome organizada por políticos sobre o povo da Etiópia?

Esse é o trabalho de homens e mulheres (ou de seus comandados) que são o equivalente geopolítico internacional e multimilionário de Charles Manson ou Jim Jones [famosos serial killers americanos]! São pessoas que, na verdade, não são mais humanas. São terroristas espirituais, fantoches controlados por demônios.

Como são marionetes, movem-se em harmonia, mentalizando um fim que é transgeracional. Apesar de que algum dia em breve morrerão, as mentes-mestras que os controlam irão continuar e assim garantirão para si mesmas novas "casas" nas quais morarão (Mateus 12:43-45).

Esses demônios não se importam se seus objetivos afetam gerações de pessoas. Pensam que o tempo está a favor deles; que o jovem banqueiro, advogado, político ou até mesmo pastor em ascensão que não gostaria de convidar um "ser poderoso" sábio e imortal para aconselhá-lo e orientá-lo?

Uma vez que o "sábio", a fonte do tal "antigo conhecimento", tenha sido convidado a entrar, é cada vez mais difícil colocá-lo para fora. A pessoa se torna literalmente dependente do poder e da influência deste novo "amigo".

Como desenvolvimento da Nova Era e da "canalização", Satanás conseguiu começar um marketing de massa com o que era reservado apenas para a elite.

Como "viciados" espirituais, essas pessoas se submetem a níveis crescentes de depravação porque lhes foi prometido que a união com tais demônios lhes daria a imortalidade e os habilitaria evoluir até se tornarem deuses, através da alquimia e da magia negra.

A metáfora que me ensinaram foi uma utilizando sapatos.

(trecho extraído das páginas 163-166 da segunda edição do livro "Maçonaria - por trás da fachada de luz" de William Schnoebelen!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

maçonaria e cinema

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Relacionamos aqui filmes que têm relação ou citam de alguma forma a Maçônaria Universal. A ordem de exibição é cronológica decrescente da produção dos filmes, e teve sua última atualização em 26/05/2005 Algumas sinopses foram retiradas do site http://www.2001video.com.br/.

A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure)
EUA, 2004
Gênero: aventura
Diretor: Jon Turteltaub
Sinopse
Benjamin Franklin Gates (Nicolas Cage) é um caçador de tesouros, função que já está na 3ª geração em sua família. Durante toda sua vida Benjamin procurou um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. As investigações de Benjamin sobre a localização deste tesouro fazem com que ele descubra que existe um mapa codificado escondido na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Só que para conseguir lê-lo Benjamin terá que enganar o FBI e roubar um dos documentos mais vigiados do país.

Maçonaria
Não dá para destacar passagens - o filme inteiro é uma grande referência à Ordem.

Do Inferno (From Hell)
EUA, 2001
Gênero: suspense
Diretores: Albert e Allen Hughes
Sinopse
No tempo em que Jack, O Estripador atacava nas ruas de Londres, o terror reinava. A selvageria de seus assassinatos indicava insanidade, mas a precisão diabólica comprovava que havia um método em tal loucura. Johnny Depp e Heather Graham estrelam este triller intrigante, narrado com grande estilo, que aperta sua garganta de forma esmagadora e fere profundamente como uma faca afiada à medida que revela uma conspiração chocante que, segundo alegações, envolveu os grandes poderosos da Inglaterra daquela época.

Maçonaria
A Maçonaria aparece como pano de fundo para os assassinatos de Jack - ele próprio um maçom.

MAGNÓLIA (Magnolia)
EUA, 1999
Gênero: drama
Diretor: Paul Thomas Anderson
Sinopse
Big Earl Partridge (Jason Robards) é um produtor de TV à beira da morte que deseja reencontrar o filho. Phill (Phillip Seymour Hoffman) é seu dedicado enfermeiro e Linda (Juliane Moore), sua jovem esposa. Frank (Tom Cruise), é um célebre guru machista, é o filho que Big Earl procura. Jimmy Gator (Philip Baker Hall) é o apresentador do famoso programa de TV que também está com câncer e procurando se entender com a filha Cláudia, cocainomaníaca. Stanley é um garoto-prodígio manipulado pelo pai oportunista. O ponto comum entre essa gente? Todos vivem num bairro de Los Angeles cortado por uma rua chamada Magnólia.

Maçonaria
Em uma das cenas, aparece um símbolo maçônico em uma enciclopédia, no instante em que um garoto estuda pela TV através de um game show. Em uma outra cena, um produtor de TV apóia sua mão no ombro do apresentador, mostrando um anel com símbolo maçônico, e dizendo "Nos encontramos entre o nível e o esquadro".

Fim dos Dias (End of Days)
EUA, 1999
Gênero: terror
Diretor: Peter Hyams
Sinopse
Jericho Cane (Arnold Schwarzenegger) é um ex-policial que se vê diante de uma terrível luta entre a encarnação humana do demônio (Gabriel Byrne) e uma jovem e inocente mulher (Robin Tunney) escolhida para ser a mãe do Anticristo. À medida que os ponteiros do relógio avançam para a realização da profecia que pode levar ao fim do mundo, Jericho, sozinho; precisa proteger essa garota e livrar toda a humanidade de um destino completamente apavorante.

Maçonaria
Em determinado momento Jericho diz: "Agora este amuleto é da ordem maçônica do antigo sub-heredom dos Cavaleiros do Vaticano, Cavaleiros do Olho Sagrado. Eles aguardam a volta do anjo negro à Terra."

Teoria da Conspiração (Conspiracy Theory)
EUA, 1997
Gênero: suspense
Diretor: Richard Donner
Sinopse
O motorista de táxi Jerry Fletcher (Mel Gibson) acredita que o mundo em que vivemos está repleto de perigosas e assustadoras conspirações. Sua vida é uma loucura completa, sempre está em estado de alerta...sempre pronto para o pior. O emprego como motorista é apenas uma fachada para seu verdadeiro trabalho: reunir informações sobre novas ameaças ao redor do mundo e reuni-las em um informativo chamado "Teoria da Conspiração". Ningúem nunca se importou com as idéias absurdas de Jerry - até então. Perseguido por inimigos desconhecidos, Jerry sabe que finalmente desmascarou uma conspiração de verdade. Agora sua única chance de sobreviver é contar com a ajuda da advogada Alice Sutton (Julia Roberts), para descobrir qual a verdade que deve ser revelada ao mundo.

Maçonaria
Em uma das cenas, Mel Gibson diz: "Os Maçons estão tentando melhorar o mundo. George Bush é maçom, grau 33."

Como Água Para Chocolate
México, 1992
Gênero: Drama
Diretor: Alfonso Arau
Sinopse
Baseado em romance do mesmo nome de Laura Esquivel, Como Água para Chocolate acompanha a história de um camponês chamado Pedro (Marco Leonardi) que, em 1910, em plena Revolução Mexicana, se apaixona por Titi (Lumi Cavazos). Ele quer voltar para a Guerra, mas ela o enfeitiça com seu amor e seus dotes culinários. Podia ser apenas mais uma história de amor, mas se trata de um dos mais belos filmes do cinema latino-americano em todos os tempos. Foi a produção estrangeira de maior bilheteria nos Estados Unidos em 1993.
MaçonariaRitual fúnebre de corpo presente; explicações sobre o sentido da vida com símbolos que remetem à maçonaria.

Peggy Sue - O passado a espera (Peggy Sue got married)
EUA, 1986
Gênero: comédia
Diretor: Francis Ford Coppola
Sinopse
Peggy Sue (Kathleen Turner), mãe, divorciando-se de Charlie Bodell (Nicolas Cage) aos 43 anos de idade, ao organizar uma festa de ex-alunos da Escola, volta no tempo. Apesar de poder redirecionar sua vida, acaba fazendo as mesmas escolhas.

Maçonaria
O avô de Peggy pertence à Loja dos viajantes do tempo, mostrando um ritual da mesma.

Revelações Perigosas (Secrets)
Inglaterra, 1983
Gênero: drama
Diretor: Gavin Millar
Sinopse
História de uma gartota de 13 anos, Louise (Anna Jones), que vive com sua mãe (Helen Lindsay). Louise descobre que seu falecido pai possuía documentos secretos, e, através de sua curiosidade, descobre que o mesmo era Maçom. O filme foi feito para uma série da televisão inglesa, "First Love", e não há registro de ter sido lançado em vídeo ou DVD.

Maçonaria
Louise tenta explicar às suas amigas o que é a Maçonaria, além de tentar repetir seus rituais.

Independência ou Morte
Brasil, 1972
Gênero: histórico
Diretor: Carlos Coimbra
Sinopse
Tendo como ponto de partida o dia da abdicação de D. Pedro I (Tarcísio Meira), é traçado um perfil do monarca, desde quando ainda menino veio da Europa, quando sua família fugia das tropas napoleônicas e sua ascensão à Príncipe Regente, quando D. João VI (Manuel da Nóbrega) retornou para Portugal. Em pouco tempo a situação política torna-se insustentável e o regente proclama a independência, mas seu envolvimento extraconjugal com a futura Marquesa de Santos (Glória Menezes) provoca oposição em diversos setores e José Bonifácio de Andrada e Silva (Dionísio Azevedo) pede demissão do Ministério, mas este não seria o único caso, que ministros e nobres entrariam em choque com o imperador por causa da marquesa, que permanentemente influenciava as decisões do soberano, mas tudo isto causava um inevitável desgaste político.

Maçonaria
Cenas da Iniciação de Dom Pedro, do discurso de Gonçalves Ledo, do fechamento do Grande Oriente.

Assassinato por Decreto (Murder by Decree)
Inglaterra - Canadá, 1979
Gênero: ação
Diretor: Bob Clark
Sinopse
Sherlock Holmes (Christopher Plummer), auxiliado pelo Dr. Watson (James Mason), tenta decifrar as pistas que levarão ao assassino Jack, o Estripador, mas, descobre uma conspiração para acobertá-lo.

Maçonaria
Dentre os amigos que tantam acobertar Jack, vários são maçons.

O Homem Que Queria Ser Rei (The Man Who Would Be King)
Inglaterra - EUA, 1975
Gênero: aventura
Diretor: John Huston
Sinopse
Daniel Dravot (Sean Connery) e Peachy Carnehan (Michael Caine) são dois amigos que firmam um contrato um com o outro: viajar para um país distante, Kafiristan, e ajudar os líderes locais a vencerem seus inimigos. Quando tiverem conseguido seu intento, eles derrubariam estes 'líderes' e se tornariam os reis da região. Em caso de perigo, um deve ajudar o outro, reza o contrato, assinado por ambos e por uma testemunha: o editor de um pequeno jornal, Rudyard Kipling (Christopher Plummer).

Maçonaria
No início do filme, Carnehan rouba um relógio de Kipling e, ao abrir o mesmo, vê que são Irmãos... Se identificam como maçons... a partir daí, o filme passa à aventura até que se descobrem em uma tribo perdida cujo último grande Rei teria sido Alexandre o Grande.

Horizonte Perdido (Lost Horizon)
EUA, 1937
Gênero: aventura
Diretor: Frank Capra
Sinopse
O diplomata inglês Robert Conwal (Ronald Colman) e outros sobreviventes de um desastre aéreo chegam à cidade perdida de Shangri-lá, nos Montes Himalaias. Isolados do mundo em guerra, os habitantes da cidade têm um mistério e motivos para não sairem de lá.

Maçonaria
Alexander (Edward Everett Horton) diz: "Eu encontrei um manuscrito que explica o significado oculto por trás de todos os símbolos maçônicos".


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